Caminho pelas Estrelas Follow by Email

domingo, 22 de dezembro de 2013

ODENIR FERRO OS DESÍGNIOS DO AMOR, DO VERBO, E DA FORÇA POÉTICA. (ARTIGO PUBLICADO NO PORTAL CEN CÁ ESTÁMOS NÓS)




ODENIR FERRO

OS DESÍGNIOS DO AMOR, DO VERBO, E DA FORÇA POÉTICA.

Estamos no mês de Dezembro de 2013. E voltamos, dentro do nosso sistema sociocultural, a abordar o tema: é tempo de Natal!

É tempo de rememorarmos os Ensinamentos que Jesus Cristo deixou para nós, com altíssimos exemplos de elevadíssima virtude em caráter de nobreza, paixão pela vida e amor inimaginável e incompreensível por nós, que nos denominamos de humanidade. Deus, o Pai, se fez Filho, nascendo da concepção do Espírito Santo, gerado no ventre da Virgem Maria... E, nascendo numa manjedoura, estabeleceu-se através do Mistério da Santíssima Trindade: nasceu, morreu e ressuscitou por nós! Quanta Sabedoria e Amor imensurável e incondicional concentram-se através dos enredos humanos atravessados pelos nossos antepassados dentro de milênios... Para que a mesma história chegasse até a nós, (dentro de um espaço atemporal para os mistérios D’Ele), demonstrando-nos, através do fio magnético condutor das nossas existências, o quanto é real a extensiva plenitude da sua Obra, que somos nós, os seres humanos, assim como todos os demais reinos: os animais, os vegetais, os minerais, e inclusive até, aqueles reinos que desconhecemos ou que não compreendemos. E, em quão elevadíssimo grau, que fogem aos nossos padrões de entendimentos (sejam eles racionais ou emocionais), concentra-se o teor divinal de todo este mistério que se propaga através de anos, séculos, milênios...

Formando e reformulando e transcendendo-se às complexidades humanas e os demais reinos. Gerando-se através dos tomos da História da Humanidade, os nossos rumos aos incógnitos representativos ou simbólicos direcionados à Eternidade!

Jesus, dentro da sua infinita Sabedoria –, deixou-nos puros exemplos de humildade –, através dos seus Ensinamentos. E também, através das suas magníficas e perfeitas atitudes de amor para com a Vida e também para a Humanidade.

Através de Deus, Ele concedeu-nos muitos dons! Nós, seres humanos, somos dotados de muitos dons. Para desta forma, podermos nos perpetuar, mediante aos incessantes e imensuráveis inenarráveis milagres geradores e perpetuadores das Vidas. Vidas que vão fazendo e refazendo-se contínua e instintivamente, através do Dom maior que é a essência divinal, vinda do Afflatus de Deus! Exalando para dentro da profundidade do nosso espírito – o sublime amor gerando-se em plenitude a nossa vida existencial – tanto a espiritual quanto a física.

Através do Natal – ao celebrarmos o aniversário de nascimento do menino Jesus – renovamos os nossos votos de amor incondicional. Conscientes da existência da essencial e verdadeira água cristalina espiritual, que jorra ininterruptamente, para dentro da nossa alma – trazendo-nos os mais dignos e esplêndidos atos de amor, fé, candura, compaixão, sublimação, cordialidade... Enfim, todas as mais bem-postas, justapostas, essências benéficas que se emanam da seiva da vida eterna, para dentro do nosso espírito. Dando-nos um toque especial de energia vital ao nosso introspectivo íntimo. Assim como também, em tudo e em todos que circundam em torno de nós. Fazendo com que o nosso corpo transcenda-se em profundidade, para dentro de uma pura e perfeita aura de paz, amor, amizade... Através dos nossos mais simples e encantadores gestos – desde os atos mais banais, até os mais complexos e expressivos pensamentos, sentimentos – criando belos e fortes laços afetivos, de tal maneira, que possamos ainda criar e recriarmos ininterruptas correntes positivas de forças carismáticas plenas de belezas para o mundo... Podendo, desta forma, destruirmos as forças malignas que estão engendradas n’alguns setores dos meios socioculturais... E que usam e abusam dos seus subalternos e dos seus “adeptos”, prometendo-lhes os mais distorcidos e diversos absurdos impostos pelos podres poderes corrompidos – no intuito de cercearem, de coibirem, de manipularem as pessoas do bem, que estão firmemente decidas a não se deixarem ser abatidas... E, sim, seguirem e transmitir ao mundo, os desígnios do Amor, do Verbo e da força poética existente nas Palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Talvez sejamos nós, o Povo, quem somos e seremos sempre, os culpados disto tudo... Ao menos, enquanto estivermos submissos e elegendo ou reelegendo os mais variados espécimes de corruptos. Não tenho dúvidas de que os podres poderes malignos concentram-se nas artimanhas produzidas pelas estratégias impostas e expostas pelos marketings políticos. Assim como também, de muitos dos seus discípulos adeptos, que, injuriados com aqueles que se destacam na sociedade pelo talento próprio, pelo dom e capacidade de permanecerem-se numa postura de humildade incorruptível, desejosos de perpetuarem-se perante a vida numa postura de dignidade, trabalhando em prol da construção de um mundo melhor, até usam, estes famigerados discípulos do mal, do “marketing político administrativo” para denegrirem, distorcerem, “modificarem ao seu bel prazer ou dos seus mandatários,” a imagem e a boa índole das pessoas do bem...

Criada através de inumeráveis e de bem intencionados esforços feitos numa incansável luta pelos ideais, pela conquista dos sonhos, esforçando-se com muita garra, determinação e coragem! E, o que é melhor: sem precisarem “usurpar” das volumosas verbas administrativas, e nem de usarem dos favoritismos de ninguém.

Neste final de Dezembro e também durante todo o ano de 2014 (Ano Eleitoral, Ano de Copa Mundial, com os acontecimentos esportivos sendo produzidos aqui, no Brasil e estrategicamente sendo distribuídos e expostos para o Mundo...) vamos refletir e vivenciar dentro de nós, as belezas da vida, a paz de espírito, a consciência tranquila e o verdadeiro amor ao nosso próximo. Criando uma cultura social mais bem-posta mais justaposta, com mais facilidades para os nossos irmãos menos favorecidos, dentro destas guerras socioculturais, ambientais, mercantilistas e, cada vez mais consumistas, que estão sendo implantadas de formas estrategicamente desproporcionais e desorganizadas, dentro do nosso habitat natural.

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