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domingo, 30 de setembro de 2018

Artigo: OS SERTES HUMANOS. Autor: Odenir Ferro






Odenir Ferro, Escritor, Poeta, Embaixador Universal da Paz! Embajador Idioma Español, Título concedido por La Fundación César Egido Serrano e El Museo de La Palabra. Blogger do autor: www.caminhopelasestrelas.com

Artigo: OS SERES HUMANOS.
Autor: Odenir Ferro







Pura seiva viva da eternidade!

Autor: Odenir Ferro*



Desde o romper da bolsa grávida

Estamos envolvidos no líquido amniótico.

Nascemos, vivemos e morremos para a vida,

Dependentes da água, até no visual estético!



Somos amamentados, e o nosso corpo

Compõe-se, quase na sua totalidade,

Deste líquido que é tão milagroso...

E é a pura seiva viva da eternidade!



Fluente, influente, tornando-nos capazes

De vivermos livres, saciando a nossa sede,

Pois este líquido nos dá guarida, estabilidade.



Vivencial, emocional, espiritual, sublimando

A nossa capacidade de sermos os algozes

Amantes deste líquido que bebemos vibrando!



*Escritor, poeta e Embaixador Universal da Paz pelo Cercle Universel des Ambassadeurs de La Paix Suisse/France, reside em Rio Claro/SP, é membro correspondente da Academia de Letras de Teófilo Otoni.



Estamos ausentes do Teocentrismo para vivermos o egocentrismo. Os seres humanos são preconceituosos... O Mundo é preconceituoso! Estamos retroagindo nos meios existenciais, – inerentes aos elos socioculturais, – por onde as regras atuais da modernidade é a comunicação tecnológica. A qual nos direciona a um caminho através do qual, vamos expondo-nos de maneiras exponenciais ilimitadas – numa busca, talvez, de uma sociabilidade que procuramos por dentro e por fora de nós, sem encontrarmo-nos com ela; pois a essência verdadeira dos diálogos, dos apegos, dos apertos de mãos de carícias, enfim, toda a comunicação estética e espiritual, está banalizando-se através do visual, da estética e dos meios virtuais. A Humanidade está caminhando para interagir-se com a inconsciência propagada pelas Trevas... estamos ficando ausentes de Luzes Espirituais; pois estamos, – gradativamente, – nos desnutrindo fisicamente e espiritualmente, da Vitalidade Eterna propagada pela chama do Amor do Criador. Do verdadeiro sentido do Amor Espiritual. E da Paz Universal! Estamos ausentes dos laços da fé que nos une ao Criador. E consequentemente estamos sendo dominados por todos os tipos de medos e opressões: inclusive até, pelas opressões e medos que estão enraizadas no nosso interior.

Os seres humanos andam descrentes de si próprios até, e, esta descrença reflete-se no seu próximo. A Sociedade está se desencontrando das Virtudes Morais, ditas como regras do imaginário registrado nos conceitos da Teologia e das formas espirituais, afetuosas e íntegras – e, conscientes ou inconscientemente, – estamos trocando estes antigos padrões de vida, para vivermos os padrões tecnológicos do virtual. Estamos vivendo uma farsa, estamos nos deparando com várias rupturas da realidade, e, o que é pior: nós não estamos nos apercebendo disto tudo...

Já não olhamos mais para as belezas reais da Natureza. Mas sim, estamos contemplando os infinitivos elos sequenciais e virtuais, propagados pelas fotos, imagens, filmagens... estamos ficando ausentes, até, dos nossos espaços físicos. O sexo e a exposição sexual está ficando intrigante, instigante e cada vez mais banalizada... Ocorrem constantemente: estupros, inclusive entre laços íntimos familiares, ocorrem abortos, ocorrem crimes, ocorrem roubos, explosões, enfim, todo o tipo de pandemônios através dos quais vamos ficando corrosivos, emocionalmente, socialmente, e vamos perdendo-nos cada vez mais, neste labirinto de enganos, de farsas, de contágios químicos que vão destruindo a qualidade das comunicações, das emoções, das sensações... Estamos ficando impregnados com todos os ingredientes mais perversos e antagônicos aos bens louváveis e duradouros, e, que estão nos conduzindo aos parâmetros mais absurdos, que estão nos causando: inconstância, incredulidade, insegurança, pânico, e, acima de tudo, falta de Amor para com Tudo e com Todos. Inclusive para conosco mesmos!

Os instintos agressivos estão pertinentes e impertinentes em todos os meios sociais!

