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domingo, 28 de agosto de 2011

Enc: [Caminho Pelas Estrelas] Enc: [Caminho Pelas Estrelas] Eu creio que há algum ...



----- Mensagem encaminhada -----
De: Odenir Ferro <odenirferro@yahoo.com.br>
Para: odenir.ferro@yahoo.com.br
Enviadas: Domingo, 28 de Agosto de 2011 15:50
Assunto: [Caminho Pelas Estrelas] Enc: [Caminho Pelas Estrelas] Eu creio que há algum ...



----- Mensagem encaminhada -----
De: Odenir Ferro <odenirferro@yahoo.com.br>
Para: odenir.ferro@yahoo.com.br
Enviadas: Domingo, 28 de Agosto de 2011 14:58
Assunto: [Caminho Pelas Estrelas] Eu creio que há algum Amor em mim! Agradecido estou!...

Então... Assim, desta forma, de que maneira desejo dizer-lhes: Muito, ou, muitíssimo Obrigado!Mas, penso: "Se eu disser-lhes: Muito Obrigado, eu estarei me enganando! Será!? Pois que,... De nós, por nós, a vida, em si e por si, tem muito mais sentidos do que estes meus simples atos de sair distribuindo os meus muitos obrigados!... Muito embora, eu estou conformadamente, emocionalmente, Agradecidíssimo!
Mas, muito embora, entre uma positiva atitude e outra, nós todos, creio eu, precisamos Agir!
E acima de tudo, Amar, Amar, Amar,... Incondicionalmente, pois além de nós mesmos nos desconhecermos, tampouco desconhecemos o nosso próximo que está do nosso lado, além dos animais que nos circundam, e muito mais, além ainda, da Natureza que nos cerca e nos aconchega!




















































































































































































































































































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Postado por Odenir Ferro no Caminho Pelas Estrelas em 8/28/2011 10:33:00 AM




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Postado por Odenir Ferro no Caminho Pelas Estrelas em 8/28/2011 11:50:00 AM


Enc: [Caminho Pelas Estrelas] Eu creio que há algum Amor em mim! Agradecido estou!...



----- Mensagem encaminhada -----
De: Odenir Ferro <odenirferro@yahoo.com.br>
Para: odenir.ferro@yahoo.com.br
Enviadas: Domingo, 28 de Agosto de 2011 14:58
Assunto: [Caminho Pelas Estrelas] Eu creio que há algum Amor em mim! Agradecido estou!...

Então... Assim, desta forma, de que maneira desejo dizer-lhes: Muito, ou, muitíssimo Obrigado!Mas, penso: "Se eu disser-lhes: Muito Obrigado, eu estarei me enganando! Será!? Pois que,... De nós, por nós, a vida, em si e por si, tem muito mais sentidos do que estes meus simples atos de sair distribuindo os meus muitos obrigados!... Muito embora, eu estou conformadamente, emocionalmente, Agradecidíssimo!
Mas, muito embora, entre uma positiva atitude e outra, nós todos, creio eu, precisamos Agir!
E acima de tudo, Amar, Amar, Amar,... Incondicionalmente, pois além de nós mesmos nos desconhecermos, tampouco desconhecemos o nosso próximo que está do nosso lado, além dos animais que nos circundam, e muito mais, além ainda, da Natureza que nos cerca e nos aconchega!




















































































































































































































































































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Postado por Odenir Ferro no Caminho Pelas Estrelas em 8/28/2011 10:33:00 AM


Eu creio que há algum Amor em mim! Agradecido estou! Odenir Ferro

Então... Assim, desta forma, de que maneira desejo dizer-lhe: Muito, muitíssimo Obrigado!Mas, penso: "Se eu disser-lhes: Muito Obrigado, estarei me enganando! Será!? Pois que, de nós, por nós, a vida, em si e por si, tem muito mais sentidos do que este meus simples ato da sair distribuindo os meus muitos obrigados!... Muito embora, eu estou conformadamente, emocionalmente, Agradecidíssimo!
Mas, muito embora, entre uma positiva atitude e outra, nós todos precisamos Agir!
E acima de tudo, Amar, Amar, Amar, incondicionalmente, pois além de nós mesmos nos desconhacermos, tampouco desconhecemos o nosso próximo que está do nosso lado, além d0s animais que nos circundam, e muito além ainda, da Natureza que nos cerca e nos aconchega!


















































































































































































































































































Enc: Caminho Pelas Estrelas






De:
Para: odenir.ferro@yahoo.com.br
Enviadas: Domingo, 28 de Agosto de 2011 13:20
Assunto: Caminho Pelas Estrelas

Caminho Pelas Estrelas

Posted: 28 Aug 2011 09:14 AM PDT
 
----- Mensagem encaminhada -----
De: Odenir Ferro <odenirferro@yahoo.com.br>
Para: odenir.ferro@yahoo.com.br
Enviadas: Quinta-feira, 28 de Julho de 2011 9:56
Assunto: [Caminho Pelas Estrelas] Enc: CHIQUE É CRER EM DEUS!!!! - GLÓRIA KALIL

----- Mensagem encaminhada -----
De: Hazel São Francisco
Para:
Enviadas: Quarta-feira, 27 de Julho de 2011 0:47
Assunto: FW: CHIQUE É CRER EM DEUS!!!! - GLÓRIA KALIL
Subject: CHIQUE É CRER EM DEUS!!!! - GLÓRIA KALIL Date: Mon, 25 Jul 2011 19:50:06 -0300
 


M E M O R I Z EB E M O T E X T O A B A I X O   Ê L E   É  "C H I Q U E"
 
 
SER CHIQUE SEMPRE - GLÓRIA KALIL

Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos
dias de hoje.

A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo
carro Italiano.

O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é ser discreto.
Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.

Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.

Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuaçõe inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.

É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador.
É lembrar-se do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é não se exceder jamais!
Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.

É "desligar o radar", "o telefone", quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.

Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

Chique do chique é não se iludir com "trocentas" plásticas do físico... quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão,
intolerância, ateísmo...falsidade.

Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo,
vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo.


Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não
aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta.

Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!

Porque, no final das contas, chique mesmo é Crer em Deus!

Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas, Amor e Fé nos tornam humanos!

GLÓRIA KALLIL
Posted: 28 Aug 2011 08:56 AM PDT
 



--- Em qua, 9/3/11, Odenir Ferro <odenirferro@yahoo.com.br> escreveu:

De: Odenir Ferro <odenirferro@yahoo.com.br>
Assunto: [Caminho Pelas Estrelas] Poema: MEU EU, A DISTÂNCIA E A DOR! Autor: Odenir Fe...
Para: odenir.ferro@yahoo.com.br
Data: Quarta-feira, 9 de Março de 2011, 4:38

Supernova Blast Bonanza (PIA 05202-1024) Credit NASA
Poema: MEU EU, A DISTÂNCIA E A DOR!

Autor: Odenir Ferro


A dor deste amor é presença ausente num

Dentro dos desamores reprimidos e existenciais

Nos meus sonhos desfeitos. E a noite está escura!

O ar está abafado nesta estação primaveril,

Que está quente, muito quente e chuvosa.

Compondo a realidade desta noite,

Que muito chove, chove muito!

E até agora.


As luzes dos postes,

Iluminando a estrada na qual vou eu,

Caminhando, sonhando, me angustiando,

Querendo reanimar-me a viver sendo feliz,

Vão apresentando-se envoltas nas neblinas

Rodeadas pelos muitos, inumeráveis insetos...


A pé, vou caminhando ora olhando para dentro de mim,

Horas outras, esclarecendo-me e vivenciando o local

Onde estou. Nesta estrada em que caminho

Enquanto vou deixando as minhas pegadas

Nesta lama suja que me envolve e que eu

Não me incomodo e não me perturbo

Nem um pouco, em nenhum segundo,

Sequer. Há muitas lamas humanas,

Que são muito mais sujas,

E que estão por aí...


Então, a pé, eu vou caminhando e deixando

As minhas pegadas, nesta lama. E após

Pisar, pisar, pisar, vou caminhando

Nesta sequência existencial,

Tranquilo e total descuidado

Enquanto a chuva fina vai

Molhando o meu corpo,

A minha alma, a minha

Vida, os meus desencantos...


Entretanto, entre uma poça d'água e outra,

Seguida de outra, e mais outra, e outra...

Vou vivendo infeliz. Enquanto noto envolta

Em brumas, a quase ausência da lua nova...


Neste céu escuro, sem a sua presença,

Dentro da presença suave deste luar,

A me marcar, querendo abafar o ar.

Pesado ar, que me deixa repensar

Nas marcas deste desamor que se interage

Entre o meu eu, a sua distância e a dor!
-- Postado por Odenir Ferro no Caminho Pelas Estrelas em 3/09/2011 04:09:00 AM
 
Posted: 28 Aug 2011 08:44 AM PDT

----- Mensagem encaminhada -----
De: Caminho Pelas Estrelas <noreply@blogger.com>
Para: odenir.ferro@yahoo.com.br
Enviadas: Domingo, 24 de Julho de 2011 13:20
Assunto: Caminho Pelas Estrelas

Caminho Pelas Estrelas

Posted: 24 Jul 2011 02:11 AM PDT

----- Mensagem encaminhada -----
De: "brppoetasdelmundobrasil
Para: PoetasdelMundoBrasil <PoetasdelMundo_Brasil
Enviadas: Sábado, 23 de Julho de 2011 19:46
Assunto: [PoetasdelMundo_Brasil] Poema: NINO CHANINHO, O GATINHO, AUTOR: ODENIR FERRO
 
 
----- Original Message -----
Poema: NINO CHANINHO
Autor: Odenir Ferro

Trina, trina, os Sanhaços-Ira,
Comendo as frutinhas do Pomar.
Corre, corre, que o vento guia,
O Gatinho Nino! Rumo ao Sonhar...

