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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Enc: Lançamento literário na Casa Andrade Muricy



--- Em seg, 30/5/11, Secretaria da Cultura escreveu:

De: Secretaria da Cultura Assunto: Lançamento literário na Casa Andrade Muricy
Para: odenir.ferro@yahoo.com.br
Data: Segunda-feira, 30 de Maio de 2011, 11:04



TRIBUNA 2000: (RIO CLARO-SP) Das 55 cadeiras, uma é nossa, do nosso Poeta



Nova Publicação no JORNAL TRIBUNA 2000 Em 28 de Maio de 2011 Jornalista Responsável (Editor-Chefe): Sr. Dr. ANTONIO SÉRGIO PITTON

E-mail: tribuna@linkway.com.br
tribuna2000@uol.com.br







Das 55 cadeiras, uma é nossa, do nosso Poeta




Na edição passa publicamos que o rio-clarense Odenir Ferro é o maior poeta vivo da cidade. Nesta semana, recebemos a informação que das 55 cadeiras que compõe a Real Academia de Letras, com sede em Porto Alegre, cidade pertencente ao Estado do Rio Grande do Sul, Brasil, uma passou a ser do nosso poeta, a cadeira de número 18 que tem como Patrono o grande poeta português Fernando Pessoa.


Por conta desse acontecimento, a Ordem da Confraria dos Poetas do Brasil em conjunto com a Real Academia de Letras publicou um livro com obras dos seus 55 integrantes selecionando o poema “Paz Mundial”, o mais lido atualmente, em diversas partes do planeta, juntamente com o inédito “Tapetes de Sonhos e “Universalidade das Dores Humanas”, duas outras obras do poeta rio-clarense.


Uma das obras de Odenir Ferro, o livro infanto juvenil “Nino Chaninho, o Gatinho” “Nino Chanino The Little Cat” (HTTP://stores.lulu.com/editoralivronovo), acaba de ser traduzido para o inglês pela escritora Robyn Pereira e deverá ser comercializado nos Estados Unidos e Canadá brevemente.


Merecedor de várias láureas como troféus, medalhas, diplomas, entre eles o título de “Embaixador Mundial da Paz”, Odenir vive num crescendo inspirado com suas obras sendo apreciadas por aqueles que gostam da poesia inteligente e moderna. Seu blog


WWW.odenirferrocaminhopelasestrelas.blogspot.com trás os poemas que o levaram a ser um dos integrantes da academia que reúne talentosos poetas brasileiros






Sur les 55 sièges, l'un est la nôtre, notre poète





La question est publié que la rivière-Clarens (o rio-clarense) Odenir fer est le plus grand poète vivant de la ville.Cette semaine, nous avons appris que les 55 sièges qui composent la Royal Academy of Arts, basé à Porto Alegre, une ville appartenant à l'Etat de Rio Grande do Sul, au Brésil, est devenu l'un de notre poète, numéro 18 chaise Patron est le grand poète portugais Fernando Pessoa.



En raison de cet événement, l'Ordre de la Fraternité des Poètes du Brésil en collaboration avec la Royal Academy of Arts a publié un livre avec les œuvres de ses 55 membres en sélectionnant le poème «la paix mondiale», aujourd'hui le plus lu dans diverses régions de la planète, le long avec les sans précédent "Tapis de rêves et de« l'universalité des droits de la douleur », deux autres ouvrages de la rivière poète-Clarens.



Un fer Odenir œuvres, le livre de la jeunesse et des enfants "Nino Chaninho, Kitten" "The Little Cat Chanin Nino"


( HTTP: / / stores.lulu.com / editoralivronovo ), a été traduit en anglais par l'écrivain Robyn Payne et sera vendu aux États-Unis et au Canada sous peu.



