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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

NATAL 2015! ANO NOVO 2016... JESUS CRISTO VIVE NO TUDO DE TUDO ISTO?! Autor: ODENIR FERRO








Título do Artigo:  NATAL 2015! ANO NOVO 2016... JESUS CRISTO VIVE NO TUDO DE TUDO ISTO?!
Autor: Odenir Ferro
Através dos vidros transparentes, com o meu quarto na penumbra, à meia-luz, noto a intensidade da claridade vinda do luar, cujo reflexo incide num dos vidros da janela semiaberta. Desvio o meu olhar da tela do computador, e posso ver, ao longe, as resplandescências cintilantes de inumeráveis estrelinhas, pesponteando-se – tais quais, iguais, às pequeninas contas iluminadas de diamantes – enriquecendo o cenário da vida, nas negruras intransponíveis do céu equidistante... Aonde somente elas, cintilam belas e solitárias. Num encantador e eterno vagar pulsante, a brilharem, brilharem, brilharem. Começo a despertar dentro de mim, uma espécie de contentamento sem fim... Deixo murmurar suavemente, a voz reflexiva do meu interior. E vou meditando nas emoções que sinto dentro do meu ser. Enquanto, entretanto, vou deixando fluir de dentro para fora de mim, a realidade da minha fé cristã.
Sinto o quanto é importante amarmos – acreditando na incondicionalidade natural que possa vir entre os nossos relacionamentos – dentro da afetividade pura e simples, extraída da convivência e do respeito mútuo e atrativo que existe entre os seres humanos. Quando voltamos os nossos corações, a nossa alma, a nossa vida enfim, para o contínuo despertamento que se gera, através das forças motivacionais que se provêm ininterruptamente, quando nos predispomos a amarmo-nos num conjunto afetivo incondicional. Tanto a nós mesmos, assim como também, é evidente, a tudo e a todos que estão dentro dos nossos ciclos afetivos... E, também, até aos dos ciclos afetivos ausentes de nós. Mas, que são seres humanos tão iguais a nós. Somos um conjunto, formando o Ego Sociocultural Emocional deste Todo, o qual nós o denominamos de Vida!
E este conjunto, o qual nós denominamos de Vida, se compreende dentro dos espaços naturais visíveis e invisíveis, compreensíveis ou incompreensíveis, evidentes ou ocultos, misteriosos ou esclarecidos, no conjunto vibracional do Todo – onde dentro deste Todo, cada um de nós, formamos, dentro da nossa parcela existencial, uma sociedade – na qual, através dela, vamos registrando o pulsar afetivo da nossa história pessoal. Dentro da História Coletiva, a qual está inserida dentro dos Registros de Vida, onde vamos caminhando nesta realidade virtual ou física, emocional ou abstrativa, formando um Caleidoscópio Interior, dentro da nossa existência espiritual e física, onde vamos nos locomovendo dentro das dinâmicas vibracionais deste existir. Onde, incansáveis e laboriosamente, vamos depositando pétalas e mais pétalas de amores, extraídas da nossa flor composta pelos nossos enredos existenciais. Enquanto formos capazes de discernirmos – por dentro e por fora de nós – as nossas predisposições intelectuais e emocionais e espirituais e físicas, para irmos nos manifestando dentro das nossas culturas sociais. E, desta maneira, podermos receber e darmos as nossas manifestações existenciais – dentro dos parâmetros vibracionais que se mostram dentro dos discernimentos que se expandem ou se retraem no conjunto total do viver – enaltecendo as nossas compactuais virtudes, para vivenciarmos os climas de belezas, de amores, de espiritualidades, feitos no dinamismo da afetividade sincera: a qual, ininterruptamente, se emana do amor comum. Provindo da paz que se gera através do diálogo coerente da poesia manifesta em tudo o que é belo, em tudo o que e feito com amor, em tudo o quanto se gera dentro das esferas musicais, sonorizadas por virtuosos e maravilhosos cânticos angelicais; onde podemos sentir a vibração espiritual de cada desejo exposto em forma de virtudes amorosas – tanto para conosco mesmo, assim como também para com o nosso próximo – e desta forma, avançarmos pelos incógnitos misteriosos deste viver!
Rumando na busca do sentido existencial, enquanto vamos nos aprofundando dentro das nossas memórias cognitivas e emotivas... Sempre caminhando avante, na liberdade que se expressa dentro da nossa fé cristã! Manifestada a partir da realidade espiritual do nosso interior, indo projetar-se nas esperanças mais radiantes que depositamos nas dimensões reais que se encontram dentro do equidistante espaço infinito...
