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terça-feira, 12 de maio de 2009

GAVIÃO REAL

Conto: Escrevendo com liberdade / Autor: Odenir Ferro


Esta é a primeira vez que estou me propondo a digitar um texto a partir deste site. ( http://sites.google.com/site/caminhopelasestrelas)! Estou procurando elaborar as palavras de forma correta a partir dos meus sentimentos. Que estão sendo encontrados com e a partir da minha realidade atual, sem a minha criação literária. Ou seja, estou me sentindo livre para expressar os acontecimentos atuais relacionados com o meu viver sem me importar em estar elaborando uma página onde possa estar criando frases poéticas, ou sem nem mesmo me preocupar em narrar algo muito inspirativo. Enfim, estou apenas livre e procurando escrever algo de significativo valor. Muito embora me propondo que este valor não seja necessariamente com o intuito de ir ao encontro de quem estiver lend, objetivando-o que seja de uma forma criativa, empolgante, ou muito envolvente e empolgante.
Apenas estou me propondo a escrever este texto sem muitos critérios. Por isto, então decidi a partir do título, rumar pelos espaços físicos estabelecidos a partir da criação, e auto avaliação, pelos inenarráveis caminhos pelos quais se perfazem as palavras, dentro dos seus ritmos fonéticos, criando mensagens de significativos ou não, valores comunicativos.
As palavras são energéticas e intensamente carregadas de força! Da qual eu a sinto, eu me vibro, eu me envolvo... Mas não posso precisar o quanto de força elas carregam. Apenas eu sei que esta força é imensurável. Muitas vezes intradúzivel em sentimentos, dentro do quanto uma palavra tem força para se introduzir nos fluxos aleatórios das correntes que formam a originalidade dos ideários imaginários. Aonde todos nós, de uma forma ou de outra, estabelecemos contato.
Eu procurei escrever com total liberdade, e desta forma, seguindo este caminho, vim procurando escrever sobre alguns acontecimentos interessantes que ocorrem comigo.
Dentro da minha vida pessoal.
Eu sempre tive muita dificuldade de me lembrar dos meus sonhos. Sei que sonho muito, enquanto estou dormindo. Sei que as impressões que ficam impregnadas dentro do meu sub-consciente, logo após eu me levantar, são muitas. Quando os sonhos são bons, as impressões são boas, vou então seguindo os meus instintos, dentro da minha rotina diária. Quando eles são ruins, então os meus sentidos internos ficam como se estivessem soando campahias nos registros da minha memória interior.
E instintivamente, durante o decorrer das horas, dos momentos, em que vou me concentrando com a minha rotina diária, vou sentindo que muito embora eu não consiga me recordar dos meus sonhos, posso instintivamente perceber que eles estão concentrados dentro da minha memória inconsciente.
Ditando para mim, a realidade dos meus afazeres, me indicando um caminho a seguir, opinando sobre até que roupa me vestir.
Enfim, os meus sonhos me guiam. A pouco tempo eu escrevi uma crônica altamente poética que também editei aqui, neste meu site. A crônica se chama A Noite é a minha Guia!
Agora, escrevendo de forma tão espontânea, posso assegurar que os impulssos inspirativos que a frase que escrevi a pouco, ainda agora, "os meus sonhos me guiam", com certeza está me dando fonte de liberdade insconciente e consciente de criação, para elaborar e escrever mais um longo texto. E ele no momento, ficou reprimido dentro de mim. Reservado para uma outra ocasião, quando inevitavelmente, ele acontecerá. Mas, como disse logo na introdução deste texto, eu não estou por ora, não ao menos agora, a procura de discertar sobre algum sentimento composto de forma literária, seja este texto do estilo que for. Não estou pretendendo criar estilo literário. Não por este momento.
Estou desejoso de apenas escrever, por escrever.
Da forma como estou fazendo, sem nenhum critério que não seja apenas com algum bom gosto e uma boa dose de bom senso. É isto, estou procurando ter bom senso ao elaborar meus sentimentos, traduzí-los na forma de pensamentos, enquanto vou elaborando livremente as palavras ao transcrevê-las aqui.
Quando comecei a escrever sobre meus sonhos, o que pensei em dizer, além do que já escrevi acima, é o interessante fato que sempre ocorreu e que ainda ocorre comigo.
É muito difícil eu recordar nitidamente de algum sonho que tenho.
E quando isto acontece, eu fico muito feliz. É como se eu estivesse equacionado algum conflito interior, ou descoberto as origens ou as causas de algum modo de como me comporto ou me comportei diante de um ou de vários assuntos ou desafios que tenho ou que tive de enfrentar para vencer a minha luta diária pela sobrevivência.
E quando eu me recordo de algum sonho, eu consigo deixá-lo registrado dentro da minha memória! Com muita intensidade e de um realismo, que chega a ser até atrevido para com os acontecimentos da minha rotina diária.
Outro dia eu tive um sonho assim.
Foi um sonho fantástico!
Altamente fantástico e foi um sonho muito bom!
Sonhei que estava cercado por muito conflitos dentro de mim. Dos quais eu não encontrava nenhuma porta aberta. Não havia soluções adequadas para resolvê-los. Então, enquanto eu estava encostado numa parede em ruína, dentro de uma casa empoeirada, numa cidade que parecia ter sido bombardeada por guerras travadas entre nós, humanos, eu pude ver surgindo no céu, enquanto por dentro de mim sentia um súbito e praseiroso alívio, várias, inumeráveis naves espaciais extra terrestres.
Nunca tive um sonho igual a este.
E este fora um dos sonhos mais fantásticos que tivera.
Julguei-o muito original e criativo.
Eu adoro tanto a obra literária, quanto a integridade espiritual do Escritor e Cientista Carl Sagan. Concordo com o ponto de vista que ele nos deixou, em relação a existência de vidas extra terrestres. Eu creio que elas existam, mas creio ainda muito mais que há uma impossibilidade enorme para que os contatos imediatos de terceiro grau, possam acontecer. Mas não duvido de nada. Eu creio em tudo o que é real, em tudo o que é fictício, e também muito mais em tudo o que é inspirativo ou fantasioso.
E eu creio muito mais ainda nos poderes que os sonhos possam exercer sobre as rotinas da nossa vida diária.
E ainda muito mais que tudo isto, eu creio que quando sonhamos em realizar algo de duradouro e importante, tanto para nós próprios assim como também para uma melhora, mesmo que sensível seja ela, na qualidade de vida para enriquecer o já inquestionavelmente riquíssimo Patrimônio Histórico da Humanidade, também é válido. Nunca pretendi e continuo firme dentro deste propósito, que é o de não viver envão. Sempre quis e ainda muito mais ainda, nos dias de hoje, continuo querendo deixar algo de bom, duradouro, agradável e útil para o Patrimônio Histórico da Humanidade!
E para isto, sempre soube, enquanto muitos diálogos interior travei com o meu íntimo, que a realidade consiste em ser muito criativa, quando nos propomos a criativamente sonhar. E a partir deste incansável sonhar, ir executando ou descobrindo e redescobrindo as possibilidades para que este sonho ou estes sonhos, possam virem à tona, emergirem para a realidade da nossa luz em condição existencial de vida realizada a partir do nosso plano físico.
Pois creio também que os nossos sonhos, tanto os nossos sonhos manifestos de maneira praseirosa e "onírica", enquanto estamos adormecidos, quanto aqueles do qual traçamos metas, objtetivos, para que eles se tornem reais, dentro dos criativos padrões comportamentais estéticos, que criamos dentro do nosso estilo de vida, sempre nos antecedem em existência, a partir do mundo imaterial.
Nossos sonhos acontecem sempre no plano imaterial para que depois então, se tornem reais no nosso mundo físico, material e intelectual. Muito embora o nosso mundo intelectual esteja mais concentrado parelhando com o mundo abstrativo que beira as margens do mundo espiritual, ele também é uma ponte segura na qual atravessamos de um lado para o outro. Ou seja, através do nosso universo intelectual, podemos acessar ou passar livremente de um lado ao outro da nossa trajetória de vida que se soma asseguradamente dentro do nosso mundo material, real e físico, com o nosso mundo sonhador, estético, onírico, casual, científico ou exotérico. E acima de qualquer designativo que possamos dá-lo, para concluir este raciocínio, simplesmente chamá-lo de mundo espiritual.