Digne de plusieurs prix et distinctions, médailles, diplômes, dont le titre «ambassadeur de la paix», vit dans un Odenir de plus en plus inspiré par son travail apprécié par ceux qui aiment la poésie intelligente et moderne. Votre blog



http://www.odenirferrocaminhopelasestrelas.blogspot.com/ derrière les poèmes qui le conduit à être l'un des membres de l'académie qui réunit talentueux poètes brésiliens



ODENIR FERRO ACADÊMICO CORRESPONDENTE










CADEIRA 18





PATRONO: FERNANDO PESSOA



ACADÊMICO: Odenir Ferro


Olá, sou ODENIR FERRO, filho do meu Papai ANGELO e da mamãe ANTONIA. Vivo na cidade de Rio Claro, Estado de São Paulo, no Brasil. Sou Escritor, Poeta da ORDEM DA CONFRARIA DOS POETAS / BRASIL desde 1999. Já participei de coletâneas em Livros de Poesias editados pela Shan Editores. Sou comendador da Paz, Cônsul Honorífico pela Ordem, e, Embaixador Universal da Paz. Título concedido a mim, pela France & Gèneve Suisse, através indicação do meu amigo Dimmy Tupinambá. Publiquei O Melhor da Poesia Brasileira (Íntimo & Códigos!), pela OCP, em 2008. Depois, publiquei o Livro Infanto-juvenil & Aventura, Nino Chaninho O Gatinho, pela WWW.editoralivronovo.com.br Em 2009, e que já foi traduzido pela escritora Robyn Pereira para o idioma Inglês neste ano de 2011. E será comercializado pela www.editoralivrono.com nos U.S.A. e no Canadá, HTTP://stores.lulu.com/editoralivronovo E em 2010, o e-book Caleidoscópio Interior, pela http://www.freitasbastos.com/ Recebi troféus, medalhas, diplomas, em vários Eventos Culturais promovidos pela Shan Editores e Ordem da Confraria dos Poetas do Brasil


Poema: PAZ MUNDIAL


Autor: Odenir Ferro



A paz é um enorme vulcão,


Que me implode ao ir, no além de mim,


Levando os ódios todos pelo rumo afora


A caminhar silente no infinitivo deserto


Que se desponta na áspera incerteza do todo!



A paz condensa em si, existências de segmentos


Que de tão certos e providenciais que são,


E de tão densamente humanos que são,


Tornam-se intraduzíveis em palavras


Para poder descrever-lhes na pureza


Das belezas, singelidades,


E plasticidade poética


No além do emocional.



Enfim, esse vulcão vibracional,


É pura concordância especial!


Homogênea a um doce e intenso


Momento de expressivo amor uno ao todo.


Onde este todo é a incansável busca


Do ir ao encontro da pureza


Existente no Afflatus


De Deus!



E neste inspiracional emotivo, intuitivo,


Julguei que em paz, estivesse...


Quando para as minhas mãos olhei,


Vi que estavam elas, guarnecidas


Com um par de luvas: e feridas


Vivas, no meu peito senti! Pensei:


"Se em paz estou, esta paz entristece


A natureza morta, que em mim sobrevive."


Pois o couro que me embeleza, me guarnece,


É pele igual à de muitas outras vidas


Que em abatedouros, tanto perecem...



Poema: UNIVERSALIDADE DAS DORES HUMANAS!


Autor: Odenir Ferro



Intuo, ao aperceber-me dentro do meu universo,


O quão difícil é, atuarmo-nos com empatia pura


Sobre a universalidade das dores Humanas!



Muito mais complicado, então, se torna


Apercebermo-nos das dores dos animais.


Embora tanto, nos afeiçoamos a eles!



Não sei concluir, ao certo, mas é possível


Que na Natureza, até as plantas diversas,


Possam possuir, em si, formas de dores!



Por que não?! Dizem que elas sentem,


E se sentem, também dentro dos processos


Cognitivos delas existem os sofrimentos


Intraduzíveis aos nossos. Nós e elas,


Assim como tudo o que há na Natureza,


Apenas nos olhamos e nos desconhecemos:


- As dores de cada um é a de cada um de nós!



Quanto a nós, nos emocionamos, sentimos,


Sofremos, por muitos inumeráveis motivos.


E cremos!... Podemos pedir a misericórdia


Pelos os nossos atos falhos ou pelos acertos.


Na espera, na esperança, na paciência, no amor


Duma paz interior, consciente de que uma, alguma,


Divinal clemência, nos conceda, intercedendo por nós


Ao Criador do Universo, ao Cristianismo, ao Judaísmo,


Ao Islamismo, ao Budismo, aos Deuses Olímpicos, Lakshini,


Ganesha, Divindades Celtas, Incas, Hindus, Vikings,


Aos Deuses e Deusas Gregos, Romanos, os Egípcios,


Aos dos Índios, dos Africanos, aos Líderes


Jesus Cristo, Mahatma Gandhi, Dalai Lama, Buda,


Fernando Pessoa, todos os Poetas, Odenir Ferro,


E toda a Humanidade dramatizando nossa História!



