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domingo, 17 de julho de 2011

Enc: [Caminho Pelas Estrelas] Cronica: QUEM DIVIDE, SOMA E AMA!



----- Mensagem encaminhada -----
De: Odenir Ferro <odenirferro@yahoo.com.br>
Para: odenir.ferro@yahoo.com.br
Enviadas: Quinta-feira, 13 de Setembro de 2007 13:50
Assunto: [Caminho Pelas Estrelas] Cronica: QUEM DIVIDE, SOMA E AMA!

Muitas vezes eu gosto de ficar olhando para uma janela, ou seja, admirar a composição arquitetonica de uma janela.
E então, assim me disponho a pensar, refletindo sobre muitas nuances que a vida nos impõe, ou nos apresenta.
Fico a contemplar uma janela e então começo a perceber que uma janela não é somente uma separação de ambientes internos e externos de uma casa, fazendo com que a mesma continue tendo uma coligação com o ambiente externo que a cerca, através duma janela.
Sim! Uma janela separa, divide ou até unifica mundos.
Eu me refiro a pessoas, mundos, universos diferentes. E quando olho para uma janela, muitas vezes, numa associação de idéias, eu a associo aos nossos olhos.
Nossos olhos são, como se fossem janelas.
Percebo que no Computador, tudo também se abre através de janelas. Links que não deixam de serem portanto, janelas.
Mas, querendo aprofundar um pouco mais, uma janela divisa casas de outras casas, em outras casas que moram gentes, pessoas, que nós costumamos a chamar de vizinhos.
Os Seres Humanos nasceram para viverem agregados uns aos outros, mesmo que simbolicamente até, existam as separações, as cercas, as divisas, as divisões... Embora hajam, as janelas!
Mamíferos que somos, somos uns ávidos curiosos.
Nas janelas de nossas casas, existem as frestas...
Dizemos corriqueiramente que é para ventilar. Mas as frestas servem, e muito, para espiar, para comparar, para se exibir, para confrontarmos atitudes e comportamentos, com o nosso próximo.
Assim também se dá, com os nossos olhos, muitas vezes, através dos nossos olhares!
As janelas são apenas um prolongamento dos nossos estilos de vida. Nós vivemos nos espelhando nas atitudes do nosso próximo, muito embora temos uma tendencia a reprovarmos o que vem do nosso próximo. Nós, seres humanos que somos, na nossa grande maioria, somos uns curiosos natos.
Se torna muito gostoso, ás vezes, espiarmos pelas frestas das janelas e até bisbilhotarmos a intimidade do nosso próximo.
E agora, nessa Era Globalizada em que vivemos, conectados a cameras, filmadoras, fios invisíveis, celulares que fotografam, fica tudo cada vez mais difícil de criarmos nossos oásis de privacidade.
Nessa nova realidade que o mundo virtual da Era Globalizada a nós nos impõe como condições e estilo de vida, ou melhor, praticamente como uma obsessiva condição de vida, vamos quase que inconscientes, criando, gerando, e nos adaptando aos nossos novos estilos, cada vez mais ávidos e envoltos nas pequenas sutilezas das ações subjetivas, no tocante mundo virtual em relação ao tópico que agora exponho em questão: -Privacidade!
Janelas, divisas, olhos, privacidade!
A cada dia fica mais difícil vivermos dentro das razões introspectivas da nossa própria individualidade.
Eu sou como um caracol! Sou como um avestruz! ( `As vezes! Mas, muitas e outras tantas e tantas vezes, não!) Eu confesso que adoro enfiar minha cabeça pra dentro de mim mesmo e sondar, sondar, rondar a minha volta, observar, aprovar, repudiar, enfim, administrar o meu universo interior. Sempre, constantemente faço isso!
Sinto que sou um desconhecido de mim mesmo, e quanto mais eu procuro me achar, mais eu me perco e quanto mais eu me perco muito mais eu me acho, quando então eu me disponho a doar-me, a dividir-me, a repartir-me...
Então, nesse estado de viver, dessa forma, eu me acho próximo do meu próximo, compartilhando coisas, experiencias, somando vidas, sentimentos, dores, amores, decpções, enfim, tudo o que for possível. E creio que tudo é possível compartilhar...
Eu procuro me dividir muito, em muitos eus, me dividindo como posso ou puder, da forma que posso ou puder, ou quiser, pois eu Amo a Humanidade! ´E assim que eu me sinto Humano, é dessa forma que eu me sinto vivo, habitante desse nosso Querido Planeta Terra!
Procuro muito me doar, me dividir, compartilhar, principalmente dentro da Arte de Escrever! Escrever é Amar! Escrever é Dividir-se! Escrever é Somar!
E quem divide, soma e Ama!
05h50min. 02 de setembro/2007


--
Postado por Odenir Ferro no Caminho Pelas Estrelas em 9/13/2007 09:11:00 AM


Entrego-te o meu Sagrado Coração! / Posted by Odennir Ferro

Para salvar o homem, vítima da sua

própria desobediência, Deus quis

oferecer-lhe um "coração novo", fiel

à sua vontade de amor. é o Coração

de Cristo, a obra-prima do Espírito

Santo, que começou a bater no seio

virginal de Maria e foi trespassado

por uma lança na Cruz, tornando-se

assim, e para todos, fonte inexaurível de

Vida Eterna. Aquele Coração é agora

penhor de esperança para cada homem.