As pessoas estão plenas de falsas justificativas, plenas de máscaras, odiando-se ao fingirem-se amarem-se, enquanto vão cultivando a egolatria, menosprezando e ridicularizando as qualidades, capacidades, limitadas ou não e, acima de tudo, as virtudes naturais do seu próximo. Tudo isto está acontecendo, é claro, pelas costas. Ninguém está se motivando, ou poucos estão, a olharem-se cara a cara, frente a frente. Os diálogos senão estão sendo destruídos, estão sendo mascarados, e, nas diversas manifestações socioculturais, estamos nos precipitando a vivenciarmos as pantomimas, as loucuras, as indecências, e todos os tipos de despudores que se situam – todos, – dentro dos princípios dos incógnitos que se fazem presentes nos descaminhos das Trevas! Estamos vivendo uma nova Idade das Trevas! Uma Idade terrível e muito pior do que a Idade Média...

...Estamos ausentes de Deus! Consequentemente também, com todos os princípios de Espiritualidade, que nos envolvem dentro de todos os Elos: inclusive, até, os princípios socioculturais que englobam as manifestações relativas à moralidade... as inversões dos valores éticos, morais, culturais, espirituais, e, porque não dizer: físicos, estéticos, estão em alta... tudo o que é politicamente correto, está ficando em desuso. O que é explicitamente errado, está sendo cultivado, – idolatrado até, – como sendo um falso princípio correto.

O que é imoral está assumindo uma postura de falsa moralidade. Está havendo falta de constância, de persistência, de abnegação, carisma, empatia, e, é claro: muita falta de Amor!

Há falta de confiança em quase todos os seguimentos socioculturais!

Principalmente nos meios conjugais. As linearidades modernas dos laços familiares estão desvinculadas; ou, gradativamente desvinculando-se das tradições. Dos cultos, das culturas, dos parâmetros plenos de estigmas e paradigmas impostos pelos condicionamentos da religiosidade... dos bens morais, enfim, de todas as Hierarquias que compõem as inumeráveis estruturas geradoras das boas formações dos verdadeiros laços que nos unem: Todos! Dentro de uma Verdadeira Família Universal...!

As pessoas estão intolerantes. Intransigentes e, como sempre fomos: obsessivos e incapacitados de perdoarmo-nos uns aos outros. Estamos nos tornando insensíveis: a tudo e a todos; inclusive até, é claro: para conosco mesmo. Nós estamos ficando desprovidos de diálogos existenciais... Aqueles diálogos profundamente sublimados, aqueles diálogos interior, o qual nós, os exercitávamos perante as nossas capacidades criativas da alma... Nós éramos muito mais espontâneos de alma... Empáticos, amorosos, plenos, e, acreditávamos e esperávamos os acontecimentos bons ocorrerem, através das esperanças depositadas na fé, nos amores, nas paixões... desde as pequenas atitudes, os simples gestos, até os mais grandiosos, os mais louváveis, os mais integrantes, os mais impulsivos de emoções que nos faziam até, com que brilhássemo-nos através da aura dos nossos olhos (tanto os olhos carnais, assim como, e, acima de tudo, os nossos olhos espirituais, pois estávamos interagindo – sem nos questionarmos – com os incógnitos vindos da Divindade Eterna...

Já não temos mais, ou se os temos: são formais, casuais... eu estou me referindo daqueles abraços de reencontros, de ternura, de amor, onde até, sentíamo-nos fisicamente e espiritualmente, uns aos outros... e, até cheirávamos os odores corpóreos bons ou ruins, do nosso próximo...

Já não nos iludimos mais... por tantos e tantos motivos: desde os mais banais, até os mais inacreditáveis...

A nossa capacidade humana está limitando-se cada vez mais, dentro de nós mesmos. O imediatismo está em alta. Todos querem tudo para ontem. Todos querem, e ninguém está querendo se doar, se amar, se ferir, ferir ao abrir-se para os encontros inumeráveis das paixões...

... enquanto que: A criminalidade avança...

E, Deus, incondicionalmente, nos deu o dom da Vida... Para vivermos as belezas intraduzíveis... neste Todo que atua Eternamente... Por trás, e, através do que há, deste Miraculoso Mistério...!

As Fantasias estão no comando, assumindo controles do Imaginário. E promovendo o supérfluo como meio subjetivo e objetivo de vida.

A calúnia e a difamação estão revirando às avessas, todos os ambientes humanos. As Famílias estão sendo destruídas. Através de processos modificados, inversos e avessos aos bons costumes.

Estamos banalizando a Vida e ridicularizando a Morte. Ao invés de reverenciarmo-nos perante a Vida e Cultuarmos a Morte, acreditando nos Mistérios da Eternidade da Criação... Através do Único e Verdadeiro Deus: Criador de tudo e de todos!