Todos nós, por nós, intercedendo, ao Criador do Universo


Enfim: - Para podermos viver as nossas vidas, em Paz!



Poema: TAPETES DE SONHOS


Autor: Odenir Ferro



Nesta plácida claridade estimulante,


Dentro deste meu tão sincero poetizar


Sobre a vida, nos amores e os sonhos,


Sou um navegante tácito e tranqüilo.



Dentro deste rio caudaloso e fluente


Que se esvai do interior vívido em mim,


Nas inúmeras vezes em que paro, refletindo


Sobre esta intensa aura de Luz emocionante



Que preenche as linhas, ainda tão brancas,


Com páginas e mais páginas com os meus escritos.


Enquanto vou me apaixonando pelas Letras...!


Aonde teço os esplendorosos e miraculosos,



Tapetes de sonhos reais. Refazendo na arte,


A pureza verbal dos meus desencantos


Que me ferem nos augúrios ardores


Que me despe da minha realidade,



Para se nutrirem com os romances...


Para se investirem dentro do sensível


Que se cobre das flores despetaladas


Nas páginas que se tecem de destino!



Em páginas que se cobrem de sentidos


De refluídos ressentimentos dos ardores


Emocionados nos impulsos feitos de vidas


Enredadas entre as realidades e os sonhos!









Enc: [Caminho Pelas Estrelas] Este é o meu Livro de prosa poética Caleidoscópio In...














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ISBN: 978-85-7987-104-7
Autor: Odenir Ferro
Capa: Jair D Sousa
192 páginas
* Campos obrigatórios
R$ 13,00
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Dentro do profundo tocante sobre tudo o que pretendo traduzir em palavras no conteúdo do enredo do livro Caleidoscópio Interior, procuro referir-me de forma muito enfática, principalmente aos sentimentos que vamos carregando dentro do nosso universo interior. Creio que somos exímios marinheiros das histórias, velejando incansável e habilidosamente, pelas ondas da vida. Num contínuo vai e vem de sentimentos que vão se espalhando pelos ares das estações que transmutam as energias deste nosso Planeta!

Sempre predispondo-nos a avançarmos com os nossos mais profundos anseios. Modelando-os dentro do nosso incessante ato de sonhar, construir, realizar, todas as nossas obras inacabadas. Espelhando-nos, nos grandes amores e grandes exemplos de grandes personalidades que já fizeram as suas gloriosas travessias, cada qual no seu tempo, por este amável, exótico e exuberante Planeta Terra...

E também aqueles grandes homens e àquelas grandes mulheres que ainda circulam entre nós. Vivendo o cotidiano do dia a dia. Sempre aprendendo, aprimorando, evoluindo a alma com as exuberâncias que se mostram em cada momento, no decorrer da vida.

Caleidoscópio Interior, procura retratar o nosso cotidiano simples, mas que está a cada dia mais, ficando complexo. Creio que estamos passando por inumeráveis e bruscas transformações em muitos sentidos. Enquanto vamos viajando pelos incógnitos caminhos desta vida afora, somos nós, os grandes personagens de nós mesmos. Formando o corpo de um todo existencial humanitário.

Vivendo, íntegros, dentro deste Imenso Palco Giratório, que se espelha dentro do viver nosso de cada dia. Nós somos os primores das grandes obras ainda inacabada, e que criados fomos, pelas sapientíssimas mãos modeladoras da Arte mais Inspirativa e incondicional do Amor de Deus! E por nos apresentarmos tantas vezes frágeis, volúveis, inseguros, dentro da nossa própria pretensão e arrogância soberba, vamos aprendendo a viver, sem muitas pretensões de fazermos muitas transgressões às Leis naturais que vêm do Universo!

