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domingo, 23 de dezembro de 2018

Produção: ARTIGO SOBRE JESUS/ NATAL/ HUMANOS/ ATUALIDADES INENARRÁVEIS TESOUROS ESPIRITUAIS QUE DEUS NOS DEIXOU! Autor: Odenir Ferro




Odenir Ferro, Escritor, Poeta, Embaixador Universal da Paz! Embajador Idioma Español, Título concedido por La Fundación César Egido Serrano e El Museo de La Palabra. Blogger do autor: www.caminhopelasestrelas.com





Produção:

ARTIGO SOBRE JESUS/ NATAL/ HUMANOS/ ATUALIDADES

INENARRÁVEIS TESOUROS ESPIRITUAIS QUE DEUS NOS DEIXOU!

Autor: Odenir Ferro

Estava tudo pronto para a publicação: mas agora, dia 21 de dezembro de 2018, estou desejando dar umas pinceladas de saudade num dos momentos em que estive bem próximo do meu irmão Odemilson. E aproveito para dizer o quanto estava empolgado, naquele início de dezembro de 1984. Tinha acabado de comprar a fita k-7 da Gal Profana. Fui e sempre serei fã da Gal. Na época o meu pai tinha um fiat 147 L cor creme do ano 1982, à álcool – o qual, eu o chamava carinhosamente de “Volvo” – Kkkkkkkk! Quase todos nós da família, dirigíamos o “volvo”: eu, o Odemilson, minha mãe, menos o meu pai, que era o dono (e ele era habilitado). Acredito que foi num sábado dia 01 de dezembro de 1984, numa manhã clara e ensolarada, quando eu “negociei” a minha ida até ao bairro Alto de Sant’Anna em Rio Claro Estado de São Paulo Brasil, com o meu irmão Odemilson, pois ele precisava sair, ir para o centro da cidade com o “Volvo”.

- O que você vai fazer lá? Perguntou-me.

Vou numa Floricultura comprar um pinheiro natural para montar a árvore de natal, no dia 08, sábado que vem. Respondi em tom “firme e militar” – (beijão imensurável no seu coração, “Mirsão”, obrigado “Sô”...!) – então tá, mas quem dirige sou eu, respondeu-me ele.

- Não eu dirijo! “Não eu dirijo” Não eu dirijo, não eu dirijo você não sabe dirigir, eu sei, você não sabe, eu dirijo, e, pensei: “Gal Profana”

- Tá bom, se vai dirigindo, péra aí, vou lá dentro buscar uma fita.

- Anda logo.

- Já volto.

- Pronto, voltei.

- Que fita é esta?

- Gal Costa! Tem uma música aqui que é muito linda, é Chuva de Prata, e,

- Chiii! Vão bora,

- Pode ir dirigindo...

E quando lá chegando, na Floricultura, comprei mudas de pinheiros e acabei comprando um pé de pinheiro “bem em conta, pois que ele estava rejeitado pelas pessoas, conforme me disse o senhor que me atendeu, pois ele nasceu com o tronco torto, e...!” – de ato pensei: “é a minha cara...!” e foi e eu falando com o amável Senhor, e ao mesmo tempo preocupado com o “Mirsão” – lá fora, o bonitão, pensando nos compromissos dele, e, enquanto “fechava com o bondoso Senhor, instintivamente, pensava: ele vai disparar a buzina do ‘Fiat 147 L Volvo’ e é já:

- FOOOOOOOOOOOOOOOOOOMMM! Anda logo...! Gritou ele, ele, ele, ele, elllllleeeeeeeeeeeeeeeeee.... rindo, “na boa”!

(Não sou Deus! Imagina! Não sou um psicopata para desejar este Estado Supremo! Mas sou temente ao nosso Bom e Verdadeiro Deus Todo Poderoso, e entre eu, Odenir, e os demais Familiares meus, Deus, Salve-Os... (...!) Sempre foi este o meu Desejo Maior! Seja sempre feita a Sua Vontade, Jesus, eu estou aqui, e, já que Deus me deu o dom de escrever, então eu faço questão de ir imprimindo as minhas emoções em cada letra, para que de certa forma, eu possa ser útil. Contribuindo assim, com a melhoria da qualidade de vida do nosso querido Planeta Terra)!

- Entra aqui, com este carro! Gritei eu.

- Quê? Respondeu-me ele, com pressa e raiva.

