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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Enc: [Mensagens_LunaeAmigos] : Portal BVEC (Portugal) apresenta a Poesia Visual de Tchello d'Barros (Brasil) - c/ entrevista p/ Leo Lobos (Chile)



----- Mensagem encaminhada -----
De: Daspet
Para: Grupo Luna & Amigos  Luna e Amigos; MENSAGENS LUNA & AMIGOS  Mensagens Luna e Amigos; Grupo Associação Interancional  Associacao Internacional Poetas del Mundo
Enviadas: Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012 17:32
Assunto: [Mensagens_LunaeAmigos] : Portal BVEC (Portugal) apresenta a Poesia Visual de Tchello d'Barros (Brasil) - c/ entrevista p/ Leo Lobos (Chile)
 

 
----- Original Message -----
 Portal BVEC (Portugal) apresenta a Poesia Visual de Tchello d'Barros (Brasil) - c/ entrevista p/ Leo Lobos (Chile)

http://www.portalbvec.net/galeriadearte/Tchello_Barros/
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TCHELLO d`BARROS
 
 
Apresentação
 
O Portal BVEC - "Biblioteca Virtual do Escritor Contemporâneo" apresenta neste espaço a versão virtual da exposição de Poesia Visual intitulada "Convergências" do escritor e artista multimídia brasileiro Tchello d'Barros*.  A mostra itinerante já percorreu uma dezena de capitais brasileiras e em breve estará sendo apresentada em outros países. Aqui na BVEC, a exposição é acompanhada de texto crítico do produtor cultural amazônida André Leite Ferreira (Belém do Pará) e entrevista com Tchello realizada pelo escritor Leo Lobos (Santiago - Chile), tradutor e pesquisador de literatura contemporânea.

 
 
 
Biografia
*Tchello d'Barros (Brunópolis – SC – Brasil, 1967) é escritor, artista visual e viajante. Morou numa dúzia de cidades no Brasil e já percorreu uma vintena de países em constantes pesquisas culturais. Publicou 5 livros de poesia e tem textos em cerca de 50 coletâneas. Realizou 25 exposições individuais em diversas técnicas e linguagens, como desenho, pintura, infogravura, fotografia, vídeo, instalações etc,  tendo participado de mais de 50 mostras coletivas no Brasil e exterior. Atualmente realiza diversas atividades culturais, como curador em artes visuais e editor independente na Amazônia, sediado em Belém do Pará.

 
 

Texto Crítico
 
Labirintos e Convergências: Poesia Visual Além Das Aparênciaspor André Leite Ferreira* Tchello d'Barros é um catarinense que gosta de chimarrão e reside atualmente em Belém, Amazônia. É um poeta da palavra e da imagem que não mede esforços e nem recusa a possibilidade de utilização da tecnologia disponível. Passeia pela Literatura e pelas Artes Visuais e gráficas com enorme desenvoltura. Além disso, escreve Literatura de Cordel sem deixar de ser contemporâneo, escreve Literatura Infantil sem deixar de ser lúdico. Na Poesia Visual deixa sua marca com forte expressividade e criatividade, através de trabalho duro e extensa pesquisa.
Se pensarmos na trajetória da Poesia Visual no mundo, podemos perceber sua marca desde tempos idos, passando pela revolução explosiva de Mallarmé e seu Lance de Dados, Apollinaire e seus Caligramas ou mesmo os poetas radicais do Futurismo, Dadaísmo e Surrealismo, sem esquecer os re-descobridores de Lautréamont e Rimbaud, poetas fundamentais - e mesmo visuais - por produzirem uma poesia imagética e sensorial. No Brasil não podemos esquecer os poetas do Concretismo, os irmãos Campos e Décio Pignatari, que merecem reverência e respeito. Além deles, citemos ainda Leminski, José Lino Grünewald, Philadelpho Menezes e o Poema-processo de Wlademir Dias-Pino. Tivemos ainda várias revistas alternativas nas décadas de 70 e 80, que foram difusoras e entusiastas da Poesia Visual, isso para citar somente algumas fontes e para dizer que esta ainda se faz com entusiasmo na contemporaneidade, como no caso do trabalho de Tchello d'Barros, fundamentado na pesquisa e na experimentação radical.
Convergências é uma série consistente de pesquisa e contínua construção, que se insere no contexto da produção atual da Poesia Visual, e como não podia deixar de ser, ora surge uma referência a Borges, ora a Brossa, com homenagens sinceras e referenciais, já que são construções produzidas a partir de uma pesquisa prévia e paciente. Ao trabalhar com a multilinguagem, Tchello d'Barros vai além e insere-se na produção contemporânea brasileira sem se repetir, ou mesmo se reduzir, mas com uma tendência de se expandir sempre e cada vez mais.
Poemas como Me dê Cifras ou mesmo A Teia, nos remetem ao humor e ironia tão necessários ao cotidiano e a poesia, os signos falando, transmitindo, comunicando, a teia, a rede, o labirinto, o homem e seu próprio labirinto. Somam-se o enigma, o jogo, o som, a imagem, a palavra e a interpretação intersemiótica, como propunha Julio Plaza. Alçar vôo e ir além, inserção em circuito nacional itinerante e repleto de ação, numa obra em progresso. A proposta de itinerância desta exposição é um processo de suma importância para a divulgação e ampliação da Poesia Visual criada por poetas contemporâneos do Brasil, quiçá na América Latina e no mundo.
A itinerante exposição de poemas visuais Convergências, impressiona não apenas pela força imagética, mas principalmente pela atualidade, sinceridade e humor. Tchello d'Barros criou um mundo de imagens gráficas, recheadas de simbolismo e de palavras que vão além do óbvio, fazendo com que o olhar do expectador se expanda e se surpreenda com detalhes sutis inseridos em sua obra. A circulação e itinerância destes trabalhos nos dão a dimensão e a importância da Poesia Visual para o mundo contemporâneo e acelerado que vivenciamos hoje. Às vezes, é preciso parar e meditar para se perceber o que sempre está lá na nossa frente, na nossa cara.       Belém, Amazônia, Brasil.
*André Leite Ferreira é Poeta, Produtor Cultural e Curador de Audiovisuais.
Entrevista
 
