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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Enc: Destaques da programação de 27 de junho a 3 de julho de 2010



--- Em seg, 28/6/10, TV Brasil <publico@tvbrasil.org.br> escreveu:

De: TV Brasil <publico@tvbrasil.org.br>
Assunto: Destaques da programação de 27 de junho a 3 de julho de 2010
Para: odenir.ferro@yahoo.com.br
Data: Segunda-feira, 28 de Junho de 2010, 10:41

Boletim da Rádio MEC - 27 de junho a 3 de julho de 2010

 

Boletim da Rádio MEC No 26 - 27 de junho a 3 de julho de 2010

Rádios MEC AM e FM




Destaques da semana

  Leonardo Boff


Espaço Educação sobre sustentabilidade

Programa entrevista o teólogo Leonardo Boff e os jornalistas André Trigueiro e Lia Lombardi. Domingo, às 14h

  No Olho da Rua

MEC FM
No Olho da Rua é a atração do Sala de Música

Quarteto de samba-jazz, que desde 1997 apresenta-se na rua, lança seu mais recente trabalho, 'Experiência no.12'. Domingo, às 23h

  Trio Três


Trio Três no Ao Vivo entre Amigos

Grupo trabalha na fronteira entre o erudito e o popular, interpretando músicas autorais, além de sambas consagrados. Quarta, às 17h05


Domingo, 27 de junho

  Leda Coelho de Freitas

MEC FM
A Arte de Leda Coelho de Freitas

Oitavo programa da série traz depoimentos de Leda Coelho de Freitas e do barítono Marcelo Coutinho. Às 12h


Terça-feira, 29 de junho

  Roda de Choro


Roda de Choro conta a história do ritmo

Nessa segunda parte, a trajetória do gênero é contada através de alguns de seus principais compositores. Às 17h05


Quarta-feira, 30 de junho

  Adriana Calcanhoto


Ouvindo Música sobre Adriana Calcanhotto e Lenine

Às 21h30, programa analisa diversos aspectos de canções dos dois artistas


Sexta-feira, 2 de julho

  Noel Rosa


Seresta Viva especial Noel Rosa

Programa destaca os sucessos do rádio no tempo de Noel, o aparecimento de outros compositores, de novos cantores e um pouco da história do Brasil dos anos 30. Às 23h


Sábado, 3 de julho

  Elizeth Cardoso


Nossa Música relembra a cantora Elizeth Cardoso

No repertório, 'Rancho Fundo', 'Carinhoso', 'Foi um Rio que Passou em Minha Vida', 'Chega de Saudade', 'Canção do Amor Demais', entre outras. Às 19h


Apoio Cultural


Outros destaques estão no site da Rádio MEC

www.radiomec.com.br

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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Fwd: SARAMAGO



--- Em seg, 21/6/10, Darlan Alberto Tupinambá Araújo Padilha <dimythryus@globo.com> escreveu:

De: Darlan Alberto Tupinambá Araújo Padilha <dimythryus@globo.com>
Assunto: Fwd: SARAMAGO
Para:
Data: Segunda-feira, 21 de Junho de 2010, 5:38



---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Benilson Toniolo <diretoriaqualidade@securitymaster.com.br>
Data: 18 de junho de 2010 10:06
Assunto: SARAMAGO
Para: "Undisclosed-Recipient:;"@hm3030.locaweb.com.br


 

Partilho minha dor com os amigos.

Eis aí um homem que honrou, como poucos, a língua portuguesa.

Vida longa a José Saramago!!!!

 

Benilson

 

 

Morre o escritor português José Saramago aos 87 anos
18 de junho de 2010 09h12 atualizado às 09h50

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A.       Notícia

  Foto: EFE

  • O escritor José Saramago morreu na madrugada desta sexta-feira (18)

Morreu nesta sexta-feira (18) o escritor português e prêmio Nobel de literatura José Saramago, aos 87 anos, em sua casa, na cidade de Tías, Lanzarote, Espanha.

José Saramago havia tido uma noite tranquila e a morte ocorreu por volta das 8h desta sexta-feira, após tomar seu café da manhã ao lado da mulher, a tradutora Pilar del Río. Eles estavam conversando quando o escritor começou a sentir-se mal e logo depois faleceu.