Vem ligeiro, vem bem de mansinho,
Num dócil miadinho, tão seresteiro,
O belo Gatinho Nino bem sertanejo.
O meu tão querido Nininho Chaninho!
- Que Deus o tenha! Que Deus o tenha!

Vem de mansinho, bem sorrateiro...
Correndo ligeiro, soltando miados,
Dançando nas patas doces bailados.
Mirando o olhar, nos Sanhaços-Ira,
Nos Tico-Ticos, e nos Pintassilgos,
Pombas Rôla, nos Pombos Selvagens
Que vêm no Pomar bicarem, bicarem,
Que vêm eles, frutas doces degustar!

Olha ágil, irrequieto, o Nino Chaninho!
- Niíínnooóó!!!... - ChanniiííínhÔÔóóÓÓ!!!
- Vive ágil irrequieto, o meu Nino Chaninho...
- Será que sabe ele das maldades humanas!?
"Se sabe, dentro da pureza sua, desconhece.
Aqueles que sendo vilões, profanam Dogmas!
Deturpam a Fé, corrompem as nossas emoções
Enganam, mentem, roubam, repudiando o Amor
Em Nome do Amor, em Nome do Amor, do Amor!

-Xerife, XerifêÊÊ! Nino Chaninho! Nino, NinôÔÔ!
Olha irrequieto, no corpo ágil, o meu Nininho!
Mirando os vai e os vem das avezinhas festeiras
(Longe, muuiito longe, das
avesderapinas.Argh!)
Festejando no Céu, num enorme verdadeiro Banzé!

-Vai ele, içando patinhas, correndo ligeiro
Ele vai, o meu gatinho manhoso briguento.
Querendo ele, com o seu vesguinho olhar,
As aves do Céu dizimar, desfrutar...

-Adeus! Nininho Chaninho, Adeus, a Deus... Deus!

Esta é minha Homenagem ao gatinho Nino Chaninho,
covardemente assassinado com veneno "chumbinho"!

__._,_.___
Atividade nos últimos dias:
ATENÇÃO!!!!!!!!!!!!!! . . Cadastram-se no blog da ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL POETAS DEL MUNDO: . Delasnieve Daspet Embaixadora Universal da Paz Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix Genebra - Suiça
Yahoo! Grupos
.
__,_._,___
Posted: 23 Jul 2011 01:26 PM PDT

----- Mensagem encaminhada -----
De: Odenir Ferro <odenirferro@yahoo.com.br>
Para: odenir.ferro@yahoo.com.br
Enviadas: Sábado, 24 de Novembro de 2007 12:47
Assunto: [Caminho Pelas Estrelas] Biografia sobre o Poema O Meu Grande Sonho
As Bandeiras desta camisa foram confeccionadas
todas à mão ( pintadas ) inclusiva nas costas, e
foram idealizadas por mim, e foram confeccionadas pela Designer e Artista Plástica Carla Fitippaldi. Usei esta camisa por ocasião da entrega do Troféu V Prêmio Talento Cultura Nacional, no SESC - Vila Mariana em São Paulo-S.P., no final do ano de 2005. Por ocasião, declamai o Poema O Meu Grande Sonho, e as Bandeiras da camisa representam A União Entre Todos Os Povos, que se enquadra perfeitamente dentro da mensagem poética do Poema O Meu Grande Sonho!
Rio Claro, Cidade Azul, Novembro de 2007
Odenir Ferro
-- Postado por Odenir Ferro no Caminho Pelas Estrelas em 11/24/2007 06:37:00 AM
Posted: 23 Jul 2011 01:22 PM PDT

Oração do Pai Nosso!Esta ainda é a Oração mais poderosa que Deus nos deixou!Pai Nosso, que estais no Céu,Santificado seja o Vosso NomeVenha a nós, o Vosso Reino,Seja feita a Vossa vontadeAssim na Terra como no Céu.O Pão Nosso de cada dia,Dai-nos hojePerdoai as nossas ofensas,Assim como nós perdoamosA quem nos tem ofendido.E não deixai-nos cair em Tentação, mas livrai-nosDe todo o mal. Amém!Esta é a minha Homenagem a todos que por aqui, neste blogger,passaram e passam e se Deus permitir,continuarão passando pois a fonte de inspiraçãoque Deus me deu é muita! Agradeço profundamentea Deus e a todos! Obrriiiigggggaaaaadooooooo!!!!!Odenir Ferro, 21 de Dezembro de 2007 -- Postado por Odenir Ferro no Caminho Pelas Estrelas em 12/21/2007 06:05:00 AM
Posted: 23 Jul 2011 12:59 PM PDT

----- Mensagem encaminhada -----
De: Odenir Ferro <odenirferro@yahoo.com.br>
Para: odenir.ferro@yahoo.com.br
Enviadas: Domingo, 16 de Setembro de 2007 11:26
Assunto: [Caminho Pelas Estrelas] Poema: NINO CHANINHO
Poema: NINO CHANINHO
Autor: Odenir Ferro

Trina, trina, os Sanhaços-Ira,
Comendo as frutinhas do Pomar.
Corre, corre, que o vento guia,
O Gatinho Nino! Rumo ao Sonhar...

Vem ligeiro, vem bem de mansinho,
Num dócil miadinho, tão seresteiro,
O belo Gatinho Nino bem sertanejo.
O meu tão querido Nininho Chaninho!
- Que Deus o tenha! Que Deus o tenha!

Vem de mansinho, bem sorrateiro...
Correndo ligeiro, soltando miados,
Dançando nas patas doces bailados.
Mirando o olhar, nos Sanhaços-Ira,
Nos Tico-Ticos, e nos Pintassilgos,
Pombas Rôla, nos Pombos Selvagens
Que vêm no Pomar bicarem, bicarem,
Que vêm eles, frutas doces degustar!

Olha ágil, irrequieto, o Nino Chaninho!
- Niíínnooóó!!!... - ChanniiííínhÔÔóóÓÓ!!!
- Vive ágil irrequieto, o meu Nino Chaninho...
- Será que sabe ele das maldades humanas!?
"Se sabe, dentro da pureza sua, desconhece.
Aqueles que sendo vilões, profanam Dogmas!
Deturpam a Fé, corrompem as nossas emoções
Enganam, mentem, roubam, repudiando o Amor
Em Nome do Amor, em Nome do Amor, do Amor!

-Xerife, XerifêÊÊ! Nino Chaninho! Nino, NinôÔÔ!
Olha irrequieto, no corpo ágil, o meu Nininho!
Mirando os vai e os vem das avezinhas festeiras
(Longe, muuiito longe, das avesderapinas.Argh!)
Festejando no Céu, num enorme verdadeiro Banzé!

-Vai ele, içando patinhas, correndo ligeiro
Ele vai, o meu gatinho manhoso briguento.
Querendo ele, com o seu vesguinho olhar,
As aves do Céu dizimar, desfrutar...

-Adeus! Nininho Chaninho, Adeus, a Deus... Deus!

Esta é minha Homenagem ao gatinho Nino Chaninho,
covardemente assassinado com veneno "chumbinho"!



-- Postado por Odenir Ferro no Caminho Pelas Estrelas em 9/16/2007 06:57:00 AM
Posted: 23 Jul 2011 12:43 PM PDT

----- Mensagem encaminhada -----
De: Odenir Ferro <odenirferro@yahoo.com.br>
Para: odenir.ferro@yahoo.com.br
Enviadas: Quinta-feira, 23 de Agosto de 2007 11:21
Assunto: [Caminho Pelas Estrelas] Crônica: PLENO ESTADO DO SUBLIME AMOR!

Crônica: PLENO ESTADO DO SUBLIME AMOR!

