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terça-feira, 31 de julho de 2018

Eu, Odenir Ferro, entrevistando Cledson Sangi, na Igreja Nossa Senhora d...









INTERIOR DA IGREJA
NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO (Construída no Século XVI em 1535), Local: Prainha,
Vila Velha, Estado do Espírito Santo, Brasil

Eu, ODENIR FERRO,
entrevistando CLEDSON SANGI, no interior da Igreja. (Data da filmagem: dia 04
de Julho de 2018)





Cledson:  - Tudo bem? Bom dia...


Professora: -
Tranquilo?


Professora:
(apresentando para as crianças) - Cledson e Pedro, eles são os monitores daqui,
e, pode falar rapidinho, pois o resto da parte, só para eles saberem que é a
primeira nave que foi construída...


Cledson: Bom dia,
pessoal, meu nome é Cledson, trabalho na Prefeitura Municipal de Vila Velha,
Secretaria de Turismo, vocês estão visitando a Igreja mais antiga do Brasil em
funcionamento, que é a Igreja Nossa Senhora do Rosário... em construção esta
igreja é a quarta igreja a ser construída, a primeira igreja construída foi no
litoral paulista em São Vicente, e as outras duas são em Recife... e, essa foi
a quarta a ser erguida, mas hoje ela é a única em funcionamento, com as paredes
intactas. Originais. E tem 486 anos. A gente comemora no dia 23 de maio, a
Colonização do solo Espírito Santense..., mas aqui, é comemorado também, o
aniversário da Igreja, foi quando ela foi construída. E quando ela foi
construída, e que foi desta parte pra cá, a primeira parte foi a Capela, ela
ganhou o nome de Vila do Espírito Santo, porque ela foi construída no dia 23 de
maio, que é o dia de Pentecostes. Por isso que ela veio a ganhar o nome de Vila
do Espírito Santo! O nosso Estado em si, ele tem o nome de Espírito Santo,
através desta Igreja! Então as pessoas, geralmente acham que o Convento (da
Penha) é o mais antigo, mas não é: a construção final do Convento... ela
terminou em 1750! Foram 215 anos depois da Igreja! Então, aqui, foi onde tudo
começou... só que o que está aqui dentro hoje, não é original da época. Os
altares são feitos de madeira... eles foram construídos no ano de 1908, com
pinturas marmorizadas, para lembrar o mármore... temos pinturas antigas...
antigamente aqui, na minha lateral esquerda, existia um anexo onde funcionava a
Casa de Misericórdia. Hoje não existe, mas temos somente uma foto para mostrar
a Casa de Misericórdia, como era, a Casa de Misericórdia foi transferida para
Vitória, hoje a Santa Casa de Misericórdia é lá hoje. É Hospital, mas ele
começou aqui. E poucas pessoas sabem que quem tomou conta, enquanto o hospital
era aqui, em 1595, era o Padre José de Anchieta! Por aqui que começou a
peregrinação dele! Então, é bacana conhecer um pouquinho mais da História, tá
jóia?! Então, a professora, a tia, deve ter passado uma base mais... qualquer
dúvida, ela vai esclarecer para vocês, depois ok?


Professora
(perguntando aos alunos): - Vocês vão mandar fotos, alguma coisa para eles,
daqui? Beleza, então?


Cledson: - Deixa
eu bater uma foto aqui...


Professora: -
Vamos lá, então... (vozes de fundo entre a professora e as crianças).
Professora diz: Espera aí um pouquinho que ele vai tirar uma foto de vocês...


Cledson pergunta:
- Vocês vão para o Farol, agora?


Fala de um menino
próximo a mim:


- Eu nem sei o que
que é isso...


Outro aluno
levanta os braços e se exibe para a foto, e diz:


- Tôu aqui...


Uma menina
responde ao menino próximo a mim:


- Ai, vai me dizer
que você não sabe o que é rezar, então?


Odenir (falando
enquanto filma): - Lega, terminou a filmagem...


Cledson: - Hoje
vou falar agora com o senhor um pouquinho. Pode fechar agora. Ou o senhor quer
continuar sobre as partes que eu te falei aqui...


Odenir: - Tá!
Continua filmando ou não?


Cledson: - Você é
quem sabe...