- Entra aqui – e de ré – com este carro que nós vamos ter que por um pinheiro na traseira do ... do “volvo”!

- O quê??????????????????

- Tá com pressa, Entrraaaaaaaaaa.... Respondi.

Ele entrou, bem calmo, com cuidado para não quebrar os vasos de barro, e, com plantas, ladeando a entrada do portão.

Dentro destes movimentos, enquanto eu já assinava o cheque de pagamento, o Senhor proprietário da Floricultura, “rachava de tanto rir”.

- Foram mais sequências, (Nas minhas memórias, cinematográficas...!) as quais, estou suprindo aqui. Mas ele chorou de rir, e, enxugando as lágrimas de tanto rir, e nisso o “Mirsão” também já rindo, pois “estava satisfeito, pois conseguiu me jogar de um clima lá de cima para outro mais abaixo – emocionalmente falando – pois eu já estava com raiva.

O Senhor da Floricultura me perguntou – enquanto ele estava vindo com o Fiat-Volvo:

- Vocês são gêmeos?

- Não. Eu sou 05 anos mais velho do que ele... e, mas nós dois somos alérgicos, espirramos, assim: sequenciais... Eu o investigo, às vezes, quando ele escova os dentes...

Na escola, quando ele começou a aprender francês, ele, escovando os dentes, ele me perguntou:

- C ele dant?

- Oi, C ele dant de Pierre!

(Não soube responde-lo para ele. Odemilson)

Percebi o desapontamento do Senhor da Floricultura! Mas percebi que se eu tivesse dito que sim, (não tivesse sido verdadeiro, mas sim, cínico...!) eu não o tivesse desapontado!

- Mas que naquela época (eu era, e adorava, ser um “energizão de bastidores dele, ah, isso eu era, fui, sempre serei, não somente para ele, mas, a quem quiser e se interessar possam, pelas melhorias da qualidade de Vida do Planeta Terra!)

- E, no dia 01 de dezembro de 1984, eu, o Odemilson, pusemos o pinheiro no carro, despedimo-nos do Senhor da Floricultura, após ele ter se apresentado e “pedido desculpas, enfim...!” E fomos rua 14, e pude por a Fita TK-7 no type do carro, avancei na segunda faixa e ouvimos Gal, Chuva de Prata, a caminho de casa, e, o pinheiro com o tronco torto serviu para enfeitar as nossas vidas e a nossa sala num “vasão de barro” no ano de 1984, e depois, eu replantei-o no quintal da minha casa, e ele cresceu e deu uma árvore enorme, e a história que se segue abaixo, ele sempre foi – ano após ano – Ator Principal Co-Adjuvante, das nossas emoções, as mais íntimas e pessoais, as quais, nos trouxeram até aqui...! Odemilson, Gal Costa, CHUVA DE PRATA, PLATINA, OURO, DIAMANTES PARA VOCÊ, MEU IRMÃO!

- MAS EU SOU FELIZ, POIS VOCÊ ESTÁ COM O OURO INDISSOLÚVEL DE DEUS! Obrigado a Você e acima de tudo, a Deus, pelos prazeres de ter-me compartilhado

FLUXOS EXISTENCIAIS INÉDITOS DE VIDA, COMIGO! DEUS TE ABENÇOE SEMPRE!

- A mãe, ontem dia 20 de dezembro de 2018, me falou que ela precisa de mim, e eu Odenir, vou fazer o que puder, pelo AMOR DE VOCÊ! MEU IRMÃO, ODEMILSON FERRO! SE DEUS QUISER, UM DIA NOS REENCONTRAREMOS NA ETERNIDADE, e, ... por Nosso Verdadeiro Deus, nos reencontraremos na FÉ, O TODO DO ABSOLUTO DE JESUS!

Mas, voltando ao o que escrevi, antes de o Meu Abençoado Irmão Odemilson, ir...