CRIAÇÃO E COMPROMISSOUm diálogo com Tchello d'Barros (Brasil)por Leo Lobos* (Chile) Considero Tchello d'Barros como um dos mais prolíficos criadores brasileiros vivos. É catarinense de nascimento (Brunópolis-SC), nordestino e amazônida por opção e cidadão do mundo por vocação. Tomamos este tempo e espaço que nos permite o mundo virtual para continuar nosso diálogo, iniciado na cidade de Bento Gonçalves, em Rio Grande do Sul, no Brasil, onde nos encontramos como autores convidados no Congresso Brasileiro de Poesia no ano de 2003. 
1 – Para você, o que é a poesia?
Tchello d'Barros:  Ninguém sabe. Assim como ninguém sabe exatamente  o que é o amor ou qual o sentido da vida. A gente sente, mas não sabe. Há quase duas décadas que venho escandindo versos e exercitando experimentações formais e estéticas e por isso mesmo me convenço de que a beleza de tudo está mesmo em não termos uma definição exata do que venha a ser o grande mistério do fenômeno poético. Mas não estamos sós no universo. Existem também os teóricos da literatura, os críticos literários éticos, pesquisadores acadêmicos sérios e o pessoal da semiótica, entre outros. Enfim, gente cujo conhecimento acumulado nos ajuda a separar o joio do trigo, já que o sistema de publicações é também formado por oportunistas editoriais de todos os naipes e gente que ainda confunde verborragia confessional metrificada com… poesia! Num nível bem pessoal, aprecio as definições dadas por grandes autores como Elliot, Mallarmé ou o brasileiro Décio Pignatari, um dos ícones do Concretismo, pessoas que questionaram o fato poético em si. Por fim, penso mesmo que Octávio Paz já definiu essa questão com maestria sublime em seu antológico ensaio O Arco e a Lira, do qual valho-me de um de seus breves truísmos: "Poesia é salvação".
2 – Quais são seus atuais planos, viagens e projetos? E de tua história pessoal, qual deles recorda especialmente?
T. d'B.: A partir deste 2012, pretendo dedicar algum tempo em participação na produção de audiovisuais na Amazônia; estou retomando também alguma criação em desenho, com a temática das Filas; na literatura temos a exposição de Poesia Visual "Convergências" prevista para itinerar por outros estados brasileiros; e no paralelo de tudo, no quesito viagens,  estou montando um roteiro para uma travessia da América Central, que deberá ser a próxima aventura. Quanto às recordações especiais, no momento rememoro o evento de lançamento de meu terceiro livro,  "Letramorfose" em Blumenau SC e a abertura da exposição de infogravuras "Graphos & Chromos", em Maceió AL. E nas deambulações por esse mundão, uma aventura marcante foi a experiência de trilhar El Camiño Inca, nos Andes, até chegar em Machu Picchu. Mas sempre desconfio que o melhor ainda está por vir… 
3 – Em 2011 você realizou em Belém três exposições individuais de fotografia e participou também de mostras coletivas na cidade, com imagens clicadas em suas viagens pelo Brasil e exterior. Poderia contar um pouco desta experiência?
T. d'B.: Talvez seja oportuno contar antes que a bela Belém, do alto de seus 400 anos de história, é hoje um complexo urbano cuja área metropolitana é habitada por cerca de dois milhões de almas, como diría algum Jesuíta hodierno. É uma das cidades do continente com maior tradição na fotografía, revelando intensa programação de atividades nessa área e com grandes expoentes da fotografía contemporânea brasileira. Mergulhado nesse caldo cultural, talvez não tenha sido um exagero a trilogia de exposições que ali realizei: "Um Mundo Fenomênico" no IFPA, "Confesso Que Vi" (o título é uma homenagem à Neruda, of course) no Corredor da Amazônia e "Instantâneos: En Passant" na biblioteca Arthur Vianna. Além disso tive outras fotografías selecionadas em mostras coletivas no Sesc Boulevard e no Fórum Landi, estas no projeto Fotoatividades, da conceituada Associação Fotoativa.  Apresentar tais imagens publicamente, mais que um exercício estético, é a possibilidade de partilhar um pouco das emoções e sensações captadas nessas andanças mundo afora.
4 – De onde vem sua fixação por fotografia e videoarte?
