Caminho pelas Estrelas Follow by Email

domingo, 2 de dezembro de 2018

History in the making | First flight 'pop.up next' prototype (Texto: O SONHO DE VOAR EM LIBERDADE Autor: Odenir Ferro)





Odenir Ferro no Evento Troféu Guimarães Rosa em 05 de Abril de 2015, na Cidade Natal do Poeta Carlos Drummond de Andrade. Itabira, Estado de Minas Gerais, Brasil.

Texto: O SONHO DE VOAR EM LIBERDADE
Autor: Odenir Ferro
O Autor é Escritor, Poeta, Embaixador Universal da Paz! Título Concedido pelo Cercle Universel des Ambassadeurs de La Paix Suisse/France.
Autor de vários livros, dentre eles o atual, Às Meninas que sonham (Pétalas d'água) publicado pela: Odenir Ferro, Escritor, Poeta, Embaixador Universal da Paz! Embajador Idioma Español, Título concedido por La Fundación César Egido Serrano e El Museo de La Palabra. Blogger do autor: www.caminhopelasestrelas.com
Blogger do autor: www.caminhopelasestrelas.com

O homem, deste os primórdios da pré-história, sempre olhou para o céu! Quis, dentro do seu íntimo interior aprofundar-se no além de si mesmo. Desejando inter-relacionar-se com o mundo a sua volta e também com o universo constelado das estrelas! E o sonho de liberdade foi crescendo dentro do íntimo de cada qual de nós; até formarmos, em pensamento, um imenso desejo impresso dentro do inconsciente coletivo de todos os povos, em todas as eras. Somente nestes séculos atuais, foi então que pudemos ir gradativamente, realizando este desejo de voar, de conhecer os mistérios dos planetas, de sondar tudo o que até hoje ainda está muito insondável, ou seja: - Deus e seus mistérios envoltos dentro da criação do Universo, da nossa Via Láctea, da nossa lua, do nosso querido planeta Terra e seus ainda indesvendáveis mistérios. E por que não dizer, de nós, quanto seres humanos que somos, ainda temos muito o que descobrir sobre nós mesmos.
Mas, voltando ao assunto em questão, dentro do nosso onirismo interior, sempre fomos intimamente sequiosos por querermos desvendarmos os mistérios que nos envolvem em forma de algo conhecido, compreensível, mas que está impalpável, inacessível a todos nós, como por exemplo: - A lua e seus fascínios! Nós a vemos quase todos os dias enfeitando o nosso céu noturno; podemos vê-la, apreciá-la, mas não podemos tocá-la! E nem mesmo ir visitá-la quando desejamos (a não ser na imaginação), pois os nossos envolvimentos com ela são visuais, apenas; assim como as estrelas, os planetas, cometas, e muitas e muitas outras realidades que existem, mas que estão muito além do nosso alcance. Enfim, em relação à lua, sabemos que ela existe desde milhões de anos atrás, assim como o nosso planeta, e sempre estivera ela ali, por todas as eras. Acompanhando-o e acompanhando-nos através das nossas origens humanas ancestrais históricas, até os nossos dias de hoje. E continuará os seus ciclos pelo futuro vindouro; portanto, ainda inexistente para nós. Dentre nós, felizmente, tivemos grandes homens gênios! Aqueles que ousaram ir um pouco, ou muito mais além! Assim como o nosso imortal Santos Dumont, que pode realizar os nossos primeiros desejos inconscientes: - O de ganharmos as asas da liberdade para voar!
Pressinto, intimamente, que não estamos muito longe, mediante a nossa capacidade criativa e com o desempenho da alta tecnologia, de que num futuro muito bem próximo, poderemos observar nos céus do planeta, não somente aviões, mas sim homens-voadores! Homens-pássaros! Creio que daqui a alguns próximos anos futuros, poderemos viajar para onde quisermos, através de nós mesmos; acoplados confortavelmente a uma possante nova "engenhoca" máquina voadora de última tecnologia! E que poderá gerar-nos as possibilidades de irmos e virmos de onde estivermos e indo e voltando para onde quisermos. Mediante um planeta cada vez mais globalizado, e sempre se inovando dentro de tecnologias de ponta, a nossa criatividade, também, espero, é que se volte para prestarmos mais atenção ao nosso solo. Aonde pisamos, vivemos, sobrevivemos, enfim, existimos. Pois estamos todos conscientes de que retiramos tudo da Natureza, e não estamos sabendo como devolver a ela, o nosso agradecimento. Pelo contrário, estamos entupindo-a com toneladas e mais toneladas de lixo!
Rio Claro, (SP), 11 de março de 2012


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ODENIR FERRO





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