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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Enc: Fwd: C. S. Lewis: uma vez ateu, sempre ateu?



----- Mensagem encaminhada -----
De: palermoler
Para:
Enviadas: Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012 10:43
Assunto: Fwd: C. S. Lewis: uma vez ateu, sempre ateu?





Mensagem original
De: Edmilson Vila Nova
Para: Edmilson
Assunto: C. S. Lewis: uma vez ateu, sempre ateu?
Enviada: 28/01/2012 21:39

----- Mensagem encaminhada -----
De: Edmilson Vila Nova
Para: Edmilson Vila Nova
Enviadas: Sábado, 28 de Janeiro de 2012 21:37
Assunto: C. S. Lewis: uma vez ateu, sempre ateu?

Graça e paz, queridos!
Recebi este texto e achei muito bom, então decide encaminhar pra vocês.
Boa leitura,
Pr. Edmilson Vila Nova

C. S. Lewis: uma vez ateu, sempre ateu?

Uma vez ateu, sempre ateu? No caso de Sigmund Freud, sim; no caso de C.S. Lewis, não. O famoso pai da psicanálise morreu ateu aos 83 anos e o famoso crítico literário de Oxford e Cambridge renunciou o ateísmo quase na metade de sua vida — 31 anos depois de seu nascimento (1898) e 34 anos antes de sua morte (1963). Os escritos de Freud levaram e ainda levam muita gente ao ateísmo, e os de C.S. Lewis levaram e ainda levam muita gente à fé. Ao contrário do médico vienense, o autor das Crônicas de Nárnia é considerado "o mais popular defensor da fé no século 20".

C.S. Lewis fora da creche
Embora fosse neto de pastor e tenha sido criado na fé cristã pelos pais, C.S. Lewis enveredou-se progressivamente para o ateísmo já no início da adolescência. Além de esconder o que estava acontecendo para não assustar o pai, o menino fez de conta que era crente e até participou da classe de catecúmenos. Mais tarde, confessaria que "a covardia o levou à hipocrisia e a hipocrisia, à blasfêmia".

Uma das explicações para o ateísmo de Lewis é a mesma de muitos outros ateus: ele queria livrar-se da interferência de alguém, em particular, a interferência de Deus, o "Intruso", ou o "Interventor Transcendental".

Lewis se abrigava em Freud para justificar o seu ateísmo e avançar cada vez mais em direção à não-existência de uma "Inteligência além do Universo". Naquela época, conta Lewis, "a nova psicologia [de Freud] já estava nos penetrando a todos [e, embora não a engolíssemos por completo], fomos todos influenciados". Ele aprendeu com o médico de Viena que a fé em Deus não passa da projeção de fortes desejos e necessidades internas. A idéia de um "super-homem idealizado dos céus" é algo infantil, e o "mundo não é uma creche", dizia Freud.1

Outra pessoa que perturbou sobremaneira a vida de Lewis foi a superintendente do colégio interno em Malvern, a professora Cowie, uma espécie de mãe substituta (a mãe verdadeira de Lewis havia morrido de câncer quatro anos antes, quando ele tinha apenas 9 anos). Cowie não era uma mulher sem fé, mas "ainda não havia atingido a sua maturidade espiritual [e vivia] zanzando de um culto para outro, sobre os quais ela discutia com Lewis". Ela o deixou confuso e "raspou fora as arestas pontiagudas" da fé que ele tinha.2

Já o querido professor William Kirkpatrick, mesmo sem impor seu ateísmo aos alunos, forneceu a Lewis argumento suficiente para ele defender sua postura contrária à religião. E, na universidade, como diz Armand Nicholi, autor de Deus em Questão (Editora Ultimato, 2005), "estudantes e professores escrutinam cada aspecto possível do universo — desde os bilhões de galáxias, até as partículas subatômicas, elétrons, quarks —, mas evitam rigorosamente examinar as suas próprias vidas".3


C.S. Lewis de volta à creche
No segundo trimestre de 1929, Freud estava com 73 anos e C.S. Lewis ainda não tinha completado 31. O pastor suíço Oskar Pfister, o melhor e mais perseverante amigo do psicanalista ateu, estava com 56 anos. Em carta datada de 26 de maio, Freud escreveu a Pfister que "a vida não é fácil em si e seu valor é duvidoso".4 Freud estava, havia seis anos, com um doloroso câncer no palato, que dificultava a ingestão de alimentos, a respiração e a fala. Em abril, no domingo de Páscoa, Lewis admitiu que Deus era Deus, dobrou os seus joelhos diante do bendito "Interventor Transcendental" e orou. Ele mesmo conta: "Naquela noite, quem sabe, eu era o mais deprimido e relutante convertido de toda a Inglaterra".

