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domingo, 24 de novembro de 2019

Fw: ALEX CERVENY . TODOS OS LUGARES . ABERTURA HOJE 23.11.2019



----- Mensagem encaminhada -----
De: Casa Triângulo 
Para: 
Enviado: sábado, 23 de novembro de 2019 09:03:24 BRST
Assunto: ALEX CERVENY . TODOS OS LUGARES . ABERTURA HOJE 23.11.2019

 


ALEX CERVENY . TODOS OS LUGARES

ABERTURA HOJE 23.11.2019 DAS 14H ÀS 18H
DE 25 DE NOVEMBRO A 18 DE JANEIRO DE 2020 . SEGUNDA A SÁBADO DAS 10H ÀS 19H



detalhe José interpretando os sonhos do faraó, 2019 . óleo sobre tela


Casa Triângulo tem o prazer de apresentar Todos os Lugares, a sétima exposição individual de Alex Cerveny na galeria.


A Esfera Imaginal de Alex Cerveny
por Rodrigo Petronio

Desde a Antiguidade, artistas e preceptistas se preocupam com duas formas de imitação: a icástica (física) e a fantástica (metafísica). Como alternativa à hegemonia da pintura icástica greco-latina, o historiador de arte Jurgis Baltrusaitis (1903-1988) identificou na arte medieval um dos pontos culminantes do fantástico. Não as catedrais, a retidão românica, as ogivas e os vitrais. Mas as iluminuras, as gárgulas, os livros de horas, a planimetria, as anamorfoses, os bestiários, as tanatologias, o mundo às avessas, a carnavalização.

Baseada em premissas metafísicas, a fantasia atravessa ordens distintas de realidade, enaltece a analogia, gira a grande cadeia dos seres e joga com o cosmos, em um louvor às metamorfoses. Não se preocupa em representar a natureza. Preocupa-se em representar o continuum da natureza. Os animais e os minerais, os vegetais e os humanos, os seres animados e os inanimados, o objetivo e o subjetivo: todas as substâncias participam umas das outras e se interpenetram neste drama divino.

A partir dos séculos XVI e XVII, com a ascensão da perspectiva, do ponto cêntrico albertiano e daquilo que Marcel Duchamp definiu como arte retiniana, começa um novo ciclo hegemônico do icástico. O fantástico, denegado, migra para os tratados de alquimia e de magia, os livros de rebus e a hieroglifilia, as empresas e os emblemas, as teofanias heterodoxas, os labirintos de conceitos, os enigmas e os tratados de hermetismo, os gabinetes de curiosidades, as ilustrações naturalistas de uma fauna e de uma flora inexistentes, os relatos dos viajantes.

Nessa mesma época ocorrem dois fatos decisivos: a emergência do racionalismo e a conquista da América. Por isso, alguns autores identificam aqui um paradoxo fundamental. Enquanto a Europa coroa a cisão cartesiana entre sujeito e objeto, alicerce do projeto expansionista, a América se dedica a um movimento de contracolonização. Para tanto, reorganiza os signos flutuantes da fantasia e expande as fronteiras do imaginário, em poderosas operações de anacronismo deliberado (Didi-Huberman).

Na esteira da grande arte dos séculos XX e XXI, brasileira e mundial, a obra de Alex Cerveny se baseia nestes dois movimentos complementares: navega na contracorrente dessa fratura entre sujeito e objeto e desbrava territórios imaginários livres, potencializados pela herança americana e pelo atavismo de uma fantasia robusta.

Em Todos os Lugares, temos uma curadoria preciosa tanto da variedade formal quanto da riqueza imaginativa de seu universo. A exposição da Casa Triângulo abrange aspectos e fases da obra como um todo. O livro homônimo, publicado pela editora Circuito, concentra-se nas imagens e nas descrições de cidades ao redor do mundo visitadas pelo artista, intenso viajante. São visões complementares sobre o universo visual de Cerveny. Ambas abordam a multiplicidade de camadas e os caminhos apresentados por esta obra singular e multifacetada.