João Paulo II - Angelu 23/06/2002




SALMO 118 ELOGIOS DA LEI

 
 
Salmo 118 Elogios da lei.
Aleluia.
Bem-aventurados os que se conservam
sem mácula no caminho, / os que andam
na lei do Senhor.
Bem-aventurados os que estudam os
seus testemunhos, / os que de todo o
coração o buscam.
Porque os que praticam a iniquidade
/ não andam nos seus caminhos.
Tu promulgaste os teus mandamentos,
/ para que fossem guardados à risca.
Oxalá se firmem os meus passos / no
cumprimento das tuas leis justas.
Eu não serei confundido, / tendo os
olhos fixos em todos os teus manda-
mentos. Louvar-te-ei com retidão de coração,
/ porque aprendi os juízos da tua justiça.
Guardarei os teus justos decretos; /
não me desampares jamais.
Como corrigirá o jovem seu proceder?
/ Guardando as tuas palavras.
De todo o meu coração te busquei; /
não me deixes transviar dos teus man-
damentos.
Escondi no meu coração as tuas palavras,
/ para não pecar contra ti.
Bendito és, Senhor; / ensina-me as tuas
justas leis.
Com os meus lábios pronunciei / todos
os preceitos da tua boca.
deleitei-me no caminho das tuas ordens,
/ tanto como em todas as riquezas.
Nos teus mandamentos me exercitarei,
/ e considerarei os teus caminhos.
Nas tuas ordens meditarei; / não me
esquecerei das tuas palavras.
Concede este graça ao teu servo, dá-me
vida, / e eu guardarei as tuas palavras.
Tira o véu dos meus olhos, / e conside-
rarei as maravilhas da tua lei.
Eu sou peregrino na terra; / não me
ocultes os teus mandamentos.
Minha alma desejou ansiosa / em todo
o tempo as tuas justas leis.
Ameaçaste os soberbos; / malditos os
que se afastam dos teus mandamentos.
Livra-me do opróbrio e do desprezo /
porque busquei cuidadoso os teus man-
damentos.
Até os príncipes se sentaram / e falavam
contra mim, / o teu servo todavia
meditava nas tuas determinações.
Porque os teus decretos são assunto da
minha meditação, / e as tuas justas
leis são os meus conselheiros.
Minha alma prostrou-se por terra; /
dá-me a vida, segundo a tua palavra.
Eu te expus os meus caminhos, e tu
me atendeste; / ensina-me os teus
preceitos.
Instrui-me no caminho das tuas ordens;
/ e meditarei nas tuas maravilhas.
Minha alma adormeceu de tédio; / for-
tifica-me com as tuas palavras.
Afasta de mim o caminho enganoso, /
e concede-me a graça da tua lei.
Escolhi o caminho da verdade; / não
me esqueci dos teus juízos.
Senhor, aderi aos teus testemunhos; /
não me queiras confundir.
Corri pelo caminho dos teus manda-
mentos, / quando dilataste o meu coração,
Impõe-me por lei, Senhor, o caminho
dos teus justos mandamentos, / e bus-
cá-lo-ei sempre.
Dá-me inteligência, e estudarei a tua
lei, / e a guardarei de todo o meu
coração.
Guia-me pela senda dos teus manda-
mentos, / porque esa mesma desejei.
Inclina o meu coração para os teus
preceitos, / e não para a avareza.
Desvia os meus olhos, para que não
vejam a vaidade; / faze que eu viva
seguindo o teu caminho.
Faze que o teu servo se firme em tua
palavra, / mediante o teu temor.
Afasta de mim o opróbrio, que receio,
/ porque os teus juízos são suaves.
Vê como eu suspirei pelos teus man-
damentos; / faze que viva segundo a
tua justiça.
Venha sobre mim a tua misericórdia,
Senhor, / e a tua salvação, segundo
a tua palavra.
E poderei responder aos que me in-
sultam, / que pus a minha esperança
nas tuas palavras.
E não tires jamais da minha boca a
palavra da verdade, / porque confiei
muito nas tuas promessas.
Guardarei sempre tua lei, constante-
mente até o fim.
caminharei por uma senda larga, /
