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sábado, 26 de novembro de 2011

Enc: [Caminho Pelas Estrelas] VARAL DO BRASIL ANO 2 DEZEMBRO 2011 Edição Especial Natal e Ano Novo



----- Mensagem encaminhada -----
De: Odenir Ferro <odenirferro@yahoo.com.br>
Para: odenir.ferro@yahoo.com.br
Enviadas: Sábado, 26 de Novembro de 2011 8:16
Assunto: [Caminho Pelas Estrelas] VARAL DO BRASIL ANO 2 DEZEMBRO 2011 Edição Especial Natal e Ano Novo





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*Esta mensagem segue os padrões internacionais e nacionais contra prática de spam, que especifica: -" Uma mensagem não poderá ser considerada spam quando inclua uma forma de o destinatário cancelar ou solicitar o cancelamento do recebimento das mesmas", tudo de acordo com a legislação nacional sobre o envio de mensagens. (Decreto-Lei nº 7/2004).



D i m y t h r y u s

Embaixador Universal da Paz (Cercle de Les Ambassadeurs Univ.de La Paix-Genebra, Suiça)





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---------- Mensagem encaminhada ----------

De: Varal do Brasil

Data: 23 de Novembro de 2011 12:25

Assunto: Edição Especial Natal Ano Novo

Para: Darlan Alberto Tupinamb






Muito obrigado! Deus também Lhe abençoe gloriosamente!

Estou republicando novamente no meu blogger


Deus, vem Sim, me abençoando ricamente: O link

que estou postando logo a seguir, trata-se do Jornal Eletrônico VARAL DO BRASIL,

Ano 2, Dezembro 2011, EDIÇÃO ESPECIAL NATAL E ANO NOVO,

vindo de Genebra, Suíssa, aonde tenho alguns exemplares do meu livro Na Loja Física de lá, (olha que chique! Tenho alguns exemplares do Gatinho, enfeitando o Espaço Físico da Loja do Varal do Brasil, lá em Genebra, na Suíssa! E eu, Odenir Ferro, estou me "se, se, sentindo, sic!" (Quem tem Amigos, não morre pagão! E o meu Melhor Amigo, acima de Tudo, tem sido DEUS!)...Bem, então, voltando ao assunto, trata-se do meu

infanto-juvenil & aventura Nino Chaninho, O Gatinho que também, neste ano

foi traduzido para o inglês, e está disponível para vendas, tanto e-books quanto

impresso, através do Site: http://stores.lulu.com/editoralivronovo que também está à venda em Portugal através do Site http://livronovo1.lojatemporaria.com/infanto-juvenil-aventura.html

Agora, quanto ao meu outro Tesouro que está sendo divulgado dentro do nosso imenso belo e lindo Brasil e também de forma internacional, trata-se do meu Conto: POR UMA NOITE DE NATAL! por Odenir Ferro (Estou nas páginas 78, 79 e 80 da Revista, conforme segue o link que segue logo a seguir, que é...



Caros amigos do Varal,

Independente de religiões e do comércio, festejar o Natal e a chegada no Novo Ano é uma tradição que nos acompanha.

Verdade seja dita, parece que a data tem o dom de acalmar os ânimos, amainar as fúrias, agraciar cada um com paz e amor.

Não se esqueça aqui daqueles que não conhecem (talvez um dia, talvez nunca...) este estado de espírito: pessoas nas ruas, em zonas de guerra; pessoas desamparadas e esquecidas; animais que o homem cativou e abandonou.

Por estes e tantos motivos é bom festejar esta época. Para relembrar valores, renovar promessas. Rever o caminho, tentar melhorar a si mesmo e o meio em que se vive.

Festejar o Natal é festejar o amor. O Ano Novo, traz novamente os auspícios de desejos que se realizarão.

E mais do que nunca é preciso festejar estas emoções: com a família e com os amigos, sim. E também com os que estão nos hospitais, nos refúgios, nos asilos, nos orfanatos, nas casas de saúde, nas ruas.

Embriague-se do espírito natalino, satisfaça-se com a substancial refeição de amor que esta data serve.