Odenir: - É
melhor... Tá, depois você faz a edição, qualquer coisa.


Cledson: Aqui está
uma parte da Igreja (mostrando uma foto) onde nela existia um anexo na lateral,
olha: nesta foto mostra bem feitinho alí, esta parte externa, é onde existia,
começou a Casa de Misericórdia aqui:


Odenir: - Certo.


Cledson: - Estes
dois cômodos funcionavam como Hospital antigamente. E quem tomava conta por
aqui, por um bom tempo, foi o Padre José de Anchieta! Então por aqui, ele faz
vários milagres... isto é gostoso de falar, é uma coisa muito sagrada, porque
ele não era médico. Mas ele tomava conta de doente aqui.


Odenir: - Tá...


Cledson: - Isso eu
acho bacana de falar, porque: poxa! Como que curava doentes, sem ser médico?! É
pelo dom da cura...


Odenir: Ahn-hãn...


... pelo Espírito
Santo de Deus... isso era a fé que a pessoa tinha... muito bacana...


Odenir: - E ele
era poeta também porque eu li poesias dele, na época ele escrevia na areia,
né?! Eu já li um livro dele...


Cledson: - Este
restauro, agora ó, uma coisa que as pessoas não sabiam e encontraram agora, ao
raspar várias camadas de tinta... esta parte mais clara da parede... isso é uma
pintura original!


Odenir: - Certo!


Cledson: -Nós não
temos um relato certo, contando a data que foi feito porque eles reformavam as
igrejas antigamente e não faziam registro...


Odenir: - Foram
pintando, ahn-hãn...


...mas esta é uma
parte original, nós nem sabíamos de onde veio este azul, não existia pincel,
não existia tintas... eles fizeram reprodução, mas esta parte mais claro é no
azul original. E, também temos no canto, da lateral esquerda, um afresco: que é
muito antigo também! Provavelmente foi construído na época da construção do
Convento. São traços finos, pinturas nobres, com sombreamentos... coisa muito
legal de mostrar, e, nem os historiadores em si, eles descobriram qual a
pigmentação usada...


Odenir: - A origem
da pigmentação... não sabem?!


Cledson: ... eles
achavam que eram madeira, uma semente, mas não é. Eles deduzem ser alguma coisa
de frutos do mar. Não foi especificado nada de madeira aí.


Odenir: - Olha que
lindo...


Cledson: - Pode
ser que seja frutos do mar.


Odenir: ... um
milagre mesmo! Pode ser... lindo...


Cledson: - Com
certeza!


Cledson: - Uma
parte muito bacana, turística, e uma das principais partes que nós vemos hoje,
é a Pedra de Altar:


Odenir: Deixa-me
ver, aqui... deixa eu dar um close aí...


Cledson:  - A Pedra de Altar, ela é conhecida por Pedra
Dara... a Pedra Dara, ela é encaminhada a todas as igrejas, quando passam a ser
uma paróquia. Então, no ano de 1771, o Vaticano enviou pra cá restos mortais de
São Colombo e São Liberato! Que foram mártires em Roma! Entendeu? Daí falar que
passou a ser uma paróquia... então aqui é uma parte muito Sagrada: e essa pedra
só foi encontrada aqui na nossa igreja, a partir de 2005, agora! Porque a Pedra
Dara, geralmente, isso é uma coisa que fica muito bem guardada... muito bem
protegida...


Odenir: - Ah, tá.
Vocês encontraram por acaso? Outra, outro Anúncio...


Cledson: - Por
acaso, foi achado um pergaminho... em latim, foram pesquisar esse latim e
descobriram o nome São Colombo e São Liberato, e veio as pesquisas, até
descobrir-se quem foram estes mártires... tem uma história muito bacana, que é
a história de Vila Velha! Então aqui, o conteúdo de início cultural, para quem
quer visitar a cidade é pela parte cultural. Daí é um abraço! Vila Velha é uma
cidade acolhedora, muito bonita! Quem vem volta, não tem como! A pessoa se
apaixona pelas coisas que vêm, existem, as belezas que existem...


Odenir: Ah, eu vou publicar no meu
blogger, isso! (http://www.odenirferrocaminhopelasestrelas.blogspot.com)


Cledson: ... é muito bacana!