A nossa fé sempre se mostra como uma rica fonte de Luz imensurável, aonde depositamos a cada segundo do nosso viver, os nossos mais profundos anseios. Tão impregnados que somos pelo éter perfumado de fortes esperanças. Esperanças de que tudo o que estamos produzindo, realizando, sonhando, amando, sentindo, vibrando, dentro deste universo que se molda dentro de nós, poderá gradativamente transformar-se num avolumado quadro carregado com fortes tons feitos por enérgicas pinceladas cheia de luzes cores e sombras, que vão moldando e delineando os mais fimbrio fios dos tracejados da nossa alma! Expondo-nos vivos, dentro de uma fortaleza exuberante aonde poderemos expor os nossos amores e sonhos, desencontros e encontros, encantos e desencantos, derrotas, conquistas... E acima de tudo, uma grande e significativa somatória de muitas e enternecidas, emocionantes, alucinantes, vitórias!

Somos vitoriosos somente pelo fato de existirmos. Somos bravios guerreiros empreendedores de muitas lutas! Carregamos nos genes as mais complexas estruturas adquiridas, herdadas, dos nossos ancestrais. Que amando, viveram e morreram por nós, atravessando muitas e muitas Eras... E quanta beleza indescritível há, nisto tudo!

Até nas mais ínfimas realizações e crenças que temos, depositamos a força do amor. Sempre predispostos a saciarmos a sede de justiça, ao saborearmos os frutos das nossas vitórias! Pois por mínimas que sejam, elas sempre são muito significativas para a nossa evolução pessoal.

Amar é uma Arte! Talvez a mais sublime de todas as Artes! Tudo na vida espelha-se na força enaltecedora dos corações que são impulsionados pelo magnetismo carismático que se desprende das Artes! E as Artes, são uma sublime e inenarrável manifestação do Amor!

E Amar é uma Arte, pois todas as Artes se concentram nas origens da força sublime de uma única e imensa Arte: - A Arte do Amor!

E nós somos as incondicionais sementes geradas pela Arte do Amor!

Nós seres humanos, somos perpétuos, porque somos eternamente sublimes!...

Enquanto vamos vivendo a constância de cada dia, vamos realizando os nossos anseios, projetando as nossas vontades, procurando a possível realidade de se ser feliz, ao menos que temporariamente, sendo de que forma for. Sofremos! Mas, realizamos dentro de nós a doce arte de ao menos, procurar os íntimos caminhos da felicidade!

Amamos, porque acreditamos na luz soberana dos nossos sonhos!

E amando, vamos realizando o cotidiano tracejado nos aspectos expressados dos Registros de Vida.

Registro que o temos intimamente escrito dentro do nosso mundo interior. E que segundo a segundo, vamos escrevendo-o ou transcrevendo-o, dentro das páginas pessoais da nossa ímpar história. Vamos assim realizando a construção do nosso imenso quebra-cabeça, formando o nosso Caleidoscópio Interior! Crentes que acima de tudo, um fascinante mundo espiritual nos assemelha e nos afeiçoa numa Perfeição que amorosamente se faz, ao nos auxiliar a realizarmos a construção da História sempre inacabada que reside na perpetualidade do nosso espírito. E que é a primordial essência da alma corpórea que nos apresenta em vida, e, na qual através dela, nos manifestamos física e química intelectual e espiritualmente, perante os caminhos que percorremos na trajetória do nosso viver.

Sempre rumando incógnitos e errantes, através deste nosso imenso belíssimo e apaixonante Planeta Terra!
-- Postado por Odenir Ferro no Caminho Pelas Estrelas em 5/20/2011 10:28:00 AM

Enc: Re: [Caminho Pelas Estrelas] Público Agradecimento ao JORNALISTA DR. ANTONIO SÉRG...







De: Dias Campos
Assunto: Re: [Caminho Pelas Estrelas] Público Agradecimento ao JORNALISTA DR. ANTONIO SÉRG...
Para: "Odenir Ferro" <odenir.ferro@yahoo.com.br>
Data: Quinta-feira, 26 de Maio de 2011, 16:21

Querido amigo,
O que mais teria eu a dizer?
Você é o mérito em pessoa; e a poesia em forma de gente.
Um grande abraço,
Dias Campos.

