Caminho pelas Estrelas Follow by Email

quarta-feira, 9 de março de 2011

Fw: le 8 mars journée de : Femmes Women Mulheres Mujeres



--- Em ter, 8/3/11, Cercle Univ. Ambassadeurs de la Paix  escreveu:

De: Cercle Univ. Ambassadeurs de la Paix
Assunto: Fw: le 8 mars journée de : Femmes Women Mulheres Mujeres
Para: Data: Terça-feira, 8 de Março de 2011, 3:37

 
 DE NOTRE AMBASSADRICE  MARIE DAVID C "Marie Poésie"
                    votre indulgence pour les traduction merci !
                                                                                              

                                           
                                                                                                   FEMMES

Femmes oubliées, femmes vendues

Femmes effacées, femmes déchues

Femmes voilées qu'on ne dévoile

Que de silences sont sans étoiles !

 

Femmes en prison, pour les faire taire

Femmes insoumises et solitaires

Femmes inconnues de par le monde

Que de silences paraissent immondes !

 

Femmes obscures, femmes discrètes

Femmes réduites à l'impuissance

Femmes brisées, qui vous respecte ?

Que de silence et d'ignorance !

 

Femmes qu'on loue, qu'on vend, qu'on viole

Qui n'ont  aucun droit de paroles

Dans la douleur de chaque nuit

Que de silences hurlent sans bruit !

 

Femmes qui se battent pour leurs filles

Femmes qui se battent pour leur fils

Femmes de guerre pour la famille

Que de silences sont injustices !

 

 

Femmes de l'Est ou d'Amérique

Femmes d'Afrique aux vies tragiques

Femmes d'amour, femmes d'espoir

Pour vous mon cœur hurle ce soir !

 

WOMEN
 Forgotten women, sold women 
Erased women, women decreased 
Buckled women whom one does not reveal
 How of silences are without stars!
Women in gaol, to make them conceal 
Unsubdued women and recluses
 Unknown women all over the world 
How of silences appear immondes! 
Darkness women, discrete women 
Women reduced to impotence
 Broken women, who respects you? 
That of silence and ignorance! 
Women that one rents, whom one, that sells one violates 
Who do not have any right to speak
 In the pain of each night 
That silences howl without noise!
 Women who fight for their daughters
 Women who fight for their son 
Women of war for family
 How of silences are injustices! 
Women of the East or America
 Women of Africa to the tragic lives
 Women of love, women of hope 
For you my heart howls this evening! 
 
MULHERES  
Mulheres esquecidas, mulheres vendidas
 Mulheres apagadas, mulheres deterioradas 
Mulheres ocultas que não se revela 
Único de silêncios são sem estrelas! 
Mulheres em prisão, para fazer-o calar
 Mulheres insumisas e solitárias 
Mulheres desconhecidas devido ao mundo
 Único de silêncios parecem immondes! 
Mulheres escuras, mulheres discretas
 Mulheres reduzidas à impotência
 Mulheres quebradas, que respeita-os?
 Que de silêncio e ignorância! 
Mulheres que aluga-se, que vende-se, que viola-se 
Quem não têm nenhum direito de palavras 
Na dor de cada noite 
 Que de silêncios urram sem barulho!
 Mulheres que se batem para as suas raparigas 
Mulheres que se batem para o seu filho 
Mulheres de guerra para a família
 Único de silêncios são injustiças! 
Mulheres do Leste ou a América
 Mulheres da África às vidas trágicas 
Mulheres de amor, mulheres de esperança 
Para vocês o meu coração urra esta noite! 
 
MUJERES 
Mujeres olvidadas, mujeres vendidas
 Mujeres borradas, mujeres decaídas 
Mujeres alabeadas quienes no se revelan 
¡Que de silencios son sin estrellas!
 Mujeres en prisión, para hacerlos callar
 Mujeres insumisas y solitarias
 Mujeres desconocidas en el mundo
 ¡Que de silencios parecen immondes! 
Mujeres indeterminadas, mujeres discretas 
Mujeres reducidas a la impotencia 
¿Mujeres rotas, que le respeta? 
¡Que de silencio e ignorancia! 
Mujeres quienes se alquilan, que se vende, que se violan
 Quiénes no tienen ningún derecho de palabras 
En el dolor de cada noche
 ¡Que de silencios gritan sin ruido!
 Mujeres que se pegan para sus hijas
 Mujeres que se pegan para su hijo
 Mujeres de guerra para la familia 
¡Que de silencios son injusticias! 
Mujeres del Este o América
 Mujeres de África a las vidas trágicas
 Mujeres de amor, mujeres de esperanza
 ¡Para ustedes mi corazón grita esta noche! 
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Poema: MEU EU, A DISTÂNCIA E A DOR! Autor: Odenir Ferro e (Supernova blast Bonanza crédit NASA)

Supernova Blast Bonanza (PIA 05202-1024) Credit NASA
Poema: MEU EU, A DISTÂNCIA E A DOR!


Autor: Odenir Ferro



A dor deste amor é presença ausente num


Dentro dos desamores reprimidos e existenciais


Nos meus sonhos desfeitos. E a noite está escura!


O ar está abafado nesta estação primaveril,


Que está quente, muito quente e chuvosa.


Compondo a realidade desta noite,


Que muito chove, chove muito!


E até agora.



As luzes dos postes,


Iluminando a estrada na qual vou eu,


Caminhando, sonhando, me angustiando,


Querendo reanimar-me a viver sendo feliz,


Vão apresentando-se envoltas nas neblinas


Rodeadas pelos muitos, inumeráveis insetos...



A pé, vou caminhando ora olhando para dentro de mim,


Horas outras, esclarecendo-me e vivenciando o local


Onde estou. Nesta estrada em que caminho


Enquanto vou deixando as minhas pegadas


Nesta lama suja que me envolve e que eu


Não me incomodo e não me perturbo


Nem um pouco, em nenhum segundo,


Sequer. Há muitas lamas humanas,


Que são muito mais sujas,


E que estão por aí...



Então, a pé, eu vou caminhando e deixando


As minhas pegadas, nesta lama. E após


Pisar, pisar, pisar, vou caminhando


Nesta sequência existencial,


Tranquilo e total descuidado


Enquanto a chuva fina vai


Molhando o meu corpo,


A minha alma, a minha


Vida, os meus desencantos...



Entretanto, entre uma poça d'água e outra,


Seguida de outra, e mais outra, e outra...


Vou vivendo infeliz. Enquanto noto envolta


Em brumas, a quase ausência da lua nova...



Neste céu escuro, sem a sua presença,


Dentro da presença suave deste luar,


A me marcar, querendo abafar o ar.


Pesado ar, que me deixa repensar


Nas marcas deste desamor que se interage


Entre o meu eu, a sua distância e a dor!