Só não esqueça de ir além e perpetuar esta refeição de amor incondicional por todos os dias do ano!

Feliz Natal, Feliz 2012!

Baixe a revista e leia aqui:


Para receber por e-mail peça aqui: varaldobrasil@bluewin.ch

Sua Equipe do Varal



http://varaldobrasil.blogspot.com/

Representante da REBRA na Suíça

Membro da União Brasileira de Escritores (UBE)

e Odenir Ferro

Embaixador Universal da Paz

Título concedido pelo CERCLE UNIVERSEL DES AMBASSADEURS DE LA PAIX SUISSE / FRANCE , através do meu Amigo Dimmy!








Conto: POR UMA NOITE DE NATAL !

Autor: Odenir Ferro

Em cada ano que já vai chegando à linha da sua reta final, abrem-se espaços para refletirmos, pensarmos, organizarmos nossas vidas, nossas emoções, nossos relacionamentos.

Em cada fim de ano, é tudo que já vai se fechando e cedendo os seus espaços para a linha da largada onde haverá o reinício da vida correndo rumo aos percursos incógnitos das corridas desenfreadas do próximo ano, que logo, logo, já se iniciará.

E nele, dentro dele, as expectativas se retêm se refletem ou se repetem, como a cada Novo Ano de novo que se inicia.

Renovam-se os inumeráveis sonhos, de uma maneira esperançosa, pulsando nossas emoções, tal igual aos ponteiros dos relógios que vão direcionando as horas rumo ao final de mais um ano. Horas cheias de subterfúgios, onde nossos olhares, muitas vezes acabam por se cruzarem, ao rever no próximo, os reflexos da nossa realidade interior, estampada bem na nossa frente. Como se fosse o espelho ou o reflexo do espelho, expressando a nossa alma através do nosso rosto. Ou o espelho do nosso espírito natalino interior e vivo dentro de nós! Somos todos irmãos! Irmãos em Cristo! É o Cristo que busca vir, e reviver dentro das vivências e das emoções de cada um de nós!

- Nosso rosto já não é mais o mesmo. Nem mesmo é o nosso mesmo sorriso de sempre, sequer. Não. Já não é mais. Tudo passa. Tudo passa rápido. E as nossas emoções vão sempre indo, muitas vezes, sendo assim:

- Massacradas! Cada vez mais, atropeladas pelo egoísmo individual de cada um. Que de certa forma, é imposto pelo sistema social atual em que vivemos. Onde as necessidades do mundo moderno cobram muitas vezes, de forma inconsciente até, um estilo de vida que quase nos é imposto, obrigando a vivê-lo dentro desse sistema social atual.

- E os nossos sorrisos, sequer lembram, ao menos de relance, àquela profunda paz onde nos presenteáramos imbuídos num total silencio.

- O nosso rosto não é mais o mesmo. Nem mesmo é, o nosso sorriso, sequer. Nem nos lembra, ao menos num relance, aquela augusta paz inspirada na beleza dos Santos e dos Anjos do Presépio!

- Onde o menino Jesus, deitado na manjedoura, olhava-nos sempre puro e belo! Pois Ele nunca teve e nem tem nada a dever, ao Mundo!

- Ao contrário! Sempre procurou motivar-nos a caminharmos avante com as nossas vidas, nosso mundo interior, ao refletindo guardarmos no íntimo da alma do nosso coração, a imagem fixada do seu rostinho lindo, corado, sorrindo!

- As muitas e muitas Árvores de Natal, enfeitadas com bolas de vidro coloridas, as guirlandas muitas, cobertas de flores, cobertas de tudo, enfeitam as portas a cada ano que passa, e tudo se repete.

- Paro para pensar. Reflito e tento vivenciar evidenciando dentro das memórias de mim, aquele tempo onde tudo era motivo de magníficas nuances de belezas, onde imperavam as leis do sublime que vinha do clima Natalino.

