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sábado, 19 de janeiro de 2013

Poema: O CANTO! Autor: Odenir Ferro

 
Poema: O CANTO!
Autor: Odenir Ferro
O Autor é Escritor, Poeta, Embaixador Universal da Paz! Título Concedido pelo Cercle Universel des Ambassadeurs de La Paix Suisse/France.
Autor de vários livros, dentre eles o atual, Às Meninas que sonham (Pétalas d'água) publicado pela
As palavras articuladas, são como as pétalas
Replenas de letras; exalando os nossos aromas
Através das Obras inacabáveis compondo Vidas:
- Nós somos as Obras vivas e replenas de Vida...!
As palavras transcendem-se, inumeráveis,
Atravessando os meios que utilizamos ao
Fazermos delas - a ferramenta ideológica
- para nos comunicarmos. Demonstrando
Os nossos sentimentos. Enquanto buscamos
Nas articulações, nos gestos, ou nos modos
De nos expressarmos, exprimindo tudo o que
Sentimos: - Imortalizando-nos pelas fluências
Verbais, através dos sinais! Dos movimentos
Dos fonêmas, criando as Artes, os costumes,
As culturas, as crêndices, no Verbo e no Canto:
- Cremos nas Obras das Vidas, dentro do Canto!
O canto é, do nosso expressivo intento, o mais sublime.
Num rebuscar, dentro do mais profundo das emoções,
Aquele ardoroso desejo de podermos professar nas
Belezas existenciais, O que atua nas Religiões, indo:
- Sacralizando-se na Divindade do Verbo e do Canto!
 
 

Poema: A RUA DO MAR Autor: Odenir Ferro



Poema: A RUA DO MAR
Autor: Odenir Ferro
O Autor é Escritor, Poeta, Embaixador Universal da Paz! Título Concedido pelo Cercle Universel des Ambassadeurs de La Paix Suisse/France.
Autor de vários livros, dentre eles o atual, Às Meninas que sonham (Pétalas d'água) publicado pela
Para aquisição exemplares dos livros: acessem: http://www.livrariacultura.com.br , pesquisando
Odenir Ferro
 
A rua da ladeira que desce de encontro ao mar
É a rua defronte do braço de mar cortando
A extenção da enseada - aonde fica aquele
Vilarejo pesqueiro envolto pelas maresias
Constantes dos ares salgados, nebulosos,
Cinzas - ou, às vezes pesponteados pelos
Raios do sol opaco e ameno das manhãs.
 
Os homens pescadores saem de madrugada
Enfrentando as ondas bravias do alto-mar, e
Voltam com os barcos pesqueiros carregados
Com muitas espécies de peixes: - uns grandes,
Outros pequenos. Às vezes, grandes quantidades
Pescadas de um cardume só: - de sardinhas ou atum.
 
Quando encostam os barcos pesqueiros na praia,
Logo chegam muitas gaivotas que vêm navegando
Em vôos, desde alturas dos tons mais azuis do céu.
Elas chegam e vão logo brigando entre si - à procura
Dos restos dos peixes que foram deixados na praia.
 
Deserta praia - que agora, - espera o cair
Da tarde esperando o anoitecer; entretanto,
Na rua do mar, os pescadores descançam
Acolhidos às suas casas: - À espera dum
Novo amanhã - e tudo de novo, recomeçar.