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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Portal CEN Cá Estamos Nós! Artigo: Nós, os Grandes Reais Personagens Viventes: SOMOS DE QUEM...! Autor: Odenir Ferro Brasil



ODENIR FERRO
Brasil

Nós, os Grandes Reais Personagens Viventes: SOMOS DE QUEM...!

Nota do Autor: Este Artigo é uma Obra de Ficção. Qualquer semelhança com pessoas, fatos, acontecimentos, é mera coincidência!

Hoje pela manhã, enquanto tomava café, olhando, como de costume pela janela, comecei a organizar os meus bagunçados “às vezes bagunçados, noutras, esclarecidos, organizados,” pensamentos. Eu vivo, como de costume, revirando as minhas arcas, os meus baús de memórias...! Estava chovendo. E forte. E o café, estava preto e quente. E pensativo, comecei a rabiscar estes rascunhos... Os quais, agora transcrevo-os...

As Galáxias são compostas de luzes e trevas. Além de muitos outros inumeráveis componentes. Os quais são na sua grande maioria, desconhecidos de nós: simples humanos mortais... Os planetas também, inclusive o nosso querido e arquibilionário planeta Terra. Assim como os seus meios naturais, assim como todo o seu funcionamento, os seus ciclos, assim como todos os seus habitantes: inclusive nós, é claro. Aliás, nós mesmos, quando olhamos para dentro de nós, nos desconhecemos. Todos nós temos o nosso lado escuro, inerente ao nosso estado pleno e claro, de ser.

Nós, seres humanos, vivemos entre a clareza e a escuridão. Vivemos o nosso bem e o nosso mal. Temos inerentes à nossa natureza humana – manifesto ou oculto – o nosso lado escuro, o nosso lado obscuro... O nosso eu perverso ou mal, ou o nosso eu incompreendido. Muitas vezes, até de nós mesmos, somos ou nos tornamos incompreendidos, incompreensíveis... Afinal: Nós, os Grandes Reais Personagens Viventes: SOMOS DE QUEM...! Usamos e abusamos das nossas farsas, das nossas pantomimas, para usarmos das máscaras, muitas vezes, até, contra nós mesmos!

Às vezes, constantemente, esporadicamente, algumas vezes, raramente ou sempre: expomos estes nossos lados maus ou escuros, ou até obscenos – conscientes ou inconscientes – declarando-nos perversos, sinistros, malévolos, para conosco mesmos; para alguém, para a família, para a rua, para o bairro, uma cidade inteira, um país, vários países, para o mundo todo!
“Adolf Hitler, foi um dos grandiosos personagens, que personificou o mal. Ele viveu e declarou-se potencialmente maldoso, pecaminoso, para com o mundo inteiro! Afinal: no sentido geral, a Humanidade é boa ou ruim... sábia, ou egocêntrica...”

O nosso inconsciente registra tudo, em movimentos coletivos ou individualmente; e, é sábio e altamente sensível para captar – seja para o bem ou para o mal, sejam o que é do bem ou o que é do mal, – alguns, muitos, poucos ou inumeráveis acontecimentos: os quais, ininterruptamente, estão acontecendo a nossa volta (por dentro ou por fora de nós) ou, até mesmo os acontecimentos que estão sendo registrados dentro do coletivo ou do inconsciente coletivo. A nossa mente processa muitas informações... Cada um de nós, trazemos em nosso espírito a semente divinal do bem, do amor e da paz – mas temos, também, a consistência do lado perverso, do lado escuro, do lado desconhecido, do lado maldoso, até. A nossa consciência, é a mestra e a força maior dos nossos impulsos, das nossas ações, das nossas razões e emoções. Ela é que é a determinante, a dominante ou a predominante das nossas características comportamentais; ela é a qual nos ampara, nos protegendo e nos aprimorando, aperfeiçoando, dentro da nossa boa índole, ou, vice-e-versa para quem cultiva a sua má-índole. Todos estes impulsos, estas ações, baseiam-se nas nossas razões e emoções. As quais, são manifestadas perante, ou, pelas causas mais inúmeras possíveis. Como por exemplo: as crenças, a religião, a fé, o Criador, o Amor, o bem, a Humanidade, o Planeta... Estando estas razões ou emoções, sendo manifestas tanto no lado positivo das causas, assim como também, no reverso, no lado negativo, no lado escuro, no inverso, até mesmo no avesso de todo este equilíbrio harmonioso em beleza, bondade e perfeição! 