T. d'B.: Essas linguagens e suportes tem conquistado um grande espaço no campo da arte contemporânea e nas novas mídias, vejo como coisas de nosso tempo, simples assim. Acredito que, em meu caso particular o interesse venha de minha formação em Desenho e Pintura, pois nessas linguagens, tive que estudar ângulos, composição, perspectiva, luz-e-sombra, anatomia, combinações cromáticas e outras tantas regrinhas que fazem a diferença na hora de criar uma imagem. Com isso tudo introjetado, talvez tenha sido até natural uma imersão no universo da fotografía e vídeo, ainda mais agora nessa era digital com as novas câmeras e programas para edição de imagem. Mas para além dessas questões, toda obra de arte é sempre antes uma proposta poética, onde nem sempre precisamos optar pelo poema como veículo para gerar a emoção estética em outrém. Muitas vezes uma fotografía pode dar conta do recado, por conter uma alta voltagem poética, quando encontramos um tema interessante e nele uma abordagem original, plástica e surpreendente. 
5 – Há um conceito na Poesia Visual que é muito interessante: trata-se da busca de uma linguagem universal para além dos idiomas. Como você vê isso?
T. d'B.: Vejo como uma das posibilidades mais instigantes no amplo espectro do que se tem chamado de Poesia Visual. Historicamente, o homem sempre gostou de brincar e experimentar com o lado visual e imagético das letras, palavras, dos signos gráficos. Ocorre que a imagem, digamos um poema visual, quando bem construido, tem essa capacidade transcendente de se comunicar, para além das limitações das línguas e das especifidades de cada cultura. Por outro lado, não vejo problemas quando determinado poeta encontra seu caminho na Poesia Visual valendo-se dos recursos de seu próprio idioma, pois a invenção e a experimentação são o alento e o fôlego da renovação e evolução das línguas. E isso é muito válido e rico nesses tempos de hegemonias econômicas, linguísticas e culturais. 
6 – É curioso que quando existem provas evidentes de guerra, a mais antiga agressão entre humanos, se propaga no mundo ao mesmo tempo um renascimento artístico e cultural em muitos lugares, o equilibrio notável entre Eros e Thanatos. Não te parece paradoxal?
T. d'B.: No campo da arte – principalmente na Prosa e Poesia – parece que neste terceiro milênio continuamos devendo muito aos mitos arquetípicos de Eros e Thanatos, afinal mesmo nesses tempos de tanta virtualidade, o Amor e a Morte continuam sendo os dois grandes temas universais da literatura e do cinema. A história prova que o povo, os povos, nunca quiseram guerra, esse conflito de egos entre líderes megalomaníacos. O povo, que paga o preço - e entre o povo estão os artistas - sente a necessidade de protestar, de gritar, de opinar, de se posicionar contra os conflitos bélicos. O paradoxo é que isso se dá muitas vezes através da arte. E, não raro, após grandes genocidios, o homem pára para rever seu papel no mundo, como se fosse necessário (também com a arte) recriar seu sistema social, construir uma nova escala de valores e, quem sabe produzir, como queria Pound: "uma nova civilização".
7 – A atual crise político-ecológica busca expoentes também entre os que se calaram frente à ela, sobretudo entre os intelectuais. Estes, de fato se calaram diante da crise atual?
T. d'B.: Uma possível leitura do quadro atual é a de que não existe uma crise atual, parece que sempre houve e o homem sempre caminhou insatisfeito sobre o mundo. E o que vemos por aí é "the same old shit", como dizia o pintor Basquiat. É como se percebêssemos apenas ondas de novidades negativas, e não são apenas de lastro político e ecológico, isso tudo se expande nas áreas econômicas e científicas, sem falar dos setores acadêmicos e culturais. Quanto a esta classe rarefeita e de contornos indefenidos que alguns chamam de intelectuais, tenho a impressão que este papel tem assumido novas funções, com os sociólogos, antropólogos e académicos de nossos días. Ou ainda que esse papel se deslocou para outros setores, como os superjornalistas comentadores e formadores de opinião, mas que servem geralmente a orientação de grupos poderosos. Um intelectual de verdade, o escritor José Saramago - que conheci pessoalmente, um privilégio - embora fosse um homem da literatura, sempre era consultado sobre os assuntos polêmicos de seu tempo, desse nosso tempo, mas já não temos um autor como ele entre nós. Um de seus legados certamente, mais que dar o primeiro Nobel ao idioma de Camões, é o de posicionar-se publicamente sem medo de compartilhar suas verdades diante dos macrointeresses que governam esse mundo. 