Autoria: ODENIR FERRO

Às vezes, muitas vezes até, os assopros do gélido ar do frio, que até a mim vem, me aquece. Dependendo do local onde estiver, sinto até um clima romântico ou poético reascendendo as doloridas chamas amorosas do meu eterno apaixonado coração.
Desculpem-me! Eu estou mentindo...Quando há o frio cortando o meu visceral corpo até invadir as entranhas mais inusitadas da minha alma, não importa o local onde eu estiver, pois tudo em mim, dentro e fora de mim é um profundo e aquecido estado de amor reinando soberano no universo aconchegante do meu aquecido mundo interior.
Mas, mudando um pouco de assunto, o que pensava em dizer, quando comecei a me "beliscar" para buscar inspiração, era em aprofundar-me nos porões míticos e místicos, cheios de arquivos de vivências minhas, onde ficam situadas as minhas mais emotivas memórias, e onde é que está a realidade mais profunda do meu interior, de onde eu encontro e extraio e vivo um estado de ser tão sensacional e mágico, dentro desse afetivo fator que gera esse meu amoroso estado de ser... É quando então, eu me disponho a escrever algo, criar um poema bem sensível, tocante, profundo, humano, dentro dessa minha realidade, onde eu nunca sei exatamente o que vai sair, o que vai acontecer, com os caminhos mágicos tecidos por minhas abençoadas mãos invisíveis; que rapidamente buscam transitarem pelos meus registros da inspiração, ao rondar a minha alma, fazendo deslizar essa emoção para a caneta, numa tentativa de registrar impulsivamente tudo o que as minhas sensações forem retirando das minhas realidades interior ao rapidamente irem ditando para as minhas mãos físicas, carnais, essa razão comandada pelo intelecto do meu cérebro. E também pela força do meu corpo pleno de vigor!
Assim vou eu, num vôo livre, pássaro sonhador amante de mim mesmo e de tudo e de todos que me rodeiam, ao ir deslizando suave nos meus pensamentos, numa incansável busca da harmonia e perfeição exata das palavras que vão aflorando do meu inconsciente emocional. Pra depois, dessa maneira, presenteá-las com todo o meu indispensável carinho, aos meus interlocutores leitores e leitoras, ávidos pela busca da fragrância exótica dos aromas doces ou agridoces que saem dessas minhas melodias tecidas a toque de caixa, fazendo uma florada de sinfonia de cores profusas, que vão esparramando-se pelos ventos, plenos por irem nos caminhos incógnitos do viver, distribuindo um ar carregado de mensagens encarregadas por espalharem amores, sonhos e paz, muita e profunda paz, a quem estiver interpretando estas mensagens saídas do meu emotivo estado de inspiração, transcrito na forma de poemas, contos, crônicas, tirados dos meus arquivos mais doces e saborosos das emoções registradas na vida das minhas memórias; e que ficaram guardadas à espera de uma ocasião, para virem à luz, na forma de escritos, para se registrarem então, a partir da minha alma, em tantas outras almas que vivem dentro das outras pessoas humanas que assim como eu, vão buscando uma motivação da razão, dentro dessa ilusão gerada por essa tal felicidade, querendo encontrar nos objetivos, um sentido do por que estarmos aqui, passeando pelos caminhos desse nosso Planeta Terra!
Vou deixando assim as palavras fluírem, como se fossem um viscoso e dourado mel, aquecido pelos raios solares intensos pelas forças vibrantes de vida em puro estado de energia impregnada de Amor Universal! Numa imensa expectativa sincera de colorir e adocicar a vida das pessoas humanas, ávidas por buscarem ou dentro ou fora de si, ou para si mesmas, um confortável encontro espiritual que poderá leva-las ao mais saboroso e harmonioso íntimo de si mesmas. Para que então, possam dessa forma, encontrarem-se consigo, ou com o próximo. Criando ou reconstruindo os fortes laços da vida que nos impulsiona ao pleno Estado do Sublime Amor!
-- Postado por Odenir Ferro no Caminho Pelas Estrelas em 8/23/2007 07:19:00 AM
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Posted: 28 Aug 2011 08:41 AM PDT
 
