Caminho pelas Estrelas Follow by Email

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Artigo de natal: aos nossos sentidos pensamentos e reflexões, Mil pedaços de mim... Pela vida Toda, num único segundo! Autor: Odenir Ferro





Artigo de Natal: Aos nossos sentidos pensamentos e reflexões, Mil pedaços de mim... Pela vida Toda, num único segundo!
Autor: Odenir Ferro  


Enquanto seguia estrada afora – próximo ao Aeroporto Internacional de Viracopos (Campinas, São Paulo, Brasil) – pude notar, numas das ruas paralelas que se seguiam, num bairro próximo, que homens uniformizados, iam dependurados na traseira de um caminhão que recolhia o lixo da humanidade. Enquanto do meu lado, dentro do virtual, ancorado na minha perna direita, estava o meu tablete e as imagens que ele me expunha eram fotos de uma belíssima e glamorosa Ceia de Natal. Mesa posta com vinhos, champanhe, taças, talheres de ouro, prata, pratos de porcelana, e muitos alimentos ornamentos decorativos, castiçais com velas e frutas, muitas frutas tropicais e importadas.
Avançando em sites seguintes, vi imagens de um parto prematuro, enquanto lá fora, através da janela do carro, notava que um avião levantava voo... E outro, aterrissava.
Após estacionar, já a pé, defronte ao Aeroporto, fiquei parado – olhando o incógnito existencial exposto em pura beleza, neste misto de natureza entrelaçada com as modernidades tecnológicas da engenharia humana. Fiquei olhando debaixo para cima, vendo a barriga gorda do avião que decolava; pois ele passara próximo de tudo, a cerca de uns trezentos metros, alçando voo acima de nós. Seguindo pelo infinito azul do céu adentro...
Passara bem próximo de tudo: inclusive de mim, dentro do meu eu desperto, atônito e íntimo. Presenciando e vivenciando cenas – presentes e passadas, desejando mesclá-las com o futuro de tudo – aquele que está ainda ao porvir. Os meus olhares se tremeluziram, enquanto os meus sentidos pensamentos e reflexões, ficaram dentro de mim – numa metáfora exposta e dialética – dentro do meu ressentido eu – entre mudo e calado, e, exposto, visionário, meditativo, convulso em impulsivo. Pleno, num estado reflexivo de amor, dentro do meu interior exposto; muito embora estático, elétrico, ao mesmo que parado. Olhando a seguir, para os meus pés calçados com um par de tênis azul petróleo, novinho em folha.
Naquele momento, não consegui saber onde Jesus estava... Mil pedaços de mim... Pela vida Toda, num único segundo!

