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sábado, 27 de agosto de 2011

 
 
PROSA POÉTICA: O MEU POÉTICO CHÃO
Autor: Odenir Ferro

Um gosto de sal na boca e o aroma da terra lavada fluindo acima dos meus pés, enquanto piso descalço nas folhas ressequidas pela estação outono.
Um espelho em forma de muitos fiascos dos raios do sol refletindo nos meus olhos mirando tudo a minha volta. E em torno de mim, fica alumiando a minha emoção. Enquanto vou transmutando as minhas esperanças, quase subjetivas dentro das minhas sensações, no objetivo transparente do horizonte logo ali!
Na espreita, me mirando, entreolhando-me entre as plantas umedecidas pelas gotículas de chuva, que agora se ressecam na brisa amena do vento tépido pela tênue e tímida luz dos reflexos vindos dos raios solares; que pouco os deixam, a espessura das folhas plenas de texturas firmes e verdes, os adentrarem floresta dentro. Para virem refletirem-se no chão.
Enlameado chão repleto de folhas outonais caídas amarelecidas.
Onde eu as piso caminhando vagarosamente, pensando no meu chão.
O meu poético chão! O meu Universo construído pela minha imaginativa emoção em ação. E tracejado pelas linhas do meu coração!
Onde sempre vivo a rabiscar os esboços e faço uns planos e tracejo metas cheias de desenhos de letras. Sempre paginando e repaginando os percursos do meu viver. Ao ir desenhando-me em caricaturas coerentes com o meu profundo eu, através das linhas do meu sublime imaginário.
Pleno de força poética regida pela beleza eterna do Universo caminhando o planeta Terra entre as estrelas, rumo ao infinitivo incógnito da desconhecida imensidão.
Imensidão composta pela ígnea chama do Amor Eterno e Divinal da Sagrada Criação, que nós O denominamos reverentes e humildes, de Deus!