porque busquei os teus mandamentos.
Falarei dos teus preceitos diante dos
reis, / e não me envergonharei.
Meditarei nos teus mandamentos, que
eu amo.
Levantarei as minhas mãos para os
teus mandamentos, que eu amo, / e
exercitar-me-ei nas tuas ordens.
Lembra-te da promessa que fizeste ao
teu servo, / com a qual me deste es-
perança.
isto me consolou no meu abatimento, /
porque a tua palavra me deu vida.
Os soberbos insultaram-me em extre-
mo, / mas eu não me afastei da tua
lei.
Lembrei-me, senhor, dos juízos que
exerveste em todos os séculos, / e con-
solei-me.
Desfaleci, vendo os pecadores / que
abandonavam a tua lei.
As tuas leis justas eram dignas de ser
cantadas por mim, / no lugar da mi-
nha peregrinação.
Lembrei-me do teu nome, Senhor, / du-
rante a noite, e guardei a tua lei.
Isto me aconteceu, / porque busquei
cuidadoso os teus preceitos.
Eu disse: Senhor, a minha porção é
guardar a tua lei.
supliquei o teu favor de todo o meu
coração; / compadece-te de mim, se-
gundo a tua palavra.
Considerei os meus caminhos, / e voltei
os meus passos para os teus preceitos.
Estou resolvido, sem que nada me pos-
sa perturbar, / a guardar os teus man-
damentos.
Os laços dos pecadores me cingiram
por todas as partes, / mas eu não me
esqueci da tua lei.
À meia noite levantava-me para te lou-
var / por teus justos decretos.
Associo-me a todos os que te temem
/ e guardam os teus mandamentos.
A terra está cheia, Senhor, da tua mi-
sericórdia; / ensina-me os teus precei-
tos.
Senhor, bondoso foste para com o teu
servo, / segundo a tua palavra.
ensina-me a bondade, a doutrina e a
ciência, / porque dei crédito aos teus
mandamentos.
Antes de ser humilhado, pequei, / mas
agora obedeço à tua palavra.
Tu és bom, / e, por tua bondade, en-
sina-me as tuas justíssimas prescrições.
A iniquidade dos soberbos multiplicou-
-se contra mim, / mas eu de todo o
meu coração guardarei os teus manda-
mentos.
O coração deles coalhou-se como lei-
te, / porém eu deleitei-me na tua lei.
Para mim foi bom que passei pela dor,
/ para eu aprender os teus preceitos.
Para mim vale mais a lei que saiu da
tua boca, / do que milhões de ouro e
de prata.
Tuas mãos fizeram-me e formaram-me;
/ dá-me inteligência, e eu aprenderei
os teus mandamentos.
Os que te temem verão com alegria, /
porque pus toda a minha esperança nas
tuas palavras.
Conheci, senhor, que os teus juízos
são de equidade, / e merecidamente
me humilhaste.
Venha tua misericórdia consolar-me, /
segundo a promessa ao teu servo.
Venham a mim as tuas misericórdias,
e viverei, / porque a tua lei é a minha
meditação.
Sejam confundidos os soberbos, pois in-
justamente maquinaram males contra
mim; / eu porém me excitarei nos teus
mandamentos.
Voltem-se para mim os que te temem,
/ e os que conhecem teus testemunhos.
Seja imaculado o meu coração na prá-
tica dos teus mandamentos, / para que
eu não seja confundido.
A minha alma desfaleceu à espera da
tua salvação; / em tua promessa espero.
Os meus olhos cansaram-se de tanto
esperar a tua promessa, / dizendo:
Quando me consolarás?
Porque eu tornei-me como um odre ex-
posto à fumaça, / mas não olvidei os
teus justos preceitos.
Quantos são os dias do teu servo? /
Quando farás justiça aos que me per-
seguem?
Contaram-me ímpios coisas frívolas, /
mas quão diferente é tudo isso da tua
lei!
Todos os teus mandamentos são ver-
dade; / injustamente me têm persegui-
do, socorre-me.
Por pouco não deram comigo em ter-
ra, / eu porém não abandonei os teus
mandamentos.
Concede-me a vida segundo a tua mise-