- Adoraria reviver, – além das minhas memórias, – os natais que vivi em outros anos. Noutras décadas passadas. Poder sentir, reviver aquele glamour nostálgico. Nostálgico, dentro do meu intuído amor, as vibrações calorosas, amorosas, vívidas dentro dos primorosos valores humanos, os quais, nos trouxeram – através destas maravilhosas viagens de vida até aqui. Sentir o cheiro dos panetones caseiros. Reviver o brilho cheio de esperança que se reluzia nas bolas de vidro, penduradas em pequenos ganchos de arame, ornamentando o pinheiro verde; cujo galho que ia até ao teto da sala, eu retirava do alto pé de pinheiro que tínhamos no fundo do quintal. Usava de escada, subia até o alto e cortava, com um grande facão, o melhor galho. Com uma das mãos eu me apoiava no alto da escada. Com a outra, eu ia cortando com o facão, até o galho começar a cair. Então eu soltava o facão, deixando que o mesmo caísse na terra úmida lá embaixo; e segurava com o máximo de força, o galho, para que ele não se despencasse do alto, e caísse no chão, e viesse a quebrar a ponta. Lembro-me que teve um ou dois anos, em que eu não consegui segurá-lo, e, ao cair no chão, a ponta do pinheiro quebrou-se. Mas consegui fazer uns arranjos com fios de cobre e amarrei-o no alto. Mas, este cuidado que eu tinha, para que ele não se quebrasse, era devido ao fato de, caso ele se quebrasse, como aconteceu por uns dois anos decorrentes de todos os anos em que fiz esta façanha, mesmo que eu o amarrasse no alto, o tempo de durabilidade do ponteiro era menor do que o galho de pinheiro, e, assim sendo, ele se secava antes de todo o restante da árvore. Sempre armava a árvore e o presépio no dia oito de dezembro e sempre a desmontava no dia seis de janeiro do ano novo! A casa ficava aromatizada pelo cheiro de pinheiro verde. Este detalhe ajudava a dar sustentação e harmonia ao glamour do clima natalino. Dia a dia, eu ou o meu pai, Angelo Ferro (in-memorian louvado seja Deus, que o tenha. Amem!) dávamos pequeninos passinhos na caminhada dos três Reis Magos: São Melquior, São Baltasar, São Gaspar – até que eles chegassem, – no dia vinte e cinco de dezembro –, na Manjedoura onde Jesus Cristo renascia para o Mundo! A celebração de cada Natal, tinha um puro e verdadeiro sentido místico dentro do meu intuitivo sentir. Onde eu me aprofundava em valiosos e preciosos valores de fé, amor, compaixão, esperança, misericórdia, humildade, através de inúmeros sentimentos pelos quais, eu deixava a liberdade do meu espírito natalino fluir, e, junto com a minha criatividade eu deixava que os meus sonhos se divagassem através das minhas imaginações, onde eu deixava os meus pensamentos, emaranhados aos meus inúmeros sentimentos, fluírem através do Planeta Terra, e, até deixava que a minha alma viajasse pelos espaços infinitos, engolfando o Universo Todo! Tudo era amor e paz, feito de pureza, simplicidade e uma magia carismática, a qual, eu a sentia e até podia tocá-la com os dedos espirituais da minha alma! Eu sentia dentro do meu ser, que esta energia vinha derramada através das luzes misericordiosas dos Anjos. Enviadas pelos Acordes misteriosos do incondicional Amor de Deus por Todos Nós: Plantas, Animais, Seres humanos... e, muitos outros reinos que Ele (DEUS!) conhece (os quais nós ainda os desconhecemos) mas Ele sim. Conhece, reconhece-os, e Ama, Ama, Ama... (...!)



- Mas, falando de Deus, Anjos, Santos, e é claro, enaltecendo mais uma vez o (Re)nascimento do nosso Divino Rei Universal e indissolúvel JESUS CRISTO: neste ano de 2018, o qual já está se findando, e, a pergunta que sempre faço a mim mesmo, dentro das minhas reflexões, é:

- Como está Jesus Cristo nos dias atuais, perante estas nossas inumeráveis “modernidades comportamentais atuais”? Como Ele está interagindo com o nosso IMAGINÁRIO IDEÁRIO COLETIVO? Estará Ele atuando dentro das nossas mais “absurdas e abusivas modernidades”, através destes nossos aparatos plenos de recursos tecnológicos – com os quais – vamos a cada vez mais, nos perdendo nos “incógnitos vazios dos neurastênicos subjetivos de nós mesmos”?!