 
Odenir Ferro, Escritor, Poeta, Embaixador Universal da Paz! Embajador Idioma Español, Título concedido por La Fundación César Egido Serrano e El Museo de La Palabra. Blogger do autor: www.caminhopelasestrelas.com








quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Fw: PEACE AROUND AUTOUR DE LA PAIX ALREDEDOR DE PAZ ВОКРУГ МИРА AO REDOR DA PAZ INTORNO ALLA PACE



----- Mensagem encaminhada -----
De: Cercle Univ. Ambassadeurs de la Paix 
Enviado: ‎quarta-feira‎, ‎26‎ de ‎setembro‎ de ‎2018‎ ‎04‎:‎09‎:‎56‎ ‎-03
Assunto: Fw: PEACE AROUND AUTOUR DE LA PAIX ALREDEDOR DE PAZ ВОКРУГ МИРА AO REDOR DA PAZ INTORNO ALLA PACE

 
 
 
de notre ambassadrice Maria Cristina Azcona Argentine
 votre indulgence pour les traductions merci !
 

PEACE AROUND


I dream of a world without roars
from the deadly killing machine
I dream of lands far from the shadows
where rain is made of heartfelt ink

I wish to draw smiles on all faces
using rainy  drops which are multicolored 
to form a garden with all the races
where  differences are never noticed 
 
I think on so many and many  babies
who have never learn to smile
Their happiness is frozen
because of hunger, illnesses and war

I've learned to listen to a special sound
while moon gazes to the roaming sun
I've learned to discover Peace around
and also invite her to a morning dance

 

You need to help me in this endeavor

giving your hand to whom is at your side

Discovering Peace around your heart

to enlighten the darkness of this decadent life

  AUTOUR DE LA PAIX

Je rêve d'un monde sans rugissements
de la machine à tuer mortelle
Je rêve de terres loin de l'ombre
où la pluie est faite d'encre

Je souhaite dessiner des sourires sur tous les visages
en utilisant des gouttes de pluie multicolores
former un jardin avec toutes les courses
où les différences ne sont jamais remarquées
 
Je pense à beaucoup et à beaucoup de bébés
qui n'a jamais appris à sourire
Leur bonheur est figé
à cause de la faim, des maladies et de la guerre

J'ai appris à écouter un son spécial
tandis que la lune regarde le soleil errant
J'ai appris à découvrir la paix autour
et aussi l'inviter à une danse matinale
 
Vous devez m'aider dans cette entreprise
donner votre main à qui est à vos côtés
Découvrir la paix autour de vous
éclairer les ténèbres de cette vie décadente

 

ALREDEDOR DE PAZ

Yo sueño con un mundo sin rumores
de la mortal máquina de matar
Sueño con tierras lejos de las sombras
donde la lluvia está hecha de tinta

Quiero dibujar sonrisas en todas las caras
usando gotas de lluvia multicolores
formar un jardín con todas las razas
donde las diferencias nunca se notan
 
Pienso en muchos y muchos bebés
quien nunca aprendió a sonreír
Su felicidad está congelada
por hambre, enfermedad y guerra

Aprendí a escuchar un sonido especial
mientras la luna mira el sol errante
Aprendí a descubrir la paz alrededor
y también invitarlo a un baile matutino
 
Debes ayudarme en este negocio
da tu mano a quien está a tu lado
Descubre la paz a tu alrededor
iluminar la oscuridad de esta vida decadente

 

ВОКРУГ МИРА

Я мечтаю о мире без рев
смертельной машины убийства
Я мечтаю о землях далеко от теней
где дождь сделан из чернил

Я хочу нарисовать улыбки на всех лицах
использование разноцветных капель
сформировать сад со всеми рас
где различия никогда не замечаются
 
Я думаю о многих и многих младенцах
которые никогда не научились улыбаться
Их счастье заморожено
из-за голода, болезней и войны

Я научился слушать специальный звук
в то время как луна смотрит на блуждающее солнце
Я научился открывать мир вокруг
а также пригласить его на утренний танец
 
Вы должны помочь мне в этом деле
дайте руку тому, кто рядом с вами
Откройте для себя мир вокруг себя
освещать тьму этой декадентской жизни
 
AO REDOR DA PAZ

Eu sonho com um mundo sem rugidos
da mortífera máquina de matar
Eu sonho com terras longe das sombras
onde a chuva é feita de tinta

Eu quero desenhar sorrisos em todos os rostos
usando pingos de chuva multicoloridos
formar um jardim com todas as raças
onde as diferenças nunca são notadas
 
Eu penso em muitos e muitos bebês
que nunca aprendeu a sorrir
Sua felicidade está congelada
por causa da fome, doença e guerra

Eu aprendi a ouvir um som especial
enquanto a lua olha para o sol errante
Eu aprendi a descobrir a paz ao redor
e também convidá-lo para uma dança matinal
 