 
Salmo 118 Elogios da lei.
Aleluia.
Bem-aventurados os que se conservam
sem mácula no caminho, / os que andam
na lei do Senhor.
Bem-aventurados os que estudam os
seus testemunhos, / os que de todo o
coração o buscam.
Porque os que praticam a iniquidade
/ não andam nos seus caminhos.
Tu promulgaste os teus mandamentos,
/ para que fossem guardados à risca.
Oxalá se firmem os meus passos / no
cumprimento das tuas leis justas.
Eu não serei confundido, / tendo os
olhos fixos em todos os teus manda-
mentos. Louvar-te-ei com retidão de coração,
/ porque aprendi os juízos da tua justiça.
Guardarei os teus justos decretos; /
não me desampares jamais.
Como corrigirá o jovem seu proceder?
/ Guardando as tuas palavras.
De todo o meu coração te busquei; /
não me deixes transviar dos teus man-
damentos.
Escondi no meu coração as tuas palavras,
/ para não pecar contra ti.
Bendito és, Senhor; / ensina-me as tuas
justas leis.
Com os meus lábios pronunciei / todos
os preceitos da tua boca.
deleitei-me no caminho das tuas ordens,
/ tanto como em todas as riquezas.
Nos teus mandamentos me exercitarei,
/ e considerarei os teus caminhos.
Nas tuas ordens meditarei; / não me
esquecerei das tuas palavras.
Concede este graça ao teu servo, dá-me
vida, / e eu guardarei as tuas palavras.
Tira o véu dos meus olhos, / e conside-
rarei as maravilhas da tua lei.
Eu sou peregrino na terra; / não me
ocultes os teus mandamentos.
Minha alma desejou ansiosa / em todo
o tempo as tuas justas leis.
Ameaçaste os soberbos; / malditos os
que se afastam dos teus mandamentos.
Livra-me do opróbrio e do desprezo /
porque busquei cuidadoso os teus man-
damentos.
Até os príncipes se sentaram / e falavam
contra mim, / o teu servo todavia
meditava nas tuas determinações.
Porque os teus decretos são assunto da
minha meditação, / e as tuas justas
leis são os meus conselheiros.
Minha alma prostrou-se por terra; /
dá-me a vida, segundo a tua palavra.
Eu te expus os meus caminhos, e tu
me atendeste; / ensina-me os teus
preceitos.
Instrui-me no caminho das tuas ordens;
/ e meditarei nas tuas maravilhas.
Minha alma adormeceu de tédio; / for-
tifica-me com as tuas palavras.
Afasta de mim o caminho enganoso, /
e concede-me a graça da tua lei.
Escolhi o caminho da verdade; / não
me esqueci dos teus juízos.
Senhor, aderi aos teus testemunhos; /
não me queiras confundir.
Corri pelo caminho dos teus manda-
mentos, / quando dilataste o meu coração,
Impõe-me por lei, Senhor, o caminho
dos teus justos mandamentos, / e bus-
cá-lo-ei sempre.
Dá-me inteligência, e estudarei a tua
lei, / e a guardarei de todo o meu
coração.
Guia-me pela senda dos teus manda-
mentos, / porque esa mesma desejei.
Inclina o meu coração para os teus
preceitos, / e não para a avareza.
Desvia os meus olhos, para que não
vejam a vaidade; / faze que eu viva
seguindo o teu caminho.
Faze que o teu servo se firme em tua
palavra, / mediante o teu temor.
Afasta de mim o opróbrio, que receio,
/ porque os teus juízos são suaves.
Vê como eu suspirei pelos teus man-
damentos; / faze que viva segundo a
tua justiça.
Venha sobre mim a tua misericórdia,
Senhor, / e a tua salvação, segundo
a tua palavra.
E poderei responder aos que me in-
sultam, / que pus a minha esperança
nas tuas palavras.
E não tires jamais da minha boca a
palavra da verdade, / porque confiei
muito nas tuas promessas.
Guardarei sempre tua lei, constante-
mente até o fim.
caminharei por uma senda larga, /
porque busquei os teus mandamentos.
Falarei dos teus preceitos diante dos
reis, / e não me envergonharei.
Meditarei nos teus mandamentos, que
eu amo.
Levantarei as minhas mãos para os
teus mandamentos, que eu amo, / e
exercitar-me-ei nas tuas ordens.
Lembra-te da promessa que fizeste ao
teu servo, / com a qual me deste es-
perança.
isto me consolou no meu abatimento, /
porque a tua palavra me deu vida.
Os soberbos insultaram-me em extre-
mo, / mas eu não me afastei da tua
lei.
Lembrei-me, senhor, dos juízos que
exerveste em todos os séculos, / e con-
solei-me.
Desfaleci, vendo os pecadores / que
abandonavam a tua lei.
As tuas leis justas eram dignas de ser
cantadas por mim, / no lugar da mi-
nha peregrinação.
Lembrei-me do teu nome, Senhor, / du-
rante a noite, e guardei a tua lei.
Isto me aconteceu, / porque busquei
cuidadoso os teus preceitos.
Eu disse: Senhor, a minha porção é
guardar a tua lei.
supliquei o teu favor de todo o meu
coração; / compadece-te de mim, se-
gundo a tua palavra.
Considerei os meus caminhos, / e voltei
os meus passos para os teus preceitos.
Estou resolvido, sem que nada me pos-
sa perturbar, / a guardar os teus man-
damentos.
Os laços dos pecadores me cingiram
por todas as partes, / mas eu não me
esqueci da tua lei.
À meia noite levantava-me para te lou-
var / por teus justos decretos.
Associo-me a todos os que te temem
/ e guardam os teus mandamentos.
A terra está cheia, Senhor, da tua mi-
sericórdia; / ensina-me os teus precei-
tos.
Senhor, bondoso foste para com o teu
servo, / segundo a tua palavra.
ensina-me a bondade, a doutrina e a
ciência, / porque dei crédito aos teus
mandamentos.
Antes de ser humilhado, pequei, / mas
agora obedeço à tua palavra.
Tu és bom, / e, por tua bondade, en-
sina-me as tuas justíssimas prescrições.
A iniquidade dos soberbos multiplicou-
-se contra mim, / mas eu de todo o
meu coração guardarei os teus manda-
mentos.
O coração deles coalhou-se como lei-
te, / porém eu deleitei-me na tua lei.
Para mim foi bom que passei pela dor,
/ para eu aprender os teus preceitos.
Para mim vale mais a lei que saiu da
tua boca, / do que milhões de ouro e
de prata.
Tuas mãos fizeram-me e formaram-me;
/ dá-me inteligência, e eu aprenderei
os teus mandamentos.
Os que te temem verão com alegria, /
porque pus toda a minha esperança nas
tuas palavras.
Conheci, senhor, que os teus juízos
são de equidade, / e merecidamente
me humilhaste.
Venha tua misericórdia consolar-me, /
segundo a promessa ao teu servo.
Venham a mim as tuas misericórdias,
e viverei, / porque a tua lei é a minha
meditação.
Sejam confundidos os soberbos, pois in-
justamente maquinaram males contra
mim; / eu porém me excitarei nos teus
mandamentos.
Voltem-se para mim os que te temem,
/ e os que conhecem teus testemunhos.
Seja imaculado o meu coração na prá-
tica dos teus mandamentos, / para que
eu não seja confundido.
A minha alma desfaleceu à espera da
tua salvação; / em tua promessa espero.
Os meus olhos cansaram-se de tanto
esperar a tua promessa, / dizendo:
Quando me consolarás?
Porque eu tornei-me como um odre ex-
posto à fumaça, / mas não olvidei os
teus justos preceitos.
Quantos são os dias do teu servo? /
Quando farás justiça aos que me per-
seguem?
Contaram-me ímpios coisas frívolas, /
mas quão diferente é tudo isso da tua
lei!
Todos os teus mandamentos são ver-
dade; / injustamente me têm persegui-
do, socorre-me.
Por pouco não deram comigo em ter-
ra, / eu porém não abandonei os teus
mandamentos.
Concede-me a vida segundo a tua mise-
ricórdia, / e eu guardarei os manda-
mentos saídos da tua boca.
Para sempre, Senhor, permanece no
céu a tua palavra.
A tua verdade transmite-se de geração
em geração; / tu fundaste a terra, e ela
permanece.
Por tua ordem continuam a subsistir,
/ pois todas as coisas te servem.
Se a tua lei não tivese sido a minha
meditação, / então decerto eu teria
perecido na minha angústia.
Nunca olvidarei os teus preceitos, /
porque neles me deste a vida.
Eu sou teu, salva-me, / porque bus-
quei ansioso os teus preceitos.
Os pecadores esperaram-me para me
perder; / eu porém estive atento aos
teus ensinamentos.
Vi o fim de tudo o que é perfeito, /
somente a tua lei não tem limites.
Quanto eu amo a tua lei, Senhor! /
Ela é minha meditação todo o dia.
Tornaste-me mais prudente do que os
meus inimigos com os teus mandamen-
tos, / porque tenho-os perpetuamente
diante dos meus olhos.
Compreendi mais que todos os meus
mestres, / porque os teus mandamen-
tos são a minha meditação.
Entendi mais do que os anciãos, /
porque busquei os teus preceitos.
Retirei os meus pés de todo o mau
caminho, / para guardar as tuas pala-
vras.
Não me desviei do teus juízos, / por-
que tu me prescreveste uma lei.
Quão doces são as tuas palavras ao
meu paladar! / São-no mais que o mel
à minha boca.
Com os teus mandamentos aprendi, /
por isso odeio todo o caminho da ini-
quidade.
Lâmpada para os meus passos é a tua
palavra, / e luz para os meus caminhos.
Jurei e determinei guardar os teus
justísimos decretos.
Tenho sido humilhado, Senhor, de to-
dos os modos; / faze-me viver segun-
do a tua palavra.
Aceita, Senhor, a homenagem de meus
lábios / e ensina-me os teus juízos.
Minha alma está sempre nas minhas
mãos / porém não olvido a tua lei.
Os pecadores armaram-me laços; /
não me afastei, porém, dos teus man-
damentos.
Minha herança perpétua são os teus
mandamentos, / porque são a alegria
do meu coração.
Inclinei o meu coração a praticar sem-
pre as tuas leis, / por causa da re-
compensa.
Aborreci os iníquos, / e amei a tua lei.
tu és meu defensor e meu amparo, /
e pus toda a minha esperança na tua
palavra.
Retirai-vos de mim, malignos, / e es-
tudarei os mandamentos do meu Deus.
Ampara-me (Senhor) segundo a tua
promessa, e viverei, / e não permitas
que eu seja confundido no que espero.
Ajuda-me, e serei salvo, / e medita-
rei sempre nas tuas leis.
Desprezaste todos os que se desviam
dos teus preceitos, / porque é injusto
o seu pensamento.
Reputei como prevaricadores todos os
pecadores da terra, / por isso amei os
teus testemunhos.
Traspassa com o teu temor as minhas
carnes, / porque temi os teus juízos.
Pratiquei a retidão e a justiça; / não
me entregues aos que me caluniam.
Ampara o teu servo para o bem; / não
me caluniem os soberbos.
Os meus olhos desfaleceram à espera
da tua salvação / e das promessas da
tua justiça.
Trata o teu servo segundo a tua mise-
ricórdia, / e ensina-me os teus justos
decretos.
Sou teu servo; dá-me inteligência, /
para que eu conheça os preceitos.
É tempo de esforçar-se para o Senhor;
/ violaram a tua lei.
Por isso amei os teus mandamentos,
/ mais do que o ouro e o topázio.
Por isso enveredei pela senda de to-
dos os teus mandamentos, / e odiei
todo o caminho mau.
Os teus testemunhos são admiráveis,
/ por isso os investigou a minha alma.
A explicação de tuas palavras alumia
/ e dá inteligência aos pequeninos.
Abri a minha boca e respirei, / por-
que desejava os teus preceitos.
Olha para mim, e compadece-te de
mim, / segundo é justo com os que
amam o teu nome.
Encaminha os meus passos segundo
tuas palavras, / e não me domine iniqui-
dade alguma.
Livra-me das injúrias dos homens, /
para qu guarde os teus preceitos.
Faze que a luz do teu rosto reluza so-
bre o teu servo, / e ensina-me os teus
justos decretos.
Rios de lágrimas derramaram os meus
olhos, / por não terem guardado a tua
lei.
Tu és justo, Senhor, / e o teu juízo
é reto.
Mandaste estreitamente a observância
dos teus preceitos, / como a tua suma
verdade.
O meu zelo fez-me definhar; / porque
os meus inimigos se esqueceram das
tuas palavras.
A tua palavra é chama ardente, / e o
teu servo a tem amado.
Eu sou pequeno e desprezível, / mas
não esqueci os teus justo decretos.
Tua justiça é justiça eterna, / e a tua
lei é a mesma verdade.
A tribulação e a angústia surpreende-
ram-me; / os teus mandamentos são
a minha meditação.
Os teu preceitos são cheios duma
eterna equidade; / dá-me a inteligên-
cia deles, e viverei.
Clamei de todo o meu coração, ouve-
-me, Senhor; / buscarei os teus justos
preceitos.
Clamei a ti, salva-me, / para que guar-
de teus mandamentos.
Eu me antecipei à aurora e clamei, /
porque esperei firmemente nas tuas
palavras.
Os meus olhos voltaram-se para ti an-
tes da aurora, / para meditar a tuas
palavras.
Ouve a minha voz segundo a tua mi-
sericórdia, Senhor, / e dá-me vida se-
gundo o teu juízo.
Os meus perseguidores arrastaram-me
para o crime / e desviaram-me da tua
lei.
Perto estás de mim, Senhor, / e todos
os teus caminhos são verdade.
Acerca dos teus testemunhos, / desde
o princípio reconheci que tu os esta-
beleceste para sempre.
Vê o meu abatimento e livra-me, /
porque não transcurei tua lei.
Julga a minha causa, e liberta-me; /
dá-me a vida segundo a tua palavra.
A salvação está longe dos pecadores,
/ porque não buscam os teus justos
preceitos.
Muitas são, Senhor, as tuas misericór-
dias; / dá-me a vida segundo o teu
juízo.
Muitos são os que me perseguem e
me atribulam; / eu porém não me des-
veiei dos teus mandamentos.
Vi os prevaricadores e consumia-me, /
porque não guardaram tuas palavras.
Vê, Senhor, quanto tenho amado os
teus mandamentos, / dá-me a vida pe-
la tua misericórdia.
O princípio das tuas palavras é a ver-
dade; / todos os juízos da tua justiça
são eternos.
Os príncipes me perseguiram sem cau-
sa, / porém o meu coração temeu as
tuas palavras.
Eu alegro-me nas tuas promessas, /
como quem encontra muitos despojos.
Odiei e detestei a iniquidade; / mas
amei a tua lei.
Sete vezes ao dia te dirigi louvores /
pelos juízos da tua justiça.
Gozam muita paz os que amam a tua
lei, / e não há para eles nenhuma
ocasião de queda.
Eu esperava a tua salvação, ó Senhor,
/ e amei os teus mandamentos.
Minha alma guardou os teus preceitos,
/ e ardentemente os amou.
Guardei os teus mandamentos e os
teus preceitos, / porque todos os
meus caminhos estão presentes aos
teus olhos.
Chegue, Senhor, a minha súplica à
tua presença; / dá-me a inteligência
segundo a tua palavra.
Chegue a ti a minha súplica; / livra-
-me segundo a tua palavra.
Os meus lábios romperão num hino, /
quando me ensinares os teus preceitos.
A minha língua anunciará a tua pala-
vra, / porque todos os teus manda-
mentos são equidade.
Estende a tua mão para me salvar,
porque escolhi os teus mandamentos.
Desejei, Senhor, a tua salvação, / e a
tua lei é a minha meditação.
A minha alma viverá e te louvará, /
e os teus juízos serão o meu apoio.
Andei errante, como ovelha, que se
desgarrou; busca o teu servo, / por-
que me não esqueci dos teus manda-
mentos.
Posted: 28 Aug 2011 08:22 AM PDT
 




http://www.livronovo.com/infanto-juvenil-aventura/nino-chaninho-o-gatinho.html
Meu Filme (ninochaninho,ogatinho,ninochanino,thelittlecat). wmv(1.22g)
http://www.youtube.com/wath?v=uNHCFxP63fy
http://stores.lulu.com/editoralivronovo
 
https://www.gatosabido.com.br/resultadobusca.php?entradaBusca=livronovo
R$ 22,32
Adicionar Itens ao Carrinho Qtde: Adicionar ao Carrinho OU

