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domingo, 11 de maio de 2014

ARTIGO: SIMBIOSES Autor: ODENIR FERRO





Artigo: SIMBIOSES
Autor: Odenir Ferro

O Autor é Escritor, Poeta, Embaixador Universal da Paz! Título Concedido pelo Cercle Universel des Ambassadeurs de La Paix Suisse/France.

Autor de vários livros, dentre eles, Às Meninas que sonham (Pétalas d’água) – ooesias, e o prosa-poético Caleidoscópio Interior. Ambos publicados pela:


 

Para aquisições exemplares dos livros: acessem: http://www.livrariacultura.com.br , pesquisando

Odenir Ferro


 

Todas as mamães têm – até mesmo as mais castigadas, as mais injustiçadas, as mais infelizes, as mais destituídas, as mais desorientadas, enfim... As mais excluídas socialmente, as mais destruídas, as mais depravadas, as mais prostitutas – a atemporalidade existencial constituída numa ou numas muitas relações, constituídas numa ou numas muitas simbioses, para com os seus filhos e ou, para com as suas filhas.

Nossa Senhora Maria – Mãe Santíssima – configurada, envolta, em grandes mistérios, através das suas muitas, inumeráveis virtudes, foi uma mulher submissa – em relação aos seus muitos (indignos) infortúnios (dentro da sua época existencial física), no tocante ao que a Vida e os seus desígnios, lhes propiciaram.

- Mas, Mãe, é Mãe! Não nos restam dúvidas! Desde as mais virtuosas, até as mais depravadas... Pois, se há um comparativo sobre isto, todas são Mulheres! Todas concebem... Dando a Luz, ou não! Todas Amam... Ou não?!...!

- Há as que não amam os seus filhos! Há as que não amam nem mesmo a si próprias!

- Há as que “fingem” que amam... Há também as que “fingem” que amam os seus filhos ou filhas... Por inúmeras questões sentimentais ou sociais: pois inumeráveis mulheres vivem de “estéticas sociais” – vivendo para tudo o que lhes forem sociocultural, condizentes, agradáveis, aos seus status, às “suas” (suas?) virtudes socioculturais...

- Tem mulheres que fingem se amarem, muito embora, por dentro, eternamente se corroem de inumeráveis e doloridos e dolosos ódios... Pois, dentre muitas “situações”, ou mataram os seus filhos – abortando-os, ou no volante, neste transito – sim, muitas mataram os seus filhos, dirigindo um veículo, conduzindo ao seu lado um filho seu... São percursos, são fatalidades, são desatinos desta vida... Mas... Todos nós sabemos, que muitos “homens” gerados por algumas delas, construíram através deles ou compactuados com elas, muitas, inúmeras guerras... E enfim, os resultados estão aí... Amamos, ou não?!...

- Não temos opções: ou amamos ou não!

- E nos dias atuais, o que significa Amar? Dar um beijo e um abraço na mamãe? Mesmo sendo este abraço significativo ou não?

- E as que já se foram desta Vida? O que direi eu – que elas, todas estas grandes, imensuráveis, soberanas Mulheres que conceberam, deram a luz, choraram nos partos cheios de dores, cheio de esperanças, cheio de amores, cheio de rompantes significativos para os mais inspirativos atos de abnegação, de sublimação, de espontaneidade, de ingenuidade amorosa, de alquimia metafísica entre as emoções e as razões, entre as atemporalidades concedidas pela fé incondicional de se ser um ser fêmea-mulher alimentando a continuidade majestosa da Vida? 

Através da confiança e da credibilidade que Deus lhes dá, ou lhes deu? Através da concepção feita pela vagina sangrando um parto de amor... Dolorida...  Jorrando a água da placenta, expurgando para fora de si um feto... Feito criatura, ser humano criança... Vinda à luz (mais um, ou um a mais?!) dentro do amor... Conceptivo... Feito do, ou através do carisma virtual desta Vida! Vivida através dos amores, das rezas, ou, feita dos inumeráveis “fetiches” realizados por rezas boas e ruins, endereçadas aos verdadeiros Deuses, e Deusas... Ou, infelizmente, para os muitos... Inúmeros, e falsos, deuses e deusas...