ricórdia, / e eu guardarei os manda-
mentos saídos da tua boca.
Para sempre, Senhor, permanece no
céu a tua palavra.
A tua verdade transmite-se de geração
em geração; / tu fundaste a terra, e ela
permanece.
Por tua ordem continuam a subsistir,
/ pois todas as coisas te servem.
Se a tua lei não tivese sido a minha
meditação, / então decerto eu teria
perecido na minha angústia.
Nunca olvidarei os teus preceitos, /
porque neles me deste a vida.
Eu sou teu, salva-me, / porque bus-
quei ansioso os teus preceitos.
Os pecadores esperaram-me para me
perder; / eu porém estive atento aos
teus ensinamentos.
Vi o fim de tudo o que é perfeito, /
somente a tua lei não tem limites.
Quanto eu amo a tua lei, Senhor! /
Ela é minha meditação todo o dia.
Tornaste-me mais prudente do que os
meus inimigos com os teus mandamen-
tos, / porque tenho-os perpetuamente
diante dos meus olhos.
Compreendi mais que todos os meus
mestres, / porque os teus mandamen-
tos são a minha meditação.
Entendi mais do que os anciãos, /
porque busquei os teus preceitos.
Retirei os meus pés de todo o mau
caminho, / para guardar as tuas pala-
vras.
Não me desviei do teus juízos, / por-
que tu me prescreveste uma lei.
Quão doces são as tuas palavras ao
meu paladar! / São-no mais que o mel
à minha boca.
Com os teus mandamentos aprendi, /
por isso odeio todo o caminho da ini-
quidade.
Lâmpada para os meus passos é a tua
palavra, / e luz para os meus caminhos.
Jurei e determinei guardar os teus
justísimos decretos.
Tenho sido humilhado, Senhor, de to-
dos os modos; / faze-me viver segun-
do a tua palavra.
Aceita, Senhor, a homenagem de meus
lábios / e ensina-me os teus juízos.
Minha alma está sempre nas minhas
mãos / porém não olvido a tua lei.
Os pecadores armaram-me laços; /
não me afastei, porém, dos teus man-
damentos.
Minha herança perpétua são os teus
mandamentos, / porque são a alegria
do meu coração.
Inclinei o meu coração a praticar sem-
pre as tuas leis, / por causa da re-
compensa.
Aborreci os iníquos, / e amei a tua lei.
tu és meu defensor e meu amparo, /
e pus toda a minha esperança na tua
palavra.
Retirai-vos de mim, malignos, / e es-
tudarei os mandamentos do meu Deus.
Ampara-me (Senhor) segundo a tua
promessa, e viverei, / e não permitas
que eu seja confundido no que espero.
Ajuda-me, e serei salvo, / e medita-
rei sempre nas tuas leis.
Desprezaste todos os que se desviam
dos teus preceitos, / porque é injusto
o seu pensamento.
Reputei como prevaricadores todos os
pecadores da terra, / por isso amei os
teus testemunhos.
Traspassa com o teu temor as minhas
carnes, / porque temi os teus juízos.
Pratiquei a retidão e a justiça; / não
me entregues aos que me caluniam.
Ampara o teu servo para o bem; / não
me caluniem os soberbos.
Os meus olhos desfaleceram à espera
da tua salvação / e das promessas da
tua justiça.
Trata o teu servo segundo a tua mise-
ricórdia, / e ensina-me os teus justos
decretos.
Sou teu servo; dá-me inteligência, /
para que eu conheça os preceitos.
É tempo de esforçar-se para o Senhor;
/ violaram a tua lei.
Por isso amei os teus mandamentos,
/ mais do que o ouro e o topázio.
Por isso enveredei pela senda de to-
dos os teus mandamentos, / e odiei
todo o caminho mau.
Os teus testemunhos são admiráveis,
/ por isso os investigou a minha alma.
A explicação de tuas palavras alumia
/ e dá inteligência aos pequeninos.
Abri a minha boca e respirei, / por-
que desejava os teus preceitos.
Olha para mim, e compadece-te de
mim, / segundo é justo com os que
amam o teu nome.
