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sexta-feira, 8 de março de 2019

Título do texto: ______Tema: MULHER, SEMPRE MULHER! Artigo: AS VIDAS SÃO ATOS DE AMORES, CONCEBIDOS E GERADOS PELAS MULHERES...!



VARAL DO BRASIL®

Revista eletrônica e site



Genebra – Suíça

ISSN 1664-5243





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O autor poderá enviar textos em verso ou em prosa. Poderá também inscrever-se para a realização de coluna sobre assunto escolhido, críticas literárias, de cinema, música, etc.



(Toda publicação (participação) na revista e/ou blog Varal do Brasil é gratuita)



Autor (a): ODENIR FERRO



Pseudônimo (só preencha se desejar que seja usado):



Cidade/Estado/País:

Minibiografia de até 5 linhas: _______RIO CLARO, Estado de São Paulo, Brasil________________________________
Site Livraria com os meus livros: 
http://www.livrariacultura.com.br Às Meninas que Sonham (Pétalas d’água) e Caleidoscópio Interior. Recebi troféus, medalhas, diplomas, em Eventos Culturais, na Ordem da Confraria dos Poetas, e, Troféus Destaque do Ano em 2013: 1º Troféu: Dr. Pedro Aleixo e 2º Troféu: Poeta Carlos Drummond de Andrade, e 2014 e 2015.

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Título do texto: ______Tema: MULHER, SEMPRE MULHER!

Artigo: AS VIDAS SÃO ATOS DE AMORES, CONCEBIDOS E GERADOS PELAS MULHERES...!



  Autor: ODENIR FERRO ____________________________________________





Foto do (a) autor (a): (Favor anexar uma foto – Não colar aqui)



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Fotos: (Favor anexar as fotos que desejar que sejam publicadas no site – Não colar aqui. Fotografias suas e as de trabalhos seus (pinturas, esculturas, livros, etc.). O autor se responsabiliza pela autoria das fotos que acompanham o seu trabalho.



Qual é a extensão proporcional, proposital, dimensional? Quais serão os múltiplos e diversos domínios que estão abrangentes na Plenitude Global das Mulheres? A mulher é a força preponderante em todos os sentidos dos acontecimentos – desde os mais corriqueiros até os mais espetaculares – cujos enredos dão plenas gestões aos desenvolvimentos históricos pelos quais caminham os seguimentos socioculturais da Humanidade! A força de domínio das Mulheres, é significativa, marcante, abrangente.

As Mulheres interagem-se em pleno uníssono com o Todo do Planeta; quer estejam elas – despertas, conscientes – ou não: no que é pouco provável. Elas vivem sintonizadas com todos os acontecimentos pelos quais elas têm significativas e marcantes participações. Sejam estas participações voluntárias, geridas por elas, ou involuntárias, também geridas por elas. Elas estendem-se, alongam-se, pontuam, prolongam, prorrogam, atestam, protestam, elas são as verdadeiras intermediárias de tudo. Gerando forças dominantes, dentro dos círculos socioculturais da Humanidade! As Mulheres são dominantes em todos os sentidos!

Todas elas carregam, dentro do seu carismático e glamoroso estigma genético, a herança histórica proveniente da Eva! Todas elas guardam o fado amoroso da Eva: Todas elas, amam e odeiam. Todas elas caminham, passeando pelo viver.... Elas brilham e não adiam nada. Não deixam nada para trás! Todas querem estar dentro do seu eixo, – equilibrando-se, gloriosas –, com salto alto: mesmo que estejam desfilando por uma corda bamba...! Elas não caem do salto!  Elas não repassam a bola... Elas não deixam “a peteca cair”!

Elas são os estigmas que se transcendem além do amor e do ódio!