Para Lewis, a fé não começa pelo conforto, mas pelo pavor. É preciso passar primeiro pelo pavor provocado pela santidade de Deus e pela convicção de pecado, para depois experimentar o conforto. No caso dele, como no caso do etíope encarregado de todos os tesouros de Candace, que lia Isaías 53.7-8; de Agostinho, que ouviu alguém recitar Romanos 13.13-14; e de Lutero, que leu Romanos 3.21-23, foi a leitura do Novo Testamento no original em grego que os levou à fé.

Como se chama a experiência pela qual passou Lewis? Embora significativas e parcialmente esclarecedoras, as palavras "alteração", "transição" e "mudança" são pobres para expressar tamanha transformação, interior, profunda, definitiva e também misteriosa. "Conversão" é a palavra mais apropriada e mais usada nas Escrituras Sagradas. Porém, na linguagem soteriológica, há uma expressão que define melhor o fenômeno da mudança. É aquela que Jesus dirigiu a Nicodemos: "Ninguém pode ver o Reino de Deus se não nascer de novo [ou de cima]" (Jo 3.3). Em novembro de 1898, Lewis nasceu da mãe e em abril de 1929, "nasceu de novo", nasceu do Espírito. "Se alguém está em Cristo", afirma Paulo, "é nova criatura" (2 Co 5.17).


C.S. Lewis surpreendido pela alegria
Do ateísmo, Lewis passou para o teísmo e do teísmo, para o cristianismo. No ateísmo, ele não acreditava em Deus algum. No teísmo, passou a acreditar num Ser Sobrenatural, numa Inteligência Superior, numa Autoridade Última, num Governador do Universo. No cristianismo, declarou haver "um Deus" e que "Jesus é o seu Filho Único".

Antes da metanóia (mudança de mente), Lewis dizia que, assim como Hércules ou Odim foram considerados deuses depois de terem morrido, o profeta judeu Yeshua (Jesus) também foi considerado Deus depois de ter sido crucificado e sepultado. Jesus era mais um mito entre outros tantos. Contudo, depois da Páscoa de 1929, para Lewis Jesus deixou de ser simplesmente filho de Maria e José ou qualquer outro homem, o contestador, o mártir, o morto que nunca se levantou da tumba. Ele o descobriu como o Deus invisível que se tornou visível, cuja morte foi vicária, cuja ressurreição aconteceu de fato, cujos ensinos e promessas são totalmente confiáveis e cuja volta em poder e glória é absolutamente certa.

Mas a alteração não ficou apenas no terreno da contemplação e da teologia. Ele mudou completa e drasticamente, como observa Nicholi. O diário de Lewis, que ele abandonou depois da conversão, mostra que ele era crítico, orgulhoso, cínico, cruel e arrogante (há registros discriminatórios, como "italianinho repulsivo", "padre asqueroso", "mulher gorda, feia e bonachona", e alguém que ele chama de "pequeno asno"). O autor de Os Quatro Amores abandonou esse comportamento e passou a viver e a ensinar a prática da afeição: "Você pode dizer o que bem entender no tom certo e no momento certo — no tom e no momento que não têm a intenção de machucar, e não vão mesmo machucar".5 Lewis ensinava também que os nossos relacionamentos com os outros devem ser caracterizados por "um amor real e custoso, com profundo pesar pelos pecados dos outros, [...] sem arrogância, nem superioridade, nem presunção".6

Ao abandonar o ateísmo, Lewis abandonou Freud. O mandamento de Jesus é amar o próximo como a si mesmo (Mt 19.19), mas o criador da psicanálise mudou para amar o seu próximo como o seu próximo o ama. Lewis preferiu ficar com o ensino cristão. Para ele, se não amamos uma pessoa é preciso começar a desgostar menos e a gostar um pouco mais dela...

Outra evidência da mudança de Lewis é que ele se tornou um destemido e bem-sucedido arauto da fé, principalmente no meio acadêmico e literário. A professora Gabriele Greggersen, autora de A Antropologia Filosófica de C.S. Lewis (Editora Mackenzie, 2001), afirma que "todas as palestras radiofônicas, difundidas pela BBC de Londres, e obras, que vão desde a ficção científica a um tratado de literatura, de C.S. Lewis, carregam a mensagem de esperança para um mundo já esvaziado de parâmetros antropológicos sólidos".7 Dos vários livros de Lewis, o que mais explicitamente descreve o encontro dele com Deus é a autobiografia Surpreendido pela Alegria (Editora Mundo Cristão, 1998), leitura obrigatória em cursos de graduação e pós-graduação oferecidos por universidades de renome internacional. Gabriele garante que há cerca de 400 mil sites diferentes dedicados a Clive Staples Lewis, inclusive o que ela organizou no Brasil (www.cslewisbrasil.org).8