- Ficava estampado no rosto de cada ser humano, o semblante das esperanças renovadas em cada novo ano que se iniciava! E aquele tradicional bom velhinho, mesmo sendo um Ícone Mundial, era forte dentro das magias encantadas e sonhadoras da infância. Onde propunha às crianças, toda a plena e efusiva liberdade do sonhar.

- E os sonhos se misturavam com a fé. Que se simpatizava com as luzes do Amor de Jesus. E tudo era clima de festas. Plenas de carismas, envoltos com os doces e os cheiros dos vinhos, dos licores, dos chocolates, dos assados das carnes, das frutas, dos perfumes diversos, das massas e dos panetones. Que impregnavam a vida das pessoas, com a rotina alegre das comemorações feitas com brindes de champagnes. Numa marcha de clima efusivo de festas!

- As músicas natalinas espalhavam-se nos ares, enchendo de ternura os corações transbordantes de amor e fé, com seus melodiosos acordes cheios de sonoras letras religiosas que se misturavam com as clássicas harmonias que nos encantavam, pela profundidade das emotivas sonoridades melódicas, enchendo de ternura e amor nossas almas através dos sons diversos que chegavam aos nossos ouvidos, envolvendo nossas almas, os nossos corpos, os nossos espíritos, os nossos corações, o nosso profundo Amor Cognitivo Universal, sempre esperançoso com as bem-aventuranças vindas de Deus!

- Elevando os nossos espíritos em forças de plenitude do Amor, numa esperança onde os sonhos eram depositados aos pés dessa bem-aventurança impregnada de Celestiais Bênçãos de repletas harmonias agentes da sublimidade derramada pela Paz!

- Parecia que nos meses de dezembro, era possível ouvir de lá, do Céu, um Coral de Anjos. Cantando e tocando flautas, flautins, clarinetas e harpas. Enchendo a vida de nós, humanos mortais, de muitas belezas carismáticas, que embora quase invisíveis, eram tocantes, profundamente tocantes, plenas e lirismos singelos e doces, envolventes... Enlevando-se dentro de nós, fazendo pulsar mais forte nossos corações, num carisma intenso por uma riqueza intraduzível pelas palavras, pois que eram essas fortes emoções, plenas de belezas vivas, dentro de uma poesia rica!

Perdi o sono, e desperto estou, ainda! A mais de uma hora, já. Levantei-me a algum tempo e fui até a cozinha. Tomei um copo d'água, bem gelada. Bem devagar, absorvendo e saboreando-a lentamente, em pequenos goles. Absorto nos pensamentos que estavam por mim a transitarem, desfilarem, cutucando-me de certa forma, tentando atingir-me dentro do interior mais profundo do humano ser que ainda habita vivo dentro das essências da minh'alma.

Dirigi-me até a porta que dava para os fundos de casa. Abri-a, também de forma bem devagar, para não acordar ninguém, pois já era madrugada. Deparei-me com a beleza reflorescida no velho pé de manga do fundo do quintal, que embora já contivesse na sua copa muitas mangas verdes ou maduras, também ainda continha em si, algumas flores que se desenvolviam para transformarem-se em mangas.

A lua estava na fase nova.

A noite quente, com o verão se aproximando.

E a noite estava muito clara! Com muitas estrelas enfeitando o céu.

Na sala, as músicas que vinham do pisca-pisca, soavam harmoniosas, entoando os temas de natal, de forma bem suave, dentro do silencio da noite, enquanto as luzes iam intercalando-se em cores, dentro da pouca claridade da sala.

Olhei tudo isso, através do vidro fosco da janela, pois estava na penumbra da madrugada, no lado de fora de casa.

Pressenti naquele momento, que o Presépio do Menino Jesus, que estava embaixo do pinheiro da Árvore de Natal, ser muito, muito real pra mim. Muito mais do que imaginava, pois através dele o exercício da minha Fé em Jesus Cristo vivo, era imenso estado de plenitude de puro amor. E eu estava pleno, lúcido, vivo, vívido e real, dentro do carisma cognitivo que despertava em mim, o espírito do Natal!