- Creio que todas as Mães são: assim... Como as dimensões das nossas mãos! Somos espontâneos, assim como as nossas mamães! Em tudo cremos... Tudo desejamos vivenciar, amarmos...! Pois, graças a elas, estamos vivos (ou não)... (ou Não?!)...

- Dentro desta vida (Ou, melhor ainda, dentro da Eternidade!) no que sabemos, está e sempre, eternamente será regida pelo Criador! Mas... Cônscios, sabemos... Sabemos cônscios... De que as maldades (inúmeras...) estão por aí... Por quem?...

- Por ele, ou por aqueles... pelos discípulos deles...! Enfim... Não pretendo caracterizar, “artisticamente” –, descrevendo sobre tudo e sobre todas as imundícies que todos nós, conscientes ou não, sabemos existirem...

- Eu agora, me pergunto: Onde estão concentradas as vivências da Paz?

- Dentro dos nossos estados sublimados dos verdadeiros Amores? Ou nos estados indesejados dos ódios? Nas ações? Nas reações? Nas voluntárias ou, nas involuntárias atitudes? Dentro dos mistérios? Dentro das clarezas? Dentro das atitudes? Dentro das estagnações...?

- A Vida é a Concepção de Uma Obra Inacabada da Criação... Cujas Mulheres, dão plena continuidade essencial, existencial...!

 

Article: Symbiose

Auteur: Odenir Ferro

L'auteur est écrivain, poète, ambassadeur pour la paix universelle! Titre Attribué par Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix Suisse / France.

Auteur de plusieurs livres, parmi eux, les filles qui rêvent (Pétales d'eau) - ooesias, et de la prose poétique Kaléidoscope Intérieur.Tous deux publiés par:


 

Pour acheter des exemplaires des livres: visiter: http://www.livrariacultura.com.br , la recherche

Ferro Odenir


 

Toutes les mamans ont - même les plus battues, le plus lésé, le plus malheureux, les plus démunis, les plus désorienté, enfin ... Le plus socialement exclus, les plus détruits, les plus dépravés, la plupart des prostituées - constituaient une intemporalité existentielle ou Numas de nombreuses relations, constitués d'une ou plusieurs Numas symbioses, envers leurs enfants et ou vers leurs filles.

Notre-Dame Marie - Sainte Mère - configuré, enveloppé dans un grand mystère, à travers ses nombreuses vertus, innombrables, était une femme soumise - pour ses nombreux (indignes) malheurs (au sein de sa saison physique existentielle), concernant ce qui La vie et ses fins, les apaisés.

- Mais, Maman, c'est Mère! En aucun doute! Depuis le plus vertueux, même les plus dépravés ... Car s'il ya une comparaison à ce sujet, ils sont toutes les femmes! Tous les concevoir ... Donner à la lumière, ou pas! Ils aiment tous ... Ou pas? ...!

- Il ya ceux qui n'aiment pas leurs enfants! Il ya ceux qui n'ont pas l'amour ou encore eux-mêmes!

- Il ya ceux qui "prétendent" aimer ...Il ya aussi ceux qui "prétendent" aimer leurs fils ou leurs filles ... Pour de nombreuses questions sentimentales ou sociales: d'innombrables femmes vivent "esthétique sociale" - vivant pour tout ce qu'ils sont socioculturel, cohérente, agréable, leur statut, à «leur» (son?) vertus socioculturels ...

- Il ya des femmes qui prétendent aimer, même si, à l'intérieur, corroder éternellement haine intentionnelle innombrables et douloureux ... Car, parmi les nombreuses «situations», ou tué leurs enfants - les faire avorter, ou sur le volant, ce transit - oui, beaucoup tué leurs enfants, conduite d'un véhicule, menant à son côté son enfant ... Folies de cette vie sont les voies sont morts, sont ... Mais ... Nous savons tous que de nombreux «hommes» générés par certains d'entre eux, à travers eux ou compactuados construits avec eux, beaucoup, beaucoup de guerres ... Et enfin, les résultats sont là ... Nous avons adoré, ou pas? ...

- Nous n'avons pas d'options: soit aimé ou pas!

- Et de nos jours, ce qui signifie l'amour? Donner un baiser et une maman étreinte? Même avec cette importante ou pas embrasser?