José de Sousa Saramago nasceu na aldeia portuguesa de Azinhaga, província de Ribatejo, no dia 16 de novembro de 1922, embora no registro oficial conste o dia 18. Filho dos camponeses sem terra José de Sousa e Maria da Piedade, mudou-se para Lisboa aos 2 anos, onde viveu grande parte de sua vida.

O escritor deveria ter sido registrado com o mesmo nome do pai, mas o tabelião acrescentou o apelido pelo qual o chefe da família era conhecido na aldeia, Saramago, que também dá nome a uma planta que serve de alimento para os pobres em tempos difíceis.

Saramago concluiu os estudos secundários em uma escola técnica, mas não pode cursar a universidade por dificuldades financeiras. Sua primeira experiência profissional foi como mecânico. Fascinado pela literatura desde jovem, visitava com grande freqüência a Biblioteca Municipal Central Palácio Galveias, na capital portuguesa. Foi só aos 19 anos, com dinheiro emprestado de um amigo, que conseguiu comprar pela primeira vez um livro.

Além de mecânico, o escritor português trabalhou como desenhista, funcionário público, editor, tradutor e jornalista. Durante doze anos, foi funcionário de uma editora, onde ocupou os cargos de diretor literário e de produção.

Publicou o seu primeiro romance, Terra do Pecado, em 1947. Em 1955, começou a fazer traduções de autores como Hegel, Tolstói e Baudelaire para aumentar os rendimentos. Seu próximo livro, Clarabóia, foi rejeitado pela editora e permanece inédito até hoje.

O escritor só publicaria um novo livro, Os Poemas Possíveis, (1966), dezenove anos depois do primeiro. Entre 1972 e 1973, foi comentarista político do Diário de Lisboa, coordenando durante alguns meses o suplemento cultural do jornal. Em um espaço de cinco anos, publicou sem grande repercussão mais dois livros de poesia, Provavelmente Alegria (1970) e O Ano de 1993 (1975).

O escritor fez parte da primeira diretoria da Associação Portuguesa de Escritores. Entre abril e novembro de 1975 foi diretor-adjunto do Diário de Notícias, quando os militares portugueses, reagindo ao que consideravam os excessos da Revolução dos Cravos, demitiram diversos funcionários. A partir de 1976, o escritor português passou a viver exclusivamente de seu trabalho literário.

No ano seguinte, o autor voltou a escrever romances, gênero que o tornou mundialmente conhecido. A partir desta época, sua produção literária cresce consideravelmente, mas é em 1980 que Saramago dá uma grande guinada em sua produção literária, com a publicação de Levantado do Chão.

Segundo diversos críticos, a obra marca o início do estilo que o consagrou, destacado por frases e períodos extensos, que as vezes ocupam mais de uma página e são pontuados de maneira anti-convencional. Os diálogos entre os personagens costumam aparecer inseridos nos próprios parágrafos que os antecedem, de forma a extinguir o uso de travessões em seus livros.

Com a censura do governo português à apresentação do livro O Evangelho Segundo Jesus Cristo (1991) para o Prêmio Literário Europeu sob alegação de que a obra ofendia os católicos, o escritor mudou-se para a ilha de Lanzarte, nas Canárias.

Em 1993, Saramago começou a escrever um diário, Cadernos de Lanzarote, em cinco volumes. Dois anos depois, publicou o romance O Ensaio Sobre a Cegueira, que será transformado em filme em 2008, com direção assinada por Fernando Meirelles.

No mesmo ano em que publicou Ensaio Sobre a Cegueira, recebeu o prêmio Camões e em 1998, foi laureado com o prêmio Nobel de literatura, o primeiro dado a um escritor de língua portuguesa.

