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sexta-feira, 16 de março de 2012

Enc: Hoje: DIA DO BIBLIOTECÁRIO



----- Mensagem encaminhada -----
De: Hazel São Francisco
Para: odenir ferro <odenir.ferro@yahoo.com.br>
Enviadas: Quarta-feira, 14 de Março de 2012 0:11
Assunto: FW: Hoje: DIA DO BIBLIOTECÁRIO

Repassando
 

Subject: Hoje: DIA DO BIBLIOTECÁRIO
Date: Mon, 12 Mar 2012 20:13:02 +0000

ORAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO
Senhor, tu me deste o dom da paciência e,
Mais do que ela, o de ouvidor;
De silenciar e de achar justificativas
Para cada "típico" usuário da informação
Que busca o meu auxílio.
Eu sou o elo entre a informação e a necessidade do usuário.
Eu sou o seletor dos documentos.
Eu sou o intérprete dos desejos alheios.
Faze, Senhor, que eu me policie diante da vontade
De interferência na necessidade de outrem.
Eu sou o leitor telegráfico e assíduo de tudo a que tenho acesso.
Faze, Senhor, com que eu saiba discernir entre o necessário
E o desnecessário, a fim de atender às pessoas.
Eu sou o protagonista de cenas isoladas e pesquisas exaustivas.
Faze, Senhor, com que eu possa ser assistido
Pelas pessoas certas.
Senhor, permite que eu me mantenha fiel
Ao compromisso de informar, indistintamente,
A todos que procurarem por uma informação.
Permite que eu não vacile diante dos trabalhos exaustivos.
Que eu não esmoreça diante das críticas.
Que eu não duvide da capacidade
De servir aos amantes da informação.
Permite que eu seja criativa a cada novo sol,
E, quando dele me afastar,
Seja porque me aproximei de ti para sempre.
Amém!
SELL, Maria Aparecida. Oração do Bibliotecário. Disponível em: http://www.amoreseducao.com.br/Oracao/Bibliotecario.htm. Acesso em: 15 de março de 2009.


Enc: "CASTRO ALVES - nasceu a 14 de Março de 1847". Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro. Divulgação internacional e direta "Cá Estamos Nós" carlos leite ribeiro



----- Mensagem encaminhada -----
De: Carlos Leite Ribeiro
Para:
Enviadas: Terça-feira, 13 de Março de 2012 20:45
Assunto: "CASTRO ALVES - nasceu a 14 de Março de 1847". Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro. Divulgação internacional e direta "Cá Estamos Nós" carlos leite ribeiro
 
 
Castro Alves
nasceu a 14 de  Março de 1847
 
Dia Nacional da Poesia
- Brasil -
Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro
14 de  Março  é considerado o Dia Nacional da Poesia no Brasil, por nesta data ter nascido o grande poeta brasileiro Castro Alves.
Poeta
Castro Alves
POETA, às horas mortas que o cálice azulado
— Da etérea flor — a noite — debruça-se p'ra o mar,
E a pálida sonâmbula, cumprindo o eterno fado,
As gazas transparentes espalha do luar,

Eu vi-te ao clarão, trêmulo dos astros lá n'altura
Pela janela aberta às virações azuis,
— A amante sobre o peito sedento de ternura,
A mente no infinito sedenta só de luz.

Perto do candelabro teu Lamartine terno
À tua espera abria as folhas de cetim;
Mas tu lias no livro, onde escrevera o Eterno
Letras — que são estrelas — no céu — folha sem fim

Cismavas... de astro em astro teu pensamento errava
Rasgando o reposteiro da seda azul dos céus:
E teu ouvido atento... em êxtase escutava
Nas virações da noite o respirar de Deus.

O oceano de tua alma, do crânio transbordando,
Enchia a natureza de sentimento e amor,
As noites eram ninhos de amantes s'ocultando,
O monte — um braço erguido em busca do Senhor.

Nas selvas, nas neblinas o olhar visionário
Via s'erguer fantasmas aqui... ali... além,
P'ra ti era o cipreste — o dedo mortuário
Com que o sepulcro aponta no espaço ao longe... alguém

No cedro pensativo, que a sós no descampado
Geme e goteja orvalhos ao sopro do tufão,
Vias um triste velho — sozinho, desprezado
Molhando a barba em prantos co'a fronte para o chão.

Aqui — ondina louca — vogavas sobre os mares —
Ali — silfo ligeiro — na murta ias dormir,
Anjo — de algum cometa, que vaga pelos ares,
Na cabeleira fúlgida brincavas a sorrir.