Em 26 de maio de 2011 16:09, Odenir Ferro <odenir.ferro@yahoo.com.br> escreveu:











Publicado no JORNAL TRIBUNA 2000

em 21 de Maio de 2011

Jornalista Responsável: ANTONIO SÉRGIO PITTON



Poeta maior

Odenir Ferro é hoje o maior poeta vivo de nossa cidade. Com vários livros de poesia publicados, ganhador de vários prêmios, Odenir Ferro é dos poucos embaixadores da paz conforme outorga feita por entidade internacional com sede na Suíça e na França.

Pela internet, o poeta rio-clarense tem recebido manifestações de vários países do mundo de pessoas interessadas em seus poemas, fato que engrandece e demonstra a aceitação de sua obra.

Para nosso poeta Odenir só podemos desejar que a inspiranção nunca lhe falte.


Publié en 2000 TRIBUNE JOURNAL,

21 mai, 2011

Journaliste: PITTON SERGIO ANTONIO



Poète majeur

Odenir Ferro est maintenant le plus grand poète vivant de notre ville. (Rio Claro, São Paulo, Brésil) avec plusieurs livres de poésie publiés, lauréate de plusieurs prix, Odenir Ferro

sont parmi les rares comme ambassadeurs de la Paix "realisés par une entité internationale"

siège en Suisse et en France (Cercle des Ambassadeurs UNIVERSEL DE LA PAIX SUISSE/FRANCE).

Grâce à Internet, la rivière-Clarens poète(poeta rio-clarense) a reçu des expressions de pays dans le monde entier des personnes intéressées dans ses poèmes, ce qui amplifie et délmontre l'acceptation de son travail.

Pour notre poète Odenir ne peut que souhaiter que ne manque jamais d'inspiration.









--
Postado por Odenir Ferro no Caminho Pelas Estrelas em 5/26/2011 10:55:00 AM

Fw: L'OMBRE DE LA PAIX À SOMBRIA PAZ THE SHADE OF PEACE SOMBRA DE LA PAZ





--- Em sáb, 21/5/11, Cercle Univ. Ambassadeurs de la Paix  escreveu:

De: Cercle Univ. Ambassadeurs de la Paix
Assunto: Fw: L'OMBRE DE LA PAIX À SOMBRIA PAZ THE SHADE OF PEACE SOMBRA DE LA PAZ
Para:
Data: Sábado, 21 de Maio de 2011, 0:38

 
  de notre ambassadeur ODENIR FERRO  BRESIL
 
                     votre indulgence pour les traduction merci !
                                                                                              

      

 

  L'ombre de la Paix 

 

Où sont nos jours de paix!

Tout est maintenant terminé. 

 Entre l'inexistence du lien 

de la vie qu'il y a eu entre toi et moi,

sur une distance d'un sans fin

Sans semblables sans même un destin !

Je voulais réinventer la paix avec toute la force

Qui  est à l'intérieur de moi

Comme une furie, avec toute ma haine,

Créer un amour plaintif pour ceux qui

ont senti la paix, mais ils ne sont  pas restés! ...

Ils n'ont pas survécu ils sont désespérés

Pensez,  il Vient d'être proclamé: «Quand sera ma fin?

"... absent de la guerre, je serai seul  en paix...!"

Dans  le demi fil du trottoir de la vie,

Quand il ya la mort entre la vie

Et  avide qui soit entre elle

Et la mort ... Peut-être, alors, que dans ce

Moment il y a la paix, parce qu'il ya une

Trêve en l'absence de l'humanité,

Cela signifie, simplement d'arrêter la guerre

Face au chaos de cette mort tragique où

La rupture du raisonnement n'est pas un chant religieux ...

Et oui tout simplement un amour éthéré sans fin!

Et la paix, récemment est une blanche colombe 

Sombre ...

Entre l'ombre des bombes!

Pourquoi les humains l'ont faite ainsi !

Ou pourquoi  ils la détruisent ainsi ?!...

Dernièrement, maintenant, comme avant,

La paix est aussi sombre que des lumières

Le temps est nuageux. Pourquoi, Dieu, pourquoi!

Si vous pouviez, trouver des nouveaux enchantements

Ils pourraient être le nôtre.

Je souhaite ... Cet amour,

De la façon qu'il est  prévu

Mes rêves dans les larmes

J'écris en même temps pour oublier la paix,

Avec tout l'éclat éthéré, un peu de remords

Cela me rend audacieux, à la fois pour la vie!