Os lugares de Cerveny são entrelugares: espaços de intersecção. O grande campo vivo desses lugares-imagens relacionais é o corpo. Entendido como entidade fantástica, o corpo é orgânico, mas não biológico. É uma esfera animista de animação. O ponto privilegiado onde os seres da physis se reúnem e se dispersam, em movimentos de expansão e contração: o editus e o reditus de que falam os místicos.

Ao enfatizar a figuração e a planimetria metafísica, desprezadas por muitos modernos, a obra de Cerveny ganha duplamente. Primeiro porque se vê livre para transgredir os pressupostos da ilusão realista e tridimensional. Segundo porque passa a atuar, de saída, em um espaço sem fronteiras, sem bordas e sem limites. Habita a identidade absoluta entre real e imaginário. A partir do místico sufi medieval Ibn 'Arabi, podemos chamar essa esfera de mundo imaginal (mundus imaginalis).

A variedade de técnicas, suportes e materiais da obra de Cerveny é admirável e singular na arte contemporânea. Parte da colagem, da assemblage, dos palimpsestos, das esculturas e das intervenções, passa pelos diversos tipos de gravura, incluindo clichê em vidro (cliché verre), técnica francesa rara do século XIX, e chega à pintura, à aquarela, à ilustração (Darwin, Boccaccio, Collodi) e ao desenho propriamente dito.

Nesse sentido, o desenho pode ser visto como fio condutor do pensamento-imagem de Cerveny, não por acaso um exímio desenhista. Não o desenho entendido apenas como técnica, mas a linha explorada como conceito. Diferente do senso comum, a linearidade não é uma cesura, um corte, uma contenção. A linha é o prolongamento do olhar em direção ao indeterminado e ao inextenso. Em uma palavra: em direção ao infinito.

Essa zona de indiscernibilidade linear se encontra no âmago desta obra. E se manifesta em uma de suas principais matrizes formais: a relação imagem-letra. Se as palavras e as coisas, os signos e seus referentes, a linguagem e o mundo nunca se romperam pela fratura aberta entre sujeito e objeto, um fino fio de ouro de Homero (aurea catena Homeri) conecta letra e natureza, texto e mundo, significantes e imagens, imagens e escrita.

Por isso, corpos se fundem a letras. Letras emolduram o sexo. O umbigo aflora em um R. Um H divide o corpo de um humano. Um pênis é englobado em pleno gozo por um Q. Como queria Derrida, a escrita é anterior à fala porque a letra (gramma) é linguagem. Mas a escritura também é grama: as folhas simples da relva em que pisamos. A natureza é um livro anônimo. O mundo, uma assinatura infinita das coisas.

Esta cosmologia singular de Cerveny transborda as demarcações constitutivas do texto e da textura, do grâmico e do gráfico, da granulação e da frase, da semântica e da cor. Por isso sua obra consegue operar modulações entre elementos aparentemente tão distantes quanto versos dos Lusíadas de Camões, duas gravuras de Cornelius de Bruyn (c. 1715), Aleppo e Jafa, um panfleto da revolução cultural chinesa e referências a telenovelas, a canções populares, ao cinema, à cultura pop e sobretudo aos signos circenses, um dos esteios e das principais inspirações desta arte do imaginal em estado puro.

Jung definiu a alquimia como a linguagem do inconsciente. Cerveny define o inconsciente como a linguagem da arte. Por extensão, arte, inconsciente e alquimia têm em comum o fato de serem operações anímicas de pura transferência. Tudo nesses regimes é derivado, deslocado, flutuante. Não há sentido próprio. Há apenas significantes apropriados. A revelação profana da alquimia visual de Červený consiste nisso: uma misteriosa transmutação dos seres, entre a natureza e a linguagem, entre a letra e a figura, do nigredo ao albedo, rumo a uma improvável transfiguração.