Somos todos abrangentes de vida – formamos dentro de nós, pequenos oásis de amores – através dos quais, vamos, nos atrevendo no viver, usando como ferramentas e armas, nossos dons, nossos domínios, nossos espaços, dentro dos parâmetros formados, naturalmente, pelas veredas cognitivas das nossas manifestações intelectuais, culturais, emocionais, expondo-nos assim, dentro do nosso quadro social, mediante ao nosso viver. Declarando-nos, dentro e através dos nossos dias comuns e, também daqueles dias incomuns, esplendorosos, radiantes, ímpares, depositando – através dos nossos muitos gestos corporais, seja através dos nossos olhares, do nosso corpo, das nossas mãos, da nossa fala, enfim, seja por todos os meios de que dispusemo-nos, para irmos nos manifestando, perante a realidade do viver, deixando a nossa marcante presença, dentro deste miraculoso existir. Vibrando e sintonizando a nossa presença, dentro deste nosso puro estado emotivo e motivado de amarmo-nos assim como também, procurarmos amar ao nosso próximo – enquanto, naturalmente, vamos sendo colaboradores e doadores afetivos, buscando dentro de nós e dentro do nosso próximo, as transmissões e as transmutações e as transfigurações geradas através das realidades criadas nas sintonias deste amor incondicional... Existente dentro desta coligação afetiva, que nos vai impulsionando a vibrarmos a nossa existência amorosa e pacífica, dentro desta complexidade espiritual e física, que se engloba dentro do nosso corpo, dentro do nosso meio pessoal, intransferível e ímpar, e que gera a realidade do nosso existir.
Dentro destas abstrativas reflexões, fico meditando, pensando, procurando sentir, dentro do íntimo emocional afetivo do meu ser, a magnitude infinita, contida no Todo complexo e tão puro, manifesto não somente nas Palavras, mas também na Força dinâmica e tão fortemente plena de impactos carismáticos, que se faz dentro da Sua História Pessoal – e que veio atravessando minutos, horas, dias, meses, anos, décadas, séculos, milênios, para assim continuar-se Ad-infinitum, dentro da realidade global humana – onde os nossos processos cognitivos, sejam eles emocionais, espirituais ou afetivos – fazem com que elevemos o interior da alma do nosso coração, quando pensamos na plenitude da realidade inimaginável, aos nossos sentidos comuns, para captarmos ou entendermos a extensão divinal dentro do quanto, em pureza de Amor, aquele grande Homem, aparentemente tão comum, na sua época, pode vir atravessando as Histórias, deixando dentro de cada conteúdo histórico, a Sua presença espiritual, fazendo dos seus ensinamentos, das suas palavras, a infinita importância da Sua Existência, dentro do mundo pessoal de cada um de nós!
Jesus Cristo é o Rei da Vida! Ele é O Sábio profundo! É O puro Amor, e é o Todo do Tudo!
Dentro deste rico país tropical, o verão nem ainda começou, e já sentimos o calor intenso vibrando dentro destas naturais belezas formadas no interior desta brasilidade. Tenho o maior orgulho de ser um brasileiro a mais entre milhões de outros tantos iguais! E, assim sendo, eis que então, o Celebração do Natal de 2015, se aproxima... Novamente, comemoramos, o aniversário deste Grandioso, Ímpar, Excepcional Mestre Filho de Deus, o qual nós o denominamos de Jesus Cristo!
Percebo, dentro da simplicidade natural do meu existir, o quanto O Seu Amor é essencial e produtivo para a minha complexa existência! (E, é claro, é evidente, é transparente, e, porque não dizer: clarividente até, de que Ele Ama a tudo e a todos, incondicionalmente!)
Para que eu possa desfrutar de um agradável e marcante momento de vida, degustando os diversos sabores de um vitaminado de frutas tropicais, num dia de calor, numa mesa de bar, à beira de uma praia... Quem? Quais foram as pessoas que estiveram por trás deste resultado final...? No qual eu o busquei, para satisfazer-me, dentro das minhas exposições ou vaidades pessoais?!
Creio que foram muitas e muitas, as pessoas envolvidas dentro deste meu procedimento natural de existir. Enquanto eu me satisfiz com as belezas naturais do cenário, degustando o vitaminado de frutas, automaticamente nem pensei, que por trás de tudo isto, esteve o garçom, esteve o barman, a copeira, o coletor de lixo, o dono do Bar, o entregador de frutas, o colhedor de frutas, o plantador de frutas, enfim, muitas e muitas e muitas pessoas, amorosamente ou não, se uniram, presenciais ou não, diretas ou indiretas, para proporcionar-me, como resultado final, a degustação do meu saboroso vitaminado de frutas.