Encaminha os meus passos segundo
tuas palavras, / e não me domine iniqui-
dade alguma.
Livra-me das injúrias dos homens, /
para qu guarde os teus preceitos.
Faze que a luz do teu rosto reluza so-
bre o teu servo, / e ensina-me os teus
justos decretos.
Rios de lágrimas derramaram os meus
olhos, / por não terem guardado a tua
lei.
Tu és justo, Senhor, / e o teu juízo
é reto.
Mandaste estreitamente a observância
dos teus preceitos, / como a tua suma
verdade.
O meu zelo fez-me definhar; / porque
os meus inimigos se esqueceram das
tuas palavras.
A tua palavra é chama ardente, / e o
teu servo a tem amado.
Eu sou pequeno e desprezível, / mas
não esqueci os teus justo decretos.
Tua justiça é justiça eterna, / e a tua
lei é a mesma verdade.
A tribulação e a angústia surpreende-
ram-me; / os teus mandamentos são
a minha meditação.
Os teu preceitos são cheios duma
eterna equidade; / dá-me a inteligên-
cia deles, e viverei.
Clamei de todo o meu coração, ouve-
-me, Senhor; / buscarei os teus justos
preceitos.
Clamei a ti, salva-me, / para que guar-
de teus mandamentos.
Eu me antecipei à aurora e clamei, /
porque esperei firmemente nas tuas
palavras.
Os meus olhos voltaram-se para ti an-
tes da aurora, / para meditar a tuas
palavras.
Ouve a minha voz segundo a tua mi-
sericórdia, Senhor, / e dá-me vida se-
gundo o teu juízo.
Os meus perseguidores arrastaram-me
para o crime / e desviaram-me da tua
lei.
Perto estás de mim, Senhor, / e todos
os teus caminhos são verdade.
Acerca dos teus testemunhos, / desde
o princípio reconheci que tu os esta-
beleceste para sempre.
Vê o meu abatimento e livra-me, /
porque não transcurei tua lei.
Julga a minha causa, e liberta-me; /
dá-me a vida segundo a tua palavra.
A salvação está longe dos pecadores,
/ porque não buscam os teus justos
preceitos.
Muitas são, Senhor, as tuas misericór-
dias; / dá-me a vida segundo o teu
juízo.
Muitos são os que me perseguem e
me atribulam; / eu porém não me des-
veiei dos teus mandamentos.
Vi os prevaricadores e consumia-me, /
porque não guardaram tuas palavras.
Vê, Senhor, quanto tenho amado os
teus mandamentos, / dá-me a vida pe-
la tua misericórdia.
O princípio das tuas palavras é a ver-
dade; / todos os juízos da tua justiça
são eternos.
Os príncipes me perseguiram sem cau-
sa, / porém o meu coração temeu as
tuas palavras.
Eu alegro-me nas tuas promessas, /
como quem encontra muitos despojos.
Odiei e detestei a iniquidade; / mas
amei a tua lei.
Sete vezes ao dia te dirigi louvores /
pelos juízos da tua justiça.
Gozam muita paz os que amam a tua
lei, / e não há para eles nenhuma
ocasião de queda.
Eu esperava a tua salvação, ó Senhor,
/ e amei os teus mandamentos.
Minha alma guardou os teus preceitos,
/ e ardentemente os amou.
Guardei os teus mandamentos e os
teus preceitos, / porque todos os
meus caminhos estão presentes aos
teus olhos.
Chegue, Senhor, a minha súplica à
tua presença; / dá-me a inteligência
segundo a tua palavra.
Chegue a ti a minha súplica; / livra-
-me segundo a tua palavra.
Os meus lábios romperão num hino, /
quando me ensinares os teus preceitos.
A minha língua anunciará a tua pala-
vra, / porque todos os teus manda-
mentos são equidade.
Estende a tua mão para me salvar,
porque escolhi os teus mandamentos.
Desejei, Senhor, a tua salvação, / e a
tua lei é a minha meditação.
A minha alma viverá e te louvará, /
e os teus juízos serão o meu apoio.
Andei errante, como ovelha, que se
desgarrou; busca o teu servo, / por-
que me não esqueci dos teus manda-
mentos.