- Quais são os valores plenos da força do Amor Divinal interagindo sobre as nossas forças normais, extranormais, paranormais, objetivas, subjetivas, amorosas, rancorosas, Divinais, plenas de Anjos, Santos onde vamos, através de todas as nossas indestrutíveis Fragilidades Existenciais, amparando-nos através das muitas, fartas, robustas, carentes, nefastas, ou quase nada, perante aos preâmbulos mínimos de um ou muitos, ou poucos fachos de Luzes, que podem reluzirem-se através de um ínfimo, pequeninho brilho de amor entrelaçando-se com um pequenino facho e humilde brilho de humildade e resignação existencial e espiritual, induzindo-nos a crermos nas nossas absolutas forças humanas, atravessando os “Incógnitos das Luzes dos Túneis” e assim reavivarmo-nos, dentro das nossas chamas de Esperanças e Confianças no Amor que no miraculoso legado, Jesus nos deixou: - Dentro das Realidades Mais Sublimes na nossa continuidade existencial nos pós Vidas!

- Temos. Cremos. E, apesar de tudo, vamos vivendo... até morrermos, e, concluirmos o nosso Histórico de Vida, por aqui!

- Pois, muito embora, tenhamos uma vida abalada, atribulada por vivências constituídas de experiências, vivemos, apesar de tudo... e, não nos esmorecemos, pois temos FÉ...!

- (Pois é! Como disse uma amiga, lá no meu passado não muito distante: - UNS FÉ DEMAIS! OUTROS, FÉ DE MENOS...!)

Produzi uns onze artigos de Natal! Hipocrisia dizer que amei todos, assim como pais ou mães, os quais dizem (nos embalos e nos engodos socioculturais, dizem) amar os seus filhos com igualdade! Como penso também, que é questionável o Amor Incondicional pelo Criador a todos nós, crias D'Ele!

E aí: simples e humilde, dentro das realidades e sonhos mais absurdos dos meus sentimentos jogados, despojados, pois sei: sou um mais um, deste pesqueiro de tantos! Dentre os quais, pós, Eternidade, DEUS, SEGUNDO O SEU JULGAMENTO, E NÃO O NOSSO, DENTRO DA NOSSA REALIDADE EXISTENCIAL, JULGARÁ SE ESTAREMOS APTOS OU NÃO, A ADENTRARMOS AO PARAÍSO, RUMO À ETERNIDADE...



Às vezes penso que dentro de um modo em tom de simples comparativo – posso afirmar que os atos misericordiosos do Criador para cada um de nós, é igual ao sabor de um vinho seco – ou seja, para mim, é um sabor agridoce, e, do mesmo modo penso que a misericórdia é um ato divinal, através do qual ganhamos a remissão dos pecados cometidos através do caminhar histórico da nossa existência.

- E o que é “UM GOLPE DE SORTE”?! É uma lufada de vento inesperado batendo na porta do nosso viver?! Manifestado por quem?! Por Deus, pelos Anjos, Arcanjos, Séquitos de Anjos? Através de muitas, muitas súplicas e orações, para que se amenizem as nossas dores... E qual a representatividade sociocultural: - Graças a Deus eu estou bem... mesmo consciente ou inconsciente, sei que milhões de PLANTAS, ANIMAIS, SERES HUMANOS IGUAIS A MIM, NÃO ESTÃO?!

- Todas as Máscaras e Pantomimas que eu as vou articulando com os meus disfarçados enraizados dentro dos meus neuróticos, cínicos, dissimulados, enfim – tudo o que eu faço para representar-me dentro de uma sociedade – sei, não será nada para mim, ao passar-me desta para uma outra melhor... Ou será que será para uma pior?!

- Hão Diamantes! Quais DEUS deixou-nos como Lamparinas. Para alcançarmos a SUA LUZ!

- Ah, AS VAIDADES HUMANAS! Quando eu piso nos seus tapetes, tomo cuidado...! (...!) Pois sei que há inumeráveis “desacertos” embaixo destes INFELIZES! POIS QUE SÃO UTÓPICOS E NESFASTOS TAPETES HUMANOS.

- QUAIS SÃO AS DIMENSÕES, PROPORÇÕES DA SUA FÉ EM DEUS?! ELAS SE VALEM DE QUE? PORQUÊ?

- DEUS EM JESUS, COMO HOMEM, CONHECEU AS MALDADES DENTRO DE CADA UM DE NÓS...

SOBRE AMOR, ELE JÁ SE SUTENTA! ELE DESEJA SABER O QUANTO DE AMOR D'ELE ESTÁ DEPOSITADO EM NÓS, NO QUANTO DESTE MUNDINHO HIPÓCRITA E VIGARITISTA, OS SOMOS, E NOS SOMAMOS DENTRO DESTAS POBREZAS LAZARENTAS, NAS QUAIS NÓS NOS VAMOS, INSATISFEITOS, NOS INCONFORMANDO-NOS... POIS VIVEMOS IGNORANTES DA VERDADEIRA LUZ DO AMOR DE DEUS.