8 - Permanecer em silêncio diante das crises sociais significa: a) um direito legítimo; b) uma omissão;  c) um tempo para reflexão?
T. d'B.: Se for um intelectual atuante e respeitado, um silêncio eloquente pode ser também um ato político, pode ser uma forma de renúncia e contestação do status quo vigente, seja em sua comunidade, seja em seu país. Ainda assim uma das conquistas de nosso tempo é a capacidade de optar, de escolher, de tomar partido por alguma causa, pois temos uma maior liberdade de expressão e canais alternativos de comunicação, como este, onde qualquer um pode contribuir com suas ideias para transformar e interferir nas tais crises sociais. Não sei se estamos diante de um tempo de silêncios e omissões, talvez nossa época necessite é de vozes mais potentes, de mais artistas como os que souberam ser engajados sem ser panfletários, como nossos literatos sulamericanos, a exemplo de Eduardo Galeano, Gabriel Garcia Marques, Mario Vargas Llosa, Neruda. Até mesmo Jorge Luís Borges, que não era muito dado à diatribes de viés político, deu seu exemplo, construindo uma obra que se funde na identidade nacional de seu país.  
9 – Qual o papel do intelectual em tempo de crise?
T. d'B.: Deve ser o mesmo de sempre: dedicar-se com afinco a construir uma obra que transcenda as veleidades politiqueiras e os modismos de seu tempo e lugar. Empenhar-se com tenacidade em produzir um trabalho que dialogue com sua geração mas sempre com um olhar para o futuro da raça. Mas para além dessa premissa fundamental, o grande desafio dos intelectuais sempre será fazer uma leitura pessoal dos assuntos de sua tribo ou sua nação e fazer com que suas idéias, sua obra, sua escrita, sua voz, represente o grito primal de seus semelhantes. É possível que os adeptos do capitalismo selvagem que em nossos días transforma os povos em massas de consumo, rotule como intelectual aqueles que mostram como transformar crise em oportunidade. Mas para mim são os filósofos contemporâneos, os que ainda ensinam o segredo do fogo aos homens, ainda que esse fogo seja de bits, pixels e kbytes. 
10 – Entre as décadas de 50' e 70', os intelectuais ocuparam un papel central na cena política brasileira e latinoamericana – formularam políticas públicas, pensaram o estado e a cultura, e resistiram às arbitrariedades. O que mudou de lá para cá?
T. d'B.: Mudou o mundo e mudou o ser humano. E espero que continuem mudando. Não vivemos mais sob o jugo dos regimes totalitários que assolaram o continente, embora o melhor dos mundos ainda seja um sonho distante. É verdade que na América Latina ainda temos por aí ditaduras travestidas de democracias; é verdade que jovens que já podem votar não sabem a diferença entre uma ideologia partidária de Direita, de Centro ou de Esquerda; é verdade que muitos partidos, que antes polarizavam as disputas, hoje são meros feudos dedicados às mazelas dos conchavos e desvios do erário público. É verdade que é mentira muito do que a mídia apresenta como verdade. Talvez o inimigo a ser batido seja outro, se considerarmos que nossos corações e mentes são disputados o tempo todo por marcas multinacionais, por igrejas midiáticas, por elementos da cultura pop que esvaziam a autoestima dos povos e ainda pela pluralidade das novas mídias, esse buraco-negro digital de onde parece que nunca mais conseguiremos sair. Então, o que talvez mais tenha mudado mesmo seja o próprio ser-humano, agora tão tecnologizado mas que tem dificuldade de entender a diferença entre vida em sociedade e vida nas redes sociais. Mas sigo otimista e utópico: ainda creio que a arte poderá ser a grande bandeira de transformação social neste século. _Evoé!Janeiro - 2012*Leo Lobos (Santiago de Chile, 1966)  poeta, ensaísta, artista visual e tradutor.
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