Rodrigo Petronio é escritor e filósofo, autor e organizador de diversos livros. Professor titular da FAAP e pesquisador de pós-doutorado no Centro de Tecnologias da Inteligência e Design Digital (TIDD|PUC-SP)

    

mais informações:
info@casatriangulo.com
 
Casa Triângulo, Rua Estados Unidos, 1324, São Paulo, Brazil

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Fw: LOS NIÑOS QUE NO MIRAMOS,, LES ENFANTS QUE NOUS NE REGARDONS PAS CRIANÇAS QUE NÃO OLHAMOS



----- Mensagem encaminhada -----
De: Gabrielle Simond 
Enviado: quinta-feira, 21 de novembro de 2019 07:19:32 BRST
Assunto: Fwd: Fwd: LOS NIÑOS QUE NO MIRAMOS,, LES ENFANTS QUE NOUS NE REGARDONS PAS CRIANÇAS QUE NÃO OLHAMOS



  de notre ambassadeur Jeronimo Castillo Argentine

LOS NIÑOS QUE NO MIRAMOS

Mientras sigan habiendo en este mundo

conflictos que nos traigan preocupados,

no habremos de ocuparnos de los niños

que por su culpa viven el calvario.

Mientras no puedan sosegar el mundo

con verdadera profesión de hermanos,

existirá una deuda no pagada

que nos rinda un haber deficitario.

En cada cara que la angustia pinta

un niño con los sueños en la mano,

se parapeta la porción del alma

que debiera volvernos más humanos.

Y la metralla que cercena auroras

dejando la orfandad como escenario,

no puede comprender ese silencio

con que el niño señala nuestro escarnio.

Para volver a la raíz del tiempo

en que fuimos los sueños encontrados,

debiéramos firmar los armisticios

que no sabemos siquiera redactarlos.

Y aquella candidez de que se ufanan

mayores que ni llegan a contarlo,

les ofrecemos en ilusa forma,

pero al final de todo lo negamos.

Niños de rostros tristes que la historia.


LES ENFANTS QUE NOUS NE REGARDONS PAS

Tant qu'ils restent dans ce monde
les conflits qui nous apportent inquiétudes,
nous ne nous occuperons pas des enfants
qu'à cause de lui, ils vivent l'épreuve.

Tant qu'ils ne peuvent pas calmer le monde
avec la vraie profession de frères,
il y aura une dette impayée
Puissions-nous avoir un déficit.

Sur tous les visages peints par l'angoisse
un enfant avec des rêves en main,
la portion d'âme est disparue
Cela devrait devenir plus humain.

Et des éclats d'obus qui coupent des aurores
en laissant l'orphelinat comme scène,
ne peux pas comprendre ce silence
Avec lequel l'enfant souligne notre dérision.

Pour revenir à la racine du temps
dans lequel nous étions les rêves trouvés,
nous devrions signer les armistices
Nous ne savons même pas comment les écrire.

Et cette candeur de se vanter
plus vieux que ou même le dire,
nous leur proposons sous forme d'ilusion,
mais à la fin de tout, nous le nions.
Enfants de visages tristes de cette histoire.

            CRIANÇAS QUE NÃO OLHAMOS

Enquanto eles permanecerem neste mundo
os conflitos que nos trazem preocupações,
nós não vamos cuidar de crianças
por causa dele, eles vivem o teste.

Contanto que eles não possam acalmar o mundo
com a verdadeira profissão de irmãos,
haverá uma dívida não paga
Que possamos ter um déficit.

Em todos os rostos pintados pela ansiedade
uma criança com sonhos na mão,
a porção da alma se foi
Deveria se tornar mais humano.

E estilhaços que cortam auroras
deixando o orfanato como um palco,
não consigo entender esse silêncio
Com o qual a criança sublinha nossa zombaria.

Para retornar à raiz do tempo
em que éramos os sonhos encontrados,
devemos assinar os armistícios
Nem sabemos como escrevê-los.

E essa sinceridade de se vangloriar
mais velho ou até dizê-lo,
nós os oferecemos como uma ilusão,
mas no final de tudo, negamos.
                    Filhos de rostos tristes dessa história.
  

ДЕТИ, КОТОРЫЕ МЫ НЕ ИЩЕМ

Пока они остаются в этом мире
конфликты, которые приносят нам беспокойство,
мы не будем заботиться о детях
из-за него они живут тестом.