E Jesus Cristo? Está envolvido com Tudo isto? Não somente com este meu procedimento, mas com bilhões e bilhões de movimentos que acontecem na dinâmica quântica do Planeta, a cada átimo de segundos: sejam as resultantes deles, bons, maravilhosos, fantásticos, excepcionais, ou os inversos, que são: ruins, danosos, catastróficos...?
Dentro disto Tudo, quantos (?)... Irmãozinhos nossos: sentem fome, sentem dores, sentem repulsas, sentem desumanidade, sentem frio, sentem calor, sentem tudo, dentro do todo que é o desamor... Desamor que é o inverso do verso do avesso do reverso do Amor... E, assim, sendo: Eles sentem, acima de tudo, fome de amor humano, sede de confraternização, sede de Justiça...! E Jesus Cristo? Compartilha? Dentro do seu Divinal Amor, Compartilha...?
Está envolvido com estes procedimentos – os quais, percebo, instintivamente, dentro da minha humilde fé, sinto que percebo, intuitivamente, que percebo... que percebo... que percebo – que são dramáticos, que são desconexos, mas, contudo, todavia, porém, que são as resultantes dos conflitos existenciais, meramente, egoisticamente, humanos?!
Dentro dos ritmos lógicos, o nosso Calendário Cultural Mundial, avança, mudando o Ano de 2015 para o Ano Novo de 2016...!
Feliz Ano Novo! Feliz Ano Novo! Feliz Ano Novo! Feliz Ano Novo! Feliz Ano Novo! Feliz Ano Novo! Feliz Ano Novo! Feliz Ano Novo!
(Daí, então, o assistente de palco, levanta a placa com os escritos (num português errado) bem grandes: PRATÉIA APRAUSOS! (Traduzindo: O Correto é: PLATÉIA, POR FAVOR, APLAUSOS! OBRIGADO!)
No Mundo todo, comemoramos este festejo! E dentro do íntimo de cada um de nós, fazemos uma lista de desejos... Imaginando aprimorarmo-nos, dentro das nossas qualidades estéticas ou espirituais, no que, porventura, concernir-nos à renovação de tudo o que já fomos e que ainda somos! Dentro do tudo o que sempre fôramos! Um Ser Humano único, intrasferível, criando a nossa própria História Pessoal, dentro deste incógnito trajeto, o qual, nós o denominamos de Vida!
Somos todos carentes, e, dependentes que somos, ansiamos por aprovações... Desejamos sermos notados... E, acima de tudo, desejamos que sejamos amados... Mas, nós todos, somos todos, uns mais outros menos, outros ainda, mais e mais, e mais... Muito, Muito, Muito mais, super megalômanos... Mas, dentro do nosso ser existencial, dentro do nosso existir, somos todos egocêntricos e exibicionistas... Fantasiamos as nossas atitudes, esperando do nosso próximo, tudo o que temos por concepção nata: As aprovações ou as reprovações... E, as quais devemos demonstrá-las, naturalmente... Desejamos Amor e desejamos sermos Amados! Mas, estamos aptos para amarmos e sermos amados? E, assim sendo, realmente acreditamos nesta profunda realidade de podermos compartilharmo-nos?!
Estamos próximos ou longe de Deus? Estamos sentindo, crendo em Jesus Cristo agora?! Somos felizes, estamos em paz... O que nos está faltando...?!
Para que possamos sermos completos dentro do que sempre fomos: Completos, desde que possamos criar dentro do íntimo de nós, habilidades naturais para aceitarmo-nos tais quais, nós sempre fôramos...!
O Amor de Deus por nós, é incondicional... E nós, nós nos amamos, e, incondicionalmente amamos o nosso próximo?! Nós somos tão imperfeitos, dentro da nossa perfeição... Criamos tantas perfeições, dentro das imperfeições que são geradas iguais, dentro do mesmo teor de cada um de nós mesmos: e, assim sendo, somos tão lindos – imperfeitos que somos – dentro desta perfeição que Deus nos gerou, tão desconhecedor destas nossas atitudes, querendo, ou, desejando, despertarmo-nos para o Amor, buscando N’Ele, a esperança de abençoarmo-nos, dentro deste invólucro magnético espiritual sociocultural tão solitário, o qual nós o denominamos de nós, ente, ser, pessoa, ser individual... E dentro de nós, vamos buscando e rebuscando-nos dentro desta beleza de Vida, a qual nós a denominamos de Amor!
Feliz Ano Novo de 2016, para toda a Humanidade!
Odenir Ferro,


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