Enc: Salmo 118 elogios da lei.



 
 
 
 
Salmo 118 Elogios da lei.
Aleluia.
Bem-aventurados os que se conservam
sem mácula no caminho, / os que andam
na lei do Senhor.
Bem-aventurados os que estudam os
seus testemunhos, / os que de todo o
coração o buscam.
Porque os que praticam a iniquidade
/ não andam nos seus caminhos.
Tu promulgaste os teus mandamentos,
/ para que fossem guardados à risca.
Oxalá se firmem os meus passos / no
cumprimento das tuas leis justas.
Eu não serei confundido, / tendo os
olhos fixos em todos os teus manda-
mentos. Louvar-te-ei com retidão de coração,
/ porque aprendi os juízos da tua justiça.
Guardarei os teus justos decretos; /
não me desampares jamais.
Como corrigirá o jovem seu proceder?
/ Guardando as tuas palavras.
De todo o meu coração te busquei; /
não me deixes transviar dos teus man-
damentos.
Escondi no meu coração as tuas palavras,
/ para não pecar contra ti.
Bendito és, Senhor; / ensina-me as tuas
justas leis.
Com os meus lábios pronunciei / todos
os preceitos da tua boca.
deleitei-me no caminho das tuas ordens,
/ tanto como em todas as riquezas.
Nos teus mandamentos me exercitarei,
/ e considerarei os teus caminhos.
Nas tuas ordens meditarei; / não me
esquecerei das tuas palavras.
Concede este graça ao teu servo, dá-me
vida, / e eu guardarei as tuas palavras.
Tira o véu dos meus olhos, / e conside-
rarei as maravilhas da tua lei.
Eu sou peregrino na terra; / não me
ocultes os teus mandamentos.
Minha alma desejou ansiosa / em todo
o tempo as tuas justas leis.
Ameaçaste os soberbos; / malditos os
que se afastam dos teus mandamentos.
Livra-me do opróbrio e do desprezo /
porque busquei cuidadoso os teus man-
damentos.
Até os príncipes se sentaram / e falavam
contra mim, / o teu servo todavia
meditava nas tuas determinações.
Porque os teus decretos são assunto da
minha meditação, / e as tuas justas
leis são os meus conselheiros.
Minha alma prostrou-se por terra; /
dá-me a vida, segundo a tua palavra.
Eu te expus os meus caminhos, e tu
me atendeste; / ensina-me os teus
preceitos.
Instrui-me no caminho das tuas ordens;
/ e meditarei nas tuas maravilhas.
Minha alma adormeceu de tédio; / for-
tifica-me com as tuas palavras.
Afasta de mim o caminho enganoso, /
e concede-me a graça da tua lei.
Escolhi o caminho da verdade; / não
me esqueci dos teus juízos.
Senhor, aderi aos teus testemunhos; /
não me queiras confundir.
Corri pelo caminho dos teus manda-
mentos, / quando dilataste o meu coração,
Impõe-me por lei, Senhor, o caminho
dos teus justos mandamentos, / e bus-
cá-lo-ei sempre.
Dá-me inteligência, e estudarei a tua
lei, / e a guardarei de todo o meu
coração.
Guia-me pela senda dos teus manda-
mentos, / porque esa mesma desejei.
Inclina o meu coração para os teus
preceitos, / e não para a avareza.
Desvia os meus olhos, para que não
vejam a vaidade; / faze que eu viva
seguindo o teu caminho.
Faze que o teu servo se firme em tua
palavra, / mediante o teu temor.
Afasta de mim o opróbrio, que receio,
/ porque os teus juízos são suaves.
Vê como eu suspirei pelos teus man-
damentos; / faze que viva segundo a
tua justiça.
Venha sobre mim a tua misericórdia,
Senhor, / e a tua salvação, segundo
a tua palavra.
E poderei responder aos que me in-
sultam, / que pus a minha esperança
nas tuas palavras.
E não tires jamais da minha boca a
palavra da verdade, / porque confiei
muito nas tuas promessas.
Guardarei sempre tua lei, constante-
mente até o fim.
caminharei por uma senda larga, /
porque busquei os teus mandamentos.
Falarei dos teus preceitos diante dos
reis, / e não me envergonharei.
Meditarei nos teus mandamentos, que
eu amo.
Levantarei as minhas mãos para os
teus mandamentos, que eu amo, / e
exercitar-me-ei nas tuas ordens.
Lembra-te da promessa que fizeste ao
teu servo, / com a qual me deste es-
perança.
isto me consolou no meu abatimento, /
porque a tua palavra me deu vida.
Os soberbos insultaram-me em extre-
mo, / mas eu não me afastei da tua
lei.
Lembrei-me, senhor, dos juízos que
exerveste em todos os séculos, / e con-
solei-me.
Desfaleci, vendo os pecadores / que
abandonavam a tua lei.
As tuas leis justas eram dignas de ser
cantadas por mim, / no lugar da mi-
nha peregrinação.
Lembrei-me do teu nome, Senhor, / du-
rante a noite, e guardei a tua lei.
Isto me aconteceu, / porque busquei
cuidadoso os teus preceitos.
Eu disse: Senhor, a minha porção é
guardar a tua lei.
supliquei o teu favor de todo o meu
coração; / compadece-te de mim, se-
gundo a tua palavra.
Considerei os meus caminhos, / e voltei
os meus passos para os teus preceitos.
Estou resolvido, sem que nada me pos-
sa perturbar, / a guardar os teus man-
damentos.
Os laços dos pecadores me cingiram