Cledson: - A
pintura da Santa Ceia, provavelmente deve ser uma continuação daquela coluna,
esta pintura, ela foi feita em 1920, esta tem um relato. O único que foi
registrado, a pintura dela. Então a gente olha aquela pintura antiga e baseia
que poderia ser um pé da mesa da Santa Ceia... E esta é um pouco da História!
Espero que o senhor tenha gostado!


Odenir: - É muito
rica a História!


Cledson: - Existe
mais, eu dei uma amenizada, mas eu fui tentar conversar, não falei mais porquê...


Odenir: - Deixa eu
dar um close lá...


... naquela hora
eu pulei, porque quando vem aquela tia, ela chega ela explica o lado externo
então ela já fala: do microfone ela já vem sabendo...


Odenir: - A tá,
então ela já sabe, e...


... não é todas as
pessoas que chegam e pedem a gente como monitor, pra tá passando a
explicação...


Odenir: - Ãhn,
você me deu uma aula!


Cledson: - Que bom
que você tenha gostado... isso é legal pra mim e enriquece o meu trabalho!


Odenir: - Nossa!
Adorei... E eu vou te mandar pra você, e você cria o seu blogger, e, faça como
eu fiz: vai pro mundo, tá?


Cledson: - Legal!
Existe uma pintura antiga aqui...


Odenir: - A
Internet é fabulosa, neste sentido... pra desenvolver a cultura!


Cledson: -
Exatamente! Este vermelho que o senhor pode ver, na coluna, ó: tem uma parte
viva e uma parte aqui, ó. Esta parte é até mais via.  Então vem pessoas, e elas me perguntam se
isto aqui pode ser tirado de urucum, ou pau-brasil, até mesmo jatobá, por ser
puxado pro lado vermelho. Mas, interessante dizer: porque não existiam nenhuma
das três árvores por aqui, na época quando eles chegaram por aqui. Então isto
foi tirado de frutos do mar. Que era muito rico em conchas e especiarias do
mar. Essas cores são muito vivas daí tudo tirado e puxado a vermelho...


Odenir: - Olha só:
são detalhes, que você está me falando, que a gente vê a riqueza, a beleza,
como é em efeito de foto, agora fica mais claro.


Cledson: - Vamos
olhar outra pintura ali também.


Odenir: - Onde?


Cledson: - Do lado
do Sagrado Coração de Jesus! Esta parte da pintura, eu acho bacana de contar,
porque a gente imagina que isso era de bem antigo, da época da fundação. Mas
isto aqui não é. Antigamente essa era uma igreja muito pobre. Ela ficava
fechada constantemente. Então os reis, as pessoas que tinham mais condições
financeiras, antigamente, quando eles vinham casar os seus filhos, eles mesmos,
por ter condições, eles reformavam aqui por dentro. E faziam por aqui uma nova
pintura. Isso aqui, provavelmente foi feito um adorno para um casamento de
alguém importante. Isto aqui, há 200, 300 anos atrás!  Não temos uma data específica: é só pra
pessoa ter uma noção...


Odenir: Ah tá: é
um registro de História...


Cledson: -
Exatamente! Da História...


Odenir: - Muito
bom!


Cledson: - Poxa, e
essa Via Sacra, eu não sei se o senhor chegou a ver... ela é toda feita em
madeira...


Odenir: - Eu vou
deixar... ah tá, eu não filmei ainda, espera aí...


Cledson: - É linda
esta parte!


Odenir: - Então eu
tenho que começar pela primeira... Olha, estamos em 10 minutos de filmagem,
acho que tá um tempo legal, dá pra filmar mais, porquê: vamos ver...


Cledson: -
Geralmente o senhor vai em todas as igrejas e o senhor vê: tudo quadro pintado.
E, aqui ela (os quadros da Via Sacra) foi feita à mão, em madeira esculpida...


Odenir: -
Ahn-hãn... ah, começa aí...


Cledson: - Então a
primeira quando Jesus foi julgado, muito legal de contar, depois ele foi
entregue à Cruz, entendeu?


Odenir: - Deixa eu
passar mais rápido aqui... é tudo em madeira?!


Cledson: - Isso...
a terceira estação é quando Jesus cai pela primeira vez, isso é legal de
mostrar... quarta estação quando Ele fala pra Mãe Dele para ela se acalmar...
fala com Maria...