Пока они не могут успокоить мир
с истинной профессией братьев,
будет неоплаченный долг
Пусть у нас будет дефицит.

На всех лицах нарисовано беспокойство
ребенок с мечтами в руках,
часть души ушла
Он должен стать более человечным.

И шрапнель, которая сокращает сияния
покинуть приют как сцену,
не могу понять эту тишину
С чем ребенок подчеркивает нашу насмешку.

Вернуться к корню времени
в котором мы были найдены мечты,
мы должны подписать перемирие
Мы даже не знаем, как их написать.

И этим откровенностью похвастаться
старше или даже сказать это,
мы предлагаем их как иллюзию,
но в конце концов мы отрицаем это.
Дети грустных лиц этой истории.
      

     CHILDREN WE DO NOT LOOK

As long as they stay in this world
the conflicts that bring us worries,
we will not take care of children
because of him, they live the test.

As long as they can not calm the world
with the true profession of brothers,
there will be an unpaid debt
May we have a deficit.

On all the faces painted by anxiety
a child with dreams in hand,
the soul portion is gone
It should become more human.

And shrapnel that cut aurorae
leaving the orphanage as a stage,
can not understand this silence
With which the child underlines our derision.

To return to the root of time
in which we were the dreams found,
we should sign the armistices
We do not even know how to write them.

And this candor to boast
older than or even say it,
we offer them as an illusion,
but at the end of everything, we deny it.
Children of sad faces of this story.
   


I BAMBINI NON VOGLIAMO

Finché rimangono in questo mondo
i conflitti che ci portano preoccupazioni,
non ci occuperemo dei bambini
grazie a lui vivono la prova.

Finché non riescono a calmare il mondo
con la vera professione di fratelli,
ci sarà un debito non pagato
Che possiamo avere un deficit.

Su tutti i volti dipinti dall'ansia
un bambino con i sogni in mano,
la parte dell'anima è sparita
Dovrebbe diventare più umano.

E schegge che tagliano le aurore
lasciando l'orfanotrofio come palcoscenico,
non riesco a capire questo silenzio
Con cui il bambino sottolinea la nostra derisione.

Per tornare alla radice del tempo
in cui eravamo i sogni trovati,
dovremmo firmare gli armistizi
Non sappiamo nemmeno come scriverli.

E questo candore di cui vantarsi
più vecchio di o addirittura dirlo,
li offriamo come un'illusione,
ma alla fine di tutto, lo neghiamo.
Figli di volti tristi di questa storia.

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Fw: Marcia Pastore: contracorpo



----- Mensagem encaminhada -----
De: Pinacoteca de São Paulo 
Para: 
Enviado: segunda-feira, 18 de novembro de 2019 11:38:05 BRST
Assunto: Marcia Pastore: contracorpo

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

PRÊMIO EXCELÊNCIA E QUALIDADE BRASIL 2019 por: Odenir Ferro






Poema: ÍCONE
Autor: Odenir Ferro

O mendigo já não sofre mais...
Porque ele já está condenado.
A sociedade, que o condenou,
Agora o respeita, por isso.

A sua dor não mais lhe interessa.
Consequentemente, passa ele a ser
Respeitado, na dor.
De um solitário derrotado.

Perante os olhos da humanidade,
Ele é apenas um simples humilde
Perante os olhos de Deus,
Ele é apenas um ser humano a mais

Infinitamente amado por ser parte da criação!

Mas ele é um a mais entre tantos,
A ser massacrado.
Nessa máquina sangrenta e nojenta,
Que sabe desfazer muito bem,
Daquilo que não lhe serve, embora provável.

O ser humano.
A vida se desintegra.
Porque os bons costumes,
O amor é inconsequente.

As vestes são sujas.
Porque carrega dentro de si
O pesado fardo das pobrezas
Geradas pelos refugos da nobreza.

Poem: ICON
Author: Odenir Ferro

The beggar no longer suffers ...
Because he is already doomed.
The society, which condemned it,
You respect him now, that's why.

