Caminho pelas Estrelas Follow by Email

domingo, 11 de setembro de 2011

 

----- Mensagem encaminhada -----
De: Odenir Ferro <odenir.ferro@yahoo.com.br>
Para: Odenir Ferro <odenir.ferro@yahoo.com.br>
Enviadas: Domingo, 11 de Setembro de 2011 14:27
Assunto: Enc: PLANETA TERRA!



----- Mensagem encaminhada -----
De: Odenir Ferro <odenir.ferro@yahoo.com.br>
Para: mariopscherer@yahoo.com.br
Enviadas: Terça-feira, 16 de Outubro de 2007 11:08
Assunto: PLANETA TERRA!

Poema: PLANETA TERRA!
Autor: Odenir Ferro

À eterna, é Lua na sua aura prateada!
Com as sombras obscuras cinzas opalas
Constrastando com os intensos sons das noites!
Quando Matas pesponteiam-se nos verdes olivas,
Nos tons de jades das folhas e enriquecidas flores
Vão explodindo nas vibrações dos ciclos, luzes lindas
Onde o luar encobre mortes, nas magias dos açoites...
Em tudo perdura eterna e imensa Grandeza Universal!

Transitando o Caminho Pelas Estrelas
Gira imensurável e absoluto, a Terra!
Nosso mui Amado, Bilionário Planeta!
Historiando e perfazendo em círculos,
Construindo todas as Estações e Eras,
Na rotina arquibilionária dos Séculos!
Ininterruptos em torno de si mesmos...
Gerando exuberantes Forças, vibrantes,

Em todas as Naturezas das Vozes vivas ativas
Que Amando Nele, se envolvem, percorrem,
No que vivendo Dele, depentendes, vão...!
Circundando velozes, mesmo que estáticas,
Dentro dos redemoinhos de todos os Tempos!

Onde são sonoridades pulsantes todas as Vidas
De Todos os Humanos, de Todos os Bichos,
E de Todas as Naturezas do Planeta Terra!
Pleno de Fogo, de Água e de Terra e Ar!

Fazendo vidas brotarem, viverem, morrerem!
Nestes eternos ciclos de nascerem e renascerem!
E renascendo, reacenderem Mensagens do Amor!
Pulsando guerras&Paz, Tréguas&guerras... Flores!
Recriando Sonhos nas Vidas ao Sol destes Amores!

Bem, então segue aí, Sr. Mário Scherer! Um Grande Abraço!
Espero que os poemas sejam do agrado de bilhões e bilhões de pessoas! Quando as emoções nos tocam a fundo as palavras, muitas vezes, nos cala tudo o que mais de emotivo soa dentro de nós. Então pensamos, oramos, refletimos, choramos, sei lá! Fazemos qualquer coisa que possa fazer com que nós possamos nos sentir Vivos! A Natureza, a Vida a Força da Vida, enfim, todos os aspéctos que envolvem a nossa existência. E não somos únicos, exclusivos, somos todos uns dependentes uns dos outros, dentro da nossa unidade ímpar existente dentro de cada um de nós. Somos diferentes e semelhantes uns dos outros, mas não somos exclusivos. Embora sejamos únicos. Não há na criação outro alguém igual a nós. Cada um de nós, somamos forças nas impressões digitais de Deus! Até mais... Odenir Ferro 16 de outubro de 2007



 
Poema: SONS
Autor: Odenir Ferro

Quis devorar-te no hálito do teu assopro
Arrancando-te num beijo, destes supostos
Desejos ardentes em que te fizeste ouvir
No além da distância das selvas fechadas,
Os esvoaçantes sons dançantes aos ventos!

Fazendo-te distinguir-me nos pensamentos
Ao exaurir-te o ar e devolver-te uma paz
Sentida dentro dos meus sonoros encantos
Num pressentimento ouvido num só momento
Sons de timbales, de sinos, cordas, oboé,
Dos violinos e dos refinados pianos, até!

E assim, pudesses acolher-me na tua alma,
Com doces mãos vindas d'alma que é minha!
Tão minha, doce ardente metade do meu eu,
Tão nossa doce radiante metade deste nós!