Enquanto piso folhas e flores ressequidas pelo tempo, espalhadas pelo chão feitas um gigantesco tapete. Penso e contemplo dentro e fora de mim a beleza do incógnito expansivo da plenitude amorosa que nos presenteia de pura e radiante clareza e carisma. Feito águas puras cristalinas jorrando até a fonte do nosso amor as nuances delineadas pelos contornos das composições que atuam entre o micro e o macro cosmos. Que ladeia-nos fora de nós, onde neles flutuamos, vivemos, vibramos, atuamos, enfim. Com a força da nossa vida motivando-nos a caminhar e criarmos ininterruptamente as texturas alquímicas do nosso próprio universo interior.
Rabisco uns desenhos de letras e deles extraio as palavras para compor as minhas mais complexas emoções. Por sentir a plenitude presente em todas as facetas que compõem o meu eu. Ao levar-me para fora de mim, ao irk projetando-me para fora de mim, com o meu senso criativo segurando a minha alma por um fio imaginário. Idealizado pelos sonhos das minhas memórias. Que fluem intempestivamente como se fossem uma grossa pancada de chuva inesperada, caindo pela floresta, agora!
Chuva que vem molhando meu rosto, misturando-se com as minhas grossas lágrimas e diluindo e misturando-se com o suor do meu rosto.
Fico eu, estagnado por uns momentos. Sempre atento a tudo, enquanto a chuva, do mesmo instante em que veio e caiu por não mais que uns poucos minutos, para de repente, estanca-se enquanto por dentro de mim, deixo fluir o fluxo do meu sangue que o sinto fazendo corar as faces do meu suado rosto.
Enquanto a chuva para de repente, percebo que muitos grilos começam a orquestração sonora em conjunto com as cigarras, formando uma bela, melancólica e singela sinfonia que flui por todos os poros da floresta cheia de mato verde e perfumado.
Num relance de olhos, posso notar que acetinadas brumas de névoa úmida, agora emergem do plácido lago situado à minha esquerda.
Nas suas margens pode-se ver muitas flores d'água e pequenas vitórias-régias. Cujas flores de um tom rosa claro ficam expostas imponentes refletidas, no espelhado do calmo e cristalino lago.
Os pés de coqueiros estão inertes como rochas. Contemplativos mirando o azul celúreo do céu!
E os bambuzais, mais distantes um pouco dali, também refletem suas copas verdes mescladas de tons olivas, verdes musgos, indo até os tons mais amarelados e verdes claros de galhos de bambus envelhecidos ou ainda em broto. Tudo isso é possível ver do outro lado. Na margem oposta onde estou agora. E que fica entre mim e o lago. Mas que também se projeta se alonga e se mostra de forma inversa e espelhada dentro dele. Compondo uma bela imagem numa paisagem perene, flexível e quase inerte dentro dele.
Apenas pequenos movimentos de ondas pouco difusas e minúsculas, fazem movimentos circulares que estão presentes na dinâmica dos acontecimentos, devido aos pequenos pingos e respingos de algumas gotículas de chuva que ainda caem. Fazendo assim, com que estas belas imagens cênicas refletidas dentro do plácido lago, se tremeluzem de quando em quando, embora sem perderem a nitidez do foco.
Tudo em minha volta esta radiante por uma beleza sensivelmente cíclica e magnífica. E os aromas vindos da terra lavada e das plantas e do mato, após a chuva que caiu, fluem até o meu nariz, enquanto meus pés descalços vão tocando com pisadas firmes e seguras, os tapetes formados pelas folhas de outono caídas ressequidas pelo chão.
Vou assim avançando na minha caminhada.
Às vezes, eles, os meus pés, até afundam no lodo da terra ou na composição fofa dos acúmulos de muitas folhas que jazem umas sobre as outras, apodrecendo e virando esterco para fertilizar naturalmente o fértil chão.
As folhas destoam-se em vários tons de cores degradee que se apresentam desde o verde até o amarelado ouro ou ocre. E também em vários tons de pastel e até de tons marrons escuros ou terra de siena queimada ou avermelhado telha ou vinho.
São assim que se apresentam as cores do outono, com estas folhas diversas de tamanhos e formas. E que se faz de tapete natural para que eu possa continuar o meu percurso desta caminhada lenta e suave em que avanço mata adentro, com os meus pés descalços, integrando meu corpo com a força da terra.
Vou assim caminhando vagarosamente, embora sempre. Num ritmo constante, ladeira acima. Exalando o forte perfume vindo das folhas dos pés dos enormes eucaliptos que impregnam o ar com suas fragrâncias refrescantes e energizantes.
Vou assim, avançando, seguindo o meu caminho com o meu íntimo taciturno e pleno de amor.
Tranquilo e em paz e observador de mim mesmo e de tudo a minha volta. Adentrando firme rumo ao encontro do ritmo lento e aconchegante deste compasso sentimental que me acolheu amadurecendo os meus sentimentos exatamente por ter vindo avante, sempre avante, fincando firmes os meus pés neste meu criativo mundo amoroso e sonhador. Que nada mais é do que o meu poético chão!
Um poético chão para pisar, viver e saborear as eternas nuances projetadas do infinito Universo que se expande rumo ao futuro com suas incontáveis plêiades compostas por inumeráveis miríade de estrelas consteladas que o meu eu sublime vive a olhar, amar e reverenciar!


 

Enc: [Caminho Pelas Estrelas] POEMA: PAZ MUNDIAL / Autor: Odenir Ferro



----- Mensagem encaminhada -----
De: Odenir Ferro odenir.ferro@yahoo.com.br


--- Em ter, 10/8/10, Odenir Ferro <odenirferro@yahoo.com.br> escreveu:

De: Odenir Ferro <odenirferro@yahoo.com.br>
Assunto: [Caminho Pelas Estrelas] POEMA: PAZ MUNDIAL / Autor: Odenir Ferro
Para: odenir.ferro@yahoo.com.br
Data: Terça-feira, 10 de Agosto de 2010, 8:18

--Postado por Odenir Ferro no Caminho Pelas Estrelas em 8/10/2010 08:14:00 AM
 
Então, gente, meus Amigos do Brasil e do Mundo, então pra mim, eu já estou podendo Começar a Comemorar, pois que ora, ora, pois,pois, então amanhã,
estarei eu a endereçar as minhas sinceras intenções a ti, a marca das minhas queridas 2.000 PESSOAS HUMANAS, que ascessaram o meu e-mail:
Devo chorar agora (já estou chorando mesmo!) ou devo deixar para depois? No que vocês crêem? Será que a Paz Mundial será possível? Eu luto para isso... E vocês?!
Eu creio que sim, pois que vocês são Humanos como eu!... Somos!? Para vivermos um Grande Amor, devemos descartar os lixos dos ódios que as pessoas conscientes ou inconscientemente, depositam dentro da alma inocente de nós... Odenir Ferro
 
 

