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sábado, 15 de janeiro de 2011

Enc: [Caminho Pelas Estrelas] Mensagem: MANIFESTOS HUMANOS / Autor: Odenir Ferro



--- Em sáb, 15/1/11, Odenir Ferro  escreveu:

De: Odenir Ferro
Assunto: [Caminho Pelas Estrelas] Mensagem: MANIFESTOS HUMANOS / Autor: Odenir Ferro

Data: Sábado, 15 de Janeiro de 2011, 6:49

Art and the Bible
Rembrandt Harmensz, van Rijn 1606 - 1669
SUPPER at Emmaus (1648[1])
oil on panel (68x65cm) - 1648


Mensagem: MANIFESTOS HUMANOS

Autor: Odenir Ferro

Todos os manifestos humanos

Quiseram, querem imitar Deus!

Quase todos nós, seres humanos,

Quisemos crer em algo, porém,

Que fosse além de nós mesmos, estabelecido.

Vindo daqui, do aquém, do além, do Divino,

Dentro das possibilidades existenciais

Contínuas, dentro da plenitude da Vida

Que vem que vai que entra e sai,

Que se soma, que se esvai, fica,

Ou se mitifica, mistifica,

Dentro destes elos etéreos,

Pelos quais nós sonhamos,

Amamos, e cremos vivendo!

Mas, sempre quisemos, porém,

Crermos em algo estabelecido

Dentro dos muitos 'algo a mais'

Existenciais permitidos no além

De nós mesmos, dentro do contínuo

Da Vida em si, que age dentro dela mesma!

Contendo-se "ad infinitum", apesar desta

Nossa inconsistência humana, tão desumana

Fazendo de nós, uns seres muito esquisitos

Querendo sempre ser os maiorais dentro daquilo

Que nós não somos, pois nós não nos somamos...!

Mas, que fosse além de tudo, aquém. Por nós mesmos

Pois aqui, sempre quisemos e até cremos que podemos

Acreditar no muito do tudo, ainda que devemos,

No que somos avante e justos com nós mesmos!

Amando, amando, amando, amando, amando, amando...

As Leis Universais têm os focos do brilhantismo das Vidas

Que nos avolumam e nos resplendem aos brilhos do tudo,

No que há dentro desta Lei imutável:

Aonde ela nos orienta para somente

Amar, amar, amar, amar, amar, amar

Acreditando em nós mesmos,

A partir do que nós valorizamos

Ao darmo-nos créditos no próximo,

Nos outros irmãos, que seguem à busca,

Deste Eterno sempre, sempre amando...!



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Postado por Odenir Ferro no Caminho Pelas Estrelas em 1/15/2011 06:45:00 AM

 

Mensagem: MANIFESTOS HUMANOS / Autor: Odenir Ferro

Art and the Bible
Rembrandt Harmensz, van Rijn 1606 - 1669
SUPPER at Emmaus (1648[1])
oil on panel (68x65cm) - 1648


Mensagem: MANIFESTOS HUMANOS

Autor: Odenir Ferro

Todos os manifestos humanos

Quiseram, querem imitar Deus!

Quase todos nós, seres humanos,

Quisemos crer em algo, porém,

Que fosse além de nós mesmos, estabelecido.

Vindo daqui, do aquém, do além, do Divino,

Dentro das possibilidades existenciais

Contínuas, dentro da plenitude da Vida

Que vem que vai que entra e sai,

Que se soma, que se esvai, fica,

Ou se mitifica, mistifica,

Dentro destes elos etéreos,

Pelos quais nós sonhamos,

Amamos, e cremos vivendo!

Mas, sempre quisemos, porém,

Crermos em algo estabelecido

Dentro dos muitos ‘algo a mais’

Existenciais permitidos no além

De nós mesmos, dentro do contínuo

Da Vida em si, que age dentro dela mesma!

Contendo-se “ad infinitum”, apesar desta

Nossa inconsistência humana, tão desumana

Fazendo de nós, uns seres muito esquisitos

Querendo sempre ser os maiorais dentro daquilo

Que nós não somos, pois nós não nos somamos...!

Mas, que fosse além de tudo, aquém. Por nós mesmos

Pois aqui, sempre quisemos e até cremos que podemos

Acreditar no muito do tudo, ainda que devemos,

No que somos avante e justos com nós mesmos!

Amando, amando, amando, amando, amando, amando...

As Leis Universais têm os focos do brilhantismo das Vidas

Que nos avolumam e nos resplendem aos brilhos do tudo,

No que há dentro desta Lei imutável:

Aonde ela nos orienta para somente

Amar, amar, amar, amar, amar, amar

Acreditando em nós mesmos,

A partir do que nós valorizamos

Ao darmo-nos créditos no próximo,

Nos outros irmãos, que seguem à busca,

Deste Eterno sempre, sempre amando...!

Fw: PAZ, POESÍA Y POSTMODERNIDAD PAIX, POÉSIE ET POSTMODERNITE PEACE, POETRY AND POSTMODERISM



--- Em qui, 13/1/11, Cercle Univ. Ambassadeurs de la Paix  escreveu:

De: Cercle Univ. Ambassadeurs de la Paix
Assunto: Fw: PAZ, POESÍA Y POSTMODERNIDAD PAIX, POÉSIE ET POSTMODERNITE PEACE, POETRY AND POSTMODERISM

Data: Quinta-feira, 13 de Janeiro de 2011, 0:53

 
  de notre ambassadrice MARÍA ELOISA RAGOZZA DE MANDRINI ARGENTINE
                   votre indulgence pour les traduction merci !
                                                                                              

                                          PAZ, POESÍA Y POSTMODERNIDAD

 

Vivimos una cultura del desencuentro cuyas pasiones, desorientaciones, enemistades y

conflictos nos enfrentan,  deshermanan y nos aíslan.