Odenir: -
Ahn-hãn...


Cledson: - A
quinta estação, também...


(Neste momento,
entra uma Senhora na Igreja e fala com Cledson)


Senhora: - Bom
dia, tudo bem? Vim trazer...


Cledson: - Ah, a
minha Jurubeba?


Senhora: - Pode terminar...


Cledson: - Um
segundo... aqui quando Ele vê com Simão Sirineu, se ele ajuda a carregar a
cruz... depois desta quinta estação...


Odenir: -
Ahn-hãn... Deixa-me dar um close também, na modernidade, pra fazer um
contraste...


Cledson: - ... na
sexta estação... isso é o bom da filmagem... a filmagem é a certeza! Na sexta
estação é quando Ele para com Verônica e ela enxuga o rosto dele, óh?!


Odenir: -
Ahn-hãn...


Cledson: ... Muito
bacana... Sétima estação quando Ele cai pela segunda vez, na oitava estação é
quando Ele pede para as mulheres se acalmarem, para pararem de chorar, ter
calma...


Odenir: -
Ahn-hãn...


Odenir: - Aqui é a
Pia Batismal! Deixa-me aproveitar (para filmar) ...


Cledson – Na nona
estação, quando Ele cai pela terceira vez...


Odenir: - Eu tenho
uma leve impressão...


Cledson: - Décima
estação, quando Jesus, é tirada as vestes dele, deixando então, Ele nu...


Odenir: -
Ahn-hãn...


Cledson: - Na
décima primeira, quando Ele é pregado a Cruz... viu?!


Odenir: - Eu vou
virar Cineasta!


Cledson: - Décima
segunda Ele é reerguido à cruz, crucificado...


Odenir: - A Arte,
ela é extensiva a tudo, desculpa... falei junto com você!


Cledson: - Aqui
quando Ele é crucificado! A décima segunda estação!


Odenir: - É... é
uma das partes mais tristes e importantes.


Cledson: - A
décima terceira é quando ele vem a morrer! Eles tiram, então, Ele da Cruz! E na
décima quarta Ele é sepultado! E na décima quinta, Jesus Ressuscita!


Odenir: -
Ressuscita, é lindo! Aí a Vida Eterna, toda a nossa fé, a nossa esperança...


Cledson: - Então é
toda esta História! Bacana! Espero que o senhor tenha gostado!


Odenir: - Adorei!
Agora, o objetivo é: as pessoas que forem assistir, gostem, se empolguem,
entende? Entendam o processo da visita, toda a cultura, tudo isso aí, é
muito...


Cledson: - Bacana
tudo isso! Tudo começou aqui! É importante que as pessoas entendam isso: a Vila
Velha começou aqui. Uma parte bacana que eu aprendi com os Freis daqui, quando
o nome daqui foi fundado, o nome ganhou Vila do Espírito Santo!


Odenir: -
Ahn-hãn...


Cledson: - Quando
Vasco Coutinho voltou a Portugal, porque que ele voltou? Quando ele veio pela
primeira vez, ele só trouxe os detentos que existiam em Portugal... esses
detentos eram só condenados... presos, tal... e ele veio e só trouxe a “ralé”
de lá... quando ele formou a pequena vila, ele voltou a Portugal pra trazer
quem tinha condições financeiras pra erguer mais... só que nele voltar, os
Índios daqui, que estavam catequizados e as pessoas não aceitaram mais ele
aqui... pois Vasco Fernandez Coutinho, também não era um cara “tão bonzinho”...


Odenir: - Ninguém
era né, a História não era “tão boazinha” quanto contam...!


Cledson: ... ele
não era um cara amistoso! Ele veio pra conquistar, pra dizimar, e foi o que ele
fez: e quando ele foi expulso ele foi para a ilha de Vitória. Chegando lá, ele
fundou a Vila Nova! Só que ele veio com dinheiro, Vila Nova foi crescendo muito
rápido, ele foi dando terras e terras pra um e pra outro com pessoas com poder
aquisitivo grande, e, com o tempo a França chegou em 1551 aproximado, e viu
aquelas casinhas crescendo e tal, a França tentou invadir. Foi aonde, ele, como
um bom guerreador, Vasco Fernandez Coutinho, expulsou os franceses:


Odenir: -
Ahn-hãn...