Cela m'oblige à savoir que beaucoup de personnes

ne puissent  la trouver ! Alors, pourquoi

La rime, si tout est fait de cette façon?! Pourquoi 

Mettre la poésie dans tout ? Oh, mon Dieu!  A toi

Et les muses je pleure! Oh, les Filles de Mémosyne!

Où va le cortège d'Apollon?

Calliope, Erato, Euterpe ... Oh! Polémie,

Enrichit l'histoire  en nous apportant

Les sacrements de la paix, même si l'endroit est

Sombre et triste.

Est-il important que tant de paix avec la paixrappelle

Toute l'importance de l'amour que nous avions et nous vivons?

L'amour de l'amour que peu ou beaucoup survit  

Vit, respire, vit ... Et le comble! Pour encore

vivre dans quelque chose de  plus grand que l'amour ...

J'avais ...Vivre.Eh, que vivaaaahh! Viveeehhh!

 

 À SOMBRIA PAZ

Foram-se assim, os nossos dias de paz!

Tudo passou, acabou-se. Ausentou-se

Entre a inexistência do vínculo

De vida que houvera entre você,

E eu; distância de um sem fim,

Sem afins; sem mesmo uma sina!

Quisera eu reinventar a paz com toda a força

Que dentro em mim, incontida está; e também

Como uma fúria, com todos os ódios meus,

Criar amores plangentes por aqueles que

Sentiram a paz, mas não ficaram!...

Não sobreviveram, nem se desesperaram! Penso,

Apenas proclamaram: "Quando será o meu fim?!"

"... ausente das guerras, eu estarei em paz...!"

No meio-fio das calçadas da vida,

Quando há a morte entre a vida,

E ávida que esteja entre ela

E a morte... Talvez, aí, nesse

Momento haja a paz; pois há uma

Trégua na ausência da humanidade,

Que mesquinha, somente pára de guerrear

Diante do fatídico caos da morte, em que,

A ruptura do raciocínio não é espiritual...

E sim simplesmente um etéreo amor sem fim!

E a paz, ultimamente, é uma pomba branca

Sombria,

Sombria...

Sombria entre bombas!!!

Por que os humanos a fizeram assim?!

Ou, por que a destroem assim?!...

Ultimamente, atualmente, assim como antigamente,

A paz é tão sombria como luzes não reluzente

Em nebulosos dias. Por que, Deus, por quê?!

Se pudesse, reencontraria encantos

Quisera eu pudesse ser o seu.

Quem me dera... Este amor,

Que tanto mesmo pressagiou

Os meus sonhos em prantos

Vou escrevendo, ao mesmo tempo esquecendo-me da paz,

Com todo o etéreo fulgor, num pequeno remorso

Que me faz audaz; pois nela vivo tanto!

Constrange-me saber que tantas pessoas

Não possam encontrá-la! Então, por que

O rimar, se tudo tanto faz?! Por que

Pôr poesia em tudo? Oh, Deus! A Ti,

E as musas eu clamo! Oh, Filhas de

Mnemosine! Onde andará o séquito de Apolo?

Calíope, Érato, Euterpe... Oh! Polímnia,

Enriqueça a história, trazendo-nos

Os sacramentos e a paz; mesmo que

Sombria e tão entristecida.

Será que a paz tanto importa com a paz que recorda

Toda a importância do amor que tivemos e vivemos?

O amor do amor que pouco ou muito sobrevive

Vive; sobrevive, vive... E pulsa! Pois ainda

Muito vive no algo a mais de muito do amor...

Que tive...Que vive.Eh, que vivaaaahh!!!  Viveeehhh!!!

