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domingo, 4 de março de 2018

BOUQUET DE FLORES SUAVES FLORES ESPIRITUAIS Autor: Odenir Ferro




(Bouquet de Flores Espirituais)
Autor: Odenir Ferro

- Grande honra espiritual, quanto a mim, Odenir Ferro, poder estar por aqui. Estou fazendo questão pessoal de participar, não como escritor, mas como:
- Odenir Ferro, Personagem Humano, assim como sou:
- Eu, Somando, Recolhendo ou Expandindo-me, como Incluso e Adjunto, a Todos Nós:
- Num “Bouquet de Suaves Flores Espirituais, somando-nos através de todos os mais sublimes anseios Amorosos. Explícitos, e, expostos em Louvores clamorosos e glamorosos; ao Nosso Misericordioso Deus, através de Todos os Nossos Tempos...
- Representando-Nos UNOS! Entre Todas as Eras. Através dos Nós Todos, precedendo-Nos, através de todos os Outros Nós de Nós...!”
- Eu, Odenir Ferro, Personagem Humano, assim como: Nós, somando-nos aos Todos os Outros Amores Humanos entrelaçando-se, aos nós de Nós...!
- As Poesias mais magníficas estão concentradas na BÍBLIA...! Depois, estendem-se... dadivosas... para Todos os Poetas, Escritores, Compositores, Músicos, Dramaturgos, e, todos os Interpretes do Amor, O Verdadeiro Amor de Deus:
- Para que esta concepção de Amor, seja ofertada a Todos os seres humanos!
- Todas as nossas manifestações de Amores, são verdadeiras...! Muito embora, em contraponto doído, doido e sonoro acústico, grito, silencio-me, e, depois:
- Até canto! E, se possível for, encanto: (Incluindo-me dentro de todas as minhas e das nossas razões pessoais comportamentais, atemporais...!),
- Desejoso de entender:
- Todos os Manifestos não elucidados "Pelas astutas inteligências Humanas de Todas as Eras...!”
- Compondo todos estes ódios esparramados, indignos, percorrendo rios de sangue de humanos e de animais, através e, entre todos os amores e ódios humanos, vinculados através de todas as nossas Eras existenciais... "Promovidos pelas Bandas do Outro Lado de Lá., e, que é a Mesma deste Outro Nosso Lado de Cá...!"
- Infelizmente, também! Ontem, hoje e sempre...!


- Através dos quais, vivemos, sobrevivemos, buscamos soluções, buscamos entendimentos, acolhimentos, buscamos no nosso próximo, sanarmos as dores dos nossos sofrimentos pessoais, dos nossos anseios, enfim... São tantas e tantas tamanhas gamas de emoções, que, tudo, tudo, nos dias de hoje em mim, em nós, dói profundamente, nos constrange, mas também podemos dizer que colhemos os bons frutos e as gloriosas dádivas, as quais, muito nos alegram e também nos dão bem-estar e satisfação pessoal:

“É possível, para qualquer um de nós vigorarmos
Qualquer um de nós, no que seja de Humano,
Ser! Ser, independente do que for, o Amor!
Mas com a alma errante na passagem terrena
Mesmo no corpo presente, vivendo na Terra!
Dentro de qualquer terra que seja a semear
Por todos os cantos deste belo chão o Amor
Vicejando com harmonia a paz nos corações,
Em qualquer lugar que lhe figure o viver...

Sob ou sem um teto, numa cidade, numa Nação,
Vivendo em qualquer país que seja um País...
Apenas amando, transitando dentro duma vida!
Vida que busca caminhos, achando as soluções
Transcorrendo as dores amorosas dependuradas
Na alma, que plena, é atuante corpo presente!
Mesmo que seja ele branco, preto, mestiço!
Desde que seja preto, mestiço, branco, ou,
Desde que seja ele, ele mesmo na viva raça
Que for desde que seja ele, só ele mesmo.
Mas que carregue nele a força das raízes
Vindas da sua bela Árvore Genealógica!
Super existida na História que tiver,
Imperando nele o incondicional do ser
Tradicional ser existindo como Humano!”

