Caminho pelas Estrelas Follow by Email

sábado, 17 de julho de 2010

Poema: PAZ MUNDIAL Poem: World-wide Peace Autor: Odenir Ferro Author writer: Odenir Ferro

Poema: PAZ MUNDIAL

Poem: World-wide Peace

Autor: Odenir Ferro

Author writer: Odenir Ferro

A paz é um enorme vulcão,

The peace is one volcano big

Que me implode ao ir, no além de mim,

That me infuse at the will’go for the beyond by me

Levando os ódios todos pelo rumo afora

To carry away all that the one by to steer for besides

A caminhar silente no infinitivo deserto

The walk see in the infinitive deserted

Que se desponta na áspera incerteza do todo!

That to blunt in the uncertainty severe of the all!

A paz condena em si, existências de segmentos

The peace to blame in yourself, existences the segments

Que de tão certos e providenciais que são,

That of the so certains and providential that hale,

E de tão densamente humanos que são,

And of the such humans compacts that healthy,

Tornam-se intraduzíveis em palavras

To come back her untranslatable upon words

Para poder descrever-lhes na pureza

About to can into He purism description themselves

Das belezas, singelidades,

From that beauties, unostentations,

E plasticidade poética

And poetical aesthetics

No além do emocional.

Into the of soulful over and above that

Enfim, esse vulcão vibracional,

After all, that one vibrating volcano

É pura concordância especial!

To be clean special concordance

Homogênea a um doce e intenso

Homogeneous at the one yielding and vehement

Momento de expressivo amor uno ao todo.

From that significant moment universal Love of the all

Onde este todo é a incansável busca

In which this one the all to be one search indefatigable

Do ir ao encontro da pureza

For will go with the meeting into de genuineness

Existente no Afflatus

Existent in the Afflatus (Breath, see from the Life)

De Deus!

Whit God!

E neste inspiracional emotivo, intuitivo,

And on this emotion inspiration, intuitive,

Julguei que em paz, estivesse...

To consider oneself me whom at peace, I were

Quando para minhas mãos olhei,

When about to my hands I to look hers,

Vi que estavam elas, guarnecidas

To seen that were hers, to adornes

Com um par de luvas; e feridas

Whit the one similar of the gloves; and woundes

Vivas, no meu peito senti! Pensei:

Sorrowful, into the my heart I felt! I thought:

“Se em paz estou, esta paz entristece

“I’am to be in peace stay here, that peace sadden

A natureza morta, que em mim sobrevive.”

At sill life, that into the survivor in myself

Pois o couro que me embeleza, me guarnece,

Because the armoured which to beautify me, to adorn me,

É pele igual à de muitas outras vidas

To be even hide for the very much anothers lifes

Que em abatedouros, tanto perecem...

That of into the slaughterhouse, so much to dying...