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sexta-feira, 23 de março de 2018

À IMORTAL: LYGIA FAGUNDES TELLES Autor: Odenir Ferro







À IMORTAL: Lygia Fagundes Telles
Autor: Odenir Ferro



Se tornou muito agradável para mim, estudar a Obra desta grandiosa e talentosa escritora.

E, evidente! Através dos contos, da desenvolturas dos personagens, da narrativa e tramas desenvolvidas dentro do enredo dos textos, inclusive a densidade amorosa e poética contida explícita – ou de formas subjetivas – na composição linear da estrutura do livro o qual se estende a toda uma valiosa e preciosíssima Obra Literária, na qual podemos viajar no tempo onde a escritora viveu, e deixou-nos este maravilhoso legado artístico construído por palavras claras, através de linhas objetivas, demonstrando-nos artisticamente, toda a elaboração de momentos – através dos quais, a escritora, com todos os seus mais minuciosos detalhes de primorosa riqueza – soube ser a maestrina, e com a sua batuta (aqui, no caso, o teclado da máquina de escrever) soube traduzir-nos os seus inumeráveis sentimentos e ressentimentos, através dos seus contos, ambientados dentro da sua época, relatando-nos, através da ficção, a realidade de um momento, ou aliás, de vários momentos (e, desta forma, imortalizando-os) dentro de um ambiente pregresso, onde podemos nos deparar, nos confrontar com uma realidade quase, ou inexistente nos nossos dias atuais.

Todos os valores humanos de décadas passadas, eram muito valiosos! Desde os sentimentos, até a cultura, onde as tradições, os bons costumes, a linguagem, a religiosidade, o respeito mútuo, eram valores riquíssimos...

É notável, inclusive: o clima, mesmo dentro deste nosso Brasil tropical, funcionava como se um verdadeiro, genuíno e autêntico relógio suíço fosse...

- Quando estou no Gabinete de Leitura Lenyra Fracarolli, situado num prédio antiquíssimo, no centro da cidade de Rio Claro, Estado de São Paulo, Brasil – o qual, foi visitado pelo Nobre Rei Dom Pedro, enfim, um prédio no qual respiramos Cultura, e é um enorme prazer estar podendo falar um mínimo sequer do que penso e sinto deste tão tradicional prédio histórico que é o nosso Gabinete de Leitura, que está no centro, no coração da nossa querida Cidade Azul que é Rio Claro (o codinome Cidade Azul, é porque a nossa cidade tem um céu e um azul lindíssimo e um ar limpíssimo) e, mas bem:

- Desculpem-me! Estou voltando ao foco dos meus objetivos: frequento o Gabinete de Leitura, desde os meus quinze, dezesseis anos de idade (old long time ago...! Kkk) – e me parece que foi ontem, mas todos nós sabemos – é inegável, a dinâmica da Vida é o que nos se mostra e se nos passa veloz – mas tenho um orgulho pessoal, o qual desejo torna-lo público:

- Aos dezesseis anos de idade, li toda a Obra Espírita de Allan Kardec, e isto, dentro dos meus conflitos individuais e socioculturais, me ajudou muito na época – e, daí então, não parei mais, e hoje em dia, quando chego numa estante da Biblioteca, ao pegar um livro para ler, sigo os seguintes critérios pessoais:

- Vou no início, instintivo. Escolho por empatia, pelo título. Seleciono de forma visual, uns seis títulos. Depois, elimino consciente ou inconsciente, três. A seguir, foco os meus sentimentos entre o título e o autor ou autora. Daí então vou ler as orelhas de capa, para conhecer sobre a obra, mas o que, principalmente, mas me interessa é o PHD e a Bagagem Literária e Histórico de Vida Pessoal da Autora ou do Autor. E, enfim, por último, vejo o número de páginas. E decido se vou leva-lo ou não. Muitos escritores e escritoras, muitos enredos (dramáticos ou não) me fizeram desabar em choros de tristeza ou felicidades extremas...!

- Se torna inenarrável para mim, Odenir Ferro, dentro da minha humilde densidade cognitiva em que vivo – poder falar dos NOBRES E NOTÁVEIS ESCRITORES E ESCRITORAS:

- Mas, o que posso dizer – creio eu – TODOS ELES, POR AMOR INCONDICIONAL AOS DESTINOS DA HUMANIDADE, QUISERAM DEIXAREM GRAFADOS (Por Amor, pura vaidade pessoal, ou não...!? Ou Tudo o que for, dentro da individualidade existencial humana e pessoal de cada qual... Grandes Figuras Humanas e Personalidades Notáveis que foram, e, Imortais os são, estão e serão, dentro da Cultura Brasileira...!) A TRANSCENDENCIA DOS INCÓGNITOS INFINITIVOS DA VIDA REGENTE ATRAVÉS DOS MISTÉRIOS DE DEUS, NESTES MARAVILHOSOS LEGADOS IMPRESSOS, DE PURA LINEARIDADE DO AMOR:

- INCLUSIVE, ESTE MARAVILHOSA E EXCEPCIONAL MULHER:

- LYGIA FAGUNDES TELLES (DEUS A ABENÇÕE NA ETERNIDADE...!) OBRIGADO POR TUDO, MINHA QUERIDA LINDA:

- PRINCIPALMENTE PELO LIVRO OITO CONTOS DE AMOR!