Nesse afim, entrelaçamos nossos caminhos
E deste ímpeto, chegamos afins até aqui!
Redescobrindo-nos nas fontes dos olhares
Mesmo apenas num anseio de relance fosse
Pra que pudéssemos assim, nos romancear!

Dentro das nossas vivenciadas memórias,
No teor duma única só história tão nossa
Extraída deste nosso frescor eterno belo
Das nossas almas sentimentais por demais
Ao parir dos nossos primeiros assopros,
Extraídos do Afflatus dos nossos beijos!

É, todo o poeta, busca dentro de si criar aquele poema que fale do além de si, do que toca a fundo a face do amor, enfim, que lhe dê um brilho extra na composição da sua alma ao buscar a sua dualidade, a outra parte.
Eu me realizei muito e continuo realizado e feliz, por ter escrito este poema que também é recente. Nasceu cerca de uns dois meses antes de Às estrelas que nos olham!...
Mas como já havia tido nos E-mails anterior a este, eu ontem, já defini qual seria pra mim o poema ideal para a Grande Apresentação do VII Prêmio Cultura Nacional. Vamos ver se nós vamos "bater o martelo" O.K!? Em relação a este poema que fala do amor, o que posso ainda acrescentar é o seguinte: - Do que valeria pra nós, quanto humanos e míseros mortais que somos, cultuarmos os amores, os ódios, as guerras, se de repente, nós ficássemos por uma razão ou outra sem um abrigo, sem um lugar para existirmos e expressarmos nossos anseios!?... Bem escolhi cinco poemas dentro de tantos que tenho. Sr. Mário, já postei quatro, falta então mais um. O último, para que vocês então avaliem! Mais uma vez, obrigado!



Poema: SONS
Autor: Odenir Ferro

Quis devorar-te no hálito do teu assopro
Arrancando-te num beijo, destes supostos
Desejos ardentes em que te fizeste ouvir
No além da distância das selvas fechadas,
Os esvoaçantes sons dançantes aos ventos!

Fazendo-te distinguir-me nos pensamentos
Ao exaurir-te o ar e devolver-te uma paz
Sentida dentro dos meus sonoros encantos
Num pressentimento ouvido num só momento
Sons de timbales, de sinos, cordas, oboé,
Dos violinos e dos refinados pianos, até!

E assim, pudesses acolher-me na tua alma,
Com doces mãos vindas d'alma que é minha!
Tão minha, doce ardente metade do meu eu,
Tão nossa doce radiante metade deste nós!

Nesse afim, entrelaçamos nossos caminhos
E deste ímpeto, chegamos afins até aqui!
Redescobrindo-nos nas fontes dos olhares
Mesmo apenas num anseio de relance fosse
Pra que pudéssemos assim, nos romancear!

Dentro das nossas vivenciadas memórias,
No teor duma única só história tão nossa
Extraída deste nosso frescor eterno belo
Das nossas almas sentimentais por demais
Ao parir dos nossos primeiros assopros,
Extraídos do Afflatus dos nossos beijos!

É, todo o poeta, busca dentro de si criar aquele poema que fale do além de si, do que toca a fundo a face do amor, enfim, que lhe dê um brilho extra na composição da sua alma ao buscar a sua dualidade, a outra parte.
Eu me realizei muito e continuo realizado e feliz, por ter escrito este poema que também é recente. Nasceu cerca de uns dois meses antes de Às estrelas que nos olham!...
Mas como já havia tido nos E-mails anterior a este, eu ontem, já defini qual seria pra mim o poema ideal para a Grande Apresentação do VII Prêmio Cultura Nacional. Vamos ver se nós vamos "bater o martelo" O.K!? Em relação a este poema que fala do amor, o que posso ainda acrescentar é o seguinte: - Do que valeria pra nós, quanto humanos e míseros mortais que somos, cultuarmos os amores, os ódios, as guerras, se de repente, nós ficássemos por uma razão ou outra sem um abrigo, sem um lugar para existirmos e expressarmos nossos anseios!?... Bem escolhi cinco poemas dentro de tantos que tenho. Sr. Mário, já postei quatro, falta então mais um. O último, para que vocês então avaliem! Mais uma vez, obrigado!