----- Mensagem encaminhada -----
De: Odenir Ferro <odenir.ferro@yahoo.com.br>
Para: Poetas del Mundo Brasil <brpoetasdelmundobrasil@gmail.com>
Enviadas: Domingo, 12 de Junho de 2011 18:45
Assunto: Enc: Re: Poema: POR VIVER UM GRANDE AMOR / Autor: Odenir Ferro


--- Em dom, 12/6/11, brppoetasdelmundobrasil@gmail.com <brppoetasdelmundobrasil@gmail.com> escreveu:

De: brppoetasdelmundobrasil@gmail.com <brppoetasdelmundobrasil@gmail.com>
Assunto: Re: Poema: POR VIVER UM GRANDE AMOR / Autor: Odenir Ferro
Para: "Odenir Ferro" <odenir.ferro@yahoo.com.br>
Data: Domingo, 12 de Junho de 2011, 5:24

falta o TEU LINK  em poetas del mundo. O link da tua pagina.
Sem isso não divulgo. A rua é de mão dupla - ambos nos divulgamos.
 
Delansieve Daspet
Presidente da Associação Internacional Poetas del Mundo
 Olá, desculpe-me!
Então, aqui vai, o meu linck é;
 
 
 
Obrigado! Excelente semana para vocês!
Odenir Ferro
 
----- Original Message -----
Sent: Sunday, June 12, 2011 9:08 AM
Subject: Poema: POR VIVER UM GRANDE AMOR / Autor: Odenir Ferro
Poema: POR VIVER UM GRANDE AMOR
Autor: ODENIR FERRO

Não quero mais afeiçoar-me
Neste nosso vicioso pensar.
Que me prende, indignado,
Diante desta grande máscara
Colando nossos sorrisos vazios.

Pretendo refluir o meu ar.
Refrigerar meus pensamentos.
Auscultar os meus sentimentos,
Sendo eu, o doutor de mim mesmo
Penetrando nas raízes emocionais,
Por onde jorram o sangue quente.

Que flui o meu corpo em emoções!

Desejo reconsiderar a minha vida,
Repaginando dentro do meu viver
O cotidiano translúcido e tão belo
Que vem das flores do meu amor!

Quero atuar em mim, a forte beleza
Das quatro estações, num único dia!
Dentro destes dias comuns em que leio
Todas as páginas já vividas, deste meu
Percurso feito de muitos e muitos dias
Desejando por viver um grande amor!
 
--- Em sáb, 21/5/11, Cercle Univ. Ambassadeurs de la Paix  escreveu:
De: Cercle Univ. Ambassadeurs de la Paix Assunto: Fw: L'OMBRE DE LA PAIX À SOMBRIA PAZ THE SHADE OF PEACE SOMBRA DE LA PAZPara: Data: Sábado, 21 de Maio de 2011, 0:38
 
  de notre ambassadeur ODENIR FERRO  BRESIL
 
                     votre indulgence pour les traduction merci !
                                                                                              
      
 
  L'ombre de la Paix 
 
Où sont nos jours de paix!
Tout est maintenant terminé. 
 Entre l'inexistence du lien 
de la vie qu'il y a eu entre toi et moi,
sur une distance d'un sans fin
Sans semblables sans même un destin !
Je voulais réinventer la paix avec toute la force
Qui  est à l'intérieur de moi
Comme une furie, avec toute ma haine,
Créer un amour plaintif pour ceux qui
ont senti la paix, mais ils ne sont  pas restés! ...
Ils n'ont pas survécu ils sont désespérés
Pensez,  il Vient d'être proclamé: «Quand sera ma fin?
"... absent de la guerre, je serai seul  en paix...!"
Dans  le demi fil du trottoir de la vie,
Quand il ya la mort entre la vie
Et  avide qui soit entre elle
Et la mort ... Peut-être, alors, que dans ce
Moment il y a la paix, parce qu'il ya une
Trêve en l'absence de l'humanité,
Cela signifie, simplement d'arrêter la guerre
Face au chaos de cette mort tragique où
La rupture du raisonnement n'est pas un chant religieux ...
Et oui tout simplement un amour éthéré sans fin!
Et la paix, récemment est une blanche colombe 
Sombre ...
Entre l'ombre des bombes!
Pourquoi les humains l'ont faite ainsi !
Ou pourquoi  ils la détruisent ainsi ?!...
Dernièrement, maintenant, comme avant,
La paix est aussi sombre que des lumières
Le temps est nuageux. Pourquoi, Dieu, pourquoi!
Si vous pouviez, trouver des nouveaux enchantements
Ils pourraient être le nôtre.
Je souhaite ... Cet amour,
De la façon qu'il est  prévu
Mes rêves dans les larmes
J'écris en même temps pour oublier la paix,
Avec tout l'éclat éthéré, un peu de remords
Cela me rend audacieux, à la fois pour la vie!
Cela m'oblige à savoir que beaucoup de personnes
ne puissent  la trouver ! Alors, pourquoi
La rime, si tout est fait de cette façon?! Pourquoi 
Mettre la poésie dans tout ? Oh, mon Dieu!  A toi
Et les muses je pleure! Oh, les Filles de Mémosyne!
Où va le cortège d'Apollon?
Calliope, Erato, Euterpe ... Oh! Polémie,
Enrichit l'histoire  en nous apportant
Les sacrements de la paix, même si l'endroit est
Sombre et triste.
Est-il important que tant de paix avec la paixrappelle
Toute l'importance de l'amour que nous avions et nous vivons?
L'amour de l'amour que peu ou beaucoup survit  
Vit, respire, vit ... Et le comble! Pour encore
vivre dans quelque chose de  plus grand que l'amour ...
J'avais ...Vivre.Eh, que vivaaaahh! Viveeehhh!
 