Você deve me ajudar neste negócio
dê sua mão para quem está ao seu lado
Descubra a paz ao seu redor
ilumine a escuridão desta vida decadente
INTORNO ALLA PACE

Sogno un mondo senza ruggiti
della micidiale macchina per uccidere
Sogno terre lontane dall'ombra
dove la pioggia è fatta di inchiostro

Voglio disegnare sorrisi su tutti i volti
usando gocce di pioggia multicolori
formare un giardino con tutte le razze
dove le differenze non vengono mai notate
 
Penso a molti e molti bambini
chi non ha mai imparato a sorridere
La loro felicità è congelata
a causa della fame, delle malattie e della guerra

Ho imparato ad ascoltare un suono speciale
mentre la luna guarda il sole errante
Ho imparato a scoprire la pace in giro
e anche invitarlo a una danza mattutina
 
Devi aiutarmi in questo business
dai la mano a chi è al tuo fianco
Scopri la pace intorno a te
illumina l'oscurità di questa vita decadente

Garanti sans virus. www.avast.com

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Govi - Embrace

Govi - Embrace















OBRIGADO GOVI: PASSION & GRACE “EMBRACE”
Amo músicas! Quem não ama? Desde ontem busco nos meus Cd's uma que meche muito comigo
La atrás, não sabendo por onde ir, com quem contar, esta música me salvou...
Hoje, não preciso de nada! Ontem (Sexta-feira, dia 31 de agosto do ano em Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo) o meu blogger www.caminhopelasestrela.com ,teve 405 acessos no mundo todo! Pétalas de amores distribuídos...
Eu adaptei um leitor de CD no meu CP: ouço via fones enquanto escrevo, incansável, ...
A MÚSICA É EMBRACE from Passion & Grace by GOVI do CD Eternity A Romantic Collection
E a Jabuticabeira continua evoluindo os frutos, enquanto acolhe o ninho dos filhotinhos do papai e da mamãe-passarinho. E eu agora, superando-me, escrevo por Amor, e não por "catarses"...(...!) www.caminhopelasestrelas.com
Hoje, eu pude, pesquisando no you tube, encontrar a música na íntegra:
Estou aqui, prestando a minha sincera homenagem a este excepcional músico, por ter criado uma música tão maravilhosa quanto esta: PARABÉNS! OBRIGADO, E, DEUS SEJA LOUVADO E LHE ABENÇÕE MAGNIFICAT...
Odenir Ferro, Escritor, Poeta, Embaixador Universal da Paz! Embajador Idioma Español, Título concedido por La Fundación César Egido Serrano e El Museo de La Palabra. Blogger do autor: www.caminhopelasestrelas.com
Livros: http://www.livrariacultura.com.br/p/as-meninas-que-sonham-petalas-dagua-29535435
http://www.livrariacultura.com.br/p/caleidoscopio-interior-42155502#
http://www.todostuslibros.com/autor/ferro-ferro-odenir
https://www.agapea.com/Odenir-Ferro-Ferro/Nino-Chaninho-o-gatinho-9788494501838-i.htm


NO ALTO DO PÉ DA JABUTICABEIRA...! Autor: Odenir Ferro




Hoje. logo após ao almoço! No alto do pé da Jabuticabeira! Superação! A minha mão esquerda está forte, a minha letra está mais redonda ainda do que antes do acidente do dia 05 de Janeiro de 2018! E A MINHA ALTÍSSIMA ESTIMA, DESPOJADO AMOR, AMIZADE E COMISERAÇÃO, ALÉM DE A MINHA REAL EMPATIA COM OS MEUS IRMÃOS E IRMÃS, DESTE PLANETA, QUAIS ENFRENTAM DIFICULDADES DE ADAPTAÇÕES OU READAPTAÇÕES FÍSICOS-ESPIRITUAIS-COMPORTAMENTAIS,...EU ME SINTO EU ME VEJO: AGRADECIDO A DEUS E A TODOS OS SÉQUITOS DE BONS ANJOS E SANTOS! DENTRO DE CADA VERSO ESTRUTURAL DOS MEUS POEMAS, VOCÊS SEMPRE ESTARÃO ESPETANDO FAGULHAS INTENSAS DE AMORES, DENTRO DO MEU CORAÇÃO! TANTO VOCÊS, ASSIM COMO EU, SOMANDO-NOS DENTRO DOS NÓS DE NÓS, NÓS NÃO SOMOS ESPECIAIS! NEM MESMO O RESTO DO TODO DA HUMANIDADE... SOMOS O QUE SOMOS, E, DENTRO DE CADA QUAL, COM A SUA VIVENCIA PESSOAL, AMEM O QUANTO PUDEREM... EU COLHI ALGUMAS SACOLAS DE JABUTICABAS! Foram distribuídas para as vizinhanças, e se pudesse, distribuiria para TODOS OS AMIGOS, AMIGAS, DO FACEBOCK! Mas, como eu não tenho recursos para tanto, então eu lhes distribuo os meus escritos, através dos meus livros, e também através do meu Blogger: www.caminhopelasestrelas.com