Descrição Rápida

Nino Chaninho, O Gatinho, retrata uma simples e comovente história sociocultural ambientada num requintado condomínio residencial, onde, através das peripécias e traquinagens de um gatinho que vive por ali, pelos jardins, sem ter muitos laços afetivos com a domesticação, desperta a atenção e cuidados de um porteiro que lá trabalha.
Título: NINO CHANINHO, O GATINHO
Autor: Odenir Ferro
Formato: 14cm X 21cm
Capa: 4X0 cor, com orelhas de 7 cm
Miolo: 1X1 cor
Acabamento e encadernação: a definir
Páginas: 60
ISBN: 978-85-62426-16-2

Sobre a obra
NINO CHANINHO, O Gatinho, retrata uma simples e comovente história sociocultural ambientada num requintado condomínio residencial, onde, através das peripécias e traquinagens de um gatinho que vive por ali, pelos jardins, sem ter muitos laços afetivos com a domesticação, desperta a atenção e cuidados de um porteiro que lá trabalha.
A história é descrita com lirismo e intensa linguagem poética, refletindo um profundo interesse pelo drama.
Enfoca a sublime eternidade da nossa existência e também procura questionar sobre os processos cognitivos existentes dentro da possibilidade das muitas linguagens estabelecidas entre os humanos, animais e até as plantas.
Nino Chaninho é uma envolvente realidade, levando as pessoas a refletir sobre os valores da vida, numa viagem feita entre sonhos, amizade, esperança e amor universal.

Sobre o autor
Odenir Ferro faz parte da Ordem da Confraria dos Poetas Brasil, tendo recebido cinco Troféus Talento Cultura Nacional em eventos realizados nos finais dos últimos anos, na cidade de São Paulo, no Teatro SESC Vila Mariana e no ano passado no Teatro do Espaço Cultural Juca Chaves. Publicou várias poesias em coletâneas. Recebeu vários diplomas, entre eles o título de Comendador da Ordem da Confraria dos Poetas-Brasil, também o Título de Cônsul Honorífico desta Ordem na cidade de Rio Claro - SP, cidade de seu nascimento.
Participou com os poemas Ícone e Lâmina Grave, poemas já editados pela Shan Editores, e o poema O Vôo da Liberdade, nas edições da Revista Jurídica - Periódico Científico do Curso de Direito das Faculdades Integradas Claretianas de Rio Claro – SP
Ganhou medalha de bronze pelo poema Plangente do Anelo, publicado na Revista Brasília, além de Menções de Reconhecimento na Área Política de sua cidade, e troféu oferecido pela Editora Siciliano-Rio Claro-SP, conquistando o primeiro lugar com a poesia Inteligentes Colméias Artesãs homenageando o Dia do Trabalho, em especial todos os trabalhadores de Rio Claro - Cidade Azul– SP. Publicou em 2008 o seu primeiro Livro de Poemas Individual, O Melhor da Poesia Brasileira – Poemas Inesquecíveis (Íntimo & Códigos) de Odenir Ferro, editado pela Shan Editores e Real Academia de Letras – Ordem da Confraria dos Poetas – Brasil.
Posted: 28 Aug 2011 08:18 AM PDT





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Meu Filme (ninochaninho,ogatinho,ninochanino,thelittlecat). wmv(1.22g)
http://www.youtube.com/wath?v=uNHCFxP63fy
http://stores.lulu.com/editoralivronovo
 
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R$ 22,32
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Descrição Rápida

Nino Chaninho, O Gatinho, retrata uma simples e comovente história sociocultural ambientada num requintado condomínio residencial, onde, através das peripécias e traquinagens de um gatinho que vive por ali, pelos jardins, sem ter muitos laços afetivos com a domesticação, desperta a atenção e cuidados de um porteiro que lá trabalha.
Título: NINO CHANINHO, O GATINHO
Autor: Odenir Ferro
Formato: 14cm X 21cm
Capa: 4X0 cor, com orelhas de 7 cm
Miolo: 1X1 cor
Acabamento e encadernação: a definir
Páginas: 60
ISBN: 978-85-62426-16-2

Sobre a obra
NINO CHANINHO, O Gatinho, retrata uma simples e comovente história sociocultural ambientada num requintado condomínio residencial, onde, através das peripécias e traquinagens de um gatinho que vive por ali, pelos jardins, sem ter muitos laços afetivos com a domesticação, desperta a atenção e cuidados de um porteiro que lá trabalha.
A história é descrita com lirismo e intensa linguagem poética, refletindo um profundo interesse pelo drama.
Enfoca a sublime eternidade da nossa existência e também procura questionar sobre os processos cognitivos existentes dentro da possibilidade das muitas linguagens estabelecidas entre os humanos, animais e até as plantas.
Nino Chaninho é uma envolvente realidade, levando as pessoas a refletir sobre os valores da vida, numa viagem feita entre sonhos, amizade, esperança e amor universal.

Sobre o autor
Odenir Ferro faz parte da Ordem da Confraria dos Poetas Brasil, tendo recebido cinco Troféus Talento Cultura Nacional em eventos realizados nos finais dos últimos anos, na cidade de São Paulo, no Teatro SESC Vila Mariana e no ano passado no Teatro do Espaço Cultural Juca Chaves. Publicou várias poesias em coletâneas. Recebeu vários diplomas, entre eles o título de Comendador da Ordem da Confraria dos Poetas-Brasil, também o Título de Cônsul Honorífico desta Ordem na cidade de Rio Claro - SP, cidade de seu nascimento.
Participou com os poemas Ícone e Lâmina Grave, poemas já editados pela Shan Editores, e o poema O Vôo da Liberdade, nas edições da Revista Jurídica - Periódico Científico do Curso de Direito das Faculdades Integradas Claretianas de Rio Claro – SP
Ganhou medalha de bronze pelo poema Plangente do Anelo, publicado na Revista Brasília, além de Menções de Reconhecimento na Área Política de sua cidade, e troféu oferecido pela Editora Siciliano-Rio Claro-SP, conquistando o primeiro lugar com a poesia Inteligentes Colméias Artesãs homenageando o Dia do Trabalho, em especial todos os trabalhadores de Rio Claro - Cidade Azul– SP. Publicou em 2008 o seu primeiro Livro de Poemas Individual, O Melhor da Poesia Brasileira – Poemas Inesquecíveis (Íntimo & Códigos) de Odenir Ferro, editado pela Shan Editores e Real Academia de Letras – Ordem da Confraria dos Poetas – Brasil.

 
Posted: 28 Aug 2011 07:59 AM PDT
 



--- Em dom, 10/10/10, Odenir Ferro <odenir.ferro@yahoo.com.br> escreveu:

De: Odenir Ferro <odenir.ferro@yahoo.com.br>
Assunto: Fw: La paix mondiale PAZ MUNDIAL World peace Paz Mundial
Para:
Data: Domingo, 10 de Outubro de 2010, 10:40



 
   de notre ambassadeur ODENIR  FERRO BRESIL
                      votre indulgence pour les traduction merci !
                                                                                              
      
 
 
   
 la paix mondiale 

 La paix est un énorme volcan,

Je vais imploser, en plus de moi,
Prenant toute la haine envers l'exception 
 Une marche silencieuse dans le désert infini
Qui émerge dans l'incertitude approximative de l'ensemble!

La paix condamne les stocks de segments

C'est si bon  que les anges sont  si densément que les humains sont Devenan intraduisible en mots Pour les décrire dans la pureté

De la beauté, simple,

Et la plasticité poétique

En plus de l'émotionnel.
 

Quoi qu'il en soit, ce volcan de vibration

 
Est spécial de concordance pure!

Homogène  un doux et intense

Moment de l'ONU amour expressif dans son ensemble.
Lorsque tout cela est la poursuite sans relâche
La réunion de la pureté En vigueur dans la Croyance au Réformateur Universelle      Dieu!
 
      Et dans cette inspiration émotive, intuitive,

           J'ai pensé à la paix...

         Quand j'ai regardé mes mains,

         J'ai vu qu'elles étaient, garnies
 
D' une paire de gants et les blessures

Vives dans ma poitrine est sentie ! J'ai pensé:

 «Si je suis en paix, cette paix attriste


La nature morte, qui survit en moi. "

Pour la peau qui me décore, je l'ai accrochée,

Elle est égale à la peau d'un grand nombre d'autres vies


C'est dans les abattoirs, que les deux périssent ...

 
 
 PAZ MUNDIAL
A paz é um enorme vulcão,
Que me implode ao ir, no além de mim,
Levando os ódios todos pelo rumo afora
A caminhar silente no infinitivo deserto
Que se desponta na áspera incerteza do todo!
A paz condena em si, existências de segmentos
Que de tão certos e providenciais que são,
E de tão densamente humanos que são,
Tornam-se intraduzíveis em palavras
Para poder descrever-lhes na pureza
Das belezas, singelidades,
E plasticidade poética
No além do emocional.
 
Enfim, esse vulcão vibracional,
É pura concordância especial!
Homogênea a um doce e intenso
Momento de expressivo amor uno ao todo.
Onde este todo é a incansável busca
Do ir ao encontro da pureza
Existente no Afflatus
De Deus!
 