Enquanto a Van se preparava para dar partida – de fronte das escadarias do Hotel, levando alguns hóspedes, dentre os quais duas amigas, as quais desfrutaram e compartilharam comigo da festa desta noite, noite maravilhosa na qual dividimos mesa, palavras ditas e não ditas, dividimos muito, ou melhor, compartilhamos momentos reflexivos, entremeio a muita música, muito glamour e muito sucesso, empolgação, enfim... Muitos momentos intensos, de boas vibrações, euforia e felicidade, até...
Mas, bem: eu, de chinelos, trajando sport chique, calção branco, camisa branca em listas azuis – vindo do restaurante, onde degustei um farto café, e, ainda com um copo descartável de suco de laranja numa das mãos e na outra um pão próprio para cachorro-quente, do qual eu o enchi, não de salsichas, mas de linguiça calabresa (para garantir o meu almoço, pois dali, seguiria viajem para Ouro Preto, Minas Gerais).
Pude notar que a Van se preparava para partir, enquanto eu acionava o elevador para o quarto andar, e, depois, num lance de escadas, subiria para o quinto andar, quarto quinhentos e seis. Subi. Lá, no quarto andar, me dei conta de que esquecera de pegar o cartão magnético para abrir a porta. Desci. Ainda pude ver a Van, quase se indo...
Peguei o cartão com o recepcionista. Entreguei-lhe o copo descartável com um restinho de suco de laranja, já vazio. Pedi-lhe que o jogasse no lixo, por mim.
No que ele, muito solícito, atendeu. Agradeci-lhe.
Instintivamente, lembrei-me – num dos cantos dos porões das minhas memórias – aquela criança jogada na praia, sem vida... Então senti um arrepio, crendo não ser, daqui a pouco tempo, anormal, encontrarmos inúmeros cadáveres humanos, jogados nas praias... A questão de décadas passadas – ou mesmo anos pregressos – sofríamos ao ver em praias daqui, de lá, acolá, peixes, sardinhas, baleias... Aos milhares... Mortos e jogados na orla, ao léu, ao Deus dará... Sofríamos: agora, daqui pra frente, pensei eu, com um calafrio percorrendo o meu corpo, estaremos sendo obrigados a nos conformarmo-nos ao ligar a televisão, ou o computador, ou por qualquer outro meio de comunicação que for, e defrontarmo-nos, horrorizados, com homens, mulheres, crianças, na mesma degradação física  existencial, tais quais aos peixes, baleias... E de quem é a culpa? Nisto tudo, o que será normal, anormal, qual será a tolerância, a aceitação, o dinamismo, o conformismo, a descrença, o individualismo, que nos abaterá, perante a nossa realidade existencial – já tão conturbada – ainda mais, e mais, e mais?!
E Jesus? Estará presente no meio de nós todos, mediante ao todo disto tudo...?!
Deixei esta tétrica sensação de lado. Acionei novamente o elevador. Muitos pensamentos emotivos se passaram e se processaram dentro das minhas memórias...
Então, o elevador chegou até o térreo, no Saguão do Hotel, e abriu a porta. Entrei. No instante em que a porta se fechava, a poucas distâncias do saguão, pude ver o Van partindo...
E nas memórias de mim, tudo se processou. Tudo se procedeu, e, ... Num misto de tudo, lembrei-me do meu pai (que já se fora, e, ... sentia-o tão longe e tão próximo de mim...).
E o meu amolecido coração, se derreteu... Num misto de tudo, as minhas resolvidas emoções pensativas e sensitivas, me abraçaram de corpo e alma...
Sorri e chorei por dentro, agradecido e, muito, muito entristecido.
Entrei no quarto e escrevi estas linhas... Terminei-as olhando para o Troféu Carlos Drummond de Andrade, intimamente agradecido.