LINCKS DE MINHA APRESENTAÇÃO BIBLIOGRÁFICA EM RESENHAS



Odenir Ferro, Escritor, Poeta, Embaixador Universal da Paz! Embajador del Idioma Español, Título concedido por La Fundación César Egido Serrano e El Museo de La Palabra. Blogger do autor: http://www.odenirferrocaminhopelasestrelas.blogspot.com











Fw: RODOLPHO PARIGI . NOVO ARTISTA REPRESENTADO [NEW REPRESENTED ARTIST]



----- Mensagem encaminhada -----
De: Casa Triângulo 
Para: "odenir.ferro@yahoo.com.br" <odenir.ferro@yahoo.com.br>
Enviado: ‎quinta-feira‎, ‎22‎ de ‎março‎ de ‎2018‎ ‎12‎:‎29‎:‎02‎ ‎-03
Assunto: RODOLPHO PARIGI . NOVO ARTISTA REPRESENTADO [NEW REPRESENTED ARTIST]

 

RODOLPHO PARIGI

NOVO ARTISTA REPRESENTADO [NEW REPRESENTED ARTIST]



Gal, 2018 . aquarela sobre papel [watercolor on paper] . 280 x 155 cm

Casa Triângulo tem o prazer de anunciar que agora representa o artista Rodolpho Parigi. A abertura de sua primeira exposição individual na galeria, com curadoria de Ivo Mesquita, será no dia 10 de abril de 2018.

O trabalho do artista surge do embate entre realidade e ficção. Em desenhos, pinturas e obras performáticas, Parigi explora as possibilidades de um universo sci-fi habitado por figuras híbridas e andróginas de beleza sui generis e formas que aparecem na superfície. Nas imagens, são exploradas ideias de corpos, fauna e flora, revelando os limites entre os mundos material e artificial. Formas anamórficas e corpos são fundidos e remodelados, gerando superfícies explosivas gerenciadas dentro dos limites da tela. O profundo interesse e fascinação de Parigi pelas entranhas, desenhos detalhados de anatomia, gravuras japonesas e pornografia transparece em seus trabalhos. Com referências que vão da história da arte clássica ao modernismo brasileiro e até mesmo ao pop americano, o artista cria uma realidade visual, virtual e barroca que se torna visível através da representação naturalista de objetos, formas e corpos inventados.

Rodolpho Parigi [1977, São Paulo/Brasil. Vive e trabalha em São Paulo/Brasil] é artista, bacharel em Artes Plásticas pela Fundação Armando Alvares Penteado, São Paulo/Brasil. Trabalha com desenho, pintura e performance. Participou das residências artísticas FLORA Ars + Natura, Bogotá/Colombia e Red Bull Station, São Paulo/Brasil em 2011 e Cité des Arts , Paris/França em 2009. Exposições coletivas recentes: Depois do Fim, Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre/Brasil; Unanimous Night, Contemporary Art Centre,Vilnius/Lituânia; Modelo Vivo - Performance, Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo/Brasil, em 2017. Supensão – Perfomance, Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo, em 2016. Panoramas do Sul - Festival de Arte Contemporânea Vídeo Brasil, SESC, São Paulo/Brasil; A Mão Negativa, EAV Parque Lage, Rio de Janeiro/Brasil, em 2015. Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo, São Paulo/Brasil, em 2013. Spinerei – Leipzig, Alemanha, em 2011. Coleções públicas: Pinacoteca do Estado de São Paulo e Itaú Cultural, São Paulo/Brasil; Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador/Brasil e Museu de Arte de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto/Brasil, entre outras.

[ENGLISH]

Casa Triângulo is pleased to announce that it now represents the artist Rodolpho Parigi. The opening of his first individual exhibition in the gallery, curated by Ivo Mesquita, will be on April 10, 2018.

Parigi's works arise from the clash between reality and fiction. From drawings to paintings and performance works, the artist explores the possibilities of a self-imagined sci-fi world inhabited by hybrid or androgynous figures of sui generis beauty and shapes that come to the surface. On his images, ideas of body, fauna and flora are explored, exposing the limits between material and artificial. Anamorphic forms and bodies are fused and remodeled on explosive surfaces that arise from within the physical limitations of the canvas. Parigi's deep interest and fascination for the entrails, detailed drawings of anatomy, Japanese prints and pornography, appear in his works. Working with references that range from classical art to pop culture, the artist creates a visual, virtual and baroque reality which he makes visible by graphic lifelike renderings of invented objects, shapes and bodies.

Rodolpho Parigi [1977, São Paulo / Brazil. Lives and works in São Paulo / Brazil] is an artist, has a bachelor's degree in Visual Arts from the Armando Alvares Penteado Foundation. Works with drawing, painting and performance. Has participated in artistic residencies such as FLORA Ars + Natura - Bogotá Colombia 2011. Cité des Arts, Paris France 2009. Red Bull Station, São Paulo, Brazil, 2011. Also has participated of recent collective exhibitions such as: After the End - FIC Foundation Iberê Camargo Porto Alegre 2017. Unanimous Night, Contemporary Art Centre,Vilnius/Lituânia; Modelo Vivo - Performance Pinacoteca of the State of São Paulo SP 2017. Support - Perfomance CCBB Banco do Brasil Cultural Center SP 2016. Panoramas do Sul - Contemporary Art Festival Video Brazil SESC SP, Brazil, 2015. The Negative Hand EAV Parque Lage, Rio de Janeiro, Brazil, 2015. Exhibitions Program of Centro Cultural São Paulo, Brazil, 2013. Spinerei - Leipzig Germany 2011. His works are part of collections such as Pinacoteca do Estado de São Paulo - SP Brazil. Itaú Cultural São Paulo, Brazil. MAM - Museum of Modern Art of Bahia, Salvador, Brazil. Museum of Art of Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, Brazil, among others.

    

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