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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Poema: PLANETA TERRA Autor: Odenir Ferro





Poema: PLANETA TERRA
Autor: Odenir Ferro
À eterna, é Lua na sua aura prateada!
Com as sombras obscuras cinzas opalas
Contrastando com os intensos sons das noites!
Quando Matas pesponteiam-se nos verdes olivas,
Nos tons de jades das folhas e enriquecidas flores
Vão explodindo nas vibrações dos ciclos, luzes lindas
Onde o luar encobre mortes, nas magias dos açoites...
Em tudo perdura eterna e imensa Grandeza Universal!

Transitando o Caminho Pelas Estrelas
Gira imensurável e absoluto, a Terra!
Nosso mui Amado Bilionário Planeta!
Historiando e perfazendo em círculos,
Construindo todas as Estações e Eras,
Na rotina arquibilionária dos Séculos!
Ininterruptos em torno de si mesmos...
Gerando exuberantes Forças, vibrantes,

Em todas as Naturezas das Vozes vivas ativas
Que Amando Nele, se envolvem, percorrem,
No que vivendo Dele, dependentes, vão...!
Circundando velozes, mesmo que estáticas,
Dentro dos redemoinhos de todos os Tempos!

Onde são sonoridades pulsantes todas as Vidas
De Todos os Humanos, de Todos os Bichos,
E de Todas as Naturezas do Planeta Terra!
Pleno de Fogo, de Água e de Terra e Ar!

Fazendo vidas brotarem, viverem, morrerem!
Nestes eternos ciclos de nascerem e renascerem!
E renascendo, reacenderem Mensagens do Amor!
Pulsando guerras&Paz, Tréguas&guerras... Flores!

Recriando Sonhos nas Vidas ao Sol destes Amores!

Poème: PLANETE TERRE!
Auteur: Fer Odenir
Pour l'éternel, Lune est en son aura d'argent!
Avec l'ombre noire opales gris
Contrairement aux sons forts de la nuit!
Lorsque Matas pesponteiam dans olives vertes,
Les tons de jade des feuilles et des fleurs enrichi
Aller exploser dans les vibrations des cycles, jolies lumières
Où la lune couvre décès dans la magie de rayures ...
En tout endure éternelle et universelle immense grandeur!

Transitant par la Voie For Stars
Active incommensurable et absolue, la Terre!
Notre milliardaire très chère planète!
Historiando et les cercles de décision,
Construire toutes les stations et les âges,
Dans arquibilionária routine des Ages!
Saisissant autour d'eux ...
Génération Forces luxuriante, dynamique,

Dans toutes les natures de Voix de vie active
Ce Loving it, impliquez-vous, courir,
Vivre en Lui, à charge, seront ...!
Encerclant rapide, même statique,
Dans les tourbillons de tous les temps!

Où sont tous les sons pulsés Lives
De tous les droits, de tous les animaux,
Et toutes les natures Planet Earth!
Plein de feu, l'eau et la terre et l'air!

Rendre la vie de germes, vivre, mourir!
Ces cycles éternels de naissance et la renaissance!
Et renaître, raviver des messages d'amour!
Impulsions guerres et trêve de paix et les guerres ... des fleurs!
Reconstruire rêves dans la vie de ceux-ci aime le soleil!

Poema: TIERRA DEL PLANETA!
Autor: Odenir Hierro
A la eterna, la Luna está en su aura de plata!
Con los ópalos grises sombra oscura
En contraste con los fuertes sonidos de la noche!
Cuando Matas pesponteiam en aceitunas verdes,
Los tonos de jade de las hojas y flores enriquecidos
Ir explotando en las vibraciones de los ciclos, luces bonitas
Cuando la luna cubre las muertes en la magia de rayas ...
En todo perdura eterno y universal inmensa grandeza!

Transitando el camino para Estrellas
Resulta inconmensurable y absoluta, la Tierra!
Nuestro muy querido multimillonario planeta!
Historiando y haciendo círculos,
La construcción de todas las estaciones y las edades,
En arquibilionária rutina de las Edades!
Agarrando su alrededor ...
Generación de Fuerzas exuberante, vibrante,

En todas las naturalezas de Voces de vida activos
Eso Loving it, involucrarse, ejecute,
Vivir en Él, a cargo, será ...!
Rodeando rápido, incluso estática,
Dentro de los remolinos de todos los tiempos!

