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domingo, 6 de novembro de 2011

Enc: Poema: ASSOPROS ETÉREOS Autor: Odenir Ferro



----- Mensagem encaminhada -----
De: Odenir Ferro <odenir.ferro@yahoo.com.br>
Para: Odenir Ferro <odenir.ferro@yahoo.com.br>
Enviadas: Segunda-feira, 7 de Novembro de 2011 5:52
Assunto: Poema: ASSOPROS ETÉREOS Autor: Odenir Ferro
Poema: ASSOPROS ETÉREOS
Autor: Odenir Ferro
 
Qual é o meio-fio aonde
Ancora, situa-se e se estabelece,
O pacto ou os impactos transcendentais
Que perduram estáticos, entre a realidade
Objetiva da vida e a dimensão subjetiva, do pós morte?!
 
Como dimensionar a fonte energética da vida
Com a força da fé intensiva, sensibilizando
As sintonias pelas quais Deus, interage,
Através do seu divino mistério sempre
Se comunicando conosco, acalentando
Os nossos anseios e questionamentos
Das nossas afetivas buscas espirituais
Atemporais? Será possível que Ele
Fala conosco, até mesmo,através
Das ações do nosso próximo?!
 
Como é passível vivermos conectados
Com a virtualidade do Mundo, através
Das sonoridades, das imagens distantes,
Vindas até nós pelos meios dos elétricos
Dos chips, dos cabos, fios, ondas invisíveis
Criando várias comunicações excessivamente
Plenamente acessíveis, se não estamos, ainda,
Conscientes de que as Comunicações com tudo
O que for Sagrado e Divino, eternamente intensa,
Sempre foi e atua de forma muito profunda, direta,
Objetiva e de forma tão poderosa e dinâmica,
 
Pois atua diretamente e instantânea
Nos orgãos dos nossos sentidos
Físicos, químicos, espirituais,
Quando dispensam todos
Estes aparatos eletrônicos
Através dos quais vivemos
Tão complexos e conectados,
À procura de algum intenso amor,
Alguma profunda paz, e que estão
Imensuráveis ao redor e dentro de nós?!
 

Poema: ASSOPROS ETÉREOS Autor: Odenir Ferro

Poema: ASSOPROS ETÉREOS
Autor: Odenir Ferro
 
Qual é o meio-fio aonde
Ancora, situa-se e se estabelece,
O pacto ou os impactos transcendentais
Que perduram estáticos, entre a realidade
Objetiva da vida e a dimensão subjetiva, do pós morte?!
 
Como dimensionar a fonte energética da vida
Com a força da fé intensiva, sensibilizando
As sintonias pelas quais Deus, interage,
Através do seu divino mistério sempre
Se comunicando conosco, acalentando
Os nossos anseios e questionamentos
Das nossas afetivas buscas espirituais
Atemporais? Será possível que Ele
Fala conosco, até mesmo,através
Das ações do nosso próximo?!
 
Como é passível vivermos conectados
Com a virtualidade do Mundo, através
Das sonoridades, das imagens distantes,
Vindas até nós pelos meios dos elétricos
Dos chips, dos cabos, fios, ondas invisíveis
Criando várias comunicações excessivamente
Plenamente acessíveis, se não estamos, ainda,
Conscientes de que as Comunicações com tudo
O que for Sagrado e Divino, eternamente intensa,
Sempre foi e atua de forma muito profunda, direta,
Objetiva e de forma tão poderosa e dinâmica,
 
Pois atua diretamente e instantânea
Nos orgãos dos nossos sentidos
Físicos, químicos, espirituais,
Quando dispensam todos
Estes aparatos eletrônicos
Através dos quais vivemos
Tão complexos e conectados,
À procura de algum intenso amor,
Alguma profunda paz, e que estão
Imensuráveis ao redor e dentro de nós?!
 

Meu Livro Infanto-Juvenil & Aventura, Nino Chaninho, O Gatinho / Autor: Odenir Ferro


Poema: A VIRTUDE DA PAZ Autor: Odenir Ferro


Poema: A VIRTUDE DA PAZ

Autor: Odenir Ferro



Uma gota de orvalho brilhando à luz do luar

Parece até que ensaia os monólogos felizes

Das águas perpetuando os ritmos das vidas.

Enquanto a noite vai embalando os sonhos,

De todos aqueles que já descansam em paz.

Tudo é silêncio, e as miríades de estrelinhas

Cintilam melancólicas, enfeitando o negro céu,

Enquanto as flores, dançam os acordes do amor!



Os sonhos vão materializando-se nesta liberdade

Enquanto os lindos Anjos entoam canções de ninar.

E a Terra toda aveludada, é um paraíso de felicidade

Pois perdura a virtude da Paz que deixa de ser singular

Para harmonizar-se com a nova realidade da dualidade

Presenteando-se de amor, na Vida geradora da espetacular

Música que esparrama no ar, a certeza desta pluralidade

Fortalecendo esta Paz entre todas as Nações, ao desabilitar



Os horrores de todas as guerras contendo os seus dramáticos

Desencantos desorientadores e devastadores; e assim, recriar

Uma nova realidade de cenários naturais, onde os teores líricos

Da rejuvenescedora força da poesia e a arte, são musas a encenar

As dimensões dos valores do amor, da paz, com os sons místicos

Da Criação; como se fossem uma assopro de vento, vindo entoar

Os muitos rejuvenescedores clamores cheios de apelos físicos

E espirituais gerando a união desta Paz nascida para encantar!