Itabira, Minas Gerais, Domingo, 25 de Outubro de 2015.
Neste barco, estamos tudo e todos, no mesmo avião – dentro de um momento ao outro, sendo que o qual o desconhecemos – tudo e todos iremos: no último instante de um momento qualquer, iremos: ou naufragar ou despencarmos dos céus ilusórios, dentro do qual vivemos o nosso lirismo, no espaço de um existir, que desconhecemos até de nós mesmos...
E, o que mais é profundamente doloroso, não é a consciência deste fato, pensando e assimilando-o, no individual; mas sim, o de saber que nos despediremos daqueles, os quais tanto nós os amamos, que partirão deixando-nos aqui, nesta terra, vivendo as carências de um espaço um pouco a mais, dentro do ainda mais, tão vazio universo inenarrável de nós... Buscando razões e sentidos, dentro deste nosso íntimo tão efêmero, tão passageiro, tão descartável...
Adoro a simplicidade brejeira e desconfiada do povo mineiro – um bom pedaço de mim, se identifica, se processa e se relaciona com o Universo Humanitário, através desta maneira conexa e cognitiva – onde eu, também olho, a partir do interior de mim, para os prosseguimentos cognitivos e comportamentais (expressivos ou inexpressivos) dos seres humanos: irmãozinhos meus, companheiros de viagem – nestes momentos existenciais, nos quais, por enquanto, entretanto, estamos todos por aqui: orbitando e habitando este tão lindo Planeta, que os nossos Ancestrais, em algum dia, lá atrás, mas bem lá atrás mesmo, inventaram de denominá-lo de Terra!
(Dentro disto tudo, num pouco ou muito disto tudo, onde está, onde fica, como se posiciona, de que maneira se comporta, o nosso Grande Amigão, o qual também, de maneira idêntica, nossos irmãozinhos Ancestrais, n’algum dia, remoto, bem remoto, e histórico, o denominaram de Jesus de Nazaré, cujo curto espaço de tempo de Sua História pessoal de existência, teve inumeráveis poderes: dentre eles o de nos deixar um legado histórico processual e marcante, que nos marcou e nos crucificou, nos arrebatou e nos diminuiu e nos engrandeceu, libertando-nos pelos espaços da Eternidade afora...
E a fatalidade existe e rege o seu pulso em punho intruso e cerrado sobre qualquer um de nós – pois todos (Deus nos livre e guarde, Amém!) estamos sujeitos (muito embora inconformados e desejosos de não sermos submissos a ela (...!)). Tanto a fatalidade assim como a fragilidade, estão inseridas nos contextos subjetivos dos nossos procedimentos comportamentais, perante o nosso existir!
E Jesus, intercede simultaneamente, ininterruptamente, por nós todos?! É mais um ano que se finda, é Tempo de Amor, é Tempo de Natal: novamente as guirlandas nas portas, à espera do Papai-Noel, novamente as luzes, as árvores enfeitadas, os presentes, os doces as ceias, as flores, e as bebidas, muitas, muitas bebidas...
E nos Céus: Anjos tocam músicas infinitivas, aos sons de Harpas cristalinas, sinos encantadores, entremeados de lirismos, poesias, e canções entoadas feito um quê glamoroso de Eternidade...
Daí, então, entra em Cena de Natal, Deus! Assim! Sem mais nem menos: Eterno!  Vem para nos dizer que o Seu Filho Jesus é o Salvador de Tudo e de Todos.
O Natal, não se resume apenas num Feliz Natal para Todos! E Tudo o demais, cada um que sinta o que sente, pois o dom da Imortalidade de Vida, a Todos foi, por Deus, Sacramentada! Feliz Natal!























































































