Caminho pelas Estrelas

sexta-feira, 5 de novembro de 2021

Título do Conto: Sublime Oração ao Amor Universal Autor ODENIR FERRO

Muito bom dia, boa tarde, boa noite a todos! É uma grande honra e enorme satisfação estar podendo vir a público, para agradecer-lhes imensamente. Tanto o pessoal da Presidência e Administração desta tão nobre e conceituadíssima ACADEMIA DE LETRAS DE TEÓFILO OTONI ALTO, assim como também todos nós escritores e escritoras, reunidos aqui neste belíssimo Livro LITERATOS Volume 2. Fui classificado com o meu conto: Sublime Oração ao Amor Universal. Resido em Rio Claro, estado de São Paulo, Brasil. Uma fonte de admiração e orgulho, estar junto de todos nobres escritores e escritoras, que estão juntamente comigo, podendo dar uma melhoria de qualidade de vida para todos nós seres humanos. Consequentemente, uma melhoria na qualidade do Planeta Terra, através da Arte e Cultura Literária. Tenho um blogger, tenho um canal no YouTube, e tenho livros publicados, e tenho 02 músicas que lancei recentemente na plataforma digital mundial do Tune Core. Uma das música é AMOR SEDUTOR e a outra é AMOR ARDENTE. Estou passando os links para a apreciação e leitura de todos.* Grande Abraço, Obrigado a todos! estou adorando a leitura do livro. Odenir Ferro

* desculpem-me admiradores deste meu blogger: os links foram via e-mail, à Administração e aos meus confrades e confreiras...


Estou Fuskinha 62! Esta foto eu tirei ontem, dia 04 de novembro de 2021







Título do Conto: Sublime Oração ao Amor Universal

Nome do Autor: Odenir Ferro

Cidade de Rio Claro, Estado de São Paulo

e-mail: odenir.ferro@yahoo.com.br

- Em tempos de pandemia os altos e baixos preconceitos se dividem e se subdividem, – como se um vírus contagioso fosse –, abrangendo todas as camadas sociais. Vão se destacando através das repressões, do ódio, da ira, da cobiça, da ambição desenfreada, enfim: dos sete pecados capitais e mais alguns perversos discriminadores, que vão julgando os atos das Humanitárias causas sociais, classificando-as em linhas subliminares em: amorais, imorais, profanas...! Ditando todos os ódios e frustrações reprimidas nos corações tão devastados, quanto estão sendo a Floresta Amazônica e o Pantanal... e assim sendo, continuam vivendo devastadores através das inseguranças pessoais e coletivas, assim como estão os nossos Nichos Ecológicos do Planeta Terra! Concluiu meditativa a corujinha Anália, olhando melancolicamente para a outra. Estavam cada qual, uma de frente para à outra numa distância de um curto espaço entre um mourão de cerca ao outro. A lua cheia prateava a claridade do céu noturno e constelado de inverno.

- O nosso querido planeta está sendo devastado pelo fogo incontido nas florestas e matas, e os rios e os mares se poluindo cada vez mais, se contaminando com a ganancia pelos poderes que não são do Divino Espírito Santo e, sim dos homens incrédulos aos teores esotéricos e metafísicos, consistentes dentro da espiritualidade esplanada através dos nossos meios globais, que foram geradas através dos nossos Históricos de Vida, – representando as nossas descendências culturais, através de eras e eras, que foram geradas e guardadas dentro da Biografia Universal da Nossa História Humana! Construída, edificada, através do nosso inconsciente coletivo universal. Disse enfaticamente a outra, em tom incisivo e teatral.

- É Maria Eulália: hoje concentramos todas as nossas confusas e difusas dores, clamando através de uma sublime Oração ao Amor Universal! – continuou Anália.

– Em tempos de pandemia, somos capazes de esmiuçarmos em detalhes, todos os micros universos que nos acompanham no dia a dia; prestamos mais atenção aos detalhes anatômicos que vão desde as nossas garras dos pés, até as texturas mais esmiuçadas das nossas penas, e muito mais... estamos mais fragilizadas e sensíveis e propensas a olharmos para as alturas infinitivas do céu em noites consteladas, a procura de uma Luz vinda do espaço, vinda do éter esfumaçado pelos incógnitos da vida, a qual é tão abrangente de tudo o que conhecemos, compreendemos e muito mais ainda, de tudo o que desconhecemos...

- Nós nos desconhecemos e desconhecemos todas as formas de vidas visíveis e invisíveis que giram em torno, por dentro e por fora de nós! Nos desconhecemos e nos desacreditamos, – quanto à lógica existencial da vida –, pulsante dentro do corpo e alma que se concentram nos outros seres humanos –, e vivemos egocêntricos, dentro dos nossos conflitos pessoais. Somos mais propensos a destruir e odiarmos, do que amarmos com profundidade de abnegação, altruísmo, imparcialidade, respeito... Desejamos tocar o invisível e o invencível a nossa volta, numa tentativa de esmagá-los...

- E assim, liberarmos todos os nossos egoísmos concentrados dentro dos nossos amores constrangidos e reprimidos; que estão entravados no nosso egocentrismo existencial! Completou Maria Eulália.

- Nós ainda não aprendemos a nos dividir e caminharmos pela vida, nos sub dividindo através dos augúrios do amor, do bem, da paz, da união, da confraternização, mas sim, vamos vivendo por vivermos a vida sem criarmos muitos vínculos espirituais... Concluiu dessa forma, a corujinha Anália.


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