O psiquiatra Armand M. Nicholi Jr., que ministrou por 35 anos um curso sobre Freud e Lewis em Harvard, termina o livro Deus em Questão com a seguinte afirmação: "Freud e Lewis representam as partes conflitantes dentro de nós mesmos. Uma parte levanta a voz de desafio à autoridade, dizendo como Freud: 'Não me renderei jamais'. A outra, como Lewis, reconhece dentro de si um alento profundamente assentado por restabelecer um relacionamento com o Criador".9


Notas
1. Deus em Questão, p. 21, 45.
2. Idem, p. 38.
3. Idem, p. 14.
4. Cartas entre Freud e Pfister, p 172.
5. Deus em Questão, p. 181.
6. Idem, p. 199.
7. A Antropologia Filosófica de C.S. Lewis, orelhas.
8. Idem, p.17.
9. Deus em Questão, p. 255.


Betty Bacon e C.S. Lewis

Identifico-me muito com C.S. Lewis. Perdi a minha mãe com 5 anos e vivi a adolescência durante a Segunda Guerra Mundial. Vi as bombas caírem em Londres e em outros lugares da Inglaterra. Fiquei sabendo do que estava acontecendo nos campos de extermínio nazistas. Enfrentei muitos questionamentos na Universidade. Ali fui poderosamente alcançada pela graça de Deus por meio de Jesus Cristo, que aceitei conscientemente como Senhor e Salvador. Logo comecei a participar do grupo local da Intervarsity Fellowship (a ABU inglesa). Sentia necessidade de base firme, racional e, pela fé, descobri junto com os colegas cristãos as riquezas da revelação bíblica. Os livros de Lewis sobre literatura medieval eram leitura essencial para quem estudava língua e literatura inglesa, como eu. Só mais tarde li As Crônicas de Nárnia e a ficção científica de Lewis. Entendo perfeitamente a tremenda alegria que ele sentiu quando soube de vez que Deus se encarnara em Jesus, como se lê em Surpreendido pela Alegria. Lamento que Freud não tenha tido experiência igual, apesar da herança judaica, que poderia tê-lo levado ao Messias.

Betty Bacon, 78 anos, é casada, mãe de cinco filhos e vive no Brasil há 54 anos. É professora de seminários, assessora da ABU e escritora. É autora de Insights into Brazilian Literature (sobre literatura brasileira) e de Estudos na Bíblia Hebraica. Participou da comissão que produziu a Nova Versão Internacional (NVI) da Bíblia Sagrada.
 

Rev. Jorge Matos.
19.3849.7253/3869.4952  "Orar não é pedir. Orar é a respiração da alma."
Igreja Presbiteriana
"E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura: as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas". II Coríntios 5:17.
--
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Enc: Fwd: Enc: como identificar um A.V.C. - isso é sério



----- Mensagem encaminhada -----
De: palermoler
Para: 
Enviadas: Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012 10:59
Assunto: Fwd: Enc: como identificar um A.V.C. - isso é sério
Mensagem originalDe: Jair Aparecido
Para:
Assunto: Enc: como identificar um A.V.C. - isso é sério
Enviada: 29/01/2012 16:35


--- Em qui, 15/12/11, André Luís Simão Carneiro escreveu:

De: André Luís Simão Carneiro
Assunto: como identificar um A.V.C. - isso é sério
Para:
Data: Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011, 18:29

 


 
"AVC!!!
 
Durante o churrasco, Inês caiu.
Queriam chamar uma ambulância mas ela
insistiu que estava bem e que só tropeçara
por causa dos sapatos novos.
Ela estava um pouca pálida e tremia.
Inês passou o resto da noite bem disposta e alegre.
Mais tarde, o marido dela telefonou a informar
que a mulher fora internada no hospital.
Às 23 horas falecera.
Ela tinha tido um AVC durante o churrasco.
 
 
Se as pessoas soubessem reconhecer os sintomas do AVC, 
ela poderia ainda estar viva. Algumas pessoas não morrem 
logo mas ficam durante muito tempo sujeitas a apoios e 
numa situação de desespero. 
Só demora 1 minuto a ler o seguinte.... 
 
Um neurologista disse, se ele consegue chegar ao pé 
de um individuo que sofreu um AVC, ele pode eliminar 
as sequelas de um AVC. O truque é diagnosticar 
e tratar a pessoa durante as primeiras 3 horas. 
 