O antagonismo que se exerce sobre a Luz e seus adjetivos, são as Trevas e os seus subjetivos enganosos... Muitos deles, compreensíveis ou, sensivelmente captados pela mente criativa. Os quais, muitas vezes, ou algumas vezes, ou raras vezes, os transformados em realidade – através de alucinações, induzindo-nos ou não, de um ou vários outros artifícios mais, – onde a mente avança e se aprofunda pelos incógnitos existenciais...

Atravessando os sinais vermelhos da vida, fazendo com que rumemos desgovernados e socialmente desamparados de equilíbrio e de apoio... Gerando uma série de acontecimentos desastrosos, tanto para nós mesmos, ou, em torno de nós... Fazendo com que avancemos pela vida, de forma às avessas, antissocial, insensível a tudo e a todos... Irracional e, em total desarmonia e desequilíbrio com tudo e todos.

Dentro destes parâmetros, não se trata apenas de questionarmos o lado bom ou mal de cada habitante do Universo: Todos somos e estamos envoltos, (por dentro e por fora), com uma película espiritual invisível – única e ímpar, muito embora seja Universal, – a qual nos protege de tudo e de todos. Somos semelhantes. Mas, individuais e únicos... 

Quando olhamos para dentro de nós mesmos, através dos espelhos, ou mesmo, quando olhamos: corpo a corpo, alma a alma, olhos nos olhos, pele na pele, mãos nas mãos, mesmo assim, os nossos pensamentos, os nossos sentimentos, se diferem ou se divergem, ou divagam em sentidos abstrativos. Mesmo estando-nos aparentando vivenciarmos uma agradável harmonia... Não. Por mais que nós nos esforcemos, nós não nos conhecemos! Nem mesmo a nós próprios. Somos um escuro e metafísico e espiritual mistério. Até mesmo, para o âmago mais profundo e mais íntimo do nosso coração.
A Vida é a plenitude de um perfeito e encantador mistério! Tem cientistas que afirmam que a Natureza não é perfeita.

Mas eu creio que Deus é. Assim como todo o seu séquito de Anjos e Santos. Eu creio que existe os lados plurais do Universo. Os lados cósmicos, os lados mágicos, os lados oníricos... O Céu, o Inferno, o Purgatório, existem. As fábulas existem, o lado oculto de tudo, também. Os pólos existem: o positivo e o negativo. Tudo e todos, se interagem: iguais aos antigos filmes fotográficos: expondo os registros dos lados positivos e o negativo de todos estes lados.
Assim como também, tudo e todos os movimentos que acontecem na natureza. Por dentro e por fora de nós, em todo o planeta Terra, em todos os demais planetas, na Via Láctea, em todas as demais galáxias, enfim, não somente nós, mas o Todo do Tudo é composto por lados claros e escuros.

Pois é! Lembram-se daquelas inumeráveis fofoqueiras... Muitas...! Lindas, até, dentro das suas inocências, das suas feiuras características... Aquelas... As que ficavam dependuradas nas vassouras, nas esquinas das vidas... mal-amadas-amadas durante a noite... Com os seus tradicionais e sujos aventais, com as calcinhas mal lavadas, com o sutiã apertando-lhes os ombros, com o tradicional mal hálitos... Jogando palavras malditas, malditas, insanas, profanas... Umas nas caras das outras...  Nos domingos, bem de manhazinha, enquanto esperavam “vítimas chegando, ou saindo das casas... logo cedinho, bem de manhã...” 

“Eu, quanto vítima das más línguas, estou incluso, nestes obscuros escuros lados dos seres... Bem... eu me lembro delas... (Adorei... Algumas destas experiências humanas, me fizeram crescer...!)”