Repentinamente, olhei para o céu, de soslaio. E num susto momentâneo, comecei a rir de mim mesmo! Pois pensara, quase acreditara, ter visto o Papai Noel em seu trenó, sendo conduzido pelas renas tradicionais, e que foram pintadas no quadro da imaginação humana, de dourado. Num reflexo momentâneo, acreditei ter visto tudo isso, passeando nas sombras da noite, no alto do céu constelado! Como se o ouro da vida, realmente fosse trazido pelo Papai Noel!

- Pois Sim!...

Mas foi apenas um susto momentâneo! A minha imaginação me traíra. Descobri rapidamente, que inconsciente, fizera apenas uma projeção do desenho da garrafa do refrigerante que estava pela metade, exposto na mesinha de centro da sala, com o Presépio do menino Jesus ao fundo, onde a imagem do Papai Noel posava sorridente no trenó, desenhado no rótulo do refrigerante, sobrepondo-se à imagem Divina do Nosso Senhor Jesus Cristo Vivo!

Olhando para o interior de mim, novamente conscientizei-me de quem nos traz o Ouro da Vida, é o Nosso Senhor Jesus Cristo!

Ao continuar olhando para dentro da sala, olhei para o interior de mim, agradecido, enquanto, através do vidro da janela, recebendo e interpretando o clima profundo que o Presépio e Jesus menino, para mim significavam, encantado, observava. Admirava!

- Quando voltei os meus olhos para dentro de mim, querendo novamente reencontrar-me com Deus, pudera então, numa viva crença, prostrado em atitude de louvor, digna e esplendorosa fé, O ver e O ouvir, ao senti-Lhe por dentro e por fora de mim. Pois ele estava vivo dentro do clima natalino. Eu pudera rever Jesus Cristo, O Imortal!

- Aquele que estava residindo eternamente belo, dentro de mim e de todos nós, seres vivos habitantes do Planeta Terra.

- Olhei dentro do labirinto do meu corpo, onde eu habito Nele e Ele em mim. Unindo a poesia existencial da minh'alma ao meu corpo e meu espírito, ao corpo Dele, que se faz presente na Humanidade que O compõe, residente dentro da cada pessoa, e também dentro de tudo o que há existente no Universo, enfim!

- Unifiquei minh'alma mais uma vez, reafirmando os meus laços de fé, Àquele que atua residindo em nós Todos, através dessa Comunicação de Esperança e Fé em dias melhores e mais felizes para todos nós, pois Jesus vive em cada um de nós. Propondo-nos, quanto humanos que somos a vivermos os Versos e o Verbo do Amor!
















































 











































--
Postado por Odenir Ferro no Caminho Pelas Estrelas em 11/26/2011 02:16:00 AM

VARAL DO BRASIL EDIÇÃO ESPECIAL NATAL ANO NOVO



----- Mensagem encaminhada -----
De: Dimythryus
Para:
Enviadas: Quarta-feira, 23 de Novembro de 2011 13:21
Assunto: Fwd: Edição Especial Natal Ano Novo


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---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Varal do Brasil <newsletter_bounce@varaldobrasil.ch>
Data: 23 de Novembro de 2011 12:25
Assunto: Edição Especial Natal Ano Novo
Para: Darlan Alberto Tupinamb


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Caros amigos do Varal,
Independente de religiões e do comércio,  festejar o Natal e a chegada no Novo Ano é uma tradição que nos acompanha.
Verdade seja dita, parece que a data tem o dom de acalmar os ânimos, amainar as fúrias, agraciar cada um com paz e amor.
Não se esqueça aqui daqueles que não conhecem (talvez um dia, talvez nunca...) este estado de espírito: pessoas nas ruas, em zonas de guerra; pessoas desamparadas e esquecidas; animais que o homem cativou e abandonou.
Por estes e tantos motivos é bom festejar esta época. Para relembrar valores, renovar promessas. Rever o caminho, tentar melhorar a si mesmo e o meio em que se vive.
Festejar o Natal é festejar o amor. O Ano Novo, traz novamente os auspícios de desejos que se realizarão.
E mais do que nunca é preciso festejar  estas emoções: com a família e com os amigos, sim. E também com os que estão nos hospitais, nos refúgios, nos asilos, nos orfanatos, nas casas de saúde, nas ruas.
Embriague-se do espírito natalino,  satisfaça-se com a substancial refeição de amor que esta data serve.
Só não esqueça de ir além e perpetuar esta refeição de amor incondicional  por todos os dias do ano!
Feliz Natal, Feliz 2012!
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VARAL DO BRASIL ANO 2 DEZEMBRO 2011 Edição Especial Natal e Ano Novo