Bem, mas vim transcorrendo sobre estes meus raciocínios e fui concluindo a minha realidade pessoal, através das muitas palavras que foram esvaindo-se de mim.
E por fim, ainda não contei a parte melhor deste meu sonho.
Bem, então, como escrevi acima, de onde eu estava, além de eu poder me ver, de fora de mim mesmo, como se um personagem de algum filme de ficção eu fosse e que estivesse me vendo e ao mesmo tempo estivesse me direcionando para que lugar virar o meu rosto, para que lugar eu olhasse..., bem, enfim, eu ao mesmo tempo que percebia o envolvimento dos meus sentidos físicos através de ações e reações adversas, também me via. De fora de mim, olhando pra mim.
Aleatoriamente me sentindo! Através das minhas ações e reações. Tudo acontecendo, enquanto me via e ao mesmo tempo em que me envolvia com os acontecimentos.
Então, neste fascinante estado de me posicionar com a minha realidade pessoal, eu pude ver as naves chegando...
Uma delas se aproximou muito do local onde eu estava.
Por fim, então, eu pude vê-la tanto através da realidade do local onde eu me situava naquele momento, ou seja, enconstado na parede de uma casa em ruínas e sem telhados e toda empoeirada, como também através do meu eu externo que me olhava. E que embora usasse dos benefícios dos meus olhares, enquanto eu me via alí, encostado na parede, podia também me aperceber muito mais e com mais realidade, sobre tudo o que acontecia dentro da nave, através dos instintos expansivos deste outro eu que me olhava.
Sabia que estavam se aproximando muitas delas. Mas me concentrei em fixar meus olhares, apenas naquela que estava bem próxima de nós. Ou seja, de mim pessoa e do meu outro eu personagem sonhador que estava encostado na parede da casa semi destruída.
Sentindo com muito alívio interior, que realmente as soluções para tudo e para todos estavam chegando.
Literalmente, caindo do céu!
Pois instintivamente havíamos então concluído de forma quase que telepática, que eles eram gente do bem!
E se assemelhavam em muito, com as nossas origens humanas!
Pude ver, desta maneira, quando abruptamente aconteceu um giro momentâneo da nave, numa reviravolta gigantesca da mesma. Onde enquanto ela girava para o lado direito, embaixo dela e aderente à ela e indo de um lado para o outro sentido, num ritmo livre e quase independente dela, girando graciosamente, um bloco inteiramente transparente, como se fosse de cristal e de formas retangulares e não aredondadas quanto à ela, tanto as paredes como as divisórias do chão totalmente transluzentes e que se somavam à equivalência de uns três andares iguais aos da nossa construção padrão; onde várias pessoas, todas felizes, pareciam trabalharem em muitas atividades interessantes.
Pude sentir um alto grau de alívio, enquanto eu podia sentir e ver transcenderem-se deles, muita sabedoria somada a muitos e altíssimos conhecimentos. Além de uma inigualável paz, união, trabalho mútuo e compreensão recíproca. Somada a muito amor e altíssimo teor de elevadíssima força de integração de geniais inteligências.