The shade of Peace
Where are our days of peace!
 All is now finished. 
Between inexistence of bond 
life that there was between you and me, 
at a distance one without the end of 
Without similar without same a destiny! 
I wanted to reinvent peace with all force 
Who is with interior of me 
Like a fury, with all my hatred, 
To create a plaintive love for those which 
peace felt, but they did not remain! … 
They they did not survive are desperate 
Think, it Comes  to be proclaimed: "When will be my end? " …
absent from the war, I will be alone in peace…! 
In the half wire of the pavement of the life, 
When it ya death enters the life, 
And avid which is between it 
And death… Can be to then, that in this 
Moment it there with peace, because it ya one 
Truce in absence of  humanity, 
That means, simply  to stop war 
Vis-a-vis the chaos of this tragic death where 
Rupture of the reasoning  is not a hymn… 
And yes quite simply a love éthéré without end! 
And peace, recently is a white dove 
Sink… 
Between shade of the bombs! 
Why human the made thus! 
Or why they destroy it thus?! …
Lately, now, like front, 
Peace is as dark as lights 
Time is cloudy. Why, God, why! 
If you could, to find new enchantments 
They could be the ours.
I wish… This love, 
Way that it is envisaged 
My dreams in tears 
I write at the same time to forget peace,
 With all éthéré glare, a little remorse
That returns to me daring, at the same time for the life! 
That  oblige to know that many people 
cannot find it! Then, why 
The rhyme, if all is made in this way?! Why
To put poetry in all? Oh, my God! With you 
And the Muses I cry! Oh, Girls of Mémosyne! 
Where the procession goes; Apollo? 
Calliope, Erato, Euterpe… Oh! Polemy, 
Enriches  history while bringing 
to us Sacraments of peace, even if place is 
Dark and sad. 
It is important that such an amount of peace with peace recall 
 All  importance of  did love what we have and we live?
love of love that little or much survives 
Saw, breathes, saw… And the roof! For 
more to live in something of larger than  love… 
I had… Live .Eh, that vivaaaahh! Viveeehhh! 
 
sombra de la Paz 
¡Dónde son nuestros días de paz! 
Todo ahora se termina. 
Entre inexistencia del vínculo 
de la vida qu' hay entre ti y mi, 
sobre una distancia el sin a finales de 
¡Sin similares fuera un destino! 
Quería reinventar la paz con toda la fuerza 
Quién es a  interior mi 
Como una furia, con todo mi odio, 
Crear un amor quejumbroso para los que 
¡sintieron la paz, pero no permanecieron! … 
Ellos no sobrevivieron son desesperados
Piense, viene declarase: ¿"Cuándo será mi final?  " ¡…
 ausente de la guerra, estaré solo en paz…! "
En la mitad hilo de la acera de la vida, 
Cuando él ya la muerte entre la vida,
Y codicioso que esté entre ella 
Y la muerte… quizá, entonces, que en del 
Momento él allí a la paz, porque él ya una 
Tregua en ausencia de humanidad,
Eso significa, simplemente detener la guerra 
Ante el caos de esta muerte trágica donde
 La ruptura del razonamiento no es un canto religioso…
 ¡Y sí simplemente un amor éthéré sin final! 
Y la paz, recientemente es un blanco perno 
Oscuro… 
Entre  ¡sombra de las bombas! 
Porqué los humanos  ¡hicieron así! 
¡O porqué la destruyen así?! … 
Últimamente, ahora, como antes,
 La paz es tan oscura que de las luces 
El tiempo es nublado. ¡Porqué, Dios, porqué! 
Si podía, encontrar nuevos encantamientos 
Podrían ser el nôtre.
 Deseo… Este amor, 
De la manera que está previsto
 Mis sueños en las lágrimas 
escriba al mismo tiempo para olvidar la paz, 
Con todo  resplandor éthéré, un poco de remordimientos 
¡Eso me vuelve audaz, a la vez para la vida! 
Eso  obligue a saber que muchas personas
 ¡no puedan encontrarlo! Entonces, porqué 
¡La rima, si todo se hace de esta forma?! Porqué 
¿Poner la poesía en todo? ¡Oh, mi Dios! A ti
 ¡Y las musas lloro! ¡Oh, las Muchachas de Mémosyne!
 A dónde va la comitiva ¿Apolo? 
¡Calliope, Erato, Euterpe… Oh! Polémie,
 Enriquece l' historia aportándonos 
Los sacramentos de la paz, aunque  lugar es
 Oscuro y triste.
Es importante que tanto paces con del paz recuerde 
Todo importancia de  ¿de amor que teníamos y vivimos?
amor de amor que poco o mucho sobreviven 
¡Vive, respira, vive… y la cima! Para el
vivir en algo de mayor que amor…  
 ¡tenga… a Vivre.Eh, que vivaaaahh! ¡Viveeehhh!
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