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Ano 2, Dezembro 2011, EDIÇÃO ESPECIAL NATAL E ANO NOVO,

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Agora, quanto ao meu outro Tesouro que está sendo divulgado dentro do nosso imenso belo e lindo Brasil e também de forma internacional, trata-se do meu Conto: POR UMA NOITE DE NATAL! por Odenir Ferro (Estou nas páginas 78, 79 e 80 da Revista, conforme segue o link que segue logo a seguir, que é... http://www.varaldobrasil.ch/media//DIR_158701/44264834c5c0b015ffff820fa426365.pdf



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Independente de religiões e do comércio, festejar o Natal e a chegada no Novo Ano é uma tradição que nos acompanha.

Verdade seja dita, parece que a data tem o dom de acalmar os ânimos, amainar as fúrias, agraciar cada um com paz e amor.

Não se esqueça aqui daqueles que não conhecem (talvez um dia, talvez nunca...) este estado de espírito: pessoas nas ruas, em zonas de guerra; pessoas desamparadas e esquecidas; animais que o homem cativou e abandonou.

Por estes e tantos motivos é bom festejar esta época. Para relembrar valores, renovar promessas. Rever o caminho, tentar melhorar a si mesmo e o meio em que se vive.

Festejar o Natal é festejar o amor. O Ano Novo, traz novamente os auspícios de desejos que se realizarão.

E mais do que nunca é preciso festejar estas emoções: com a família e com os amigos, sim. E também com os que estão nos hospitais, nos refúgios, nos asilos, nos orfanatos, nas casas de saúde, nas ruas.

Embriague-se do espírito natalino, satisfaça-se com a substancial refeição de amor que esta data serve.

Só não esqueça de ir além e perpetuar esta refeição de amor incondicional por todos os dias do ano!

Feliz Natal, Feliz 2012!

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e Odenir Ferro

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Conto: POR UMA NOITE DE NATAL !

Autor: Odenir Ferro

Em cada ano que já vai chegando à linha da sua reta final, abrem-se espaços para refletirmos, pensarmos, organizarmos nossas vidas, nossas emoções, nossos relacionamentos.

Em cada fim de ano, é tudo que já vai se fechando e cedendo os seus espaços para a linha da largada onde haverá o reinício da vida correndo rumo aos percursos incógnitos das corridas desenfreadas do próximo ano, que logo, logo, já se iniciará.

E nele, dentro dele, as expectativas se retêm se refletem ou se repetem, como a cada Novo Ano de novo que se inicia.

Renovam-se os inumeráveis sonhos, de uma maneira esperançosa, pulsando nossas emoções, tal igual aos ponteiros dos relógios que vão direcionando as horas rumo ao final de mais um ano. Horas cheias de subterfúgios, onde nossos olhares, muitas vezes acabam por se cruzarem, ao rever no próximo, os reflexos da nossa realidade interior, estampada bem na nossa frente. Como se fosse o espelho ou o reflexo do espelho, expressando a nossa alma através do nosso rosto. Ou o espelho do nosso espírito natalino interior e vivo dentro de nós! Somos todos irmãos! Irmãos em Cristo! É o Cristo que busca vir, e reviver dentro das vivências e das emoções de cada um de nós!

- Nosso rosto já não é mais o mesmo. Nem mesmo é o nosso mesmo sorriso de sempre, sequer. Não. Já não é mais. Tudo passa. Tudo passa rápido. E as nossas emoções vão sempre indo, muitas vezes, sendo assim:

- Massacradas! Cada vez mais, atropeladas pelo egoísmo individual de cada um. Que de certa forma, é imposto pelo sistema social atual em que vivemos. Onde as necessidades do mundo moderno cobram muitas vezes, de forma inconsciente até, um estilo de vida que quase nos é imposto, obrigando a vivê-lo dentro desse sistema social atual.