- E, como não poderia deixar de ser, uma destas imensuráveis satisfações pessoais, são os meus escritos. É através deles que estou podendo agora, neste exato momento, comunicar-me com vocês:
- Bem vocês podem até estar se questionando: “se o objetivo dele era estar no dia de hoje num lugar tão alto, então porque não escolheu um voo qualquer que o levasse a 4.000 ou mais metros de altitude...!?”
– Pois bem: eu lhes digo:
-Eu escolhi Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, pois é aqui que se encontra o Prédio Burj Khalifa! O mais alto do mundo, em termos de construção Arquitetônica, produzida pela engenharia humana; e, que está fincado no solo, – pois, dentro de um avião, muito embora ele alcance grandes altitudes, que vão muito além destes 828 metros de arquitetura, não me dariam as notáveis e memoriáveis sensações, de poder estar olhando para baixo e também para cima. Olhando o céu, a lua, as estrelas, durante esta noite, e, amanhã... quando o nascer do novo dia, seja ele com o sol, vindo lá do horizonte, mesmo que aqui, estivermos presenciando chuvas, tudo será belo – a natureza é a Natureza de Deus...! – enfim, enfim, poder admirar a natureza, olhando daqui de cima: poderei querer tentar traduzir-me, no quanto todos nós, somos ínfimos efêmeros admiráveis... mediante a todos estes louváveis e metafóricos abstratos subjetivos comparativos socioculturais, onde através deles, em que posso tocar as estrelas, as nuvens, o céu, com o hálito da alma das minhas mãos sentimentais, também posso tocar profundamente no coração de todos vocês, ao dizer-lhes:
-Transitamos através deste Mistério Evidente – O qual, se faz e se nos mostra, ano após ano, Translúcido:
- Através do Nascimento, Vida, Morte e Ressurreição Eterna...!
- Somos o intuito mais profundo, – talvez, – do Mistério que se faz presente, entre o Alfa e o Ômega: O Princípio, O meio, O Fim!
- O verdadeiro Amor ao Próximo, começa a existir, a partir do momento em que rompemos todas as barreiras egocêntricas que nos cercam, e nos impede de vivermos as verdadeiras realidades da Vida!
- Pois, no meu entendimento cognitivo, sensitivo, existencial:
- Enquanto uma grande maioria do Planeta, (incluindo todos os animais e plantas, e os nichos ecológicos existenciais, essenciais, vitais...!) assim como todos nós, simples humanos mortais, sociais, estamos vivendo através de todas as angústias e das dores mais absurdas possíveis, e, com todos os constrangimentos, todas as perseguições... (declaradas ou não, subjetivas ou não...!) daqueles que visam Todas as Falíveis sustentações dos Poderes ou dos Falsos Poderes...
- Enfim! Esta outra minoria, estão vivendo as irrealidades fantasiosas... demonstrando, exibindo, competindo, (sei muito bem para quem, por quem, e por, e pelos quais motivos...!) até, através destes lindos artifícios de enfeites natalinos e os papais-noéis dos Shoppings, como sendo as grandes sensações enfáticas dos Natais, enquanto que Deus e Jesus, com todos os seus Séquitos de Anjos e Santos, a cada ano que passa, vão se tornando uma lenda ilusória qualquer...
- Neste nosso natal de 2017, estamos vivendo como nunca antes:
- A Nova Era dos comandos do mal...!
- Por vários motivos, Nós, Humanidade, estamos Ausentes de Deus! Consequentemente, talvez, até dos seus Valores e Princípios Verdadeiros! Expostos dentro da nossa Genética Histórica! E, através da Bíblia! E, através da Energia Imaculada, através da qual Ele nos Ama Imensurável e Incondicionalmente...
- Para mim, quanto escritor que sou, desejoso de que algo maravilhoso, extraordinário, fenomenal, incompreensível aos nossos entendimentos comuns, dentro dos nossos meios falíveis e das nossas comunicações tão e, a cada vez mais, e mais, e mais, e muito mais, desencontradas, alienadas, desacreditadas... desejo, ardentemente desejo, que todas estas energias negativas e tão desumanas e tão desorientadas, se revertam, se anulem, se acabem, e, num Miraculoso e Sublime Ato de Amor, Deus:
- Através de Jesus Cristo, interceda por Todos Nós! E nos conduza para o Bem e para as Alegrias Espirituosas, que estão concentradas nas realidades maravilhosas e magníficas da Vida Eterna, Atemporal, Intercedendo dentro do Aqui e do Agora...
PAZ MUNDIAL
A paz é um enorme vulcão,
Que me implode ao ir, no além de mim,
Levando os ódios todos pelo rumo afora
A caminhar silente no infinitivo deserto
Que se desponta na áspera incerteza do todo!
A paz condena em si, existências de segmentos
Que de tão certos e providenciais que são,
E de tão densamente humanos que são,
Tornam-se intraduzíveis em palavras
Para poder descrever-lhes na pureza
Das belezas, singelidades,
E plasticidade poética
No além do emocional.