Amei olhar, de relance, os olhinhos delas... indignados... graves, inquisitivos... debruçados nas vassouras e em mim – que passava casualmente – pela manhã, vindo a pé, é claro, das noitadas... E, naquela época, eu ainda era educado com as formalidades socioculturais habituais... E, cumprimentei-as. Feliz, por qual motivo, o qual agora não meu lembro, feliz estava. A minha felicidade, naquele momento, pelo o que me conheço, devia ser por qualquer razão... nasci infeliz, mesmo, e, então, resolvi fazer desta naturalidade comportamental adversa, a criação artística das vivências do lado positivo e feliz e bom...
De algo, tenho certeza. Tanto naquela hora, como agora, eu tinha e tenho e terei uma certeza: fiz e faço das minhas infelicidades, um laço, um abraço, um amor, um encanto, um acato, um tudo, de tudo, por Amor...! 

Mas, sem delongas, sem prolongamentos... Naquele dia, eu tive a felicidade de vir para casa dormir, e, deparar-me com aquelas “Brilhantes Fofoqueiras, Deus a tenha-as, Abraçando-as para Si, Eternamente...!
 ”
Eu fui muitíssimo feliz, ali, naquele momento. Assim como em muitos e muitos outros, da minha existência. Eu aprendi, ao longo da vida, a amparar-me e tirar proveito das adversidades sociais, a mim, naturalmente impostas... Naquele dia, lembro-me: elas me olharam com olhos de horror, repulsa, (eu estava “alcoolicamente turbinado”, mas não fiz sexo, não matei, não roubei, graças a Deus, estava vivendo as minhas dores, a minha solidão, estava feliz, pois estive conversando, enquanto caminhava pelas ruas e calçadas da vida, com a espiritualidade inimaginável do bem, enquanto que, entretanto, com o meu olho de gato, olhava, sentindo, espreitando, vivenciando, até, os lados obscuros do mau... Consciente de que ele existe... E o que me banhava de felicidade, é: que tanto o lado do bem, o lado da clareza, assim como o lado o mal, nos obscuros da vida, da falta de evidência, dos profanos, enfim... Existem! Todos os lados Escuros, dentro das Escuridões Obscuras dos Seres, eles, existem: agem e reagem! São Maldosos... desejam persistirem-se, até, sobre eles mesmos... São Cobras, são Serpentes, pois são danosos, São do Mau!)

...Às vezes, muitas vezes, inumeráveis vezes, em momentos insanos, (aonde a inveja, o ódio, a cobiça, a falta de capacidade, a irracionalidade, a falsa moralidade, a mascarada sensação de bom senso, as injustiças cobrando O AMOR DA JUSTICA, e a JUSTIÇA, querendo entender o que eles desejam, em NOME DE DEUS, entender a SI PÓPRIA, DECLARANDO-SE JUSTA EM TUDO E PARA COM TODOS, EM NOME DO AMOR: GERANDO UMA FARSA SOCIOCULTURAL, SIMPLES ASSIM: (...!) E, Nenhum, de cada um de nós, foi, quando concebido, informado de Nada: Mas, o Ideal Coletivo, como plano de fundo, talvez seja: CADA UM POR SI...!

E, somos únicos, ímpares! Plantados dentro desta EXISTÊNCIA! Lembrando-se do Amor... Lembrando-se de Deus, da Espiritualidade... Lembrando-se do último abraço, das últimas carícias de mãos... Lembrando-se do orgulho próprio, das memórias, das inumeráveis canções que passam, e se passaram pelos ambientes individuais ou, socioculturais, das Nossas Vidas, quando um dia, estivermos fechando os nossos olhos para este mundo...!

Lembrando-se ainda mais: de todos os assassinos e assassinas, juntos ou posando como sendo, grandes homens e mulheres de bem, que passaram, ainda passam e passarão, por todas as Épocas em todas as Eras Históricas da Humanidade:
Todos Eles: os quais, todos iguais, se devoram a si mesmos e aos outros, com as calúnias, as usuras, as infâmias, com os vícios profanos e os profanados, contra tudo e contra todos... Tudo, em nome do Poder: Contra, inclusive, até mesmo, Deus Nosso Senhor Criador...!

Muito embora, apesar de tudo: todos nós, dentro das existências – pessoal, ou, humanitária – somos, e, somamo-nos todos, desejosos de sermos: Unos ao Criador, ao nosso eu, formando num único tópico em nós: A Humanidade consagrando-se aos Olhos do Criador!

Odenir Ferro Escritor
Poeta, Embaixador Universal da Paz

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