 

En plena postmodernidad el ser humano también se ve frente a un aceleramiento y

cambios incesantes que le provocan angustia y desasosiego.

 

Por eso el arte, y en el caso de la literatura,  el género de la poesía abre un espacio donde

se puede establecer una temporalidad propia y la construcción de una verdadera subjetividad

abierta tanto a lo privado como a lo social.

 

La ultra modernidad no sólo será derrota, sino lucha para lograr una síntesis que se traducirá

en mayor libertad y expresividad, por seres humanos que pugnan por asumir el control de

sus propios guiones en la historia.

 

Rescatemos las personas que se desarrollan en paz consigo  mismas para que en su conjunto

generen  la paz en nuestro planeta y en nuestra vida.

 

La Poesía tiene una manera especial para organizar la realidad. Surge del interior del poeta

y se vuelca hacia fuera en un acto de desposeimiento.

 

En el papel o monitor, teclado o lapicera el poeta tiene con su espíritu y las palabras

un ámbito de libertad.

 

Y así en medio de egos y violencia, con el amor , el respeto y la tolerancia se

hará siembra de paz.

 Desde el canto de la poesía la paz nacerá siempre.

 

  

PAIX, POÉSIE ET POSTMODERNITE

 

 

Nous vivons une culture du malentendu que les passions, les désorientations, les hostilités

 et les conflits nous confrontent, nous minent notre confrérie et font nous isoler.

 

En  pleine postmodernité l'être humain est en face d'accélérer à des changements incessants

 qui lui provoquent de l'angoisse et l'inquiète.

 

C'est pourquoi l'art, et dans le cas de la littérature, le type de la poésie ouvre un espace où on peut

établir une temporalité propre et la construction d'une véritable subjectivité ouverte tant à à ce

qui est privé comme au secteur social.

 

L'ultra modernité non seulement sera défaite, mais lutte pour obtenir une synthèse qui sera

traduite dans une plus grande liberté et une extériorisation de l' être humains qui lutte pour

assumer le contrôle de leurs passages  propres dans l'histoire.

 

Renouvelons les personnes qui sont développées en paix avec eux-mêmes pour que dans leur

 ensemble ils produisent la paix dans notre planète et dans notre vie.

 

La Poésie a une manière spéciale d' organiser la réalité. Elle apparaît de l'intérieur du poète

et elle est renvoyée vers le dehors dans un acte de déposséssion.

 

Dans le rôle où le moniteur le clavier où l'enclos du poète a avec son esprit et les mots un cadre de liberté.

Et ainsi au milieu des moi et de la violence, de l'amour, le respect et l'encemencement de tolérance prendront la commande de la paix. De la chanson de la poésie de paix il sera toujours soutenu.

  

PEACE, POETRY AND POSTMODERISM

 

 

We are living in a culture of misunderstanding whose passions, disorientations, enmities and

conflicts confront us, undermine our brotherhood and make us isolated.

 

Right in the middle of postmodernism human beings are facing a speeding up and a

continual flow of changes which cause a state of anguish and discomfort.

 

That's why Art , and in the case of Literature, the genre of poetry opens up a space where

we can establish our own temporality, and the building of a true subjectivity directed not

only to the private but to the social spheres too.

 

Ultra-modernity will mean not only defeat but struggle to achieve a synthesis which will end up

in a greater liberty and expressivity on the part of the human beings who are trying hard to take

over their own scripts in history.

 

Let us save those who are growing up in peace with themselves so that they may all together

create peace in our planet and in humanity.

 

Poetry has a special way of organizing reality. It arises from the poet's inside and it turns

to the outside in an act of dispossession.

 

Either on the paper or the monitor, the keyboard or the pencil, shall the poet hold,

within spirit and words and atmosphere of freedom.

 

And thus in the middle of egos and violence, of the love, the respect and the tolerance sowing

will take control of peace. From the song of the peace poetry it will always be born.

 

  

PAZ, POESIA E POSTMODERISM

 

Nós estamos vivendo em uma cultura do engano cujos paixões, desorientações, inimizade e os conflitos nos confrontam, os minam nossa fraternidade e nos fazem isolados.

 

Direito no meio dos seres humanos do postmodernism estão enfrentando uma aceleração e um fluxo contínuo das mudanças que causam um estado de angústia e de incómodo.

 

Isso é porque a arte, e no caso da literatura, o gênero da poesia abre um espaço onde nós possamos estabelecer nossa própria temporalidade, e o edifício de um subjectivity verdadeiro dirigido não somente às esferas confidenciais mas sociais demasiado.

 

Ultra-modernidade significará não somente a derrota mas esforçar-se-á para conseguir uma síntese que termine acima em uma liberdade e em uma expressividade maiores da parte dos seres humanos que estão tentando duramente tomar sobre seus próprios certificados na história.

 

Deixe-nos conservam aqueles que estão crescendo acima na paz com se de modo que possam tudo junto criar a paz em nosso planeta e na humanidade.

 

A poesia tem uma maneira especial de organizar a realidade. Levanta-se do poeta interno e gira para a parte externa em um ato do dispossession.

 

No papel ou o monitor, o teclado ou o lápis, deva a preensão do poeta, dentro do espírito e as palavras e a atmosfera da liberdade.

 

E assim no meio dos ego e da violência, do amor, o respeito e a sementeira da tolerância tomarão o controle da paz

 

Da canção da poesia de paz sempre será apoiado.  

 

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