E neste inspiracional emotivo, intuitivo,
Julguei que em paz, estivesse...
Quando para minhas mãos olhei,
Vi que estavam elas, guarnecidas
Com um par de luvas; e feridas
Vivas, no meu peito senti! Pensei:
 "Se em paz estou, esta paz entristece
A natureza morta, que em mim sobrevive."
Pois o couro que me embeleza, me guarnece,
É pele igual à de muitas outras vidas
Que em abatedouros, tanto perecem...

 
world peace 
Peace is an enormous volcano, 
I go imploser, in addition to me, 
Taking all hatred towards exception 
A silent walk in the infinite desert 
Who emerges in approximate uncertainty of together! 
Peace condemns stocks of segments 
It is so good that the angels are 
so densément that the human ones are 
Untranslatable Devenan in words
To describe them in purity 
Beauty, simple, 
And poetic plasticity
In addition to émotionnaly.
 
What that' it is, this volcano of vibration 
Is special of pure agreement!
Homogeneous soft and intense 
Moment of UNO expressive love in its together.
When all that is the continuation without slackening
The meeting of purity 
Into force in the Universal Belief in the Reformer 
God!
 
 And in this emotive inspiration, intuitive, 
I  thought of peace…
When I looked at my hands,
I saw qu' they, were furnished 
A pair of gloves and wounds 
Sharp in my chest is felt! I' thought:
"If I am in peace, this peace saddens
The still life, which survives in me. " 
For the skin which decorates me,  hung, 
It is equal to the skin d' a great number; other lives
It is in the slaughter-houses, that both perish… 
 
 
la paz mundial
 La paz es un enorme volcán, 
Va imploser, además mi, 
Tomando todo el odio hacia excepción
Una marcha silenciosa en el desierto infinito
Quién surge en incertidumbre aproximada de ¡conjunto! 
La paz condena las existencias de segmentos 
C' es tan bueno que los ángeles son  
si densément que los humanos son 
Devenan intraducible en palabras
Para describirlos en la pureza 
De la belleza, simple, 
Y la plasticidad poética 
Además de  émotionnel.
 
Qué qu' sea, este volcán de vibración 
¡Es especial de concordancia pura! 
Homogéneo suaves e intensos 
Momento de ONU amor expresivo en su ensemble.
Cuando todo eso es la continuación sin descanso 
La reunión de la pureza 
En vigor en la Creencia al Reformador Universal
 ¡Dios! 
 
Y en esta inspiración emotiva, intuitiva, 
pensó en la paz… 
Cuando  observaron mis manos,
vieron qu'e ellas, se surtían
un par de guantes y las heridas
 ¡Vivas en mi pecho se siente!  pensaron: 
"Si estoy en paz, esta paz entristece 
La naturaleza muerta, que sobrevive en mi. "
Para la piel que me decora, yo  colgaron, 
Es igual a la piel un gran número otras vidas 
C' está en los mataderos, que los dos fallecen…
&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&
 
Posted: 28 Aug 2011 05:12 AM PDT
Posted: 28 Aug 2011 05:09 AM PDT
Posted: 28 Aug 2011 05:06 AM PDT
Posted: 28 Aug 2011 05:00 AM PDT
Posted: 28 Aug 2011 04:45 AM PDT
 
----- Mensagem encaminhada -----
De: Cercle Univ. Ambassadeurs de la Paix
Para:
Enviadas: Domingo, 28 de Agosto de 2011 4:27
Assunto: Fw: A paz a arte encontra la paix convoitée coveted peace la paz deseada
 
 de notre ambassadeur MARIO CAPELLUTO BRESIL
                         votre indulgence pour les traductions merci !
 
                                           
                                                                                        
       
                                                            A PAZ, A ARTE ENCONTRA                       
                   
    A Paz almejadaresultante do trabalho realizado.
Induzir  e ensinar pessoas a cultivar o belo que a Arte,
criação do Ser, nos mostra,
onde o sentimento humano se  entrelaça com o outro.
 
 Histórias e experiências vividas, às vezes sofridas,
lições repassadas para outras esferas;
tudo se cria e se transforma dentro de nós,
a alma se nutre, o sentimento transparece e nos atinge.
 
Nas Artes Plásticas é assim,
o tato que reflete a vida,
os olhos que harmonizam as cores, 
a sensibilidade que a mente vivencia, 
tudo que amamos é dádiva sublime na nossa doação
 para a partilha fraterna, sublimando a aproximação divina. 
Paz, Amor, tudo nos ensina a assim proceder.   
 
 
La Paix convoitée résulte d'un travail réalisé.
 Induire et enseigner des personnes à cultiver la beauté de l'Art, 
dans l'échantillon de la création de l'Être, 
où le sentiment humain s'entrelace avec l'autre.
 Histoires et expériences vives quelquefois souffrantes,
 leçons repassées par d'autres sphères ;
 tout se crée et se transforme à l'intérieur de nous, 
l'âme se nourrit, le sentiment transparaît et nous atteint.
 Dans les Arts Plastiques c'est ainsi, 
le tact qui reflète la vie,
 les yeux qui harmonisent les couleurs, 
la sensibilité que l'esprit vit intensément,
 tout ce que nous aimons est cadeau sublime dans notre donation
 pour le partage fraternel en sublimant l'approche divin. 
Paix, Amour, enseignent ainsi à procéder. 
 
Coveted Peace results  a work carried out. 
To induce and teach people to cultivate the beauty of Art,
 in sample of the creation of To be,
 where the human feeling interlace with other.
Stories and experiments sometimes suffering sharp, 
lessons passed by again by other spheres; 
all is created and changed with interior of us, 
heart is nourished, the feeling shows through and reaches us.
 In the Visual arts it is thus,
 the tact which reflects the life,
 the eyes which harmonize the colors,
 sensitivity that spirit saw intensely,
 all that we like is sublime gift in our donation
 for the fraternal division by sublimating approach divine.
 Peaces, Love, thus teach to proceed. 
 
La Paz deseada resulta un trabajo realizado.
Inducir y enseñar personas que deben cultivarse la belleza de Arte, 
en  muestra de la creación de Ser,
 dónde el sentimiento humano  entrelace con otros.
Historias y experiencias vivas a veces enfermas,  
lecciones vueltas a pasar por otras esferas;
 todo se crea y se transforma a interior nosotros,
  alma se alimenta, el sentimiento se traslucir y nos alcanza. 
en las Artes Plásticas es así,
 el tacto que refleja la vida,
 los ojos que armonizan los colores,
 la sensibilidad que espíritu vive intensamente,
 todo lo que nos gusta es regalo sublime en nuestra donación
 para la división fraternal sublimando  enfoque divino.
 Paces, Amor, enseñan así a proceder. 
&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&
Posted: 27 Aug 2011 06:28 PM PDT
 
 
PROSA POÉTICA: O MEU POÉTICO CHÃO
Autor: Odenir Ferro

Um gosto de sal na boca e o aroma da terra lavada fluindo acima dos meus pés, enquanto piso descalço nas folhas ressequidas pela estação outono.
Um espelho em forma de muitos fiascos dos raios do sol refletindo nos meus olhos mirando tudo a minha volta. E em torno de mim, fica alumiando a minha emoção. Enquanto vou transmutando as minhas esperanças, quase subjetivas dentro das minhas sensações, no objetivo transparente do horizonte logo ali!
Na espreita, me mirando, entreolhando-me entre as plantas umedecidas pelas gotículas de chuva, que agora se ressecam na brisa amena do vento tépido pela tênue e tímida luz dos reflexos vindos dos raios solares; que pouco os deixam, a espessura das folhas plenas de texturas firmes e verdes, os adentrarem floresta dentro. Para virem refletirem-se no chão.
Enlameado chão repleto de folhas outonais caídas amarelecidas.
Onde eu as piso caminhando vagarosamente, pensando no meu chão.
O meu poético chão! O meu Universo construído pela minha imaginativa emoção em ação. E tracejado pelas linhas do meu coração!
Onde sempre vivo a rabiscar os esboços e faço uns planos e tracejo metas cheias de desenhos de letras. Sempre paginando e repaginando os percursos do meu viver. Ao ir desenhando-me em caricaturas coerentes com o meu profundo eu, através das linhas do meu sublime imaginário.
Pleno de força poética regida pela beleza eterna do Universo caminhando o planeta Terra entre as estrelas, rumo ao infinitivo incógnito da desconhecida imensidão.
Imensidão composta pela ígnea chama do Amor Eterno e Divinal da Sagrada Criação, que nós O denominamos reverentes e humildes, de Deus!