Cledson: - E
nisto, ele comemorou um mês de vitória! Ele gritou: Vitória, Vitória, Vitória,
deixou de se chamar Vila Nova e passou a se chamar Vitória! E a nossa Vila do
Espírito Santo, ficou conhecida por Vila Velha! Entendeu?


Odenir: - Olha só...!


Cledson: - E o
nosso Estado, devido à Vila do Espírito Santo, nós ganhamos o nome de Espírito
Santo, no nosso Estado, por causa desta pequena igreja: as pessoas têm que
entender o valor cultural e histórico que é a Igreja do Rosário na história do
Espírito Santo! Então é isto um pouco da História! Espero que o senhor tenha
gostado e “tamos aí...”


Odenir: - Então
tá... vamos fazer o seguinte: eu gostei e quero participar no filme. Então eu
vou te dar o celular, vamos finalizar ali, eu vou falar um pouquinho sobre mim
também, daí depois eu te mostro o blogger... eu gostaria de finalizar ali,
óh...


Cledson: - Beleza!
Rapaz, essa imagem é linda! O senhor quer que eu pegue o seu corpo inteiro, só
meio?


Odenir: - Fique à
vontade.


Cledson: - Eu vou
chegando perto do senhor, o senhor pode falar.


Odenir: - Eu sou
Odenir Ferro, não sou, assim: adoro filmar, fotografar (profissional)..., mas
você me deu uma aula de História hoje e, eu escrevo livros, eu tenho poesias,
tenho meu blogger que é o Caminho pelas Estrelas (http://www.odenirferrocaminhopelasestrelas.blogspot.com)
e, se derem pesquisa no Google, pelo meu nome mesmo, vai encontrar o meu
blogger, ele é acessado no mundo todo, e o meu objetivo é promover a Arte, a
cultura, tenho muitos livros inéditos, tenho músicas, então... até entrei aqui
para fazer uma oração, pra conhecer a Igreja, e, por acaso, eu senti assim,
praticamente uma graça, pois Deus me pois você aqui pra me dar uma verdadeira
aula...


Cledson: - Te
enriquecer...?


Odenir: ... de
Cultura, de História, de toda essa movimentação que é aqui, de Vila Velha,
enfim... eu já estou emocionado por está indo lá na sua terra...


Cledson: - Isso:
no interior do Espírito Santo, isso...


Odenir: ... em
Iúna! Vou participar do XIX CONGRESSO DE TROVADORES...


Cledson: - Legal!


Odenir: ... e vai
ser um movimento muito legal na cidade toda! Se Deus quiser, vai dar certo! Eu
vou fazer, me deram o privilégio de fazer o Discurso de Abertura: e cujo tema,
o título, né, é, eu pus: DEUS NOS DEIXOU UM LEGADO... então, eu acredito que as
coisas não são assim: por acaso... dentro do processo natural, vai ocorrendo
coisas na vida da gente, que é... desculpa, mas é, emocionante...


Cledson: - Isto!
É, com certeza!


Odenir: ... então,
dentro do processo que eu gosto de fazer, assim: na Arte Escrita, né, então em
mesclo um pouco de poesia e mais o Discurso: e, é agora que eu estou começando
a fazer isso. E já me pediram mais um. Então, eu vou tá fazendo lá, três
discursos: e, no primeiro, que é de abertura, representando todos os Estados...


Cledson: - Nossa!
Uma responsabilidade enorme...


Odenir: ... de São
Paulo, a minha Cidade, Rio Claro, o estado de São Paulo, e os demais Estados do
Brasil! Então, eu estou me sentindo muito honrado por tudo isto, e... é lógico
que tudo isso é só por intermédio de Deus, e...


Cledson: - Todos
os Estados! É uma grande responsabilidade! Mas, é lógico que o senhor tem aí um
gabarito pra isso, que não foi te dado essa missão à toa... O senhor tem todo
um repertório atrás disso...


Odenir: ... então:
DEUS NOS DEIXOU UM LEGADO! No finalzinho, eu pergunto: Deus nos deixou um
legado... AMAI-VOS UNS AOS OUTROS, COMO A TI MESMO!


Cledson: - Exato!