Odenir
Ferro, Escritor, Poeta, Embaixador Universal da Paz! Embajador Idioma Español,
Título concedido por La Fundación César Egido Serrano e El Museo de La Palabra.
Blogger do autor: www.caminhopelasestrelas.com











Fw: ARTRIO 2018 . STAND D8



----- Mensagem encaminhada -----
De: Casa Triângulo 
Para: "odenir.ferro@yahoo.com.br" <odenir.ferro@yahoo.com.br>
Enviado: ‎terça-feira‎, ‎25‎ de ‎setembro‎ de ‎2018‎ ‎09‎:‎04‎:‎12‎ ‎-03
Assunto: ARTRIO 2018 . STAND D8

 


ARTRIO 2018 . STAND D8

MARINA DA GLÓRIA, RIO DE JANEIRO, BRASIL
26.09.2018 - 30.09.2018



Vânia Mignone . Sem Título [Untitled], 2018 . acrílica sobre mdf [acrylic on mdf] . 161 x 180 cm


Casa Triângulo tem o prazer de anunciar sua participação na ArtRio 2018, apresentando obras de Albano Afonso, Ascânio MMM, assume vivid astro focus, Darío Escobar, Eduardo Berliner, Lucas Simões, Mariana Palma, Nino Cais, Rodolpho Parigi, Sandra Cinto, Valdirlei Dias Nunes e Vânia Mignone.

[ENGLISH]

Casa Triângulo is pleased to announce its participation at ArtRio 2018, presenting works by Albano Afonso, Ascânio MMM, assume vivid astro focus, Darío Escobar, Eduardo Berliner, Lucas Simões, Mariana Palma, Nino Cais, Rodolpho Parigi, Sandra Cinto, Valdirlei Dias Nunes and Vânia Mignone.

    

mais informações [further information]:
info@casatriangulo.com
 
Casa Triângulo, Rua Estados Unidos, 1324, São Paulo, Brazil

domingo, 23 de setembro de 2018

Apoya el uso de la palabra y el diálogo para la convivencia entre culturas distintas

Olá, Eu acabei de assinar o abaixo-assinado "Apoya el uso de la palabra y el diálogo para la convivencia entre culturas distintas" e queria saber se você pode ajudar assinando também. A nossa meta é conseguir 9.747 assinaturas e precisamos de mais apoio. Você pode ler mais sobre este assunto e assinar o abaixo-assinado aqui: https://chn.ge/2MYwR4O Obrigado! Odenir

Enviado do Email para Windows 10

 

sábado, 22 de setembro de 2018

Fw: AVAF . ABERTURA HOJE 22.09.2018



----- Mensagem encaminhada -----
De: Casa Triângulo 
Para: "odenir.ferro@yahoo.com.br" <odenir.ferro@yahoo.com.br>
Enviado: ‎sábado‎, ‎22‎ de ‎setembro‎ de ‎2018‎ ‎09‎:‎15‎:‎05‎ ‎-03
Assunto: AVAF . ABERTURA HOJE 22.09.2018

 


ASSUME VIVID ASTRO FOCUS . AQUELE VESTÍGIO ASSIM... FEÉRICO

ABERTURA HOJE 22.09.2018 DAS 14H ÀS 18H
LOCAL: CASA TRIÂNGULO . RUA ESTADOS UNIDOS 1324, SÃO PAULO, BRASIL
DE 22 DE SETEMBRO A 27 DE OUTUBRO DE 2018 . SEGUNDA A SÁBADO DAS 10H ÀS 19H

ASSUME VIVID ASTRO FOCUS INAUGURA TAMBÉM A RETRANSPECTIVA #2 NA VIVA PROJECTS, RUA CRISTIANO VIANA 201, DAS 11 ÀS 14H.



aquele vestígio assim... feérico, 2018 . vista da exposição


Casa Triângulo tem o prazer de apresentar aquele vestígio assim... feérico, a quarta exposição individual de assume vivid astro focus na galeria.

aquele vestígio assim... feérico
por Ricardo Resende

Do deslumbramento fatal dos vestígios e da ficção dos excessos da cor consciente, sem luz e brilho. No êxtase constante dos bailes de Vogue, é a celebração da consciência da demolição e recriação ou reconstrução, é trans-vida. Devorar o esplendor e a dramaticidade da arte barroca em montagens trans-luxuosas, fantasiosas, fastuosas, suntuosas, mágicas e deslumbrantes. O desejo pela imersão no fantástico da grande instalação pictórica aquele vestígio assim... feérico. É alucinação pura o que propõe esse salto no abismo das cores vistas nessa exposição.