Borboletas

Enc: Confira a programação da Pinacoteca do Estado



--- Em seg, 11/5/09, Pinacoteca do Estado <news@pinacoteca.org.br> escreveu:

De: Pinacoteca do Estado <news@pinacoteca.org.br>
Assunto: Confira a programação da Pinacoteca do Estado
Para: odenir..ferro@yahoo.com.br
Data: Segunda-feira, 11 de Maio de 2009, 19:59

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BIBLIOTHECA RIO-GRANDENSE

Rua General Osório, 454 – Caixa Postal 208 – CEP 96200-400 – Tel.3231.28.42 -Rio Grande – RS.

Fundada em 15 de agosto de 1846.

Reconhecida de "Utilidade Pública" pelo Dec.. 3.776 de 1º de Outubro de 1919.

Entidade Cultural reconhecida pelo MIC sob nº 430001458/87-65

CGC 94848371/0001-71

e-mail – contato@bibliotecariograndense.com.br


Rio Grande, 11 de maio de 2009.



Ilmo. Sr.

Darlan Alberto Padilha



Encaminhamos à V. Sa. esta correspondência pela qual pedimos a atenção das pessoas em colaborar com o aprimoramento socioeconômico e cultural da comunidade rio-grandina para uma instituição que existe há mais de 160 anos, sendo a mais antiga de seu gênero do Estado e a biblioteca de maior acervo, com aproximadamente 450 mil volumes, esquecida pelo poder público, porém vivendo animada pelo exemplo dos seus fundadores e pela inspiração humanística de suas direções ao longo do tempo.

A Biblioteca Rio-Grandense se orgulha da sua permanente vocação como instituição privada. Sempre viveu afastada do calor público e nunca buscou vantagens que não merecesse.