Your pain no longer interests you.
Consequently, it becomes
Respected, in pain.
Of a lonely defeated.

In the eyes of mankind,
He is just a simple humble
Before the eyes of God,
He is just an extra human being.

Infinitely loved for being part of creation!

But he is one among more,
To be massacred.
In this bloody and disgusting machine,
Who knows how to undo very well,
Of what does not suit you, although probable.

The human being.
Life disintegrates.
Because the good customs,
Love is inconsequential.

The robes are dirty.
Because it carries within itself
The heavy burden of poverty
Generated by the rejects of the nobility.

Poema: ÍCONE
Autor: Odenir Ferro

O mendigo já não sofre mais...
Porque ele já está condenado.
A sociedade, que o condenou,
Agora o respeita, por isso.

A sua dor não mais lhe interessa.
Consequentemente, passa ele a ser
Respeitado, na dor.
De um solitário derrotado.

Perante os olhos da humanidade,
Ele é apenas um simples humilde
Perante os olhos de Deus,
Ele é apenas um ser humano a mais

Infinitamente amado por ser parte da criação!

Mas ele é um a mais entre tantos,
A ser massacrado.
Nessa máquina sangrenta e nojenta,
Que sabe desfazer muito bem,
Daquilo que não lhe serve, embora provável.

O ser humano.
A vida se desintegra.
Porque os bons costumes,
O amor é inconsequente.

As vestes são sujas.
Porque carrega dentro de si
O pesado fardo das pobrezas
Geradas pelos refugos da nobreza.

Poem: ICON
Author: Odenir Ferro

The beggar no longer suffers ...
Because he is already doomed.
The society, which condemned it,
You respect him now, that's why.

Your pain no longer interests you.
Consequently, it becomes
Respected, in pain.
Of a lonely defeated.

In the eyes of mankind,
He is just a simple humble
Before the eyes of God,
He is just an extra human being.

Infinitely loved for being part of creation!

But he is one among more,
To be massacred.
In this bloody and disgusting machine,
Who knows how to undo very well,
Of what does not suit you, although probable.

The human being.
Life disintegrates.
Because the good customs,
Love is inconsequential.

The robes are dirty.
Because it carries within itself
The heavy burden of poverty
Generated by the rejects of the nobility.

Odenir Ferro, Escritor, Poeta, Produtor Musical da Dupla Sertaneja MATHEUS HENRIQUE&MICHELL, Embaixador Universal da Paz! Embajador del Idioma Espanõl em mí país em el mundo, Fundacíon César Egido Serrano. Autor do Livro de Poemas FALANDO DE ANJOS https://www.amazon.com/dp/1070704776 Blogger: www.caminhopelasestrelas.com


quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Fw: Dança na Pina Studio3 Cia. de Dança



----- Mensagem encaminhada -----
De: Pinacoteca de São Paulo 
Para: 
Enviado: terça-feira, 12 de novembro de 2019 14:18:11 BRST
Assunto: Dança na Pina Studio3 Cia. de Dança

Fw: ASCÂNIO MMM . PRISMA E QUACORS . ÚLTIMOS DIAS



----- Mensagem encaminhada -----
De: Casa Triângulo
Para: 
Enviado: terça-feira, 12 de novembro de 2019 13:29:35 BRST
Assunto: ASCÂNIO MMM . PRISMA E QUACORS . ÚLTIMOS DIAS

 


ASCÂNIO MMM . PRISMA E QUACORS

CURADORIA DE GUILHERME WISNIK
ÚLTIMOS DIAS . ATÉ 14.11.2019
SEGUNDA A SÁBADO DAS 10H ÀS 19H



Clique aqui para ver a exposição.


    

mais informações:
info@casatriangulo.com
 
Casa Triângulo, Rua Estados Unidos 1324, São Paulo, Brazil

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Fw: Novembro na Pinacoteca de São Paulo



----- Mensagem encaminhada -----
De: Pinacoteca de São Paulo 
Para:
Enviado: sexta-feira, 1 de novembro de 2019 11:47:57 BRT
Assunto: Novembro na Pinacoteca de São Paulo