por todas as partes, / mas eu não me
esqueci da tua lei.
À meia noite levantava-me para te lou-
var / por teus justos decretos.
Associo-me a todos os que te temem
/ e guardam os teus mandamentos.
A terra está cheia, Senhor, da tua mi-
sericórdia; / ensina-me os teus precei-
tos.
Senhor, bondoso foste para com o teu
servo, / segundo a tua palavra.
ensina-me a bondade, a doutrina e a
ciência, / porque dei crédito aos teus
mandamentos.
Antes de ser humilhado, pequei, / mas
agora obedeço à tua palavra.
Tu és bom, / e, por tua bondade, en-
sina-me as tuas justíssimas prescrições.
A iniquidade dos soberbos multiplicou-
-se contra mim, / mas eu de todo o
meu coração guardarei os teus manda-
mentos.
O coração deles coalhou-se como lei-
te, / porém eu deleitei-me na tua lei.
Para mim foi bom que passei pela dor,
/ para eu aprender os teus preceitos.
Para mim vale mais a lei que saiu da
tua boca, / do que milhões de ouro e
de prata.
Tuas mãos fizeram-me e formaram-me;
/ dá-me inteligência, e eu aprenderei
os teus mandamentos.
Os que te temem verão com alegria, /
porque pus toda a minha esperança nas
tuas palavras.
Conheci, senhor, que os teus juízos
são de equidade, / e merecidamente
me humilhaste.
Venha tua misericórdia consolar-me, /
segundo a promessa ao teu servo.
Venham a mim as tuas misericórdias,
e viverei, / porque a tua lei é a minha
meditação.
Sejam confundidos os soberbos, pois in-
justamente maquinaram males contra
mim; / eu porém me excitarei nos teus
mandamentos.
Voltem-se para mim os que te temem,
/ e os que conhecem teus testemunhos.
Seja imaculado o meu coração na prá-
tica dos teus mandamentos, / para que
eu não seja confundido.
A minha alma desfaleceu à espera da
tua salvação; / em tua promessa espero.
Os meus olhos cansaram-se de tanto
esperar a tua promessa, / dizendo:
Quando me consolarás?
Porque eu tornei-me como um odre ex-
posto à fumaça, / mas não olvidei os
teus justos preceitos.
Quantos são os dias do teu servo? /
Quando farás justiça aos que me per-
seguem?
Contaram-me ímpios coisas frívolas, /
mas quão diferente é tudo isso da tua
lei!
Todos os teus mandamentos são ver-
dade; / injustamente me têm persegui-
do, socorre-me.
Por pouco não deram comigo em ter-
ra, / eu porém não abandonei os teus
mandamentos.
Concede-me a vida segundo a tua mise-
ricórdia, / e eu guardarei os manda-
mentos saídos da tua boca.
Para sempre, Senhor, permanece no
céu a tua palavra.
A tua verdade transmite-se de geração
em geração; / tu fundaste a terra, e ela
permanece.
Por tua ordem continuam a subsistir,
/ pois todas as coisas te servem.
Se a tua lei não tivese sido a minha
meditação, / então decerto eu teria
perecido na minha angústia.
Nunca olvidarei os teus preceitos, /
porque neles me deste a vida.
Eu sou teu, salva-me, / porque bus-
quei ansioso os teus preceitos.
Os pecadores esperaram-me para me
perder; / eu porém estive atento aos
teus ensinamentos.
Vi o fim de tudo o que é perfeito, /
somente a tua lei não tem limites.
Quanto eu amo a tua lei, Senhor! /
Ela é minha meditação todo o dia.
Tornaste-me mais prudente do que os
meus inimigos com os teus mandamen-
tos, / porque tenho-os perpetuamente
diante dos meus olhos.
Compreendi mais que todos os meus
mestres, / porque os teus mandamen-
tos são a minha meditação.
Entendi mais do que os anciãos, /
porque busquei os teus preceitos.
Retirei os meus pés de todo o mau
caminho, / para guardar as tuas pala-
vras.
Não me desviei do teus juízos, / por-
que tu me prescreveste uma lei.
Quão doces são as tuas palavras ao
meu paladar! / São-no mais que o mel
à minha boca.
Com os teus mandamentos aprendi, /
por isso odeio todo o caminho da ini-
quidade.
Lâmpada para os meus passos é a tua
palavra, / e luz para os meus caminhos.
Jurei e determinei guardar os teus
justísimos decretos.
Tenho sido humilhado, Senhor, de to-
dos os modos; / faze-me viver segun-
do a tua palavra.
Aceita, Senhor, a homenagem de meus
lábios / e ensina-me os teus juízos.
Minha alma está sempre nas minhas
mãos / porém não olvido a tua lei.
Os pecadores armaram-me laços; /
não me afastei, porém, dos teus man-
damentos.
Minha herança perpétua são os teus
mandamentos, / porque são a alegria
do meu coração.
Inclinei o meu coração a praticar sem-
pre as tuas leis, / por causa da re-
compensa.
Aborreci os iníquos, / e amei a tua lei.
tu és meu defensor e meu amparo, /
e pus toda a minha esperança na tua
palavra.
Retirai-vos de mim, malignos, / e es-
tudarei os mandamentos do meu Deus.
Ampara-me (Senhor) segundo a tua
promessa, e viverei, / e não permitas
que eu seja confundido no que espero.
Ajuda-me, e serei salvo, / e medita-
rei sempre nas tuas leis.