"Estava no aeroporto prestes a embarcar quando chegou a notícia de que tinha ganho o Prêmio Nobel. Houve um momento de alegria, os meus editores de Madrid, que estavam comigo, abraçaram-me. Depois encaminhei-me na direção da saída e, por mais estranho que pareça, era um corredor muito comprido e deserto. Eu com a minha malinha de mão, com a minha gabardina no braço, passei de repente da alegria enormíssima da notícia que tinha recebido, para a solidão mais completa. Naquele momento a sensação que tive, claro que eu dava por mim numa grande alegria, era uma espécie de serenidade: pronto aconteceu", afirmou o escritor sobre o prêmio.

Considerado por especialistas um mestre no tratamento da língua portuguesa, em 2003 o escritor português foi considerado pelo crítico norte-americano Harold Bloom como o mais talentoso romancista vivo. Seus livros foram traduzidos para mais de vinte línguas, como sueco, romeno e húngaro.

Comunista ferrenho, Saramago teve sua carreira pontuada por polêmicas causadas por suas opiniões sobre religião, terrorismo e conflitos. Em entrevista ao jornal O Globo, Saramago criticou a posição de Israel no conflito contra os palestinos, afirmando que "os judeus não merecem a simpatia pelo sofrimento por que passaram durante o Holocausto".

A Anti-Defamation League (ADL), um grupo judaico que defende direitos civis, caracterizou estes comentários como sendo anti-semitas.

O ano de 2004 destaca-se pela publicação de Ensaio Sobre a Lucidez. No ano seguinte, Saramago escreveu As Intermitências da Morte, em que divaga sobre a vida, a morte, o amor e o sentido, ou a falta dele, da nossa existência, fazendo uma crítica a socidedade moderna.

Em 2007, o Nobel de literatura anunciou que pretendia criar uma fundação com o seu nome cujo objetivo é preservar e estudar sua obra literária e espólio e ainda tomar partido em grandes e pequenas causas.

Família
Saramago casou-se pela primeira vez em 1944 com Ilda Reis, com quem teve uma filha, Violante, que nasceu em 1947. O escritor permaneceu casado com Ilda por 26 anos.

Após se divorciar, em 1970, iniciou um relacionamento com a escritora portuguesa Isabel da Nóbrega, que duraria até 1986.

Em 1988, o prêmio Nobel de Literatura casou-se novamente com a jornalista e tradutora espanhola María Del Pilar Del Río Sánchez, com quem permaneceu até a sua morte.

Obras publicadas

Poesia
Os Poemas Possíveis, 1966
Provavelmente Alegria, 1970
O Ano de 1993, 1975

Crônica
Deste Mundo e do Outro, 1971
A Bagagem do Viajante, 1973
As Opiniões que o DL Teve, 1974
Os Apontamentos, 1976
Viagens a Portugal, 1981

Diários
Cadernos de Lanzarote I, 1994
Cadernos de Lanzarote II, 1995
Cadernos de Lanzarote III, 1996
Cadernos de Lanzarote IV
Cadernos de Lanzarote V

Teatro
A Noite, 1979
Que Farei Com Este Livro?, 1980
A Segunda Vida de Francisco de Assis, 1987
In Nomine Dei, 1993
Don Giovanni ou O Dissoluto Absolvido, 2005

Conto
Objeto Quase, 1978
Poética dos Cinco Sentidos - O Ouvido, 1979
O Conto da Ilha Desconhecida, 1997

Romance
Terra do Pecado, 1947
Manual de Pintura e Caligrafia, 1977
Levantado do Chão, 1980
Memorial do Convento, 1982
O Ano da Morte de Ricardo Reis, 1984
A Jangada de Pedra, 1986
História do Cerco de Lisboa, 1989
O Evangelho Segundo Jesus Cristo, 1991
Ensaio sobre a Cegueira, 1995
A Bagagem do Viajante, 1996
Todos os Nomes, 1997
A Caverna, 2000
O Homem Duplicado, 2002
Ensaio Sobre a Lucidez, 2004
As Intermitências da Morte, 2005
As Pequenas Memórias, 2006
A Viagem do Elefante, 2008
Caim, 2009