As mulheres não sonham! Elas não perdem tempo com este estado onírico! Elas partem logo para o real. Elas realizam o que projetam. Elas finalizam tudo o que acreditam que é confortável para o seu bem-estar. Extensivo primeiramente, aos seus, aqueles a quem ela ama, ou acredita que ama; até o momento em que se sentir traída por algo ou alguém. Embora as mulheres pareçam ser ou terem características volúveis ou vulneráveis, na realidade elas não são nada, absolutamente nada disso: o que acontece é que elas vivem sintonizadas consigo mesmas. Aceleradas dentro do corpo, mente, alma e coração – sempre se estendendo, compartilhando com o mundo em torno de si, e, também com o mundo além de si, – pois elas vivem sintonizadas com tudo e com todos – e, em muitos momentos, quando são traídas nos seus anseios, desde os mais comuns até aos mais sofisticados –, elas deixam de acreditarem no seu próximo – podendo este sentido ou esta sensação, ser momentânea, passageira, ou não... tudo vai depender do seu entendimento. E se as explicações não forem plausíveis, convincentes, daí então “elas chutam o balde...” E, este chute pode ser momentâneo, indeciso, ou preciso, e, definitivo.

As Mulheres parecem ser, elas são, ou elas se tornam, as vezes muitas, as vezes poucas, ou as vezes, definitivamente: Camaleões! Elas são camaleões, elas são tigresas, elas são leoas... elas são pássaros livres! Elas são gatas que não se aprisionam, que não se deixam aprisionarem-se, muito embora, são gatas camaleões, tigresas, leoas, que aprisionam e em muitos casos, devoram as suas presas, com uma perspicácia indescritível, incrível... para depois voarem, voarem, ganhando as alturas magistrais de pássaros livres...

 Com uma habilidade ímpar... dentro de todas as suas habilidades cheias de pantomimas – nas quais, e dentro das quais, somente elas são perspicazes, malabaristas, contorcionistas, iconoclastas: (dentro da Id, do Ego, e do Álter Ego), parecendo ser ou estarem sendo ingênuas... enquanto, entretanto, vou reluzindo-se: brilhantes, lindas, dentro de auréolas novas ou seminovas, dos fados e enfados de pseudoágatas: pois todas elas, são maravilhosas, incríveis...  

...E, muito embora pareçam ser ou estarem sendo indecisas, descontroladas, volúveis, vulneráveis – na realidade, elas estão sentindo, estão amando, estão sintonizadas com o seu meio, estão vibrando com o Planeta Terra: Deixando as suas marcas de batons, junto aos escritos que se vão, no além do Tempo, produzindo ou reproduzindo os Enredos Históricos da Humanidade!

-E, assim também elas, vão... sempre em gestão, enquanto estão vibrando – amando ou odiando, – por dentro ou por fora delas próprias: mas, com o álter ego sempre ativas, altivas, e, sendo, existindo, amando, odiando, realizando, construindo, destruindo, apaixonando, sendo apaixonáveis, dançando, caminhando, despindo, vestindo, gerando, parindo, criando..., mas, acima de tudo e de todos – de qualquer um, – sendo Mulheres: Sendo as Grandes atrizes amantes! As espectadoras de si mesmas, além do mundo todo aos seus pés, ou do mundo todo na frente do bico dos seus pés... prontos e, a ponto: para que elas o chutem – para logo a seguir, entre choros, risos e palavras desconexas, – correrem “entre delírios” para o resgatarem de volta...! Arrependidas...(?!) tal quais, fazem com os seus homens... amam ou os repulsam, repudiam... E quando mudam de ideia, correm atrás... E Ganham...! Sempre ganham! Por agirem com o coração: seja este coração pleno e repleno de ódios, ou de imensuráveis amores...!

As mulheres amam...!  As mulheres odeiam...!

As mulheres perdoam?! (...)

As Mulheres são como os Elefantes! Elas são sensivelmente elegantes: mas, muito embora, contudo, todavia, porém, elas não esquecem!

As mulheres usam as pantomimas, os disfarces, os seus múltiplos disfarces, além dos inumeráveis e artísticos e estilísticos disfarces que o Mundo predispõe ou dispõe aos seus pés...