Como reconhecer um AVC? 
Há 4 passos que devem ser seguidos para reconhecer um AVC. 
1  - peça à pessoa para rir (ela não vai conseguir). 
2 - Peça à pessoa para dizer uma frase simples (por exemplo: 
      hoje está um dia bonito). 
3 - Peça à pessoa para levantar os dois braços (não vai conseguir bem). 
4 - Peça à pessoa para mostrar a língua (se a língua estiver torta ou virar  
      dum lado para o outro, é um sintoma). 
 
Se a pessoa tem alguns destes sintomas chamar 
imediatamente o médico. Descrever os sintomas ao telefone. 
 
Um cardiologista disse:
-se for possivel divulgar estas dicas a um número elevado 
de pessoas, podemos ter a certeza, que alguma vida - even-
tualmente a nossa própria possa ser salva. 
 
Mandamos todos os dias tantas coisas inúteis, 
também podemos encher as linhas com coisas 
importantes, não acham? 
Se também consideram importante,  
.... copiem, para chegar ao maior número de pessoas possível"
 
 
* e lembre-se: o próximo pode ser VOCÊ!!

Enc: 30 janvier l'écolier Schoolboy El colegial O aluno



----- Mensagem encaminhada -----
De: Cercle Univ. Ambassadeurs de la Paix
Para:
Enviadas: Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012 6:01
Assunto: Fw: 30 janvier l'écolier Schoolboy El colegial O aluno


 
 de notre ambassadeur Serge H. Moïse HAÏTI
   
30 enero / january / janvier / gener 2012:
 
49Día Escolar de la No-violencia y la Paz
49School Day of Non-violence and Peace
49 Journée Scolaire de la Non-violence et de la Paix
49Dia Escolar de la No-violència i la Pau  DENIP
 
  
L'écolier
Tu vas à l'école
Avec beaucoup de protocole
Tu escaladeras les pentes
Et parleras de choses savantes
Souviens-toi que le savoir
Est source de pouvoir
Ne pas en avoir
Te condamne au lavoir 
Méfie-toi de ces formules
Rédigées pour les mules
Et pour faire la fête
Sers-toi de ta tête   
Tu seras un jour professeur
Formeras des esprits et des cœurs
Peut-être avocat
T'occupant de délicats cas
Qui sait peut-être médecin
Reconstituant les reins
Ou encore mécanicien
Et pourquoi pas politicien   
Tu choisiras ce que tu voudras
Dans la vie les premiers pas
Se font à l'école maternelle
Pour que la vie soit belle !
Schoolboy 
You go to school 
With much of protocol
 You will climb slopes
And will speak about erudite things 
 Remember that knowledge
 Is source of being able
 Not of them to have
 Te condemns to laundrette
 Be wary of these formulas
 Written for mules
And to have fun festival
Make use of your head
 You will be one day professor
 Will form spirits and hearts
 Perhaps lawyer
 Occupying you of delicate cases
 Perhaps who knows doctor
 Reconstituting kidneys 
 Or mechanic
 And why not politician 
You will choose what you will want 
 In the life first steps 
Are done at the nursery school
 So that the life is beautiful
El colegial
 Va a la escuela 
 Con mucho protocolo
 Subirás las cuestas
 Y hablarás de cosas sabias
 Acuérdase que saberlo 
Es fuente poder
 No no tener
 Te condena al lavadero
Desconfía de estas fórmulas
 Redactadas para las mulas
 Y para hacer la fiesta 
Te sírva te de tu cabeza
 Será un día el profesor
 Formarás por los espíritus y por corazones
 Quizá abogado 
Ocupándote de delicados casos
 Quién sabe a quizá médico 
Reconstituyendo los riñones 
O también mecánico
 Y por qué no político
 Elegirás lo que querrás 
 En la vida los primeros pasos 
 Se hacen a la escuela maternal
 ¡Para que la vida sea bonita! 
 
O aluno
 Vai a escola
 Com muito protocolo 
 Escalarás as inclinações
 E falará de coisas doutas
 Recorda que sabê-lo 
É fonte poder
 Não não ter
 Te condena ao lavadoiro
 Desconfia destas fórmulas
 Redigidos para os mulos
E para fazer a festa 
 Serve-o da tua cabeça
 Será um dia o professor
 Formará dos espíritos e os corações
 Talvez advogado
Ocupando-o de delicados casos
 Quem sabe talvez médico
 Reconstituindo os rins 
Ou ainda mecânico 
E porque não político
 Escolherás que queríeis
 Na vida os primeiros passos
 Fazem-se à escola materna
 De modo que a vida seja bonita!
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