Prêmios
Portugal
Prêmio da Associação de Críticos Portugueses por A Noite, 1979
Prêmio Cidade de Lisboa por Levantado do Chão, 1980
Prêmio PEN Clube Português por Memorial do Convento, 1982 e O Ano da Morte de Ricardo Reis, 1984
Prêmio Literário Município de Lisboa por Memorial do Convento, 1982
Prêmio da Crítica (Associação Portuguesa de Críticos) por O Ano da Morte de Ricardo Reis
Prêmio Dom Dinis por O Ano da Morte de Ricardo Reis, 1986
Grande Prêmio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores O Evangelho Segundo Jesus Cristo, 1992
Prêmio Consagração SPA (Sociedade Portuguesa de Autores), 1995
Prêmio Camões, 1995

Itália
Prêmio Grinzane-Cavour por O Ano da Morte de Ricardo Reis, 1987
Prêmio Internacional Ennio Flaiano por Levantado do Chão, 1992

Inglaterra
Prêmio do jornal The Independent por O Ano da Morte de Ricardo Reis, 1993

Internacionais
Prêmio Internacional Literário Mondello (Palermo), pelo conjunto da obra, 1992
Prêmio Literário Brancatti (Zafferana/Sicília), pelo conjunto da obra, 1992
Prêmio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores (APE), 1993
Prêmio Consagração SPA (Sociedade Portuguesa de Autores), 1995
Prêmio Nobel da Literatura, 1998

 

 


 







 

 

 

 

 

 



 

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Rhapsody in Black / Image Credit NASA/JPL/Space Sicence Institute


Rhapsody in Black

This silhouette of Saturn was taken by the Cassini spacecraft on Feb. 13, 2010. Although the sun is eclipsed by Saturn in this dramatic image, some sunlight scatters through the uppermost part of the atmosphere to reach Cassini's cameras.

This view looks toward the northern, sunlit side of the rings from just above the ringplane.

Image Credit: NASA/JPL/Space Science Institute

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Enc: Pinacoteca convida para a mostra: Cassio Michalany - Permutações de cor



--- Em seg, 14/6/10, Carla Regina <imprensa@pinacoteca.org.br> escreveu:

De: Carla Regina <imprensa@pinacoteca.org.br>
Assunto: Pinacoteca convida para a mostra: Cassio Michalany - Permutações de cor
Para: odenir.ferro@yahoo.com.br
Data: Segunda-feira, 14 de Junho de 2010, 9:02



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sexta-feira, 11 de junho de 2010

Poema: JUNTO AO AMOR DE NÓS! / Autor: Odenir Ferro


Poema: JUNTO AO AMOR DE NÓS

Autor: Odenir Ferro

Eu carrego as incertezas dentro de mim.

- Eu nunca saberei dizer – ao certo, e –

Nem ao menos somente, para mim mesmo.

Pensara, entretanto, que pudéssemos nós,

Amar-nos! Se reconciliássemos o destino de nós!

Entrelaçando os nossos espaços:

- Outra vez! Iguais às explosivas

Manifestações sexuais ininterruptas

Que se mostram: - Nos Reinos!

Das flores e das plantas,

E dos animais, enfim...

Da Natureza toda,

No tudo da Vida!

Seriamos o amor de nós, em nós!

Ao novamente, se fincássemos,

Uma total abstração atrativa,

Deste amor. Enquanto olhássemos

- Absorvidos em nós – para uma

Força infinda – e que atuasse,

Porventura, em nós. Por nós!

- E num ímpeto, amássemos...!

Todas as mais belas, e fantasiosas

Aventuras! – Em que pudéssemos,

- Enfim – nos perdermos em nós!

- Até nos reencontrarmos. Plenos

De venturas. Dentro dos perfeitos

Brilhos cintilando nos nossos olhares!

Sem que nos apercebêssemos – então –

De que até pudéssemos fincar flechas.