- E os nossos sorrisos, sequer lembram, ao menos de relance, àquela profunda paz onde nos presenteáramos imbuídos num total silencio.

- O nosso rosto não é mais o mesmo. Nem mesmo é, o nosso sorriso, sequer. Nem nos lembra, ao menos num relance, aquela augusta paz inspirada na beleza dos Santos e dos Anjos do Presépio!

- Onde o menino Jesus, deitado na manjedoura, olhava-nos sempre puro e belo! Pois Ele nunca teve e nem tem nada a dever, ao Mundo!

- Ao contrário! Sempre procurou motivar-nos a caminharmos avante com as nossas vidas, nosso mundo interior, ao refletindo guardarmos no íntimo da alma do nosso coração, a imagem fixada do seu rostinho lindo, corado, sorrindo!

- As muitas e muitas Árvores de Natal, enfeitadas com bolas de vidro coloridas, as guirlandas muitas, cobertas de flores, cobertas de tudo, enfeitam as portas a cada ano que passa, e tudo se repete.

- Paro para pensar. Reflito e tento vivenciar evidenciando dentro das memórias de mim, aquele tempo onde tudo era motivo de magníficas nuances de belezas, onde imperavam as leis do sublime que vinha do clima Natalino.

- Ficava estampado no rosto de cada ser humano, o semblante das esperanças renovadas em cada novo ano que se iniciava! E aquele tradicional bom velhinho, mesmo sendo um Ícone Mundial, era forte dentro das magias encantadas e sonhadoras da infância. Onde propunha às crianças, toda a plena e efusiva liberdade do sonhar.

- E os sonhos se misturavam com a fé. Que se simpatizava com as luzes do Amor de Jesus. E tudo era clima de festas. Plenas de carismas, envoltos com os doces e os cheiros dos vinhos, dos licores, dos chocolates, dos assados das carnes, das frutas, dos perfumes diversos, das massas e dos panetones. Que impregnavam a vida das pessoas, com a rotina alegre das comemorações feitas com brindes de champagnes. Numa marcha de clima efusivo de festas!

- As músicas natalinas espalhavam-se nos ares, enchendo de ternura os corações transbordantes de amor e fé, com seus melodiosos acordes cheios de sonoras letras religiosas que se misturavam com as clássicas harmonias que nos encantavam, pela profundidade das emotivas sonoridades melódicas, enchendo de ternura e amor nossas almas através dos sons diversos que chegavam aos nossos ouvidos, envolvendo nossas almas, os nossos corpos, os nossos espíritos, os nossos corações, o nosso profundo Amor Cognitivo Universal, sempre esperançoso com as bem-aventuranças vindas de Deus!

- Elevando os nossos espíritos em forças de plenitude do Amor, numa esperança onde os sonhos eram depositados aos pés dessa bem-aventurança impregnada de Celestiais Bênçãos de repletas harmonias agentes da sublimidade derramada pela Paz!

- Parecia que nos meses de dezembro, era possível ouvir de lá, do Céu, um Coral de Anjos. Cantando e tocando flautas, flautins, clarinetas e harpas. Enchendo a vida de nós, humanos mortais, de muitas belezas carismáticas, que embora quase invisíveis, eram tocantes, profundamente tocantes, plenas e lirismos singelos e doces, envolventes... Enlevando-se dentro de nós, fazendo pulsar mais forte nossos corações, num carisma intenso por uma riqueza intraduzível pelas palavras, pois que eram essas fortes emoções, plenas de belezas vivas, dentro de uma poesia rica!

Perdi o sono, e desperto estou, ainda! A mais de uma hora, já. Levantei-me a algum tempo e fui até a cozinha. Tomei um copo d’água, bem gelada. Bem devagar, absorvendo e saboreando-a lentamente, em pequenos goles. Absorto nos pensamentos que estavam por mim a transitarem, desfilarem, cutucando-me de certa forma, tentando atingir-me dentro do interior mais profundo do humano ser que ainda habita vivo dentro das essências da minh’alma.