 À SOMBRIA PAZ
Foram-se assim, os nossos dias de paz!
Tudo passou, acabou-se. Ausentou-se
Entre a inexistência do vínculo
De vida que houvera entre você,
E eu; distância de um sem fim,
Sem afins; sem mesmo uma sina!
Quisera eu reinventar a paz com toda a força
Que dentro em mim, incontida está; e também
Como uma fúria, com todos os ódios meus,
Criar amores plangentes por aqueles que
Sentiram a paz, mas não ficaram!...
Não sobreviveram, nem se desesperaram! Penso,
Apenas proclamaram: "Quando será o meu fim?!"
"... ausente das guerras, eu estarei em paz...!"
No meio-fio das calçadas da vida,
Quando há a morte entre a vida,
E ávida que esteja entre ela
E a morte... Talvez, aí, nesse
Momento haja a paz; pois há uma
Trégua na ausência da humanidade,
Que mesquinha, somente pára de guerrear
Diante do fatídico caos da morte, em que,
A ruptura do raciocínio não é espiritual...
E sim simplesmente um etéreo amor sem fim!
E a paz, ultimamente, é uma pomba branca
Sombria,
Sombria...
Sombria entre bombas!!!
Por que os humanos a fizeram assim?!
Ou, por que a destroem assim?!...
Ultimamente, atualmente, assim como antigamente,
A paz é tão sombria como luzes não reluzente
Em nebulosos dias. Por que, Deus, por quê?!
Se pudesse, reencontraria encantos
Quisera eu pudesse ser o seu.
Quem me dera... Este amor,
Que tanto mesmo pressagiou
Os meus sonhos em prantos
Vou escrevendo, ao mesmo tempo esquecendo-me da paz,
Com todo o etéreo fulgor, num pequeno remorso
Que me faz audaz; pois nela vivo tanto!
Constrange-me saber que tantas pessoas
Não possam encontrá-la! Então, por que
O rimar, se tudo tanto faz?! Por que
Pôr poesia em tudo? Oh, Deus! A Ti,
E as musas eu clamo! Oh, Filhas de
Mnemosine! Onde andará o séquito de Apolo?
Calíope, Érato, Euterpe... Oh! Polímnia,
Enriqueça a história, trazendo-nos
Os sacramentos e a paz; mesmo que
Sombria e tão entristecida.
Será que a paz tanto importa com a paz que recorda
Toda a importância do amor que tivemos e vivemos?
O amor do amor que pouco ou muito sobrevive
Vive; sobrevive, vive... E pulsa! Pois ainda
Muito vive no algo a mais de muito do amor...
Que tive...Que vive.Eh, que vivaaaahh!!!  Viveeehhh!!!
The shade of Peace
Where are our days of peace!
 All is now finished. 
Between inexistence of bond 
life that there was between you and me, 
at a distance one without the end of 
Without similar without same a destiny! 
I wanted to reinvent peace with all force 
Who is with interior of me 
Like a fury, with all my hatred, 
To create a plaintive love for those which 
peace felt, but they did not remain! … 
They they did not survive are desperate 
Think, it Comes  to be proclaimed: "When will be my end? " …
absent from the war, I will be alone in peace…! 
In the half wire of the pavement of the life, 
When it ya death enters the life, 
And avid which is between it 
And death… Can be to then, that in this 
Moment it there with peace, because it ya one 
Truce in absence of  humanity, 
That means, simply  to stop war 
Vis-a-vis the chaos of this tragic death where 
Rupture of the reasoning  is not a hymn… 
And yes quite simply a love éthéré without end! 
And peace, recently is a white dove 
Sink… 
Between shade of the bombs! 
Why human the made thus! 
Or why they destroy it thus?! …
Lately, now, like front, 
Peace is as dark as lights 
Time is cloudy. Why, God, why! 
If you could, to find new enchantments 
They could be the ours.
I wish… This love, 
Way that it is envisaged 
My dreams in tears 
I write at the same time to forget peace,
 With all éthéré glare, a little remorse
That returns to me daring, at the same time for the life! 
That  oblige to know that many people 
cannot find it! Then, why 
The rhyme, if all is made in this way?! Why
To put poetry in all? Oh, my God! With you 
And the Muses I cry! Oh, Girls of Mémosyne! 
Where the procession goes; Apollo? 
Calliope, Erato, Euterpe… Oh! Polemy, 
Enriches  history while bringing 
to us Sacraments of peace, even if place is 
Dark and sad. 
It is important that such an amount of peace with peace recall 
 All  importance of  did love what we have and we live?
love of love that little or much survives 
Saw, breathes, saw… And the roof! For 
more to live in something of larger than  love… 
I had… Live .Eh, that vivaaaahh! Viveeehhh! 
 