- Neste poder abstrativo com volúpias

Das chamas. Ardentes chamas, deste

Reacendido amor. Para que enfim,

Reencontrássemo-nos, nos abusos

Do incógnito traçado pelos alheamentos

Dos nossos clamores. Quando enfim,

Nos sintonizássemo-nos numa compreensão

De que deste amor, esparramando-se em nós,

Seríamos apenas um reencontro dos restos

Das ilusões despercebidas, perdidas!


sábado, 5 de junho de 2010

LESMISERABLES / VICTOR HUGO (Breve comentário sobre a foto e o grande Escritor)


LES MISARABLES / VICTOR HUGO
Estou terminando de compor um texto muito organizado, muito criterioso, muito enfático, velejando entre o cotidiano e o poético, versando sobre um tema, que claro, a maioria de nós, seres humanos, consideramos de importância vitalícia, pois, que o assunto aborda o sentimento Universal que nós o denominamos de Amor.
Estamos próximos de comemorar o Dia dos Namorados. Estão para ressaltar as muitas paixões que se nos esparramam muitos corações apaixonados, apaixonantes e apaixonáveis que navegam em muitos corpos com cabeças conscientes de que a vida é feita principalmente de pequenas e grandes atitudes, decidi então, através desta foto linda, dramática, que ressalta Os Miseráveis, e, diga-se de passagem, uma das obras literárias clássicas francesas escritas no século XVII, (se não estiver me enganando), retratando a França daquele século. Victor Hugo é um dos escritores mais intenso e dramático que já tive a oportunidade de ler, absorver, assimilar e registrar nas composições da nuances mais sutis das minhas memórias...
Mas, voltando ao assunto Dia dos Namorados, então, como estava dizendo, creio que devemos ressaltar a importância da comemoração deste dia, pois sinto que a cada dia que vai se passando, a impressão que me dá, são que os valores humanos vão se degradando, se degradando... Não sei precisar ao certo se é devido à correria desenfreada do dia-a-dia, ou se as pessoas vão se esfriando, se reservando, se amedrontando, em face de tantos acontecimentos nefastos que estão se sucedendo a todos os instantes no nosso Planeta, ou, se mesmo for, devido ao forte materialismo imposto como regra de estilo de vida, ou se mesmo a organização social em que vivemos que sempre ditou e dita às regras para se viver, se criar um padrão de comportamento, ultimamente não esteja encontrando forças expressivas e dominantes sem muitos apelos comerciais, para se estabelecer uma ponte cultural entre os antigos e novos valores geradores das regras socioculturais dentro de qualquer local que seja. Sendo ou dentro do nosso País, ou mesmo dentro das dimensões socioculturais que se expressem através dos muitos Países que se concentram dentro deste afã modernizado por onde caminha o nosso Mundo atual.
Creio ser importante, sempre que possível, nos redimensionarmos e nos expormos para a vida social, saindo de dentro do nosso individualismo, para nos configurarmos em forma de personalidade de voz ativa, no sentindo de se criar novas perspectivas em face de tantos conflitos pelos quais, dentro desta nossa fantástica modernidade, estamos passando. Para que então possamos nos redimir de muitos erros para galgarmos novos valores pessoais e interpessoais dentro de uma nova procura onde uma importante somatória de um ou muitos ou uma seqüência de muitos acertos, possam fazer com que encontremos uma nova fonte de geração de novos fenômenos psicológicos, onde os desencontros humanos não se sucedam tanto e de forma tão abrangente, face ao individualismo agregado ao pensamento coletivo que estamos vivendo...
Creio que é preciso que tornemos ou retornemos em nós e para nós, a recriação daquelas antigas raízes onde os nossos profundos lados humanitários eram uma somatória de grandes conquistas feitas por sonhos realizados dentro de muitas causas nobres... Quão bons e importantes eram aqueles dias!
E a nossa história pessoal e também os registros das vidas interpessoais, circulavam ainda circulam vivos, muito vivos, por dentro das nossas memórias. Basta apenas um apelo íntimo, um clique dentro dos nossos valores pessoais, para que então possamos novamente, voltar a redefinir antigos valores versados dentro desta Universalidade que denominamos de Amor! Para que enfim, novamente possamos reviver aprimorar-nos face às agregações sociais e coletivas, resgatando desta forma, aqueles tão antigos anseios que fluíam sempre, de dentro das nossas inovações e renovações físicas, morais e espirituais, sempre tão profundamente avivadas e intensamente administradas, dentro destas valorosas ações emocionais que ainda a denominamos de Amor Universal!