Enfim, esse vulcão vibracional,
É pura concordância especial!
Homogênea a um doce e intenso
Momento de expressivo amor uno ao todo.
Onde este todo é a incansável busca
Do ir ao encontro da pureza
Existente no Afflatus
De Deus!

E neste inspiracional emotivo, intuitivo,
Julguei que em paz, estivesse...
Quando para minhas mãos olhei,
Vi que estavam elas, guarnecidas
Com um par de luvas; e feridas
Vivas, no meu peito senti! Pensei:
“Se em paz estou, esta paz entristece
A natureza morta, que em mim sobrevive.”
Pois o couro que me embeleza, me guarnece,
É pele igual a de muitas outras vidas
Que em abatedouros, tanto perecem...


De momento a momento, enquanto vamos avante, caminhando em nosso plano físico-químico-metafísico corporal, adjunto ao nosso plano espiritual-emocional-intelectual, ao seja, enquanto vamos caminhante pelos rumos incógnitos deste nosso único, ímpar Universo Existencial afora, tendo como aconchego os outros inumeráveis mais Universos Pessoais, e, abençoando-nos Todos, O Universo do Nosso Criador DEUS, vamos usando as nossas ferramentas corporais-espirituais, através das quais, nos dispomos, e, através das quais, nos apresentamos dentro dos nossos convívios sociais, como seres humanos: únicos, ímpares, que somos:
- Expondo ou retraindo-nos, através desse invólucro existencial. O qual, nós o denominamos e vivenciamos – por dentro e por fora de nós, como sendo – eu, pessoal – eu, um átimo sonoro contínuo de Amor! Desejando abraçar o Universo das outras pessoas, através do meu interpessoal, as quais se circundam (ou não...!) em torno e no além de mim...! Este meu eu esbravejante, clamante, a procura do Amor Universal, também e o que se concentra nas Memórias Atemporais que estão concentradas no Criador do Universo! Este meu eu gritante, que busca pelo conforto da sociabilidade que reside através do meu eu, estendendo-se aos demais inumeráveis “eus” que estão através de mim, assim como eu, a procura do meu eu, incluindo-se, dentro dos seus “eus” no desejo incansável do encontro ou reencontros dos demais eus que estiverem presentes ou distantes... O nosso eu, vive a procura dos outros eus, para nos espelharmos e para dialogarmo-nos, com todas as ferramentas físicas corporais, ou com todas as ferramentas espirituais, ou virtuais, às quais estivermos em mãos:
- Por todas as Eras Históricas da Humanidade! Pois nós tivemos as mais exímias habilidades, para desejarmos nos comunicarmos todos, expondo-nos através de todos os nossos anseios, todos os nossos medos, todos os nossos amores e ódios, e, com todas as nossas mais inusitadas armas possíveis e impossíveis, – e, dentro deste primoroso contexto, é inegável, que a nossa arma principal, sempre foi o nosso corpo, – e, dentro dele, o nosso ser espiritual imortal! Concentrando-nos com todas as nossas emoções (governadas ou não) pelo nosso intelecto existencial, e a nossa alma, voltada ou não (de frente ou de costas viradas) para as nossas razões. E também para as nossas expressões, vivenciadas por todos os nossos átimos de segundos! Vivenciais, e, de atinos substanciais, exponenciais, verbais, emocionais (incondicionais ou não) – para que assim, sim: desta forma sim... fossemos notados, ou notáveis, – dentro das mais elaboradas construções dos mais e exacerbados, e dimensionais ou tridimensionais amores... ou dentro dos mais desastrosos e inadmissíveis (através das estruturas socioculturais, falando...!) demonstrados através dos inequívocos de nós todos... Dentro de todos os mais pavorosos ódios manifestos e vividos de forma catastrófica, pela Humanidade...!
- Sempre vivemos buscando dentro de nós, um termômetro, através do qual, vamos podendo sustentarmo-nos entre A Divindade inquestionável da nossa Criação Existencial Atemporal, conciliando-nos, ainda, quanto existencial que estamos, com a qualidade de vida da nossa capacidade física, quanto existência vivente, nós somos ou formos num plano material físico, conscientes que somos de que temos um Universo Espiritual, girando por dentro, em torno, e por fora de nós... Ininterruptamente! pois somos Átomos-Sementes da Criação Espiritual Atemporal de Deus...!
- É dezembro! Estamos vivendo o mês do Ano da Graça do Nosso Senhor Jesus Cristo, de Dois mil e dezessete:
- É com muita emoção que desejo um Feliz Natal:
- Em primeiro lugar para DEUS, Jesus Cristo, Maria, José, os Reis Magos, e, enfim, a todos os Humanos Irmãos nossos... os quais, chegaram através da nossa Realidade Existencial, trazendo todas as Riquezas do Nosso Histórico... Através da Nossa ÁRVORE VITAL GENEALÓGICA! Conectando-nos e interagindo nos, através dos mais primeiros e primitivos, e, através dos mais moderníssimos meios de comunicações, por onde, e nos quais, podemos nos comunicarmos, expressando-nos, através de todos os nossos amores e ódios! Manifestos à todos os nossos amigos e amigas... (Virtuais ou não...!)
- Eu, Odenir Ferro, tenho muito que agradecer e Louvar a Deus! Feliz Natal para Nós Todos!
AS TRAJETÓRIAS DAS HISTÓRIAS HUMANAS
Autor: Odenir Ferro