sombra de la Paz 
¡Dónde son nuestros días de paz! 
Todo ahora se termina. 
Entre inexistencia del vínculo 
de la vida qu' hay entre ti y mi, 
sobre una distancia el sin a finales de 
¡Sin similares fuera un destino! 
Quería reinventar la paz con toda la fuerza 
Quién es a  interior mi 
Como una furia, con todo mi odio, 
Crear un amor quejumbroso para los que 
¡sintieron la paz, pero no permanecieron! … 
Ellos no sobrevivieron son desesperados
Piense, viene declarase: ¿"Cuándo será mi final?  " ¡…
 ausente de la guerra, estaré solo en paz…! "
En la mitad hilo de la acera de la vida, 
Cuando él ya la muerte entre la vida,
Y codicioso que esté entre ella 
Y la muerte… quizá, entonces, que en del 
Momento él allí a la paz, porque él ya una 
Tregua en ausencia de humanidad,
Eso significa, simplemente detener la guerra 
Ante el caos de esta muerte trágica donde
 La ruptura del razonamiento no es un canto religioso…
 ¡Y sí simplemente un amor éthéré sin final! 
Y la paz, recientemente es un blanco perno 
Oscuro… 
Entre  ¡sombra de las bombas! 
Porqué los humanos  ¡hicieron así! 
¡O porqué la destruyen así?! … 
Últimamente, ahora, como antes,
 La paz es tan oscura que de las luces 
El tiempo es nublado. ¡Porqué, Dios, porqué! 
Si podía, encontrar nuevos encantamientos 
Podrían ser el nôtre.
 Deseo… Este amor, 
De la manera que está previsto
 Mis sueños en las lágrimas 
escriba al mismo tiempo para olvidar la paz, 
Con todo  resplandor éthéré, un poco de remordimientos 
¡Eso me vuelve audaz, a la vez para la vida! 
Eso  obligue a saber que muchas personas
 ¡no puedan encontrarlo! Entonces, porqué 
¡La rima, si todo se hace de esta forma?! Porqué 
¿Poner la poesía en todo? ¡Oh, mi Dios! A ti
 ¡Y las musas lloro! ¡Oh, las Muchachas de Mémosyne!
 A dónde va la comitiva ¿Apolo? 
¡Calliope, Erato, Euterpe… Oh! Polémie,
 Enriquece l' historia aportándonos 
Los sacramentos de la paz, aunque  lugar es
 Oscuro y triste.
Es importante que tanto paces con del paz recuerde 
Todo importancia de  ¿de amor que teníamos y vivimos?
amor de amor que poco o mucho sobreviven 
¡Vive, respira, vive… y la cima! Para el
vivir en algo de mayor que amor…  
 ¡tenga… a Vivre.Eh, que vivaaaahh! ¡Viveeehhh!
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