Dirigi-me até a porta que dava para os fundos de casa. Abri-a, também de forma bem devagar, para não acordar ninguém, pois já era madrugada. Deparei-me com a beleza reflorescida no velho pé de manga do fundo do quintal, que embora já contivesse na sua copa muitas mangas verdes ou maduras, também ainda continha em si, algumas flores que se desenvolviam para transformarem-se em mangas.

A lua estava na fase nova.

A noite quente, com o verão se aproximando.

E a noite estava muito clara! Com muitas estrelas enfeitando o céu.

Na sala, as músicas que vinham do pisca-pisca, soavam harmoniosas, entoando os temas de natal, de forma bem suave, dentro do silencio da noite, enquanto as luzes iam intercalando-se em cores, dentro da pouca claridade da sala.

Olhei tudo isso, através do vidro fosco da janela, pois estava na penumbra da madrugada, no lado de fora de casa.

Pressenti naquele momento, que o Presépio do Menino Jesus, que estava embaixo do pinheiro da Árvore de Natal, ser muito, muito real pra mim. Muito mais do que imaginava, pois através dele o exercício da minha Fé em Jesus Cristo vivo, era imenso estado de plenitude de puro amor. E eu estava pleno, lúcido, vivo, vívido e real, dentro do carisma cognitivo que despertava em mim, o espírito do Natal!

Repentinamente, olhei para o céu, de soslaio. E num susto momentâneo, comecei a rir de mim mesmo! Pois pensara, quase acreditara, ter visto o Papai Noel em seu trenó, sendo conduzido pelas renas tradicionais, e que foram pintadas no quadro da imaginação humana, de dourado. Num reflexo momentâneo, acreditei ter visto tudo isso, passeando nas sombras da noite, no alto do céu constelado! Como se o ouro da vida, realmente fosse trazido pelo Papai Noel!

- Pois Sim!...

Mas foi apenas um susto momentâneo! A minha imaginação me traíra. Descobri rapidamente, que inconsciente, fizera apenas uma projeção do desenho da garrafa do refrigerante que estava pela metade, exposto na mesinha de centro da sala, com o Presépio do menino Jesus ao fundo, onde a imagem do Papai Noel posava sorridente no trenó, desenhado no rótulo do refrigerante, sobrepondo-se à imagem Divina do Nosso Senhor Jesus Cristo Vivo!

Olhando para o interior de mim, novamente conscientizei-me de quem nos traz o Ouro da Vida, é o Nosso Senhor Jesus Cristo!

Ao continuar olhando para dentro da sala, olhei para o interior de mim, agradecido, enquanto, através do vidro da janela, recebendo e interpretando o clima profundo que o Presépio e Jesus menino, para mim significavam, encantado, observava. Admirava!

- Quando voltei os meus olhos para dentro de mim, querendo novamente reencontrar-me com Deus, pudera então, numa viva crença, prostrado em atitude de louvor, digna e esplendorosa fé, O ver e O ouvir, ao senti-Lhe por dentro e por fora de mim. Pois ele estava vivo dentro do clima natalino. Eu pudera rever Jesus Cristo, O Imortal!

- Aquele que estava residindo eternamente belo, dentro de mim e de todos nós, seres vivos habitantes do Planeta Terra.

- Olhei dentro do labirinto do meu corpo, onde eu habito Nele e Ele em mim. Unindo a poesia existencial da minh’alma ao meu corpo e meu espírito, ao corpo Dele, que se faz presente na Humanidade que O compõe, residente dentro da cada pessoa, e também dentro de tudo o que há existente no Universo, enfim!

- Unifiquei minh’alma mais uma vez, reafirmando os meus laços de fé, Àquele que atua residindo em nós Todos, através dessa Comunicação de Esperança e Fé em dias melhores e mais felizes para todos nós, pois Jesus vive em cada um de nós. Propondo-nos, quanto humanos que somos a vivermos os Versos e o Verbo do Amor!