- Et ceux qui ont passé de cette vie? Que dirai-je - ils, tous ces grands, incommensurables, femmes souverains qui ont conçu, donné naissance, pleuraient à l'accouchement plein de douleur, plein d'espoir, plein d'amour, plein de salves importantes pour les actes les plus inspirants de l'altruisme, sublimation, la spontanéité, l'ingéniosité d'amour, alchimie métaphysique entre les émotions et les raisons, entre atemporalidades accordés par la foi aveugle à une femelle-femelle se nourrit la continuité majestueux de la vie? 

Grâce à la confiance et la crédibilité que Dieu leur donne, ou leur donner? En concevant pris de l'hémorragie à l'accouchement vagin de l'amour ... Sore ...  L'eau jaillissant du placenta, la purge par eux-mêmes un fœtus ... Fait créature, enfant humain ... Venir à la lumière (plus un ou plusieurs?) dans l'amour ... Conceptuelle ... Fabriqué à partir de, ou à travers le charisme de cette vie virtuelle! Vécu l'amour, les prières, ou en d'innombrables «fétiches» effectuées par les bonnes et mauvaises prières, adressées aux vrais dieux et les déesses ... Ou, malheureusement, pour beaucoup ... Nombreux, et les faux dieux et des déesses ...

- Je crois que toutes les mères sont comme ça ... Comme les dimensions de nos mains! Nous sommes spontanée, comme nos mamans! Dans tout ce que nous croyons ... Tout ce que nous voulons faire l'expérience, à l'amour ...!Eh bien, grâce à eux, nous vivons (ou pas) ... (ou pas!) ...

- Dans cette vie (! Ou, mieux encore, dans l'éternité) comme nous le savons, est toujours et pour toujours sera régie par le Créateur! Mais ... Conscient, nous savons ... Nous conscience ... Que la méchanceté (inúmeras. ..) là-bas ... Par qui? ...

- Pourquoi at-il, ou ceux d'entre eux ... les disciples ...! Quoi qu'il en soit ... Je n'ai pas l'intention de caractériser, "astucieusement" - décrivant de tout et de toutes les ordures que nous avons tous, consciemment ou non, nous savons qu'il ...

- Je me demande maintenant: Où se concentrent les expériences de la paix?

- Dans nos états sublimés de vrais amours? Ou dans les Etats non désirées déteste? En stock? Dans les réactions? Dans le volontaire ou involontaire d'attitude? Dans les mystères? Dans les clartés? Dans les attitudes? Dans le marasme ...?

- La vie est la conception d'un travail inachevé de la Création ... Dont les femmes donner, la continuité complète essentiel existentielle ...!

 

 

 

 

 

 

 

 

2014 05 11 11 06 29


Enc: Multiverso: últimos dias / Multiverse: last days

Em Sábado, 10 de Maio de 2014 9:23, galeria LOGO escreveu:
No próximo sábado, 17 de maio, encerramos a exposição Multiverso, do coletivo argentino Doma. Aproveitamos a oportunidade para enviar algumas imagens da instalação e dos trabalhos expostos. Esperamos que você goste!

Our current show Multiverse, by the Argentine collective Doma, closes next Saturday, May 17. We take the opportunity to send some installation shots and images of the works on view. We hope you enjoy it!




Multiverso é a primeira individual do Doma no Brasil e apresenta cerca de vinte obras, dentre elas, cápsulas de acrílico que retratam pequenos cenários de personagens em situações às vezes corriqueiras, às vezes absurdas. Divertidos e inusitados, os trabalhos são normalmente carregados de humor e ironia, incorporando uma crítica direta aos contrastes, conflitos e desigualdades do nosso mundo contemporâneo globalizado.

Multiverse is Doma's first solo show in Brazil. On view are about twenty works, including acrylic capsules that depict scenarios of small characters in situations sometimes mundane, sometimes absurd. Fun and unusual, the pieces are usually loaded with humor and irony, even though they are also a direct criticism to the contrasts, conflicts, and inequalities of our globalized contemporary world.






 


E não deixe de vir conferir Multiverso pessoalmente. Estamos abertos de terça a sexta, das 11h às 19h, e aos sábados, das 11h às 18h. Esperamos você!
 
Make sure to pass by LOGO before the show closes. We are open Tuesday-Friday, 11am-7pm, and on Saturdays, 11am-6pm. We look forward to seeing you here!
 