De onde emanam? Depois de conhecer e observar a mistura de cores do povo Huari, do Peru, cultura milenar andina, silenciosa que combina laranja com rosa, rosa com verde, rosa com amarelo, laranja com verde, marrom com marrom, marrom e cinza, Eli Sudbrack mergulha e foca no poder da cor, concentrando-as no quadro das suas pinturas feéricas recentes. Essas novas pinturas transcendem a obra do avaf. A cor é elemento de comunicação para esse povo que transmite energia, além de unificadora dos seres humanos. Cor é cultura.

A "artificialização" da cor na pintura, que antes de ir para a tela é pintada na "janela" do computador, explorando as formas e as "tintas" digitais, é a abstração da abstração como simulação da tela na máquina digital. Em outras palavras, o que se vê numa pintura é exatamente o que se vê, nada mais do que isso.

Uma pintura sobre papelão corrugado pode ser tão somente as diversas cores sobre o papelão, da maneira como é pintado, e claro, também da maneira como interagimos com ela. "Não é nada mais do que o que está ali..." disse certa vez Robert Ryman, quando perguntado o que se via em suas pinturas.¹

As recentes pinturas do avaf (assume vivid astro focus, referência ao pronome pessoal Nós), podem ser vistas dessa maneira. Utiliza para pintar um material específico, o Liquitex Ultra Matte Medium, um fluido extensor que aumenta a espessura da tinta acrílica e lhe dá o aspecto de opacidade. Faz desse líquido uma mistura do produto com a tinta para conseguir o fosco das cores que caracterizam suas pinturas sobre papelão onde resultados translúcidos e fluorescentes se misturam com a cor sem nenhum brilho, foscas, de maneira que ficam na superfície da tela sem deixar passar a luz.

O avaf busca a opacidade para atingir as cores "puras mas fantasiosas" e luminosas vistas na tela do computador, que é por onde inicia suas pinturas. As faz como protótipos levadas depois para a superfície do papelão corrugado, rasgado e esfoliado, explorando assim sua rugosidade e aspereza. Revela muitas vezes nesse processo cores fluorescentes das camadas iniciais para adicionar mais brilho à tonalidade das cores.

Chegou nessa pintura, ainda como coletivo de artistas, como avaf, mas agora com uma prática mais individual e intimista. É a maneira de pintar que se expande pelo excesso de luminosidade sobre a superfície das cores que predominam em suas "telas", como decorrência do que vinham fazendo nas suas montagens e instalações, também carregadas de cores vibrantes, vivazes, luminosas e figurativas, margeando com o abstrato.

De aparência sintética e requintada, de tantas cores "agitadas e eufóricas" que utiliza para pintar e construir os seus ambientes imersivos, acaba por conferir a essas pinturas uma nova materialidade com aspecto de "artificialidade". De outra forma, se trata de uma pintura que parece superar a própria pintura, não permitindo uma atitude passiva ao observa-las. É a pintura de uma outra pintura.

O espectador é peça central em sua obra que pede a interatividade de quem a observa, sempre. Que pode ser tragado por suas instalações e pinturas onde as cores "puxam para dentro" quem as observa. Nesse sentido, a concentração e intensidade das cores impressionam, bem como o processo minucioso para atingir a profusão de tonalidades esplêndidas desejadas, que é o que nos faz submergir no "quadro" pintado que tem a escala humana. O artista chegou num formato que é como se tivéssemos diante de um espelho, do nosso tamanho, que se abre como janela para o mundo das cores. É como se estivéssemos sob o efeito de uma substância psicoativa, mágica, com sensações alucinatórias de formas e cores ultra vivas, que vêm em nossa direção, nos levando a um estado sensorial eufórico, de êxtase diante da cor.

Há todo um estudo de testes tonais para se conseguir as cores de maneira a fazer o olhar percorrer toda uma extensão, de cima para baixo, de baixo para cima, de um lado para outro e assim por diante, "aprisionando o olho" nesse percurso feérico sobre a superfície dessas pinturas. Uma cor puxa a outra. Ou uma cor complementa a outra mesmo sendo convencionalmente opostas. Não há como desviar dessa pulsação que emana das "telas" feitas de papelão corrugado, que acaba lhes conferindo visualmente certa aspereza e secura tátil visual, já que não é necessário tocar uma pintura para senti-la.

A intensidade esmaecida sem brilho que caracterizam essas pinturas vêm de dentro da própria cor, na sua opacidade sem profundidade. Mas nessas pinturas, minunciosamente estudadas em seus matizes, faz um estudo tonal de cada cor que vai "entrar nas telas"; sempre há uma justificativa, nada é por acaso.

Devemos olhar para o que vinha desenvolvendo ao longo de sua trajetória como coletivo em que os artistas traziam suas experiências pessoais e interesses contaminados por Eli Sudbrack, para dentro de um trabalho pensado e feito por muitas mãos. Um desdobramento ou uma experimentação que faz com que os artistas do coletivo explorem todo o seu potencial de criação sem "aparecer" individualmente. Vêm desfocados do personagem em uma experiência única de serem apenas artistas.

Nessa exposição, não poderia ser diferente, traz como avaf seus assistentes Gilson Rodrigues, Thiago Barbalho, Ricardo Alvez, Nadja Abt e uma ex-aluna e amiga, Camila Rocha, em uma instalação dentro dessa mostra onde tudo se confunde como um único trabalho. Um ambiente imersivo de cor, como deve ser, que é o ápice do deslumbramento visto nas telas e tapetes rodantes da grande sala da galeria. Dessa forma a mostra exerce a ideia do coletivo.

Na verdade, o que fazem nessas pinturas, é como um zoom sobre as paredes das instalações anteriores recobertas com o papel de parede, que caracterizam a obra. Quando mais nos aproximamos, mais abstraímos de suas formas e cores. Na aproximação e afastamento a imagem desaparece e reaparece.

Foi o que fizeram. Deram um zoom e veio a abstração da abstração. De algum modo eles recriaram suas instalações imersivas no espaço da galeria ao unir as pinturas com os 'tapetes dançantes" que são meio xamânicos, meio ritualísticos, que de tanto rodar levam a cor e forma a um transe. Feitos de lã de alpaca tingida, são características da região andina e do povo Hauri. Nada mais é do que uma outra versão das pinturas sobre o papelão, agora suspensas rodopiando sobre as cabeças do público. Rodam rodam incessantemente em um movimento sem fim, ora parados ora rodando, coreografando dessa forma o centro da sala expositiva em rotações diferentes.

A cor riscada no tempo e no vazio, transforma-se em esculturas móveis.

É interessante observar que são as próprias pinturas a dar o título que as acompanham. No mesmo exercício que os nefelibatas no final do século XIX faziam ao desenhar com as nuvens, Eli observa suas pinturas depois de concluídas, buscando na abstração da abstração figuras ou formas figurativas desenhadas com formas abstratas. Vê coisas que lhe dá os títulos que acabam de alguma maneira, induzindo o olhar de quem as observa. Nada mais do que um exercício de ver figuras escondidas na abstração. Papagaio Buquê, Pastel Feérico, Marrom Bombom, Armadura Capacete Saia, Bérbere Abafativo, Prateleira Batom, BB (Barbie Brasília), Línguas, Gatos e Vasos, Adê Adè, Adejo Fúlgido Acabrunhado... Dá aos títulos um enfoque "mona" ou, em outras palavras, um toque gay ao modo de ver e ser.

O que se vê numa pintura, é exatamente o que se vê. Nada mais do que isso. Em outras palavras, uma pintura sobre o papelão corrugado nada mais é do que a tinta sobre o papelão corrugado ou como é pintado, e claro, também a maneira como a sentimos. Que nada mais é "também o que acontece a propósito das cores. Uma rosa sobre papel cinza colore de verde o fundo."²

Como disse o artista paraense Marinaldo Santos, "o caboclo só quer duas coisas na vida: uma porta para entrar e uma janela para enxergar".³ O que Eli Sudbrack fez foi um zoom no que o avaf fazia até ali. Ao olhar fundo na sua trajetória, através daquela janela, viu apenas cores e formas, a essência mágica do mundo.

1 BOIS, Yve-Alain. Painting as Model. Ryman's Tact. Abstraction II. An October Book. pág. 215.
2 Merleau-Ponty, Maurice. O olho e o espírito. Cosac Naify Portátil 24: São Paulo, 2004. pág. 133
3 Queiroz, Armando. Intrusos Impertinentes. Bienal Naifs do Brasil: 2018: Daquilo que escapa/Serviço Social do Comércio. Sesc Piracicaba, São Paulo, 2018, pág. 19


    
apoio:

mais informações:
info@casatriangulo.com
 
Casa Triângulo, Rua Estados Unidos 1324, São Paulo, Brazil

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

POEMAS: PAZ MUNDIAL, UNIVERSALIDADE DAS DORES HUMANAS!, TAPETES DE SONHOS Autor: Odenir Ferro



Odenir Ferro, Escritor, Poeta, Embaixador Universal da Paz! Embajador Idioma Español, Título concedido por La Fundación César Egido Serrano e El Museo de La Palabra. Blogger do autor: www.caminhopelasestrelas.com
Poema: PAZ MUNDIAL

Autor: Odenir Ferro


A paz é um enorme vulcão,

Que me implode ao ir, no além de mim,

Levando os ódios todos pelo rumo afora

A caminhar silente no infinitivo deserto

Que se desponta na áspera incerteza do todo!