Sublime panteísta, que amor em ti resumes,
Sentes a alma de Deus na criação brilhar!
Perfume — tu subias, de um anjo entre os perfumes,
Ave do céu — nas nuvens teu ninho ias buscar.

Canta, poeta, os hinos, com que o silêncio acordas,
A natureza — é uma harpa presa nas mãos de Deus.
O mundo passa... e mira o brilho dessas cordas...
E o hino?... O hino apenas chega aos ouvidos teus.

Todo o universo é um templo — o céu a cúpula imensa,
Os astros — lampas de ouro no espaço a cintilar,
A ventania — é o órgão que enche a nave extensa,
Tu és o sacerdote da terra — imenso altar.
Aos quatorze dias do mês de março, no ano de 1847, nasceu António Frederico de Castro Alves, na fazenda Cabaceiras, a sete léguas da vila de Curralinho, hoje cidade da Bahia. Era filho do Dr. António José Castro Alves e D. Clélia Brasília de Castro Alves. Passou a infância no sertão natal, e em 54 iniciou os estudos na capital baiana. Aos dezesseis anos foi mandado para o Recife. Ia completar os preparatórios para se habilitar à matrícula na Academia de Direito. A liberdade aos 16 anos é coisa perigosa. O poeta achou a cidade insípida. Como ocupava os seus dias? Disse-o em carta a um amigo da Bahia: "Minha vida passo-a aqui numa rede olhando o telhado, lendo pouco fumando muito. O meu 'cinismo passa a misantropia. Acho-me bastante afectado do peito, tenho sofrido muito. Esta apatia mata-me. De vez em quando vou à Soledade." Que era a Soledade? Um bairro do Recife, onde o poeta tinha uma namorada. O resultado dessa vadiagem foi a reprovação no exame de geometria. Mas em 64 consegue o adolescente matricular-se no Curso Jurídico. Se era tido por mau estudante, já começava a ser notado como poeta. Em 62 escrevera o poema "A Destruição de Jerusalém", em 63 "Pesadelo", "Meu Segredo", já inspirado pela actriz Eugénia Câmara, "Cansaço", "Noite de Amor", "A Canção do Africano" e outros. Tudo isso era, verdade seja, poesia muito ruim ainda. O menino atirava alto. "A poesia", dizia, "é um sacerdócio — seu Deus, o belo — seu tributário, o Poeta." O Poeta derramando sempre uma lágrima sobre as dores do mundo. "É que", acrescentava, "para chorar as dores pequenas, Deus criou a afeição, para chorar a humanidade — a poesia." Mas, no dia 9 de Novembro de 1864, ao toque da meia-noite, na soteia em que morava, o poeta, que sem dúvida se balançava na rede, fumando muito, sentiu doer-lhe o peito, e um pressentimento sinistro passou-lhe na alma. Pela primeira vez ia beber inspiração nas fontes da grande poesia: essa a importância do poema "Mocidade e Morte" na obra de ?????. Uma dor individual, dessas para as quais "Deus criou a afeição", despertou no poeta os acentos supremos, que ele depois saberá estender às dores da humanidade, aos sofrimentos dos negros escravos (O Navio Negreiro), ao martírio de todo um continente (Vozes d'África). Não era mais o menino que brincava de poesia, era já o poeta-condor, que iniciava os seus voos nos céus da verdadeira poesia. Naquela mesma noite escreve o poema, tema pessoal, logo alargado na antítese mocidade-morte, a mocidade borbulhante de génio, sedenta de justiça, de amor e de glória, dolorosamente frustrada pela morte sete anos depois.  A versão primitiva do Poema foi conservada em autógrafo, documento precioso porque revela duas coisas: o poeta não se contentava com a forma em que lhe saíam os versos no primeiro momento da inspiração; na tarefa de os corrigir e completar procedia com segura intuição e fino gosto. Cotejada a primeira versão com a que foi publicada pelo poeta em São Paulo, por volta de 68-69, verifica-se que todas as emendas foram para melhor. Baste um exemplo: o sexto verso da segunda oitava era na primeira versão "Adornada" com os prantos do arrebol, substituído na definitiva por "Que" banharam de prantos as alvoradas, verso que forma com o anterior um dístico de raro sortilégio verbal.