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Enc: Ma guitare contre un viol… Mi Guitarra Contra Una Violación Моя гитара против изнасилования... My guitar against a rape...Minha guitarra contra um estupro...

Em Domingo, 11 de Maio de 2014 5:49, Cercle Univ. Ambassadeurs de la Paix  escreveu:
 de notre ambassadrice Françoise Marie BERNARD France

                                                            votre indulgence pour les traduction merci !                  
                                
Ma guitare contre un viol…
 
Pourquoi ? Encore … sous ce triste empyrée ?
Qu'avait-elle fait à ces hommes assoiffés ?
Jeune, jolie, et pourtant sa vie a sombré
Dans un cauchemar sans humanité !
 
Au pays des dieux, certains hommes du Tiers-Monde
Ont convolé avec le diable, usant
De leurs forces pour des gestes immondes
Sur un ange ; gestes violents et mutilants…
 
Je donnerais le « la » de ma guitare
Pour que cet acte n'ait jamais existé ;
Je jouerais la mélodie qui répare
Cœurs et corps ; par quelques notes de gaieté…
 
J'imagine une douce chanson d'antan
Pour harmoniser l'éveil de l'Inde profonde ;
Eveil à cette dure réalité faite de carcans,
Violences, soumissions ; tuant les âmes fécondes…
 
J'imagine un monde de paix sans viol,
Au son de ma guitare, au son du cœur humain
Qui appelle les hommes à bannir le viol ;
Partout sur la Terre, par respect du corps féminin…
 
Indignation contre cette ignoble violence
Faites aux femmes… ! Jouons tous nos accords
Contre cette froide normalité, vide de sens ;
Osons affronter ces hommes dont les sentiments sont morts !
 
Gandhi ! Relève-toi ! Tes hommes sont des loups
Violant et assassinant les bergères de la vie…
Reviens leur apprendre la Paix ; qu'ils soient doux
Dans leurs foyers, respectant les femmes et la vie !
 
A toi jeune indienne, je dédie ces mots afin que ton calvaire
Protège tes sœurs, dans ton pays et dans le monde… ;
Que tes souffrances et ta mort éveillent les esprits amers
Au fond de chaque caste, chaque maison, à chaque seconde…
 
Mi Guitarra Contra Una Violación
 
¿Por qué? ¿Una vez más... bajo ese triste empíreo?
¿Qué había hecho ella a esos hombres sedientos?
¡Joven, bella, y sin embargo su vida hundió
Dentro de una pesadilla sin humanidad!
 
Al país de los dioses, algunos hombres del tercer mundo
Se desposaron con el diablo, usando
De sus fuerzas para gestos inmundos
Sobre un ángel; gestos violentos y mutiladores...
 
Daría el "la" de mi guitarra
Para que nunca ese acto haya existido;
Tocaría la melodía que repara
Corazones y cuerpos; por unas notas de alegría...
 
Imagino una dulce canción de antaño
Para armonizar el despertar de la India profunda;
Despertar a esa dura realidad hecha de lastres,
Violencia, sumisión; matando a almas fecundas...
 
Imagino un mundo de paz sin violación,
Al sonido de mi guitarra y del corazón humano
Que llama a los hombres por desterrar la violación;
En todas partes de la Tierra, respetando al cuerpo femenino...
 
¡Indignación contra esa innoble violencia
Hecha a las mujeres...! ¡Toquemos todos nuestros acuerdos
Contra esta fría normalidad, vacía de sentidos!
¡Osemos enfrentar a esos hombres cuyos sentimientos estén muertos!
 
¡Gandhi!¡Despiértate! Tus hombres son lobos
Violando y asesinando a las pastoras de la vida...
¡Vuelve a aprenderlos la Paz ; que sean dulces
En sus hogares, respetando a las mujeres y a la vida!
 
Por ti joven india, dedico esas palabras a fin de que tu calvario
Proteja a tus hermanas, en tu país... y en el mundo;
Que tus sufrimientos y tu muerte despierten a los espíritus amargos
En el fondo de cada casta, cada casa, a cada segundo...
 
 
Моя гитара против изнасилования...
Почему? Еще..., под этой печальной Эмпирей?
Что она сделано для этих пожилых людей?
Молодая, красивая, и все же его жизни утонуло
В кошмар без человечества!
 