Nós Todos, humanos que somos, somamo-nos numa
Única e divinal música uníssona, numa canção viva...
Criando e recriando-nos dentro das profundidades de
Um sonoro acorde, de insaciável, incansável Amor,
Gerado pelo som Universal da incompreensão
Existencial gerada pelo incógnito infinitivo...

Todos nós nos compreendemos e convivemos.
Compreendidos ou não, desde o mais ínfimo
Grão de areia até os mais expansivos abraços
Afetivos deste amor Abstrativo – embora tão
Real, tangível, louvável – o qual nós O cremos,
Nos O invocamos, denominando-O de Criador!

Nós somos as criaturas mais sensíveis, inquietas,
Profanas, profanadas, questionáveis, a rebuscar,
Por tanto buscar o elo real, destas pantomimas
Teatrais que nos impõem a representarmos esta
Realidade de Vida, transcendental-cosmopolita,
Requintando-se nas justas causas dos Amores...

Somos puros, por estarmos por aqui: vivendo,
Crendo ou não, no pulso da lógica imperfeita, ilógica,
Desta existência tão plena – de conflitos e desilusões,
Tão farta de anseios, – tão repleta de muitos sonhos,
De fantasias, mas, embora, contudo, portanto, porém,
Tão lúcida e lúdica. Enquanto vamos buscando, neste

Existir, alguma mágica que possa transcendermo-nos
Todos. Rumo a irracionalidade tão linda deste anseio
De Amor, que nos faz com que criemos e recriemos
As trajetórias das Histórias Humanas através destes
Caminhos-descaminhos: amando-nos, odiando-nos,
Transcendendo-nos na Imortalidade do Tempo afora...!

O Autor Odenir Ferro, Escritor, Poeta, Embaixador Universal da Paz, e Embajador del Idioma Español, Título concedido por La Fundación César Egido Serrano e El Museo de La Palabra. O autor tem Contrato Editorial com Editora de Madrid, Espanha, e o seu primeiro livro NINO CHANINHO, O GATINHO foi apresentado dia 09 de abril de 2016, na Casa Del Libro na cidade de Lisboa, Portugal. Livros Editados: http://livrariacultura.com.br/p/caleidoscopio-interior-42155502#