Caminho pelas Estrelas Follow by Email

sexta-feira, 15 de março de 2013

Enc: la paix universelle Universal peace Paz universal Paz universal Всеобщего мира


----- Mensagem encaminhada -----
De: Cercle Univ. Ambassadeurs de la Paix 
Para:  
Enviadas: Sexta-feira, 15 de Março de 2013 4:59
Assunto: Fw: la paix universelle Universal peace Paz universal Paz universal Всеобщего мира



 
 de notre ambassadrice Marie-Antoinette Cordina FRANCE
 votre indulgence pour les traduction merci !                  
                                
  La paix universelle
Crois-tu que le printemps reste en toutes saisons
que la pluie et le vent deviennent douces choses
l'allégresse et la paix vibreraient de chansons
la terre embellirait de mille et une chose.
alors main dans la main et à travers le monde
les enfants tous heureux élargiraient leur ronde...
 
je veux prendre au soleil une part de chaleur
et au ciel constellé de myriades d'étoiles
partagera l'amour à chaque noble coeur
Le trés haut Rédempteur descendu de ses voiles.
les guerres et tourments seront ensevelis
tout au fond du noyau de notre belle terre.
les messages de paix pour toujours établis
sauront alimenter une grande prière.
hymnes religieux de tendresse et d'amour
le savoir et l'honneur atteindront notre monde
la colombe de paix volera tour à tour
formant sans se lasser une admirable rond.
 
 
 
Universal peace
Do you think that the spring remains in all seasons
the rain and the wind become mild things
joy and peace vibreraient songs
the Earth embellirait of a thousand thing.
then hand in hand and around the world
the children all happy would expand their round...

I want to participate in the Sun's heat
and in the sky studded of myriads of stars
share the love in every noble heart
The very high Redeemer descended from its sails.
the wars and torment will be buried
at the bottom of the core of our beautiful Earth.
the messages of peace forever established
will be able to feed a great prayer.
Religious hymns of tenderness and love
knowledge and honor will reach our world
the dove of peace fly in turn
forming without tiring a wonderful round.


Paz universal
Você acha que a mola permanece em todas as estações
a chuva e o vento tornam-se coisas leves
canções de alegria e paz vibreraient
o embellirait de terra de mil coisa.
em seguida, lado a lado e em todo o mundo
os filhos todos felizes expandiria sua rodada...

Eu quero participar o calor do sol
e o céu cravejado de miríades de estrelas
compartilhar o amor em cada coração nobre
Muito alto Redentor descendente de suas velas.
as guerras e o castigo vão ser enterrados
na parte inferior do núcleo da nossa bela terra.
as mensagens de paz estabelecida para sempre
será capaz de alimentar uma grande oração.
Hinos religiosos de ternura e amor
conhecimento e honra vão chegar a nosso mundo
a pomba da paz por sua vez voar
formando sem cansar uma partida maravilhosa.


Paz universal
¿Crees que la primavera sigue siendo en todas las estaciones
la lluvia y el viento se convierten en cosas suaves
canciones de alegría y paz vibreraient
el embellirait de tierra de 1 mil cosas.
luego de la mano y todo el mundo
los niños felices ampliaría su ronda...

Quiero participar en el calor del sol
y en el cielo tachonado de miríadas de estrellas
compartir el amor en cada corazón noble
El Redentor muy alto descendió de sus velas.
las guerras y el tormento se enterrará
en la parte inferior de la base de nuestra hermosa tierra.
los mensajes de paz establecido para siempre
serán capaces de alimentar una gran oración.
Himnos religiosos de ternura y amor
conocimiento y honor llegará a nuestro mundo
la paloma de la paz a su vez volar
formación sin cansarse una maravillosa ronda.


Всеобщего мира
Как вы думаете, что весной остается во все времена года
дождь и ветер стали мягкие вещи
радость и мир vibreraient песни
embellirait земли тысячи вещь.
Затем рука об руку и в мире
все счастливы дети будут расширять их раунда...