          "vem! formosa mulher — camélia pálida,
           Que banharam de pranto as alvoradas".
Quase a meio do curso, em 67, o poeta, apaixonado pela portuguesa Eugénia Câmara, parte com ela para a Bahia, onde faz representar um mau drama em prosa — "Gonzaga" ou a "Revolução de Minas". Era sua intenção concluir o bacharelato em São Paulo, aonde chegou no ano seguinte. A sua passagem pelo Rio assinalou-se pelos mesmos triunfos já alcançados em Pernambuco. Em São Paulo, nos fins de 68, feriu-se num pé com um tiro acidental por ocasião de uma caçada, do que resultou longa enfermidade, em que teve o poeta que se submeter a várias intervenções cirúrgicas e finalmente à amputação do pé. O depauperamento das forças conduziu-o à tuberculose pulmonar, a que sucumbiu em 71 no sertão de sua província natal. Antes de regressar a ela, publicara, em 70, o livro "Espumas Flutuantes", cantos por ele definidos como rebentando por vezes, ao estalar fatídico do látego da desgraça", reflectindo por vezes "o prisma fantástico da ventura ou do entusiasmo".
No "O Navio Negreiro" evocava o poeta os sofrimentos dos negros na travessia da África para o Brasil. Sabe-se que os infelizes vinham amontoados no porão e só subiam ao convés uma vez ao dia para o exercício higiénico, a dança forçada sob o chicote dos capatazes. Em 70 cumpre distinguir o lírico amoroso, que se exprimia quase sempre sem ênfase e às vezes com exemplar simplicidade, como no formoso quadro do poema "Adormecida", o poeta descritivo, pintando com admirável verdade e poesia a nossa paisagem, tal em "O Crepúsculo Sertanejo", cumpre distingui-lo do épico social desmedindo-se em violentas antíteses, em retumbantes onomatopeias. A este último aspecto há que levar em conta a intenção pragmática dos seus cantos, escritos para serem declamados na praça pública, em teatros ou grandes salas —, verdadeiros discursos de poeta-tribuno. E há que reconhecer nele, mau grado os excessos e o mau-gosto ocasional, a maior força verbal e a inspiração mais generosa de toda a poesia brasileira.
Em fevereiro de 1870 seguiu para Curralinho para melhorar a tuberculose que se agravara, viveu na fazenda Santa Isabel, em Itaberaba. Em setembro, voltou para Salvador. Ainda leria, em outubro, «A cachoeira de Paulo Afonso» para um grupo de amigos, e lançou «Espumas flutuantes». Mas pouco durou. Sua última aparição em púbico foi em 10 de fevereiro de 1871 numa récita beneficente. Morreu às três e meia da tarde, no solar da família no Sodré, Salvador, Bahia, em 6 de Julho de 1871.Seus escritos póstumos incluem apenas um volume de versos: A Cachoeira de Paulo Afonso (1876), Os Escravos (1883) e, mais tarde, Hinos do Equador (1921). É um dos patronos da Academia Brasileira de Letras (cadeira número 7)
Por ser um dos grandes expoentes da poesia romântica no Brasil é que Castro Alves é homenageado até hoje.
Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro – Marinha Grande - Portugal
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Divulgação directa para o mundo Lusófono e Núcleos espalhados pelo Mundo
Presidentes, Ministros, Senadores, Deputados e vários países; Universidades, Institutos,
Liceus; Professores de vários níveis de ensino; entidades oficiais e particulares; etc.
51.172 e.mails autorizados.
 