В земле богов, некоторые мужчины третьего мира
Convolved с дьяволом, используя
Их сил для грязных жестов
На ангела; жесты насилия и увечья...
 
Я хотел бы дать «» моя гитара
Что этот акт никогда не существовало;
Я хотел бы играть мелодию, что ремонтные работы
Сердца и тела; по несколько нот веселья...
Я себе сладкий старые песни
Для согласования Пробуждение глубокие Индии;
Пробуждение к этой суровой реальности carcans,
Насилие, предложений; убийство плодородные души...

Я представить себе мир мира без изнасилования,
Звук моя гитара, звук человеческого сердца
ВОЗ призывает мужчин изгнать изнасилования;
Повсюду на земле, уважение женского тела...

Возмущение этой позорной насилия
Сделайте женщины...! Играть все наши соглашения
Против этой холодной нормальности, пустые значения;
Осмеливаются противостоять эти люди, чьи чувства мертвы!
 
Ганди! Это вы! Ваши люди являются волки
Изнасиловании и убийстве пастушки жизни...
Вернуться к учить их мира; они не станут мягкими
В их домах, уважая женщин и жизни!
Вы молодой индийский, я посвящаю эти слова так, что ваши Голгофа
Защищает ваши сестры, в вашей стране и в мире...;
Ваши страдания и смерти вызывают горькие духов
В нижней части каждого касты, каждый дом, каждую секунду...


My guitar against a rape...
Why? Still... under this sad Empyrean?
What had she done to these elderly men?
Young, pretty, and yet his life sank
In a nightmare without humanity!
In the land of the gods, some men of the third world
Are convolved with the devil, using
Of their forces for filthy gestures
On an Angel; gestures violent and maiming...
 
I would give the «the» of my guitar
That this Act had never existed;
I would play the melody that repairs
Hearts and body; by a few notes of gaiety...
 
I imagine a sweet old song
To harmonize the awakening of the deep India;
Awakening to this harsh reality of carcans,
Violence, bids; killing the fertile souls...
 
I imagine a world of peace without rape,
To the sound of my guitar, the sound of the human heart
Who calls men to banish rape;
Everywhere on Earth, by respect for the female body...
Indignation against this despicable violence
Do women...! Play all our agreements
Against this cold normality, empty of meaning;
Dare confront these men whose feelings are dead!
Gandhi! Is you! Your men are wolves
Raping and murdering shepherdesses of life...
Come back to teach them peace; they are soft
In their homes, respecting women and life!
You young Indian, I dedicate these words so that your Calvary
Protects your sisters, in your country and in the world...;
Your sufferings and your death arouse bitter spirits
At the bottom of each caste, every house, every second...

Minha guitarra contra um estupro...

Por que? Ainda... sob este Empyrean triste?
O que ela tinha feito para esses homens idosos?
Jovens, bonitas, e ainda afundou sua vida
Em um pesadelo sem humanidade!
Na terra dos deuses, alguns homens do terceiro mundo
São integrados com o diabo, usando
Das suas forças para gestos imundos
Em um anjo; gestos violentos e maiming...
Eu daria o «a» do meu violão
Que este ato nunca tivesse existido;
Gostaria de jogar a melodia que as reparações
Corações e corpo; por umas notas de alegria...
 
Imagino que uma velha canção
Para harmonizar o despertar da Índia profunda;
Despertar para esta dura realidade de carcans,
Violência, licitações; matando as almas férteis...
Imagino que um mundo de paz, sem violação,
O som da minha guitarra, o som do coração humano
Quem chama os homens para banir o estupro;
Em todos os lugares na terra, por respeito para o corpo feminino...
 
Indignação contra esta violência desprezível
Fazer as mulheres...! Jogar todos os nossos acordos
Contra esta normalidade fria, vazia de significado;
Ousa confrontar estes homens cujos sentimentos estão mortos!
Gandhi! É você! Seus homens são lobos
Estuprando e matando pastoras da vida...
Voltar a ensinar-lhes a paz; Eles são moles
Em suas casas, respeitando as mulheres e a vida!
Você jovem indiano, dedico estas palavras para que seu calvário
Protege as suas irmãs, no seu país e no mundo...;
Seus sofrimentos e sua morte despertam amargos espíritos
Na parte inferior de cada casta, cada casa, cada segundo...
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