Я хочу участвовать в тепло солнца
и в небе шипованных мириадами звезд
Поделитесь любовью в сердце каждого благородных
Очень высокая Искупителя сошел с его паруса.
войны и мучить будет похоронен
в нижней части ядра нашей красивой земли.
послания мира навсегда создана
будет иметь возможность кормить большой молитвы.
Религиозные гимны нежности и любви
знания и честь достигнет нашего мира
голубь мира летать в свою очередь
формирование без устали замечательный тур.

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Enc: "CASTRO ALVES - Nasceu a 14 de Março de 1847". Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro. Formatação e Arte Final de Iara Melo. Divulgação internacional e direta "Cá Estamos Nós" carlos leite ribeiro


----- Mensagem encaminhada -----
De: Carlos Leite Ribeiro 
Para: 
Enviadas: Quinta-feira, 14 de Março de 2013 17:59
Assunto: "CASTRO ALVES - Nasceu a 14 de Março de 1847". Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro. Formatação e Arte Final de Iara Melo. Divulgação internacional e direta "Cá Estamos Nós" carlos leite ribeiro
*** Portal CEN *** Pesquisas Carlos Leite Ribeiro *** Misticismo *** Webdesigner: Iara Melo

 
 
 
 
 
Portal CEN *** Pesquisas Carlos Leite Ribeiro ***
 
 
 
 
 
Castro Alves
 
Nasceu no dia 14 de Março de 1847
 
Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro
Formatação e Arte Final: Iara Melo