 



 



 
 
Poema: ÀS ESTRELAS QUE NOS OLHAM
Autor: Odenir Ferro

Há naquele fio, reencontrando-se amor!
Pura constância que nos atua ausentes.
Fortalecendo, ainda há, naquele filme,
Uma distância que nos atrai constantes

Entre o meu eu e o eu que é você...
Rente o meu eu em algum eu de você!...
Sempre o seu eu em todo o meu eu, enfim,
Repartindo meu atuante eu, dentro de ti.
Dentro do seu ausente eu e avulto em mim
Mesmo nos nós que ainda fica junto à nós!

Às estrelas que nos olham quando as vemos,
Teço a mais eloquente prece contemplativa.
Ciente que somos uníssonos amorosos seres!
As estrelas que nos olham quando nos amamos
Cintilam submissas ao Universo por só serem
Portadoras das belezas que enfeitam sonhos,
Das mortais pessoas e simples, que só vivem,
E aqui na Terra, se procuram, amam, amam, amam,
E maando, se desencontram, reencontrando-se sós!

Olhando o Universo transitando as estrelas,
Orando ao Universo olhando às nossas vidas,
Rebuscando dentro de mim as forças do viver
Avulto nas azuis sonoras nuvens das noites,
Que redimidas, enfeitam dores, lágrimas...
Que sensíveis alegram sonhos de vidas!

Considero este poema lindo, etéreo, singelo!
Antes, não, mas agora descobri dentro dele, uma verdadeira Oração ao Universo! Este poema é recente! Tem uns quatro meses que eu o escrevi.
Como trabalho alguns dias à noite, olho, admiro, contemplo, observo muito as estrelas! Vejo os boeings passando também, em dias claros, comparo a humanidade à elas. Segundo o cientista Carl Sagan, as nossas origens se principiaram a partir do pó de aço carbono ( ou coisa assim ) desprendido das estrelas e que deram origem as moléculas, e foi-se então desencadeando todo um processo em cadeia, originando a Vida no Planeta Terra! Assim sendo, creio eu, somos parentes então dos diamantes, pois eles também se originam do carbono ( ou coisa assim ) Até mais...
Nas resenhas embaixo dos poemas, estou passando algumas mensagens, para personalizar mais o conteúdo dos poemas.
 
Poema: PACIÊNCIA
Autor: Odenir Ferro
A habilidade do exercício da paciência,
É como à execução da arte de um violino
Afinando-se aos belos acordes sonoros...
Enquanto fechamos os nossos olhos, vamos
Abrindo os ouvidos e despertamos a luz da alma
Vibrando-se nas sequências entre todos os acertos
Que vão diluindo os erros; tanto na Arte, como na Vida.

Maria Bethânia - Clipe oficial - AS CANÇÕES QUE VOCE FEZ PRA MIM - 1993

 
----- Mensagem encaminhada -----
De: Cercle Univ. Ambassadeurs de la Paix
Para:
Enviadas: Domingo, 11 de Setembro de 2011 4:33
Assunto: Fw: a paz la paix the peace e paz

 
de notre ambassadrice Susana Custódio BRESIL
                    votre indulgence pour les traduction merci !
                                                                                              
               
A PAZ
 
 
Fiz-me borboleta de cores vestida
Voando por campos de flor em flor
Poisando aqui e ali sempre destemida
À minha volta tudo era pacificador
 
Depois tornei-me num belo condor
Em voo sereno desci mil montanhas
Visitei terras e gentes sem temor
Então já a minha alegria era tamanha
 
Subitamente acordei desse sonho
No qual vivera uma alegria fugaz
Estava de novo num mundo medonho
 
Onde reina a hipocrisia e cobiça
Sobra a guerra, a fome e sem justiça
Firme, tenho-me ao fado, à bolina canto a paz
 