Quando o ensino público noturno inexistia, a Biblioteca Rio-Grandense, desde 1850, mantinha cursos onde eram ministrados conhecimentos de língua portuguesa, francesa e inglesa, bem como escrituração mercantil e aritmética. O seu programa de alfabetização de adultos funcionou até meados da década de 1940, quando foram criados os primeiros cursos noturnos mantidos pelo Município e pelo Estado, na cidade do Rio Grande.

A Biblioteca foi uma célula mater dos pioneiros estabelecimentos de ensino superior da comunidade portuária, dos quais adviriam a Fundação Universidade Federal do Rio Grande, com destaque para a Escola de Engenharia Industrial, cujas aulas funcionaram no prédio da Biblioteca.. Além disto, a Biblioteca Rio-Grandense preocupada com a difusão cultural levou a público várias exposições e publicações revelando aspectos relevantes da sociedade local, regional e nacional. A Biblioteca foi também a responsável pela cessão do maior contingente de objetos históricos recebidos na época da formação do Museu da Cidade do Rio Grande.

As dificuldades enfrentadas pela Biblioteca Rio-Grandense são imensas, pois os recursos rareiam. Mesmo assim atendemos um milhar de pessoas por mês. São estudantes secundários, universitários, bem como apreciável número de alunos do primário, mesmo sem receber doações de livros didáticos do Ministério da Educação. E pasmem: essa odiosa discriminação repousa no simples fato desta Biblioteca não ostentar na sua denominação a palavra PÚBLICA. Nunca os homens do oficialismo investigaram o nosso funcionamento nunca se interessaram em conhecer o contingente humano que busca, diariamente, os nossos salões de leitura e utiliza o nosso acervo.

Por trinta anos esta Biblioteca gozou da condição de "entidade filantrópica", brutalmente retirada pela Previdência Social, em 2001, mas retroativa ao ano de 1996. Apelamos ao Senhor Presidente da República de então, que aqui, nos idos de mil novecentos e sessenta, pesquisou, gratuitamente, para escrever a sua tese de doutorado. Nada conseguimos a não ser a protocolar e fria informação de que encaminhara as nossas razões ao Ministério da Previdência. A perda do caráter de entidade filantrópica teve um custo extremamente alto para a Biblioteca, acarretando-lhe uma altíssima dívida, a qual foi paga através de pesado parcelamento, o qual equivale acerca de 30 % de sua pobre arrecadação, fruto da contribuição de seu reduzido número de sócios. Eram 3.000 (três mil) quando a população estava na casa de 50.000 habitantes, hoje somos 190.000 e os sócios da Biblioteca, aproximadamente 500.

Mesmo assim a Biblioteca Rio-Grandense continuou atuante: não escorraçou os pesquisadores, participa das atividades comunitárias, conserva o nutrido acervo que vem acumulando desde 1846, protege, com extremo carinho, as suas obras raras, cerca de mil e quinhentas, e amplia as coleções especializadas como é o caso da Silva Paes (sobre o Rio Grande do Sul), a Montenegro (sobre a Guerra do Paraguai), a Tamandaré (sobre assuntos marítimos), a Abeillard Barreto (acerca da História do Brasil), a Gen. Bertoldo Klinger e a Brasiliana que reúne milhares de obras escritas sobre a nossa pátria.

Temos contado com a colaboração de órgãos públicos e privados, sem que a participação dos mesmos implique em qualquer ingerência sobre os postulados estatutários da entidade. Destaque-se que, apesar destes vários apoios, a Biblioteca não recebe nenhum tipo de subsídio de qualquer órgão público.




A atual Diretoria está em busca de soluções a esta série de intempéries, e conta com vosso apoio na busca de recuperação, evitando-se inclusive, uma possível dilapidação de patrimônio, fruto da carência de recursos.


Como visto as dificuldades são muitas, no entanto, necessitamos de colaborações de qualquer natureza, seja através de doações em espécie ou de apoio nas reformas e manutenção física do prédio, ou ainda através da inclusão em nosso quadro de sócios.


Desta forma, esperamos a vossa colaboração.


Concluímos esta exposição e pedimos vênia pelo longo desenvolvimento da mesma. É difícil ser lacônico quando se trata da Biblioteca Rio-Grandense, afinal trata-se de uma instituição mais do que sesquicentenária, dedicada à cultura, com abnegação, sacrifício e devotamento aos valores do passado e de esperança no futuro.


Colhemos da presente a oportunidade para manifestar o nossos votos de sincero apreço e elevado respeito.


Leon Coutelle Filho

Presidente da Biblioteca Rio-Grandense



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