Enquanto piso folhas e flores ressequidas pelo tempo, espalhadas pelo chão feitas um gigantesco tapete. Penso e contemplo dentro e fora de mim a beleza do incógnito expansivo da plenitude amorosa que nos presenteia de pura e radiante clareza e carisma. Feito águas puras cristalinas jorrando até a fonte do nosso amor as nuances delineadas pelos contornos das composições que atuam entre o micro e o macro cosmos. Que ladeia-nos fora de nós, onde neles flutuamos, vivemos, vibramos, atuamos, enfim. Com a força da nossa vida motivando-nos a caminhar e criarmos ininterruptamente as texturas alquímicas do nosso próprio universo interior.
Rabisco uns desenhos de letras e deles extraio as palavras para compor as minhas mais complexas emoções. Por sentir a plenitude presente em todas as facetas que compõem o meu eu. Ao levar-me para fora de mim, ao irk projetando-me para fora de mim, com o meu senso criativo segurando a minha alma por um fio imaginário. Idealizado pelos sonhos das minhas memórias. Que fluem intempestivamente como se fossem uma grossa pancada de chuva inesperada, caindo pela floresta, agora!
Chuva que vem molhando meu rosto, misturando-se com as minhas grossas lágrimas e diluindo e misturando-se com o suor do meu rosto.
Fico eu, estagnado por uns momentos. Sempre atento a tudo, enquanto a chuva, do mesmo instante em que veio e caiu por não mais que uns poucos minutos, para de repente, estanca-se enquanto por dentro de mim, deixo fluir o fluxo do meu sangue que o sinto fazendo corar as faces do meu suado rosto.
Enquanto a chuva para de repente, percebo que muitos grilos começam a orquestração sonora em conjunto com as cigarras, formando uma bela, melancólica e singela sinfonia que flui por todos os poros da floresta cheia de mato verde e perfumado.
Num relance de olhos, posso notar que acetinadas brumas de névoa úmida, agora emergem do plácido lago situado à minha esquerda.
Nas suas margens pode-se ver muitas flores d'água e pequenas vitórias-régias. Cujas flores de um tom rosa claro ficam expostas imponentes refletidas, no espelhado do calmo e cristalino lago.
Os pés de coqueiros estão inertes como rochas. Contemplativos mirando o azul celúreo do céu!
E os bambuzais, mais distantes um pouco dali, também refletem suas copas verdes mescladas de tons olivas, verdes musgos, indo até os tons mais amarelados e verdes claros de galhos de bambus envelhecidos ou ainda em broto. Tudo isso é possível ver do outro lado. Na margem oposta onde estou agora. E que fica entre mim e o lago. Mas que também se projeta se alonga e se mostra de forma inversa e espelhada dentro dele. Compondo uma bela imagem numa paisagem perene, flexível e quase inerte dentro dele.
Apenas pequenos movimentos de ondas pouco difusas e minúsculas, fazem movimentos circulares que estão presentes na dinâmica dos acontecimentos, devido aos pequenos pingos e respingos de algumas gotículas de chuva que ainda caem. Fazendo assim, com que estas belas imagens cênicas refletidas dentro do plácido lago, se tremeluzem de quando em quando, embora sem perderem a nitidez do foco.
Tudo em minha volta esta radiante por uma beleza sensivelmente cíclica e magnífica. E os aromas vindos da terra lavada e das plantas e do mato, após a chuva que caiu, fluem até o meu nariz, enquanto meus pés descalços vão tocando com pisadas firmes e seguras, os tapetes formados pelas folhas de outono caídas ressequidas pelo chão.
Vou assim avançando na minha caminhada.
Às vezes, eles, os meus pés, até afundam no lodo da terra ou na composição fofa dos acúmulos de muitas folhas que jazem umas sobre as outras, apodrecendo e virando esterco para fertilizar naturalmente o fértil chão.
As folhas destoam-se em vários tons de cores degradee que se apresentam desde o verde até o amarelado ouro ou ocre. E também em vários tons de pastel e até de tons marrons escuros ou terra de siena queimada ou avermelhado telha ou vinho.
São assim que se apresentam as cores do outono, com estas folhas diversas de tamanhos e formas. E que se faz de tapete natural para que eu possa continuar o meu percurso desta caminhada lenta e suave em que avanço mata adentro, com os meus pés descalços, integrando meu corpo com a força da terra.
Vou assim caminhando vagarosamente, embora sempre. Num ritmo constante, ladeira acima. Exalando o forte perfume vindo das folhas dos pés dos enormes eucaliptos que impregnam o ar com suas fragrâncias refrescantes e energizantes.
Vou assim, avançando, seguindo o meu caminho com o meu íntimo taciturno e pleno de amor.
Tranquilo e em paz e observador de mim mesmo e de tudo a minha volta. Adentrando firme rumo ao encontro do ritmo lento e aconchegante deste compasso sentimental que me acolheu amadurecendo os meus sentimentos exatamente por ter vindo avante, sempre avante, fincando firmes os meus pés neste meu criativo mundo amoroso e sonhador. Que nada mais é do que o meu poético chão!
Um poético chão para pisar, viver e saborear as eternas nuances projetadas do infinito Universo que se expande rumo ao futuro com suas incontáveis plêiades compostas por inumeráveis miríade de estrelas consteladas que o meu eu sublime vive a olhar, amar e reverenciar!
 
Posted: 27 Aug 2011 06:23 PM PDT

----- Mensagem encaminhada -----
De: Odenir Ferro odenir.ferro@yahoo.com.br


--- Em ter, 10/8/10, Odenir Ferro <odenirferro@yahoo.com.br> escreveu:

De: Odenir Ferro <odenirferro@yahoo.com.br>
Assunto: [Caminho Pelas Estrelas] POEMA: PAZ MUNDIAL / Autor: Odenir Ferro
Para: odenir.ferro@yahoo.com.br
Data: Terça-feira, 10 de Agosto de 2010, 8:18

-- Postado por Odenir Ferro no Caminho Pelas Estrelas em 8/10/2010 08:14:00 AM
 
Posted: 27 Aug 2011 06:10 PM PDT
Então, gente, meus Amigos do Brasil e do Mundo, então pra mim, eu já estou podendo Começar a Comemorar, pois que ora, ora, pois,pois, então amanhã,
estarei eu a endereçar as minhas sinceras intenções a ti, a marca das minhas queridas 2.000 PESSOAS HUMANAS, que ascessaram o meu e-mail:
Devo chorar agora (já estou chorando mesmo!) ou devo deixar para depois? No que vocês crêem? Será que a Paz Mundial será possível? Eu luto para isso... E vocês?!
Eu creio que sim, pois que vocês são Humanos como eu!... Somos!? Para vivermos um Grande Amor, devemos descartar os lixos dos ódios que as pessoas conscientes ou inconscientemente, depositam dentro da alma inocente de nós... Odenir Ferro
 
 
----- Mensagem encaminhada -----
De: Odenir Ferro <odenir.ferro@yahoo.com.br>
Para: Poetas del Mundo Brasil <brpoetasdelmundobrasil@gmail.com>
Enviadas: Domingo, 12 de Junho de 2011 18:45
Assunto: Enc: Re: Poema: POR VIVER UM GRANDE AMOR / Autor: Odenir Ferro


--- Em dom, 12/6/11, brppoetasdelmundobrasil@gmail.com <brppoetasdelmundobrasil@gmail.com> escreveu:

De: brppoetasdelmundobrasil@gmail.com <brppoetasdelmundobrasil@gmail.com>
Assunto: Re: Poema: POR VIVER UM GRANDE AMOR / Autor: Odenir Ferro
Para: "Odenir Ferro" <odenir.ferro@yahoo.com.br>
Data: Domingo, 12 de Junho de 2011, 5:24

falta o TEU LINK  em poetas del mundo. O link da tua pagina.
Sem isso não divulgo. A rua é de mão dupla - ambos nos divulgamos.
 
Delansieve Daspet
Presidente da Associação Internacional Poetas del Mundo
 Olá, desculpe-me!
Então, aqui vai, o meu linck é;
 
 
 
Obrigado! Excelente semana para vocês!
Odenir Ferro
 
----- Original Message -----
Sent: Sunday, June 12, 2011 9:08 AM
Subject: Poema: POR VIVER UM GRANDE AMOR / Autor: Odenir Ferro
Poema: POR VIVER UM GRANDE AMOR
Autor: ODENIR FERRO

Não quero mais afeiçoar-me
Neste nosso vicioso pensar.
Que me prende, indignado,
Diante desta grande máscara
Colando nossos sorrisos vazios.

Pretendo refluir o meu ar.
Refrigerar meus pensamentos.
Auscultar os meus sentimentos,
Sendo eu, o doutor de mim mesmo
Penetrando nas raízes emocionais,
Por onde jorram o sangue quente.

Que flui o meu corpo em emoções!

Desejo reconsiderar a minha vida,
Repaginando dentro do meu viver
O cotidiano translúcido e tão belo
Que vem das flores do meu amor!

Quero atuar em mim, a forte beleza
Das quatro estações, num único dia!
Dentro destes dias comuns em que leio
Todas as páginas já vividas, deste meu
Percurso feito de muitos e muitos dias
Desejando por viver um grande amor!
Posted: 27 Aug 2011 04:38 PM PDT
 
--- Em sáb, 21/5/11, Cercle Univ. Ambassadeurs de la Paix  escreveu:
De: Cercle Univ. Ambassadeurs de la Paix Assunto: Fw: L'OMBRE DE LA PAIX À SOMBRIA PAZ THE SHADE OF PEACE SOMBRA DE LA PAZ Para: Data: Sábado, 21 de Maio de 2011, 0:38
 
  de notre ambassadeur ODENIR FERRO  BRESIL
 
                     votre indulgence pour les traduction merci !
                                                                                              
      
 