- Aliás, às vezes eu penso e reflito: A Humanidade está ficando a cada momento que passa, muito e muito mais, e, intensamente, seletiva: no tocante aos valores de amores incondicionais, e muito mais ainda, no que se refere ao Amor de Deus! Penso e sinto que é uma minoria humana, habitantes deste nosso Planetinha Terra, os quais estão a cada vez mais e, – muito bem seletivos –, no tocante ao estarem vivendo os primorosos valores espirituais emanados por Deus!

- As impressões que temos, é que todos – ou senão uma grandiosa maioria – desejam estarem TOPS! Humildade, está a cada vez mais, inconsistente, dentro dos nossos afetivos e construtivos valores espirituais, os quais, nós o vivenciamos, dentre os inumeráveis e muito mais, carismas humanos, que nós recebemos como fontes divinais, geradas pelas energias positivas do Criador, através dos incógnitos mistérios que atuam no Globo Terrestre!

- Os nutrientes maldosos que estão gerando uma egolatria humanitária em massa, agem como os rufares dos tambores da maldade que está imperando ardilosamente dentro dos mais sutis aspectos do Inconsciente Coletivo da Humanidade! Os engodos e os enganos, estão sendo espalhados desenfreadamente, através das nossas atuais estruturas sociais, onde tudo nos parece que caminha “em tons perfeitos e glamorosos”, mas, que estamos sendo exacerbadamente, enganados pelas adversidades impostas pelos verdadeiros valores dos inenarráveis bens do nosso Criador, Deus! Deus e todos os seus Séquitos de Anjos e Santos! Estamos sendo enganados porque vivenciamos nos dias atuais, a falta dos verdadeiros valores do cultivo de experiencias e sublimes vivencias no tocante às místicas espirituais e também físicas (porque não?) que nos envolvem com as radiantes belezas da fé. Através qual, podemos nos aproximarmos, sempre: com os imortais valores que recebemos dos mistérios vindos da Eternidade!

- A atual mola mestra propulsora que locomove a sociedade atual – parte do egoísmo para o individualismo – ou seja: qualquer motivo, está sendo motivo de “inconsistentes desafetos” ou seja, o alter-ego está sendo nutrido por valores sentimentais, cada vez mais melindrados e supérfluos! Ou seja: o meu eu intimista, individual, quer falar, ahn-han, falar não – gritar em tons de falsas embora se pareçam genuínas, superioridades – às quais não nos convêm dentro das normais estruturas sociais.

- Ao começar a mentalizar e fazer laboratórios – buscando e rebuscando dentro de mim, as mais geniais e as mais importantes e sublimes memórias emotivas – pensei até em iniciar estas palavras deste meu Artigo de natal de 2018, com a mais importante – dentro todas as muitos importantes – segundo os meus sentimentos, que são as Palavras Bíblicas e Universal, de Jesus:

- Eu vim para que todos tivessem Vida! (Procurar na Bíblia)

- Quão profundo estas palavras atuam dentro da Universalidade das nossas mentalidades mágicas: quais são os primorosos e verdadeiros sentidos espirituais, físicos, metafísicos e incógnitos? Os quais atuam dentro desta profunda e sábia Verdade?

- Dentro dos Valores de Jesus Cristo nos dias atuais – os quais, desde o princípio da Criação do Mundo, nada mudou – e, então, o que mudou em nossos sentimentos? Em nossas compaixões? Dentro de nossas mais profundas e amorosas capacidades cognitivas, dentro das linhas espirituais, psicológicas, sociológicas e físicas, que se interligam intermitentemente, através dos nossos comportamentos – mediante os quais, nós nos entendemos e nos assemelhamo-nos, como irmãos – como deveríamos nos comportar dentro das nossas estruturas de comportamentos étnicos e éticos e morais e conservadores no tocante às tradições culturais – às quais, através de Eras!?

- Devemos cultuarmos a paz, a abnegação, o amor incondicional interior. Mas, acima de tudo, ninguém, a não ser nós próprios, iremos vivenciarmos as histórias das nossas trajetórias do mais íntimo do nosso ser, entranhado nos labirintos mais sucintos ou inusitados, do nosso interior. As nossas realidades provindas do mais profundo do nosso interior, pertencem a nós próprios – consciente ou inconscientemente – mas, acima de tudo, muito mais ainda os mistérios da Criação de Deus!