Desprezaste todos os que se desviam
dos teus preceitos, / porque é injusto
o seu pensamento.
Reputei como prevaricadores todos os
pecadores da terra, / por isso amei os
teus testemunhos.
Traspassa com o teu temor as minhas
carnes, / porque temi os teus juízos.
Pratiquei a retidão e a justiça; / não
me entregues aos que me caluniam.
Ampara o teu servo para o bem; / não
me caluniem os soberbos.
Os meus olhos desfaleceram à espera
da tua salvação / e das promessas da
tua justiça.
Trata o teu servo segundo a tua mise-
ricórdia, / e ensina-me os teus justos
decretos.
Sou teu servo; dá-me inteligência, /
para que eu conheça os preceitos.
É tempo de esforçar-se para o Senhor;
/ violaram a tua lei.
Por isso amei os teus mandamentos,
/ mais do que o ouro e o topázio.
Por isso enveredei pela senda de to-
dos os teus mandamentos, / e odiei
todo o caminho mau.
Os teus testemunhos são admiráveis,
/ por isso os investigou a minha alma.
A explicação de tuas palavras alumia
/ e dá inteligência aos pequeninos.
Abri a minha boca e respirei, / por-
que desejava os teus preceitos.
Olha para mim, e compadece-te de
mim, / segundo é justo com os que
amam o teu nome.
Encaminha os meus passos segundo
tuas palavras, / e não me domine iniqui-
dade alguma.
Livra-me das injúrias dos homens, /
para qu guarde os teus preceitos.
Faze que a luz do teu rosto reluza so-
bre o teu servo, / e ensina-me os teus
justos decretos.
Rios de lágrimas derramaram os meus
olhos, / por não terem guardado a tua
lei.
Tu és justo, Senhor, / e o teu juízo
é reto.
Mandaste estreitamente a observância
dos teus preceitos, / como a tua suma
verdade.
O meu zelo fez-me definhar; / porque
os meus inimigos se esqueceram das
tuas palavras.
A tua palavra é chama ardente, / e o
teu servo a tem amado.
Eu sou pequeno e desprezível, / mas
não esqueci os teus justo decretos.
Tua justiça é justiça eterna, / e a tua
lei é a mesma verdade.
A tribulação e a angústia surpreende-
ram-me; / os teus mandamentos são
a minha meditação.
Os teu preceitos são cheios duma
eterna equidade; / dá-me a inteligên-
cia deles, e viverei.
Clamei de todo o meu coração, ouve-
-me, Senhor; / buscarei os teus justos
preceitos.
Clamei a ti, salva-me, / para que guar-
de teus mandamentos.
Eu me antecipei à aurora e clamei, /
porque esperei firmemente nas tuas
palavras.
Os meus olhos voltaram-se para ti an-
tes da aurora, / para meditar a tuas
palavras.
Ouve a minha voz segundo a tua mi-
sericórdia, Senhor, / e dá-me vida se-
gundo o teu juízo.
Os meus perseguidores arrastaram-me
para o crime / e desviaram-me da tua
lei.
Perto estás de mim, Senhor, / e todos
os teus caminhos são verdade.
Acerca dos teus testemunhos, / desde
o princípio reconheci que tu os esta-
beleceste para sempre.
Vê o meu abatimento e livra-me, /
porque não transcurei tua lei.
Julga a minha causa, e liberta-me; /
dá-me a vida segundo a tua palavra.
A salvação está longe dos pecadores,
/ porque não buscam os teus justos
preceitos.
Muitas são, Senhor, as tuas misericór-
dias; / dá-me a vida segundo o teu
juízo.
Muitos são os que me perseguem e
me atribulam; / eu porém não me des-
veiei dos teus mandamentos.
Vi os prevaricadores e consumia-me, /
porque não guardaram tuas palavras.
Vê, Senhor, quanto tenho amado os
teus mandamentos, / dá-me a vida pe-
la tua misericórdia.
O princípio das tuas palavras é a ver-
dade; / todos os juízos da tua justiça
são eternos.
Os príncipes me perseguiram sem cau-
sa, / porém o meu coração temeu as
tuas palavras.
Eu alegro-me nas tuas promessas, /
como quem encontra muitos despojos.
Odiei e detestei a iniquidade; / mas
amei a tua lei.
Sete vezes ao dia te dirigi louvores /
pelos juízos da tua justiça.
Gozam muita paz os que amam a tua
lei, / e não há para eles nenhuma
ocasião de queda.
Eu esperava a tua salvação, ó Senhor,
/ e amei os teus mandamentos.
Minha alma guardou os teus preceitos,
/ e ardentemente os amou.
Guardei os teus mandamentos e os
teus preceitos, / porque todos os
meus caminhos estão presentes aos
teus olhos.
Chegue, Senhor, a minha súplica à
tua presença; / dá-me a inteligência
segundo a tua palavra.
Chegue a ti a minha súplica; / livra-
-me segundo a tua palavra.
Os meus lábios romperão num hino, /
quando me ensinares os teus preceitos.
A minha língua anunciará a tua pala-
vra, / porque todos os teus manda-
mentos são equidade.
Estende a tua mão para me salvar,
porque escolhi os teus mandamentos.
Desejei, Senhor, a tua salvação, / e a
tua lei é a minha meditação.
A minha alma viverá e te louvará, /
e os teus juízos serão o meu apoio.
Andei errante, como ovelha, que se
desgarrou; busca o teu servo, / por-
que me não esqueci dos teus manda-
mentos.