Caminho pelas Estrelas Follow by Email

domingo, 5 de junho de 2011

Fwd: Agradecimentos



--- Em seg, 30/5/11, Darlan Alberto
 
 escreveu:

De: Darlan Alberto Tupinambá
 
Assunto: Fwd: Agradecimentos
Para:
Data: Segunda-feira, 30 de Maio de 2011, 9:29


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D i m y t h r y u s
Embaixador Universal da Paz (Cercle de Les Ambassadeurs Univ.de La Paix-Genebra, Suiça)


Visite o site:

http://www.blocosonline.com.br/literatura/poesia_inicio.php

http://www.gargantadaserpente.com/toca/poetas/dimythryus.php

http://www.meiotom.art.br/darlanpo.htm


---------- Mensagem encaminhada ----------
De:
Data: 29 de Maio de 2011 00:06
Assunto: Agradecimentos
Para:


Vejam no anexo, a foto do momento em que eu recebi das mãos do Poeta Decio Drummond de Andrade, sobrinho do nada mais nada menos Carlos Drummond de Andrade, a menção honrosa de Poeta e agitador cultural na Biblioteca Nuto Santana, na sexta feira, dia 27/05/2011.

Agradeço de coração a todos aqueles que sempre me apoiaram e sempre participaram dos eventos por mim organizados e que de uma maneira ou de outra contribuíram para que eu pudesse receber essa honrosa homenagem. A todos vocês um beijo no fundo do coração.



Atenciosamente

Ferretti

 

Enc: Site Logosofia - Novo artigo cadastrado



--- Em dom, 5/6/11, Site Logosofia escreveu:


De: Site Logosofia

Assunto: Site Logosofia - Novo artigo cadastrado
Para: "Odenir Ferro" <odenir.ferro@yahoo.com.br>
Data: Domingo, 5 de Junho de 2011, 12:28

Prezado(a) Odenir Ferro,

Foi cadastrado um novo artigo no site: A perfeição humana e os erros do homem

Clique aqui para visualizá-lo ou acesse o site.

_________________________
Logosofia
http://www.logosofia.org.br

A perfeição humana e os erros do homem

Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)

Mais de uma vez os seres humanos terão perguntado a si mesmos como tendo Deus criado todas as coisas e sendo elas perfeitas, o homem é imperfeito.

Toda a Criação é perfeita e, do mesmo modo, é perfeito o arquétipo do ser humano em seus dois aspectos: físico e psicológico. Mas, por uma exceção inobjetavelmente justa, dada a faculdade suprema que encerra e que responde à vontade inexorável de Quem o criou, quis Deus que cada ser humano conhecesse por si mesmo qual é sua perfeição.

Sem exclusão alguma, todos partiram do mesmo ponto: do nada aparente em que vivem os seres no plano da inconsciência; e foi-lhes dado dispor de faculdades com as quais nenhuma outra espécie conta, faculdades que penetram já na essência divina, quando o homem consegue internar-se na esfera do conhecimento.

O conhecimento é a própria vida; sem ele, ela é árida e fria,
e carece dos atrativos superiores que a tornam grande e querida

É evidente que, ignorando o homem suas próprias possibilidades, e não sabendo tampouco que elas, ao existir, poderiam servir para iluminá-lo nos trechos profundamente escuros de sua vida, foi decompondo esse jogo de faculdades, alterando-as até chegar a uma virtual imperfeição. E já nesse estado de imperfeição, foi fazendo muitas coisas imperfeitas, cometendo muitos erros, tanto que eles serão, por longo tempo, a causa de inumeráveis males que têm afligido, afligem e continuarão afligindo a humanidade.

Não é que o homem tenha sido abandonado à sua própria sorte, pois em todo momento foi-lhe dado perceber sinais que, aproximados à inteligência, teriam podido esclarecer e guiar seu entendimento para as altas necessidades que o espírito exige, para libertar-se da imperfeição a que chegou. Prova disso é que, à medida que a humanidade avança, de época em época, os seres humanos, embora lentamente, também vão avançando e evoluindo. Mas os erros e tudo quanto os homens fizeram com imperfeição é o que tem travado sempre o passo das gerações em seu afã de conseguir a identificação com o arquétipo, perfeito como tudo que foi criado.

Chegar a constituir-se cada um tal como o arquétipo humano foi criado requer uma constante e vigilante atenção de todos os movimentos internos, especialmente os mentais, os que a inteligência regula para que sirvam aos fins do aperfeiçoamento. Vemos assim que o conhecimento é a própria vida; que, sem ele, ela é árida e fria, e carece dos atrativos superiores que a tornam grande e querida; sem ele, tudo cansa e satura, porque cada desejo tem um estreito limite, e estreitas são também as metas que sustenta.

A quem se empenha em superar-se, busca e trabalha, a Providência o ajuda, acercando, aos conhecimentos que encontrou, outros que se vinculam e com os quais enriquece sua inteligência.

Se foi possível ao homem cometer tantos erros e acumular tantas imperfeições, também lhe foi dado - porque tem faculdades para isso - eliminá-los, fazê-los desaparecer, alcançando o que se ajusta à verdade, em uns casos, e corrigindo erros, em outros.
Trechos extraídos do livro Introdução ao Conhecimento Logosófico, p. 151

 

Fw: a right scope to live une bonne portée à vivre un buen alcance que debe vivirse um bom alcance a viver 2



--- Em dom, 5/6/11, Cercle Univ. Ambassadeurs 

 escreveu:


De: Cercle Univ. Ambassadeurs

 

Assunto: Fw: a right scope to live une bonne portée à vivre un buen alcance que debe vivirse um bom alcance a viver 2
Para:

Data: Domingo, 5 de Junho de 2011, 0:33

 
   de notre ambassadeur -      Dr. T. Ashok Chakravarthy INDE
                           votre indulgence pour les traductions merci !
 