         La paix              
Je me suis fait papillon de couleurs habillées
 En volant par les champs de fleur en fleur 
 Par ça et là toujours sans peur 
 autour de moi tout était partisan de la paix 
Je suis devenu un beau condor
 Dans un vol calme j'ai descendu mille montagnes 
J'ai visité des terres et des gens sans crainte
 Alors  ma joie était grande 
Je me suis soudainement réveillé de ce rêve 
Dans lequel j'ai vécu une joie éphémère 
j'étais à nouveau dans un monde effrayant
 Où  règne l'hypocrisie et la convoitise
 l'excédent de la guerre, la faim et l'injustice 
Ferme dans le destin j'ai un insasiable chant de paix
The peace
I was made butterfly of equipped colors 
While flying by the fields of flower in flower 
By that and there always without fear 
around me all was in favour of peace 
I became a beautiful condor 
In a flight calms I descended thousand mountains 
I visited grounds and people without fear 
Then my joy was large 
I suddenly awoke of this dream
 In which I lived a transitory joy 
I stays again in a world frightening
 Where reign  hypocrisy and covetousness 
surplus of the war, hunger and firm injustice
 in the destiny I have a insasiable song of peace.
 
E paz
Me hice mariposa de colores equipados
 Volando por los campos de flor en flor
 Por eso y allí siempre sin miedo 
en torno mi todo era partidario de la paz 
Se convirtió en un bonito cóndor
 En un vuelo tranquilo descendieron mil de montañas 
visitaron tierras y gente sin temor 
entonces mi alegría era grande 
Se despertó repentinamente de este sueño 
En cuál  vivió una alegría transitoria
puntales de nuevo en un mundo que asusta 
Dónde reina hipocresía y la codicia 
excedente de la guerra, el hambre y injusticia 
Explotación en el destino  tenga un insasiable borde de paz
&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&


----- Mensagem encaminhada -----
De: Cercle Univ. Ambassadeurs de la Paix
Para:
Enviadas: Domingo, 11 de Setembro de 2011 4:33
Assunto: Fw: a paz la paix the peace e paz

 
de notre ambassadrice Susana Custódio BRESIL
                    votre indulgence pour les traduction merci !
                                                                                              
               
A PAZ
 
 
Fiz-me borboleta de cores vestida
Voando por campos de flor em flor
Poisando aqui e ali sempre destemida
À minha volta tudo era pacificador
 
Depois tornei-me num belo condor
Em voo sereno desci mil montanhas
Visitei terras e gentes sem temor
Então já a minha alegria era tamanha
 
Subitamente acordei desse sonho
No qual vivera uma alegria fugaz
Estava de novo num mundo medonho
 
Onde reina a hipocrisia e cobiça
Sobra a guerra, a fome e sem justiça
Firme, tenho-me ao fado, à bolina canto a paz
 
         La paix              
Je me suis fait papillon de couleurs habillées
 En volant par les champs de fleur en fleur 
 Par ça et là toujours sans peur 
 autour de moi tout était partisan de la paix 
Je suis devenu un beau condor
 Dans un vol calme j'ai descendu mille montagnes 
J'ai visité des terres et des gens sans crainte
 Alors  ma joie était grande 
Je me suis soudainement réveillé de ce rêve 
Dans lequel j'ai vécu une joie éphémère 
j'étais à nouveau dans un monde effrayant
 Où  règne l'hypocrisie et la convoitise
 l'excédent de la guerre, la faim et l'injustice 
Ferme dans le destin j'ai un insasiable chant de paix
The peace
I was made butterfly of equipped colors 
While flying by the fields of flower in flower 
By that and there always without fear 
around me all was in favour of peace 
I became a beautiful condor 
In a flight calms I descended thousand mountains 
I visited grounds and people without fear 
Then my joy was large 
I suddenly awoke of this dream
 In which I lived a transitory joy 
I stays again in a world frightening
 Where reign  hypocrisy and covetousness 
surplus of the war, hunger and firm injustice
 in the destiny I have a insasiable song of peace.
 
E paz
Me hice mariposa de colores equipados
 Volando por los campos de flor en flor
 Por eso y allí siempre sin miedo 
en torno mi todo era partidario de la paz 
Se convirtió en un bonito cóndor
 En un vuelo tranquilo descendieron mil de montañas 
visitaron tierras y gente sin temor 
entonces mi alegría era grande 
Se despertó repentinamente de este sueño 
En cuál  vivió una alegría transitoria
puntales de nuevo en un mundo que asusta 
Dónde reina hipocresía y la codicia 
excedente de la guerra, el hambre y injusticia 
Explotación en el destino  tenga un insasiable borde de paz
&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&