  L'ombre de la Paix 
 
Où sont nos jours de paix!
Tout est maintenant terminé. 
 Entre l'inexistence du lien 
de la vie qu'il y a eu entre toi et moi,
sur une distance d'un sans fin
Sans semblables sans même un destin !
Je voulais réinventer la paix avec toute la force
Qui  est à l'intérieur de moi
Comme une furie, avec toute ma haine,
Créer un amour plaintif pour ceux qui
ont senti la paix, mais ils ne sont  pas restés! ...
Ils n'ont pas survécu ils sont désespérés
Pensez,  il Vient d'être proclamé: «Quand sera ma fin?
"... absent de la guerre, je serai seul  en paix...!"
Dans  le demi fil du trottoir de la vie,
Quand il ya la mort entre la vie
Et  avide qui soit entre elle
Et la mort ... Peut-être, alors, que dans ce
Moment il y a la paix, parce qu'il ya une
Trêve en l'absence de l'humanité,
Cela signifie, simplement d'arrêter la guerre
Face au chaos de cette mort tragique où
La rupture du raisonnement n'est pas un chant religieux ...
Et oui tout simplement un amour éthéré sans fin!
Et la paix, récemment est une blanche colombe 
Sombre ...
Entre l'ombre des bombes!
Pourquoi les humains l'ont faite ainsi !
Ou pourquoi  ils la détruisent ainsi ?!...
Dernièrement, maintenant, comme avant,
La paix est aussi sombre que des lumières
Le temps est nuageux. Pourquoi, Dieu, pourquoi!
Si vous pouviez, trouver des nouveaux enchantements
Ils pourraient être le nôtre.
Je souhaite ... Cet amour,
De la façon qu'il est  prévu
Mes rêves dans les larmes
J'écris en même temps pour oublier la paix,
Avec tout l'éclat éthéré, un peu de remords
Cela me rend audacieux, à la fois pour la vie!
Cela m'oblige à savoir que beaucoup de personnes
ne puissent  la trouver ! Alors, pourquoi
La rime, si tout est fait de cette façon?! Pourquoi 
Mettre la poésie dans tout ? Oh, mon Dieu!  A toi
Et les muses je pleure! Oh, les Filles de Mémosyne!
Où va le cortège d'Apollon?
Calliope, Erato, Euterpe ... Oh! Polémie,
Enrichit l'histoire  en nous apportant
Les sacrements de la paix, même si l'endroit est
Sombre et triste.
Est-il important que tant de paix avec la paixrappelle
Toute l'importance de l'amour que nous avions et nous vivons?
L'amour de l'amour que peu ou beaucoup survit  
Vit, respire, vit ... Et le comble! Pour encore
vivre dans quelque chose de  plus grand que l'amour ...
J'avais ...Vivre.Eh, que vivaaaahh! Viveeehhh!
 
 À SOMBRIA PAZ
Foram-se assim, os nossos dias de paz!
Tudo passou, acabou-se. Ausentou-se
Entre a inexistência do vínculo
De vida que houvera entre você,
E eu; distância de um sem fim,
Sem afins; sem mesmo uma sina!
Quisera eu reinventar a paz com toda a força
Que dentro em mim, incontida está; e também
Como uma fúria, com todos os ódios meus,
Criar amores plangentes por aqueles que
Sentiram a paz, mas não ficaram!...
Não sobreviveram, nem se desesperaram! Penso,
Apenas proclamaram: "Quando será o meu fim?!"
"... ausente das guerras, eu estarei em paz...!"
No meio-fio das calçadas da vida,
Quando há a morte entre a vida,
E ávida que esteja entre ela
E a morte... Talvez, aí, nesse
Momento haja a paz; pois há uma
Trégua na ausência da humanidade,
Que mesquinha, somente pára de guerrear
Diante do fatídico caos da morte, em que,
A ruptura do raciocínio não é espiritual...
E sim simplesmente um etéreo amor sem fim!
E a paz, ultimamente, é uma pomba branca
Sombria,
Sombria...
Sombria entre bombas!!!
Por que os humanos a fizeram assim?!
Ou, por que a destroem assim?!...
Ultimamente, atualmente, assim como antigamente,
A paz é tão sombria como luzes não reluzente
Em nebulosos dias. Por que, Deus, por quê?!
Se pudesse, reencontraria encantos
Quisera eu pudesse ser o seu.
Quem me dera... Este amor,
Que tanto mesmo pressagiou
Os meus sonhos em prantos
Vou escrevendo, ao mesmo tempo esquecendo-me da paz,
Com todo o etéreo fulgor, num pequeno remorso
Que me faz audaz; pois nela vivo tanto!
Constrange-me saber que tantas pessoas
Não possam encontrá-la! Então, por que
O rimar, se tudo tanto faz?! Por que
Pôr poesia em tudo? Oh, Deus! A Ti,
E as musas eu clamo! Oh, Filhas de
Mnemosine! Onde andará o séquito de Apolo?
Calíope, Érato, Euterpe... Oh! Polímnia,
Enriqueça a história, trazendo-nos
Os sacramentos e a paz; mesmo que
Sombria e tão entristecida.
Será que a paz tanto importa com a paz que recorda
Toda a importância do amor que tivemos e vivemos?
O amor do amor que pouco ou muito sobrevive
Vive; sobrevive, vive... E pulsa! Pois ainda
Muito vive no algo a mais de muito do amor...
Que tive...Que vive.Eh, que vivaaaahh!!!  Viveeehhh!!!
The shade of Peace
Where are our days of peace!
 All is now finished. 
Between inexistence of bond 
life that there was between you and me, 
at a distance one without the end of 
Without similar without same a destiny! 
I wanted to reinvent peace with all force 
Who is with interior of me 
Like a fury, with all my hatred, 
To create a plaintive love for those which 
peace felt, but they did not remain! … 
They they did not survive are desperate 
Think, it Comes  to be proclaimed: "When will be my end? " …
absent from the war, I will be alone in peace…! 
In the half wire of the pavement of the life, 
When it ya death enters the life, 
And avid which is between it 
And death… Can be to then, that in this 
Moment it there with peace, because it ya one 
Truce in absence of  humanity, 
That means, simply  to stop war 
Vis-a-vis the chaos of this tragic death where 
Rupture of the reasoning  is not a hymn… 
And yes quite simply a love éthéré without end! 
And peace, recently is a white dove 
Sink… 
Between shade of the bombs! 
Why human the made thus! 
Or why they destroy it thus?! …
Lately, now, like front, 
Peace is as dark as lights 
Time is cloudy. Why, God, why! 
If you could, to find new enchantments 
They could be the ours.
I wish… This love, 
Way that it is envisaged 
My dreams in tears 
I write at the same time to forget peace,
 With all éthéré glare, a little remorse
That returns to me daring, at the same time for the life! 
That  oblige to know that many people 
cannot find it! Then, why 
The rhyme, if all is made in this way?! Why
To put poetry in all? Oh, my God! With you 
And the Muses I cry! Oh, Girls of Mémosyne! 
Where the procession goes; Apollo? 
Calliope, Erato, Euterpe… Oh! Polemy, 
Enriches  history while bringing 
to us Sacraments of peace, even if place is 
Dark and sad. 
It is important that such an amount of peace with peace recall 
 All  importance of  did love what we have and we live?
love of love that little or much survives 
Saw, breathes, saw… And the roof! For 
more to live in something of larger than  love… 
I had… Live .Eh, that vivaaaahh! Viveeehhh! 
 
sombra de la Paz 
¡Dónde son nuestros días de paz! 
Todo ahora se termina. 
Entre inexistencia del vínculo 
de la vida qu' hay entre ti y mi, 
sobre una distancia el sin a finales de 
¡Sin similares fuera un destino! 
Quería reinventar la paz con toda la fuerza 
Quién es a  interior mi 
Como una furia, con todo mi odio, 
Crear un amor quejumbroso para los que 
¡sintieron la paz, pero no permanecieron! … 
Ellos no sobrevivieron son desesperados
Piense, viene declarase: ¿"Cuándo será mi final?  " ¡…
 ausente de la guerra, estaré solo en paz…! "
En la mitad hilo de la acera de la vida, 
Cuando él ya la muerte entre la vida,
Y codicioso que esté entre ella 
Y la muerte… quizá, entonces, que en del 
Momento él allí a la paz, porque él ya una 
Tregua en ausencia de humanidad,
Eso significa, simplemente detener la guerra 
Ante el caos de esta muerte trágica donde
 La ruptura del razonamiento no es un canto religioso…
 ¡Y sí simplemente un amor éthéré sin final! 
Y la paz, recientemente es un blanco perno 
Oscuro… 
Entre  ¡sombra de las bombas! 
Porqué los humanos  ¡hicieron así! 
¡O porqué la destruyen así?! … 
Últimamente, ahora, como antes,
 La paz es tan oscura que de las luces 
El tiempo es nublado. ¡Porqué, Dios, porqué! 
Si podía, encontrar nuevos encantamientos 
Podrían ser el nôtre.
 Deseo… Este amor, 
De la manera que está previsto
 Mis sueños en las lágrimas 
escriba al mismo tiempo para olvidar la paz, 
Con todo  resplandor éthéré, un poco de remordimientos 
¡Eso me vuelve audaz, a la vez para la vida! 
Eso  obligue a saber que muchas personas
 ¡no puedan encontrarlo! Entonces, porqué 
¡La rima, si todo se hace de esta forma?! Porqué 
¿Poner la poesía en todo? ¡Oh, mi Dios! A ti
 ¡Y las musas lloro! ¡Oh, las Muchachas de Mémosyne!
 A dónde va la comitiva ¿Apolo? 
¡Calliope, Erato, Euterpe… Oh! Polémie,
 Enriquece l' historia aportándonos 
Los sacramentos de la paz, aunque  lugar es
 Oscuro y triste.
Es importante que tanto paces con del paz recuerde 
Todo importancia de  ¿de amor que teníamos y vivimos?
amor de amor que poco o mucho sobreviven 
¡Vive, respira, vive… y la cima! Para el
vivir en algo de mayor que amor…  
 ¡tenga… a Vivre.Eh, que vivaaaahh! ¡Viveeehhh!
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