As mulheres mascaram as dores. As suas ou as dos outros, enquanto vai se reproduzindo ou produzindo-se, com os artifícios da make-up, da estética, das exuberantes elegâncias corporais... As mulheres se encontram, se desencontram, se encantam, se desencantam, se ganham ou se perdem... dentro dos gestos, dos jeitos, dos trejeitos, das caras, das bocas, dos batons, das dores, das cores, das flores, dos risos, das lágrimas, dos choros convulsivos, dos anseios compulsivos, dos vômitos congestivos, da gula a noite, as escondidas, irrepreensível, somando ou descongestionando-se, dentro dos amores desfeitos, dos abortos sofridos, doidos, doídos, arrasados, destruídos, inconfessados, inconfessáveis... As Mulheres choram e riem, por fora, por dentro e em torno de si mesmas, equilibrando-se nos saltos mais altos possíveis, caminhando, caminhantes, dançando ou dançantes, sacolejando-se ou sendo sacolejadas, numa imensurável corda bamba – cujo o estigma carismático do viver, instigam-lhes para que avancem, caminhem, vibrem, dancem e existam: dentro das luzes das sabatinadas sabedorias... reluzentes, transluzentes, tremeluzentes, dentro dos trajetos mais incógnitos possíveis... muito embora, contudo, porém, sempre rebrilhando-se nas estruturas do Existir, do Viver, do Amar, do Sentir. Mais, muito mais, do que no além de nós, no além daqui: onde todos os propósitos, são propositalmente novos ou renováveis; quando o coração insiste em querer, em pulsar por um alguém, por um algo a mais, por um desejo descontrolado e incontável de existir, de vibrar, de compartilhar, comprazendo-se, e, deixando as suas naturais e características marcas, dentro das luzes carismáticas da existência!

- Onde o Palco Móvel da Vida – o qual nós o denominamos de Mundo – vai se girando, se clareando, vai se escurecendo, entre um dia e outro, entre um ano e outro... enfim, vai se demonstrando e vai se desnudando entre um cenário e outro, seja ele belo ou não – encantador ou não, fatídico ou extremamente carismático – enquanto vamos vivendo, vibrando, amando, seguindo, perseguindo, mas, acima de tudo, existindo – principalmente por criarmos a nossa história, em conjunto com todas as outras demais por demais inúmeras, inumeráveis histórias dentro das nossas outras histórias já escritas, transcritas, sempre despertas, sempre atentas, sempre alertas e vibrantes: dentro das realidades artísticas ou reais, expressivas ou fatais. Nas quais, ou através das quais, nos propomos ou nos propusemos a conta-las, cantá-las, reconta-las, recantá-las, reencena-las, historiando-nos ou historiando as histórias das vidas...

Mas, muito embora, acima de tudo, contudo, porém: Amando! Vivendo! Participando! Criando, produzindo, reproduzindo, gerando, gestando, concluindo... (Ou não?!) ... A Vida... gerando outras Vidas, prosseguindo as trajetórias históricas das Vidas, dentro do nosso viver, dentro do viver coletivo inconsciente – o qual nós o denominamos de Humanidade – dentro do qual vamos almejando as realizações de todos os nossos anseios... diluindo-nos numa têmpera de aquarela, com as nossas lágrimas e as tintas coloridas dos nossos medos, dos nossos desejos, dos nossos ódios e dos nossos amores – nas energéticas vibrações das nossas luzes – sejam elas próprias, ou vindas ou provindas, pelo nosso Deus Criador, pelos nossos bons Anjos Guardiões: aqueles que amparam-nos quando estamos sofrendo, na solidão, na repulsa, envolvidos com os desequilíbrios dos meios – desejando o Amor, acreditando no Amor, e, implorando pela Paz!

A Vida é um ato de Amor, concebido e gerado pelas Mulheres... AS VIDAS SÃO ATOS DE AMORES, CONCEBIDOS E GERADOS PELAS MULHERES...!