                                           
                                                                             

       

 

a right scope to live

 

 

Poetry! The weapon of consolation,

The weapon of peace and evolution.

Yes, the whole of the universal nature

The earth, sky, water, wind and fire

The sun, moon, the stars and horizon;

Apart, the discretionary wit of humans

Provides a right scope to live in peace.

 

With unbound and ever-new supremacy

Poetry lightens the path of sovereignty,

It scripts and gifts harmony to every life

Inspiring humans with soul-stirring themes

And dispels the thought of hatred and grief.

Imparting the spirit of universal oneness

It provides a right scope to live in peace.

 

Communal violence and aggressions of war

Death of innocents and ever-growing fears;

The poor are doomed to die of starvation

Children are destined to become orphans,

Even women, old and weak are not spared

At the door of death, they stay compelled,

Much against civil liberty to live in peace.

 

Charging through the vast skies of hatred

Traversing through the continents of world,

War and hatred are constantly confronted

By the weapon of 'Poetry', tirelessly scripted.

Yet, in the skies of freedom when shall I fly

The question confronts very often, why ?

 

 

-     

une bonne portée à vivre
 Poésie ! L'arme de la consolation,
 L'arme de la paix et de l'évolution.
Oui, la totalité de la nature universelle 
La terre, le ciel, l'eau, le vent et le feu 
Le soleil, lune, les étoiles et l'horizon ; 
À part, l'esprit discrétionnaire des humains 
Fournit une bonne portée pour vivre dans la paix.
Avec la suprématie non liée et jamais-nouvelle
 La poésie éclaire le chemin de la souveraineté,
 Elle scripte  l'harmonie et les cadeaux à chaque vie 
 L'inspiration humaine avec les thèmes de l'agitation de l'âme 
Et dissipe la pensée de la haine et du grief.
Communication de l'esprit de l'unité universelle
 Elle fournit une bonne portée pour vivre dans la paix.
Violence et agressions communes de la guerre 
La mort des innocents et des craintes toujours croissantes ; 
Les pauvres sont condamnés à mourir de faim 
Les enfants sont destinés à devenir des orphelins, 
Même les femmes, les vieux et faibles ne sont pas épargnés 
À la porte de la mort, beaucoup restent obligés, 
contre la liberté civile à vivre dans la paix.
Remplissant les vastes cieux de la haine
Traversant  les continents du monde, 
La guerre et la haine sont constamment confrontées 
Par l'arme du `Poète, inlassablement scriptée.
 Cependant, dans les cieux de la liberté quand je vole
 La question confronte très souvent, le pourquoi ?
un buen alcance que debe vivirse 
¡Poesía! arma de la consolación, 
arma de la paz y évolution.
Sí, la totalidad de la naturaleza universal
 La tierra, el cielo, agua, el viento y el fuego 
El sol, luna, las estrellas y horizonte; 
A parte, espíritu discrecional de del 
Proporciona un buen alcance para vivir en el paz.
Con la nueva supremacía no vinculada y nunca
La poesía enciende el camino de la soberanía, 
Elle scripte armonía y los regalos a cada vida
 inspiración humana con los temas de agitación de alma 
y disipa el pensamiento del odio y el queja.
Comunicación de espíritu de unidad universal 
Proporciona un buen alcance para vivir en el paz.
Violencia y agresiones común de la guerra 
La muerte de los inocentes y de los temores siempre crecientes; 
Se condenan a los pobres a morir de hambre 
Los niños están destinados a convertirse en huérfanos, 
Incluso las mujeres, los viejos y escasos no se ahorran 
A la puerta de la muerte, mucho permanecen obligado, 
contra la libertad civil que debe vivirse en el paz.
Llenando los extensos cielos del odio
 Cruzando los continentes del mundo,
 La guerra y el odio 
constantemente se enfrentan Por arma dePoeta, incansablemente scriptée.
 Sin embargo, en los cielos de la libertad cuando vuelo 
¿La cuestión enfrenta muy a menudo, el por qué? 
um bom alcance a viver
 Poesia! arma da consolação,
 arma da paz e évolution.
Sim, a totalidade da natureza universal 
A terra, o céu, água, o vento e o fogo 
O sol, lua, as estrelas e horizonte; 
À parte, espírito arbitrário do 
Fornece um bom alcance para viver no paz.
Com a supremacia não ligada e nuncanova
 A poesia ilumina o caminho da soberania, 
Elle scripte harmonia e os presentes à cada vida 
inspiração humana com os temas de agitação de alma 
e dissipa o pensamento do ódio e o acusaçao.
 Comunicação de espírito de unidade universal 
Fornece um bom alcance para viver no paz.
Violência e agressões comuns da guerra 
A morte do inocentes e os temores sempre crescentes;
 Os pobres são condenados de morrer de fome 
As crianças são destinadas de tornar-se órfãos, 
Mesmo as mulheres, os velhos e fracos não são poupados 
À porta da morte, muito continua a ser obrigado, 
contra a liberdade civil a viver no paz.
Preenchendo vastos os céus do ódio 
Atravessando os continentes do mundo,
 A guerra e o ódio constantemente são confrontados
 Por arma do `Poète, infatigavelmente escrito.
Contudo, nos céus da liberdade quando vôo 
                          A pergunta confronta muito frequentemente, porque?