Enc: ils parlent seulement de PAIX they speak only about PEACE: hablan solamente de PAZ: falam apenas de PAZ



----- Mensagem encaminhada -----
De: Cercle Univ. Ambassadeurs de la Paix
Para:
Enviadas: Sexta-feira, 16 de Março de 2012 5:14
Assunto: Fw: ils parlent seulement de PAIX they speak only about PEACE: hablan solamente de PAZ: falam apenas de PAZ


 
de notre ambassadeur Karl CHEVALLIER FRANCE
  votre indulgence pour les traduction merci !
   
Bonjour,
Voici quelques phrases énoncées par d'éminentes personnes, d'honorables personnes et de simples personnes inconnues.
Leur point commun : ils parlent seulement de PAIX :
 
« La misère est une atteinte à la Paix. »
                   L'abbé Pierre
 
« La Paix n'est pas un don de Dieu à ses créatures.
C'est un don que nous nous faisons les uns aux autres. »
                    Elie Wiesel
 
« Qui vit en Paix avec lui-même, vit en Paix avec l'univers. »
                     Marc Aurélie
 
« On ne souhaite pas la Paix, on la fait. On est la Paix, et on la donne aux autres »
                     Mère Teresa
 
« Heureux les artisans de Paix. »
                    Mathieu 5.9 
 
« La Paix est le seul combat qui vaille d'être mené. »
                    Albert Camus
 
« Les petites choses n'ont l'air de rien mais elles donnent la Paix…
dans chaque petite chose, il y a un ange. »
                   Georges Bernanos
 
« Si tu veux construire la Paix, protège la création. »
                    Benoît XVI 
 
« Si je ne devais faire qu'un seul et unique vœu : que la guerre et les armes destinées à tuer des gens disparaissent de notre planète. Voilà le résultat concret de la Paix. »
                    Karl Chevallier
 
 
Hello, Here some sentences stated by eminent people, honourable people and simple unknown people. Their common point: they speak only about PEACE: 
"Misery is an attack with Peace. " 
                 The abbot Pierre
 "Peace is not a gift of God to his creatures.
It is a gift which we have the ones with the others. " 
                  Elie Wiesel 
"Which lives in Peace with itself, lives in Peace with the universe. " 
                 Marc Aurélie
 "One does not wish Peace, one does it. One is Peace,
and one gives it to the others" 
                 Mother Teresa 
"Happy craftsmen of Peace. "
                 Mathieu 5.9 
"Peace is the only combat which is worth to be carried out. "
                Albert Camus
 "The small things do not have the air of nothing but they give Peace…
in each small thing, there is an angel. "
              Georges Bernanos
 "If you want to build Peace, creation protects. "
             Benoit XVI
 "If I were to do one and single wish: that the war and the weapons intended to kill out of people disappear from our planet. Here is the concrete result of Peace. "
            Karl Chevallier
 
Buenos días, Ahí tienes algunas frases enunciadas por eminentes personas, honorables personas y simples personas desconocidas. Su punto común: hablan solamente de PAZ: 
"La miseria es un ataque a la Paz. "
                  El abad Pedro
"La Paz no es una subvención de Dios a sus criaturas.
Es una subvención que nos hacemos los unos a los otros. " 
                   Elie Wiesel
 "Quién vive en Paz con sí mismo, vive en Paz con el universo. "
                 Marc Aurélie
"No se desea la Paz, se la hace. Se es la Paz, y se la da a los otros"
               Madre Teresa 
"Feliz los artesanos de Paz. "
              Mathieu 5.9
 "La Paz es el único combate que valga de llevarse. "
             Albert Camus 
"Las pequeñas cosas no tienen el aire de nada pero dan la Paz…
 en cada pequeña cosa, hay un ángel. " 
            Georges Bernanos
 "Si quieres construir la Paz, proteges la creación. "
            Benito XVI
 "Si no debía hacer que uno sólo y único deseo: que la guerra y las armas destinada a matar gente desaparecen de nuestro planeta. He aquí el resultado concreto de la Paz. "
          Karl Chevallier 
 
Bom-dia, Eis algumas frases enunciadas por eminentes pessoas, honrosas pessoas e simples pessoas desconhecidas. O seu ponto comum: falam apenas de PAZ: 
"A miséria é uma infracção à Paz. " 
                  O Abbot Pedra 
"A Paz não é um dom de Deus às suas criaturas. É um dom que fazemos-nos os uns aos outro. "
                  Elie Wiesel 
"Quem vive em Paz com ele mesmo, vive em Paz com o universo. "
                 Marco Aurélie
"Não se deseja a Paz, faz-o-se. É-se a Paz, e dá-o-se aos outro" 
                 Mãe Teresa
 "Felizes os artesões de Paz. "
                Mathieu 5.9 
"A Paz é o único combate que valha a ser efectuado. "
               Albert Camus
 "As pequenas coisas não têm o ar de nada mas dão a Paz…
em cada pequena coisa, há um anjo. "
             Georges Bernanos
 "Se queres construir a Paz, proteges a criação. " 
             Benoît XVI
 "Se não devesse fazer que só um e um único desejo: que a guerra e as armas destinadas a matar pessoas desaparecem do nosso planeta. Aí está o resultado concreto da Paz. " 
 Karl Chevallier
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----- Mensagem encaminhada -----
De: MIS - Museu da Imagem e do Som
Para: odenir.ferro@yahoo.com.br
Enviadas: Quinta-feira, 15 de Março de 2012 19:01
Assunto: Maratona Infantil - 18/03
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