Artículo de la Navidad: Para nuestros sentidos pensamientos y reflexiones, mil piezas de mí ... Para toda la vida en un solo segundo!

Autor: Odenir Hierro

Mientras iba por la carretera - cerca del Aeropuerto Internacional de Viracopos (Campinas, São Paulo, Brasil) - me di cuenta, en una de las calles laterales que siguieron en el barrio cercano, que los hombres uniformados estaban colgando en la parte posterior de un camión que recogía la basura de la humanidad. Mientras que de mi lado, en el virtual, anclado en la pierna derecha, que era mi tableta y las imágenes expuso mí eran fotos de una cena hermosa y glamorosa Navidad. Mesa con vino, champagne, vasos, cubiertos de oro, plata, platos de porcelana, comida y muchos adornos decorativos, candelabros con velas y frutas, muchas frutas tropicales e importadas.
Avanzando en estos sitios, vi imágenes de un nacimiento prematuro, mientras que fuera a través de la ventanilla del coche, se dio cuenta de que un avión levantó el vuelo ... y otra aterricé.
Después de aparcar, ya que a pie, en frente del aeropuerto, me detuve - mirando a la incógnita existencial más arriba en la belleza pura, esta mezcla de la naturaleza entrelazada con la modernidad tecnológica de la ingeniería humana. Yo estaba mirando desde abajo hacia arriba, mirando la grasa del vientre del avión que despegó; al pasar cerca de todo, a unos trescientos metros, en vuelo por encima de nosotros elevación. Tras el en el cielo azul infinito ...
Pasó muy cerca de todo: incluyéndome a mí, dentro de mi me despierto, aturdido e íntimo. Ser testigo y experimentar escenas - presente y el pasado, con ganas de combinarlos con el futuro de todos - que aún está por venir. Mis ojos parpadearon hacia arriba, mientras que mis sentidos pensamientos y reflexiones estaban dentro de mí - una metáfora expuesto y dialéctico - dentro de mi me resentido - entre mudo y silencioso, y expuesto, visionario, meditativo, convulsionado en impulsivo. Completo en un estado de reflexión de amor, dentro de mi exposición en el interior; aunque la electricidad estática, incluso cuando está parado. Mirando entonces a mis pies calzados con un par de zapatos del trullo, a estrenar.
En ese momento, yo no sabía donde estaba Jesús ... Un millar de piezas de mí ... Para toda la vida en un solo segundo!