A paz condensa em si, existências de segmentos

Que de tão certos e providenciais que são,

E de tão densamente humanos que são,

Tornam-se intraduzíveis em palavras

Para poder descrever-lhes na pureza

Das belezas, singelidades,

E plasticidade poética

No além do emocional.


Enfim, esse vulcão vibracional,

É pura concordância especial!

Homogênea a um doce e intenso

Momento de expressivo amor uno ao todo.

Onde este todo é a incansável busca

Do ir ao encontro da pureza

Existente no Afflatus

De Deus!


E neste inspiracional emotivo, intuitivo,

Julguei que em paz, estivesse...

Quando para as minhas mãos olhei,

Vi que estavam elas, guarnecidas

Com um par de luvas: e feridas

Vivas, no meu peito senti! Pensei:

"Se em paz estou, esta paz entristece

A natureza morta, que em mim sobrevive."

Pois o couro que me embeleza, me guarnece,

É pele igual à de muitas outras vidas

Que em abatedouros, tanto perecem...


Poema: UNIVERSALIDADE DAS DORES HUMANAS!

Autor: Odenir Ferro


Intuo, ao aperceber-me dentro do meu universo,

O quão difícil é, atuarmo-nos com empatia pura

Sobre a universalidade das dores Humanas!


Muito mais complicado, então, se torna

Apercebermo-nos das dores dos animais.

Embora tanto, nos afeiçoamos a eles!


Não sei concluir, ao certo, mas é possível

Que na Natureza, até as plantas diversas,

Possam possuir, em si, formas de dores!


Por que não?! Dizem que elas sentem,

E se sentem, também dentro dos processos

Cognitivos delas existem os sofrimentos

Intraduzíveis aos nossos. Nós e elas,

Assim como tudo o que há na Natureza,

Apenas nos olhamos e nos desconhecemos:

- As dores de cada um é a de cada um de nós!


Quanto a nós, nos emocionamos, sentimos,

Sofremos, por muitos inumeráveis motivos.

E cremos!... Podemos pedir a misericórdia

Pelos os nossos atos falhos ou pelos acertos.

Na espera, na esperança, na paciência, no amor

Duma paz interior, consciente de que uma, alguma,

Divinal clemência, nos conceda, intercedendo por nós

Ao Criador do Universo, ao Cristianismo, ao Judaísmo,

Ao Islamismo, ao Budismo, aos Deuses Olímpicos, Lakshini,

Ganesha, Divindades Celtas, Incas, Hindus, Vikings,

Aos Deuses e Deusas Gregos, Romanos, os Egípcios,

Aos dos Índios, dos Africanos, aos Líderes

Jesus Cristo, Mahatma Gandhi, Dalai Lama, Buda,

Fernando Pessoa, todos os Poetas, Odenir Ferro,

E toda a Humanidade dramatizando nossa História!


Todos nós, por nós, intercedendo, ao Criador do Universo

Enfim: - Para podermos viver as nossas vidas, em Paz!


Poema: TAPETES DE SONHOS

Autor: Odenir Ferro


Nesta plácida claridade estimulante,

Dentro deste meu tão sincero poetizar

Sobre a vida, nos amores e os sonhos,

Sou um navegante tácito e tranqüilo.


Dentro deste rio caudaloso e fluente

Que se esvai do interior vívido em mim,

Nas inúmeras vezes em que paro, refletindo

Sobre esta intensa aura de Luz emocionante


Que preenche as linhas, ainda tão brancas,

Com páginas e mais páginas com os meus escritos.

Enquanto vou me apaixonando pelas Letras...!

Aonde teço os esplendorosos e miraculosos,


Tapetes de sonhos reais. Refazendo na arte,

A pureza verbal dos meus desencantos

Que me ferem nos augúrios ardores

Que me despe da minha realidade,


Para se nutrirem com os romances...

Para se investirem dentro do sensível

Que se cobre das flores despetaladas

Nas páginas que se tecem de destino!


Em páginas que se cobrem de sentidos

De refluídos ressentimentos dos ardores

Emocionados nos impulsos feitos de vidas

Enredadas entre as realidades e os sonhos!