 
A poesia ganhou um dia específico, sendo este criado em homenagem ao poeta brasileiro Antônio Frederico de Castro Alves (1847-1871), no dia de seu nascimento, 14 de março.
Aos quatorze dias do mês de março, no ano de 1847, nasceu António Frederico de Castro Alves, na fazenda Cabaceiras, a sete léguas da vila de Curralinho, hoje cidade da Bahia. Era filho do Dr. António José Castro Alves e D. Clélia Brasília de Castro Alves?. Passou a infância no sertão natal, e em 54 iniciou os estudos na capital baiana. Aos dezasseis anos foi mandado para o Recife. Ia completar os preparatórios para se habilitar à matrícula na Academia de Direito. A liberdade aos 16 anos é coisa perigosa. O poeta achou a cidade insípida. Como ocupava os seus dias? Disse-o em carta a um amigo da Bahia: "Minha vida passo-a aqui numa rede olhando o telhado, lendo pouco fumando muito. O meu 'cinismo passa a misantropia. Acho-me bastante afectado do peito, tenho sofrido muito. Esta apatia mata-me. De vez em quando vou à Soledade." Que era a Soledade? Um bairro do Recife, onde o poeta tinha uma namorada. O resultado dessa vadiagem foi a reprovação no exame de geometria. Mas em 64 consegue o adolescente matricular-se no Curso Jurídico. Se era tido por mau estudante, já começava a ser notado como poeta. Em 62 escrevera o poema "A Destruição de Jerusalém", em 63 "Pesadelo", "Meu Segredo", já inspirado pela actriz Eugénia Câmara, "Cansaço", "Noite de Amor", "A Canção do Africano" e outros. Tudo isso era, verdade seja, poesia muito ruim ainda. O menino atirava alto. "A poesia", dizia, "é um sacerdócio — seu Deus, o belo — seu tributário, o Poeta." O Poeta derramando sempre uma lágrima sobre as dores do mundo. "É que", acrescentava, "para chorar as dores pequenas, Deus criou a afeição, para chorar a humanidade — a poesia." Mas, no dia 9 de Novembro de 1864, ao toque da meia-noite, na soteia em que morava, o poeta, que sem dúvida se balançava na rede, fumando muito, sentiu doer-lhe o peito, e um pressentimento sinistro passou-lhe na alma. Pela primeira vez ia beber inspiração nas fontes da grande poesia: essa a importância do poema "Mocidade e Morte" na obra de ?????. Uma dor individual, dessas para as quais "Deus criou a afeição", despertou no poeta os acentos supremos, que ele depois saberá estender às dores da humanidade, aos sofrimentos dos negros escravos (O Navio Negreiro), ao martírio de todo um continente (Vozes d'África). Não era mais o menino que brincava de poesia, era já o poeta-condor, que iniciava os seus voos nos céus da verdadeira poesia. Naquela mesma noite escreve o poema, tema pessoal, logo alargado na antítese mocidade-morte, a mocidade borbulhante de génio, sedenta de justiça, de amor e de glória, dolorosamente frustrada pela morte sete anos depois.  A versão primitiva do Poema foi conservada em autógrafo, documento precioso porque revela duas coisas: o poeta não se contentava com a forma em que lhe saíam os versos no primeiro momento da inspiração; na tarefa de os corrigir e completar procedia com segura intuição e fino gosto. Cotejada a primeira versão com a que foi publicada pelo poeta em São Paulo, por volta de 68-69, verifica-se que todas as emendas foram para melhor. Baste um exemplo: o sexto verso da segunda oitava era na primeira versão "Adornada" com os prantos do arrebol, substituído na definitiva por "Que" banharam de prantos as alvoradas, verso que forma com o anterior um dístico de raro sortilégio verbal.
          "vem! formosa mulher — camélia pálida,
          Que banharam de pranto as alvoradas".
Quase a meio do curso, em 67, o poeta, apaixonado pela portuguesa Eugénia Câmara, parte com ela para a Bahia, onde faz representar um mau drama em prosa — "Gonzaga" ou a "Revolução de Minas". Era sua intenção concluir o bacharelato em São Paulo, aonde chegou no ano seguinte. A sua passagem pelo Rio assinalou-se pelos mesmos triunfos já alcançados em Pernambuco. Em São Paulo, nos fins de 68, feriu-se num pé com um tiro acidental por ocasião de uma caçada, do que resultou longa enfermidade, em que teve o poeta que se submeter a várias intervenções cirúrgicas e finalmente à amputação do pé. O depauperamento das forças conduziu-o à tuberculose pulmonar, a que sucumbiu em 71 no sertão de sua província natal. Antes de regressar a ela, publicara, em 70, o livro "Espumas Flutuantes", cantos por ele definidos como rebentando por vezes, ao estalar fatídico do látego da desgraça", reflectindo por vezes "o prisma fantástico da ventura ou do entusiasmo".
No "O Navio Negreiro" evocava o poeta os sofrimentos dos negros na travessia da África para o Brasil. Sabe-se que os infelizes vinham amontoados no porão e só subiam ao convés uma vez ao dia para o exercício higiénico, a dança forçada sob o chicote dos capatazes. Em 70 cumpre distinguir o lírico amoroso, que se exprimia quase sempre sem ênfase e às vezes com exemplar simplicidade, como no formoso quadro do poema "Adormecida", o poeta descritivo, pintando com admirável verdade e poesia a nossa paisagem, tal em "O Crepúsculo Sertanejo", cumpre distingui-lo do épico social desmedindo-se em violentas antíteses, em retumbantes onomatopeias. A este último aspecto há que levar em conta a intenção pragmática dos seus cantos, escritos para serem declamados na praça pública, em teatros ou grandes salas —, verdadeiros discursos de poeta-tribuno. E há que reconhecer nele, mau grado os excessos e o mau-gosto ocasional, a maior força verbal e a inspiração mais generosa de toda a poesia brasileira.
Em fevereiro de 1870 seguiu para Curralinho para melhorar a tuberculose que se agravara, viveu na fazenda Santa Isabel, em Itaberaba. Em setembro, voltou para Salvador. Ainda leria, em outubro, «A cachoeira de Paulo Afonso» para um grupo de amigos, e lançou «Espumas flutuantes». Mas pouco durou. Sua última aparição em púbico foi em 10 de fevereiro de 1871 numa récita beneficente. Morreu às três e meia da tarde, no solar da família no Sodré, Salvador, Bahia, em 6 de Julho de 1871.Seus escritos póstumos incluem apenas um volume de versos: A Cachoeira de Paulo Afonso (1876), Os Escravos (1883) e, mais tarde, Hinos do Equador (1921). É um dos patronos da Academia Brasileira de Letras (cadeira número 7).

Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro – Marinha Grande - Portugal
 
 
 
 
 
 
 
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