- Deus nos concedeu o Poder de exercermos Consciências múltiplas no tocante às nossas interações relativas às nossas expansividades relacionadas aos nossos comportamentos humanitários!

- Certa vez, um Amigo meu, Padre, me disse algo supervalioso:

- Aconteça o que te acontecer, VIVA! Mas não deixe de CARREGAR A SUA CRUZ COM DIGNIDADE, MAESTRIA! E, as próximas palavras serão minhas. Eu estarei descrevendo os meus Sentimentos! GRAÇAS A DEUS QUE NOS EMOCIONAMOS! DEVEMOS AGRADECER SEMPRE A DEUS, POR DARMOS A GLORIA E A BEATITUDE DE SENTIRMOS, DE EMOCIONARMO-NOS PELOS VALORES DOS VERDADEIROS AMORES E EXEMPLOS DEIXADOS PELA PALAVRA DE JESUS CRISTO!

Eu sinto que é muito difícil falar de nós, humanos. E penso que falar de Deus é algo imensurável, respeitoso.

- É... Quando a Vida vai se exaurindo de nós, aos poucos, lentamente, muito embora intermitentemente, é melhor irmos deixando-nos morrer... E o que é morrer? O que é esta concepção de Vida se preparando para a Morte, à espera confiante das Palavras de Jesus Cristo:

- Eu vim para que tivessem Vida! E, depois de estarmos nos exaurindo em dores, plenos de belas ou tristes memórias vividas, vamos nos apercebendo-nos que estamos com as fragilidades diárias do nosso corpo se indo, envelhecendo, enquanto as nossas memórias estão vívidas lúcidas – sem contar que, na trajetória do nosso existir, já perdemos muitas e muitos amigos, os quais se foram antes de nós, sem dizermos, filhos, filhas, abortos al resolvidos, enfim – tantas dores, pelas quais, tentamos ir nos resolvendo, através delas, para nos equilibrarmos dentro destes incógnitos os quais, não sabemos, mas sentimos que sejam algum algo à mais, dentro desta Vida, a qual Jesus nos disse que a tivéssemos em abundância... Será que esta abundância estará na Eternidade?

- Nos dias atuais, os quais, vamos vivendo através destes Panoramas Antagônicos, pelos quais, se nos mostram estes segmentos sociais cada vez mais injustos – eu nem digo pelos desajustes financeiros, socioculturais, mas sim – pela onda de escrutínios, de tantos desamores, criminalidades e tantas perversidades que ocorrem – como se tudo fosse os acontecimentos mais naturais do mundo. Quem, ou através do que, estão sendo delegados estes desastrosos poderes? De quem é a culpa provinda destes Caos Insanos?!

- Vivemos Eras e Eras, comemorando os Natais! Celebrando a Natalidade de Jesus, O Rei, O Soberano! O Pai, O Filho, O Espírito Santo, Criador da Eternidade e de Tudo e de Todos Nós... E eu, humilde, desejando ser um nada, um qualquer, um insignificante, perante a estes INENARRÁVEIS TESOUROS ESPIRITUAIS QUE DEUS NOS DEIXOU!

E Natal, no meu entender, acredito que nos processos cognitivos de muitos: é Tradição, Família, Reconciliação, Amor, os sentimentos mais sublimes próximos de nós! É Sentirmos e ressentirmos Deus! É a capacidades de nos reavaliarmos e olharmos para dentro de nós, e pedirmos perdão, com a mais pura simplicidade, à Deus! É olharmos para dentro de nós e sentirmos os valores que estão dentro das importâncias de sermos grandes e pequenos. De exercitarmos a humildade – dentro deste vazio, deste nada, e, deste tudo – o qual se complementa dentro deste nosso eu, o qual o definimos como ser, existência, personalidade, e, que buscamos dar e recebermos amor...

- E o que é o amor? Este amor carnal, físico, o qual não nos completa? Não nos complementa?

- E o que é o Amor Eterno? Este, o qual Jesus, através dos desígnios de Deus, nos afirmou:

- Eu vim para que todos tivessem Vida! E a tivessem em abundância! Ninguém irá ao Pai, senão através de mim!

- JESUS!














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