¿Dónde están todos los sonidos pulsantes Vidas
De todos humanos, de todos los animales,
Y todas las naturalezas Planeta Tierra!
Lleno de fuego, el agua y la tierra y el aire!

Haciendo vidas brote, vivir, morir!
Estos ciclos eternos de nacimiento y renacimiento!
Y renacer, reavivar mensajes de amor!
Pulsante guerras y Tregua Paz y guerras ... flores!
Reconstruyendo sueños en la vida de estos ama el sol!

Poem: PLANET EARTH!
Author: Odenir Iron
To the eternal, Moon is in her silver aura!
With the dark shadow gray opals
In contrast to the loud sounds of the night!
When Matas pesponteiam up in green olives,
The jade tones of the leaves and flowers enriched
Go exploding in the vibrations of the cycles, pretty lights
Where the moon covers deaths in the magic of stripes ...
In all endures eternal and immense Universal Greatness!

Transiting the Way For Stars
Turns immeasurable and absolute, Earth!
Our very beloved billionaire Planet!
Historiando and making circles,
Building all stations and ages,
In arquibilionária routine of the Ages!
Grabbing around themselves ...
Generating Forces lush, vibrant,

In all Natures of active living Voices
That Loving it, get involved, run,
Living in Him, dependents, will ...!
Circling fast, even static,
Within the swirls of all times!

Where are all the sounds pulsating Lives
Of All Human, of All Animals,
And All Natures Planet Earth!
Full of fire, water and earth and air!

Making sprout lives, live, die!
These eternal cycles of birth and rebirth!
And reborn, rekindle love messages!
Pulsing wars & Peace Truce & wars ... flowers!
Rebuilding Dreams in the lives of these loves the sun!

Legião Urbana - Tempo Perdido (ao vivo) Especial







Se eu disser que esta música é: "Excepcional, Imortal, Eternamente Linda", vai acrescentar "um algo a mais..." no que já é Lindo? Odenir Ferro, Escritor, Poeta, Embaixador Universal da Paz, http://www.odenirferrocaminhopelasestrelas.blogspot.com



Enc: ASCÂNIO MMM . NOVO ARTISTA REPRESENTADO



Em Quinta-feira, 19 de Novembro de 2015 12:53, Casa Triângulo escreveu:


ASCÂNIO MMM
NOVO ARTISTA REPRESENTADO


Módulo 8.4, 1971-1983 . Alumínio pintado . 350 x 600 x 430 cm
Temos o prazer de anunciar que a Casa Triângulo agora representa o artista Ascânio MMM.
Em cinco décadas de produção, Ascânio Maria Martins Monteiro construiu uma minuciosa obra - transparente em sua poética e firme em sua lógica construtiva - que lhe garante um lugar histórico na trajetória da abstração geométrica da América Latina. Esta foi sua práxis exclusiva. Ascânio nunca fez uma obra figurativa. Desde seu primeiro trabalho em 1964, o artista manteve de modo consistente a opção construtiva, mesmo com o contínuo processo de invenção de problemas plásticos e experimentação de materiais. O lugar de Ascânio no projeto de arte concreta, os aspectos culturais de sua origem portuguesa, sua formação, o esforço de construção da linguagem e de seus signos materiais, as proposições fenomenológicas e simbólicas, a participação no processo histórico da arte brasileira, sobretudo na Geração MAM, o âmbito de sua produção, seu programa estético, a poética e o sentido da obra, a vontade construtiva e o viés arquitetônico da escultura vinculado à questão social da habitação, o substrato dialético e político da forma e o inconsciente matemático - todas essas são questões que surpreendem o historiador. Compreender a dimensão dialética da produção de Ascânio é de natureza similar à responsabilidade de todo ''psicólogo do espírito cientifico'' - uma acepção de Gaston Bachelard -, que deve viver o estranho desdobramento da personalidade geométrica que se efetuou ao longo do último século e meio da cultura matemática. No entanto, diferentemente do matemático, Ascânio MMM não reprime a intuição (nem a sublimação da experiência). Seu desafio bachelardiano foi sempre realizar a conversão da realidade racional em poética experimental. [HERKENHOFF, Paulo.''O cristal''. In: Ascânio MMM: Poética da Razão. São Paulo: BEI Comunicação, 2012, p. 7.]
ASCÂNIO MMM nasceu em Fão, Portugal, 1941. Vive e trabalha no Rio de Janeiro desde 1959.
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS SELECIONADAS: Flexos e Quasos, AM Galeria, Belo Horizonte, Brasil [2015]; Flexos e Qualas, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro, Brasil [2008]; Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro, Brasil [1999]; Atelier Finep, Paço Imperial, Rio de Janeiro, Brasil [1997]; Subdistrito Comercial de Arte, São Paulo, Brasil [1991]; Galeria 111, Lisboa, Portugal [1989]; Galeria Paulo Klabin, Rio de Janeiro, Brasil [1981]; Galeria Arte Global, São Paulo, Brasil; Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro, Brasil [1976]; Galeria Grupo B, Rio de Janeiro, Brasil [1972]; Galeria Celina, Rio de Janeiro, Brasil [1969].
EXPOSIÇÕES COLETIVAS SELECIONADAS: 10ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre, Brasil; Sotto Voce, Dominique Lévy Gallery, Londres, Reino Unido [2015]; Cromofobia, Museo de Arte Contemporáneo, Buenos Aires, Argentina; Encontro dos Mundos, Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil [2014]; Vontade Construtiva na Coleção Fadel, Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil [2013]; From the Margin to the Edge, Somerset House, Londres, Reino Unido [2012]; Gigante por la própria naturaleza, Instituto Valenciano de Arte Moderno, Valência, Espanha [2011]; Arte como Questão - Anos 70, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil [2007]; Caminhos do Contemporâneo: 1952/2002, Paço Imperial, Rio de Janeiro, Brasil [2002]; I Bienal do Mercosul, Porto Alegre, Brasil; Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, Instituto Cultural Itaú, São Paulo, Brasil [1997]; Arte Brasileira na Coleção: Anos 70/90, Museu de Arte Contemporânea, São Paulo, Brasil [1992]; Depoimento de Uma Geração 1969/1970, Galeria Banerj, Rio de Janeiro, Brasil [1986]; Portrait of Country - Brazilian Modern Art From Gilberto Chateaubriand Collection, Barbican Center, Londres, Reino Unido [1984]; 100 Anos de Escultura no Brasil, Museu de Arte de São Paulo, São Paulo, Brasil; Brasil - 60 anos de Arte Moderna - Coleção Gilberto Chateaubriand, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal [1982]; XV Bienal de São Paulo, São Paulo, Brasil [1979]; IV Panorama da Arte Atual Brasileira, Museu de Arte Moderna, São Paulo, Brasil [1972]; Salão da Bússola, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro, Brasil [1969]; II Bienal da Bahia, Salvador, Brasil [1968]; IX Bienal de São Paulo, São Paulo, Brasil [1967]; I Salão Abril, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro, Brasil [1966].
PRÊMIOS: Prêmio Viagem ao exterior, I Salão Nacional de Artes Plásticas, MEC, Rio de Janeiro [1978]; Grande Prêmio para Escultura, IV Panorama da Arte Atual Brasileira, Museu de Arte Moderna, São Paulo [1972]; Prêmio de Aquisição, XIX Salão Nacional de Arte Moderna, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro [1970]; Prêmio de Aquisição, Salão da Bússola, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro [1969].
COLEÇÕES PÚBLICAS: Museo de Arte Contemporáneo de Buenos Aires, Buenos Aires, Argentina; Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil; Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil; Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil; Museu de Arte Moderna, São Paulo, Brasil; Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro, Brasil; Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Brasil; Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil.
PRINCIPAIS ESCULTURAS PÚBLICAS: Centro Empresarial Rio, Rio de Janeiro; Edifício Sede da GlaxoSmithKline, Vargem Grande; Hotel Royalty Barra, Rio de Janeiro; Hotel Royalty Copacabana, Rio de Janeiro; Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro; Edifício Daniel Maclise, Cosme Velho; Praça da Sé, São Paulo; Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo [Brasil]. Edifício Nissin, Tóquio [Japão]. Edifício Sede da Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Largo do Cortinhal, Fão [Portugal].