Odenir: ... daí,
então, eu questiono: será?! Será que nos dias atuais nós estamos vivenciando
isto na vida? Sabe, no dia a dia, com as pessoas, com tantos recursos, eu falo
muito da Internet...


Cledson: -
Siiiiimmm... a gente deve usar para o bem, e, às vezes...


Odenir: ... a
gente tem tantos recursos tecnológicos, a gente está usando mais pra “fofocas”
do que oura coisa, não é...


Cledson: ... e é.
exatamente..., mas é isso: posso ajudar?


Odenir: ... queria
finalizar, pra não prolongar muito.


Cledson: - É isso
aí, então: bem-vindo à Vila Velha, espero que o senhor volte e tenha gostado do
conhecimento, e, turismo é isso: vamos passar esse conhecimento pra gente, pois
temos uma cidade linda, não só Vila Velha, como do Brasil todo, mas essa aqui,
é uma do início! Então, ela tem que ser divulgado e eu agradeço aí, a atenção
do senhor...


Odenir: - Eu
também agradeço. Bom dia!


Cledson: - Valeu!
Show! Bacana, bacana,





Texto escrito a
partir das falas da filmagem, por Odenir Ferro, com a autorização de Cledson
Sangi.








Bibliografia do Autor Odenir Ferro


Odenir Ferro é um escritor e poeta, membro da Ordem da
Confraria dos Poetas. Ele é membro correspondente da Academia de Letras de
Teófilo Otoni (MG), da ARLAC – Academia Rotary de letras, Artes e Cultura,
vinculada ao Rotary Club de Taubaté Oeste (SP) e da ACLAPT – CTC Academia de
Letras e Artes de Poetas Trovadores – APT – CTC, Vitória (ES). Escreveu o livro
de poemas Às Meninas que sonham (Pétalas d’água) e o livro Caleidoscópio
Interior, livro de contos, e o livro infanto-juvenil Nino Chaninho, O Gatinho.
Tem livros inéditos, tem músicas inéditas.


Recebeu troféus, medalhas, diplomas, em vários Eventos
Culturais promovidos pela Ordem da Confraria dos Poetas do Brasil. Em 06 de
abril de 2013, Odenir Ferro recebeu o Troféu Dr. Pedro Aleixo/Personalidades Notáveis;
em 10 de agosto do mesmo ano, o Troféu Poeta Carlos Drummond de Andrade, em
grandes festas de gala, na Cidade de Itabira, estado de Minas Gerais, Brasil.
Em 25 de Abril de 2014, Troféu Dr. Pedro Aleixo Categoria Especial
Personalidades Notáveis e em 23 de Agosto, Poeta Carlos Drummond de Andrade,
Categoria Especial. Em 25 de Abril de 2015 Troféu Dr. Pedro Aleixo Categoria
Especial e em 24 de outubro do mesmo ano, Troféus Carlos Drummond de Andrade
Edição Especial Ouro, pelo 50º
Evento Destaques do Ano. Em 21 de Maio de
2016 Troféu Personalidades Notáveis e em 27 de outubro do mesmo ano, Troféu
Machado de Assis. Em 24 de Junho de 2017, Troféu Poeta Castro Alves e em 27 de
Outubro de 2017, Troféu Madre Teresa de Calcutá.


Ainda no ano de 2017: Pela ARLAC Troféu Prêmio Mahatma
Gandhi de Liderança Pela Paz e Diploma de Acadêmico Correspondente no Grau de
Oficial. Título de Construtor da Brasilidade 2017, concedido pelo Clube dos 21
Irmãos – Amigos de Taubaté (SP). Prêmio “Grande Expoente da Cultura Nacional –
2017” (Movimento União Cultural – Supervisão Internacional – Taubaté – SP,
Brasil.


Em Janeiro de 2018: Título de Embajador del Idioma
Español, concedido por La Fundación César Egido Serrano e El Museo de la
Palabra, Espanha. (Este Título é de Ordem a nível da minha cidade, a nível de
Brasil e a nível Internacional)


Pela Academia de Letras de Teófilo Otoni (MG): Medalha
de Menção Honrosa e Diploma, pela Classificação do Poema “O AMOR” em 14º Lugar
no Prêmio Literário Gonzaga de Carvalho.