Mientras que Van estaba preparando para saltar de inicio - el frente de los pasos del hotel, lo que lleva a algunos invitados, entre los cuales dos amigos, quienes disfrutaron y compartieron conmigo la fiesta de esta noche, noche maravillosa en la que compartimos mesa, hablan y tácitas, muy dividido, o más bien compartido momentos de reflexión, inserción de mucha música, mucho glamour y el éxito, la emoción, finalmente ... Muchos momentos intensos de buen rollo, euforia y felicidad, por ...
Pero así: Yo, zapatillas, vestido con el deporte elegante, pantalón blanco, camisa blanca con rayas azules - proveniente del restaurante donde probé un buen desayuno, y también con un vaso desechable de jugo de naranja en una mano y en la otra un propio pan para perros calientes, que me llenada, no salchichas, salchichas salchichones pero (para asegurar mi almuerzo porque allí, seguir viajando a Ouro Preto, Minas Gerais).
Me di cuenta de que Van se disponía a salir, como he activado el ascensor hasta el cuarto piso, y luego un tramo de escaleras, iría hasta el quinto piso, dormitorio quinientos seis. Me acerqué. Allí, en el cuarto piso, me di cuenta de que había olvidado a recoger la tarjeta magnética para abrir la puerta. Bajé. Sin embargo, pude ver Van, casi va ...
Tomé la tarjeta a la recepcionista. Le entregué el vaso de papel con un poco pasado de jugo de naranja, ya vacía. Le pregunté a tirar a la basura para mí.
En ella, muy servicial, ella respondió. Le di las gracias.
Instintivamente, me acordé - en un rincón del sótano de mis recuerdos - que los niños juegan en la playa sin vida ... Entonces sentí un escalofrío, no creer, en poco tiempo, anormal, conocer innumerables cadáveres humanos, arrojados en las playas ... La cuestión de décadas pasadas - o incluso años de historia anterior - que sufrió al ver en las playas de aquí, allí, allí, de pescado, sardinas, ballenas ... ... los miles de muertos y arrojados en el borde, de forma aleatoria, a Dios se ... Hemos sufrido: ahora, a partir de ahora, pensé, con un escalofrío corriendo por mi cuerpo, estamos siendo forzados a la conformarmo nosotros encendemos la televisión o la computadora, o por cualquier otro medio de comunicación, es decir, y nos defrontarmo con horror, con los hombres, las mujeres, los niños, la misma degradación física existencial, como dónde pescar, ballenas ... ¿Y de quién es la culpa? En todo esto, lo que será normal, anormal, lo que es la tolerancia, la aceptación, el dinamismo, la conformidad, la incredulidad, el individualismo, que nos golpearon, antes de nuestra realidad existencial - ya tan atribulado - aún más, y más, ¡¿y más?!
Y Jesús? Estará presente en medio de nosotros a lo largo de la totalidad de todo ...!
Dejé este sentimiento sombrío a un lado. Una vez más manivela hasta el ascensor. Muchos pensamientos emocionales pasaron y procesados ​​dentro de mis recuerdos ...
Entonces, el ascensor llegó a la planta baja, en el hall del Hotel, y abrió la puerta. Entré. El instante en que la puerta se cerró, a pocas distancias del vestíbulo, que vio la camioneta dejando ...
Y los recuerdos de mí, todo se procesó. Todo procedió, y ... Una mezcla de todo, me acordé de mi padre (que se había ido, y ... lo sentía tan lejos y tan cerca de mí ...).
Y mi corazón ablandado, se derritió ... Una mezcla de todas mis emociones reflexivos y sensibles que resuelve, me abrazó, cuerpo y alma ...
Sonreí y lloré por dentro, agradecido y muy, muy triste.
Entré en la habitación y escribí estas líneas ... Terminé ellos mirando en el Trofeo Carlos Drummond de Andrade, estrechamente agradecido.
Itabira, Minas Gerais, el domingo 25 de octubre 2015.
Este barco, estamos todos y todas en el mismo plano - en un momento a otro, con la que el desconocido - todo y de todos hará lo siguiente: en el último momento a cualquier momento, nosotros: ya sea fregadero o despencarmos del cielo ilusorio dentro que vivimos nuestra lirismo, dentro existe uno, que no sabemos siquiera de nosotros mismos ...
¿Y qué más es profundamente doloroso, no es la conciencia de este hecho, el pensamiento y asimilarlo, el individuo; más bien, el saber decir adiós a aquellos, que por mucho que los amamos, nos parten dejando aquí en esta tierra, que viven los fracasos de un espacio un poco más dentro del universo vacío más lo indecible nosotros ... razones y significados Buscando dentro de este nuestro ser tan efímero, lo fugaz, como desechables ...
Me encanta la Brejeira y la sencillez de las personas sospechosas de minería - un buen pedazo de mí, se identificó, se procesa y se relaciona con el universo humanitaria, a través de esta forma relacionada y cognitiva - donde también ojo, desde adentro de mí, los procesamientos cognitivos y conductuales (importantes o insignificantes) de los seres humanos: mis pequeños hermanos, compañeros de viaje - esos momentos existenciales, en los que, por ahora, sin embargo, todos estamos aquí: órbita y que habita este planeta tan hermoso que nuestros antepasados , en algún momento, camino de regreso, pero la derecha de nuevo, incluso inventado el término que la Tierra!
(En el interior de todo, un poco o un mucho de todo esto, ¿dónde está, dónde está, como se posiciona, cómo se comporta, nuestro Gran Amigo, que también, de la misma manera, nuestros hermanos antepasados, día n'algum remoto, muy remoto, y la historia, el llamado Jesús de Nazaret, cuyo corto tiempo de su historia personal de la existencia, tenía innumerables poderes: entre ellos para dejarnos una herencia histórica procesal y notable, que nos marcó y crucificado y arrebatado disminuido y magnificada, liberándonos de los espacios de la Eternidad de todo el ...
Y existe la fatalidad y administra la muñeca y el puño cerrado en intruso en cualquiera de nosotros - para todos (! Dios nos libre y guarde, Amén) están sujetos (aunque triste y ansioso de no ser sumisa a su (... !)). Tanto la fatalidad como las dificultades, están incrustados en contextos subjetivos de nuestros procedimientos de comportamiento, antes de nuestra existencia!
Y Jesús intercede simultáneamente sin interrupción para todos nosotros! Es otro año que acaba de terminar, es tiempo de amor, es tiempo de Navidad: de nuevo las coronas en las puertas, esperando a Papá Noel, espalda luces, árboles decorados, regalos, dulces cenas, flores, y las bebidas, muchas, muchas bebidas ...
Y en el cielo los ángeles tocan música infinitivo, suena arpas de cristal, campanas encantadora, intercaladas con lirismo, poesía y canciones cantadas hicieron un toque de glamour de la eternidad ...
De ahí, entonces, entra en escena de la Navidad, Dios! Así! Al igual que: Eterno! Viene a decirnos que su Hijo Jesús es el Salvador de todos y todas.

Navidad, no es sólo una Feliz Navidad a todos! Lo que el otro, cada uno de ustedes para sentir lo que sientes, porque el don de la inmortalidad de la vida, todo el mundo estaba, por Dios, consagrada! ¡Feliz navidad!



Nenhum comentário: