Caminho pelas Estrelas Follow by Email

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Tapete Vermelho

Divulgação/divulgação/divulgação...

Estou aqui, neste blogger que gosto tanto de escrever hoje, após ter escrito este texto abaixo, para dizer que não tenho postado muitos artigos aqui, pois estou concentrado em preparar a digitação e composição de livros, a partir dos meus originais. Portanto, não tive muito tempo para escrever aqui. Mas hoje, com total liberdade para escrever, estou por aqui. Aproveito também a ocasião para dizer que no Site das Faculdades Claretianas, tem sido publicadas, e somente lá, com regularidade, poemas inéditos de minha autoria.
O endereço do Site é:
http://www.biblioteca.claretianas.br
Logo após acessar o Site, é só clicar em Notícias da Biblioteca, que lá constarão os meus poemas.
Gde. Abraço a todos.
Odenir Ferro

Conto: ESCREVENDO COM LIBERDADE / Autor: Odenir Ferro

Esta é a primeira vez que estou me propondo a digitar um texto a partir deste site. ( http://sites.google.com/site/caminhopelasestrelas)! Estou procurando elaborar as palavras de forma correta a partir dos meus sentimentos. Que estão sendo encontrados com e a partir da minha realidade atual, sem a minha criação literária. Ou seja, estou me sentindo livre para expressar os acontecimentos atuais relacionados com o meu viver sem me importar em estar elaborando uma página onde possa estar criando frases poéticas, ou sem nem mesmo me preocupar em narrar algo muito inspirativo. Enfim, estou apenas livre e procurando escrever algo de significativo valor. Muito embora me propondo que este valor não seja necessariamente com o intuito de ir ao encontro de quem estiver lend, objetivando-o que seja de uma forma criativa, empolgante, ou muito envolvente e empolgante.
Apenas estou me propondo a escrever este texto sem muitos critérios. Por isto, então decidi a partir do título, rumar pelos espaços físicos estabelecidos a partir da criação, e auto avaliação, pelos inenarráveis caminhos pelos quais se perfazem as palavras, dentro dos seus ritmos fonéticos, criando mensagens de significativos ou não, valores comunicativos.
As palavras são energéticas e intensamente carregadas de força! Da qual eu a sinto, eu me vibro, eu me envolvo... Mas não posso precisar o quanto de força elas carregam. Apenas eu sei que esta força é imensurável. Muitas vezes intradúzivel em sentimentos, dentro do quanto uma palavra tem força para se introduzir nos fluxos aleatórios das correntes que formam a originalidade dos ideários imaginários. Aonde todos nós, de uma forma ou de outra, estabelecemos contato.
Eu procurei escrever com total liberdade, e desta forma, seguindo este caminho, vim procurando escrever sobre alguns acontecimentos interessantes que ocorrem comigo.
Dentro da minha vida pessoal.
Eu sempre tive muita dificuldade de me lembrar dos meus sonhos. Sei que sonho muito, enquanto estou dormindo. Sei que as impressões que ficam impregnadas dentro do meu sub-consciente, logo após eu me levantar, são muitas. Quando os sonhos são bons, as impressões são boas, vou então seguindo os meus instintos, dentro da minha rotina diária. Quando eles são ruins, então os meus sentidos internos ficam como se estivessem soando campahias nos registros da minha memória interior.
E instintivamente, durante o decorrer das horas, dos momentos, em que vou me concentrando com a minha rotina diária, vou sentindo que muito embora eu não consiga me recordar dos meus sonhos, posso instintivamente perceber que eles estão concentrados dentro da minha memória inconsciente.
Ditando para mim, a realidade dos meus afazeres, me indicando um caminho a seguir, opinando sobre até que roupa me vestir.
Enfim, os meus sonhos me guiam. A pouco tempo eu escrevi uma crônica altamente poética que também editei aqui, neste meu site. A crônica se chama A Noite é a minha Guia!
Agora, escrevendo de forma tão espontânea, posso assegurar que os impulssos inspirativos que a frase que escrevi a pouco, ainda agora, "os meus sonhos me guiam", com certeza está me dando fonte de liberdade insconciente e consciente de criação, para elaborar e escrever mais um longo texto. E ele no momento, ficou reprimido dentro de mim. Reservado para uma outra ocasião, quando inevitavelmente, ele acontecerá. Mas, como disse logo na introdução deste texto, eu não estou por ora, não ao menos agora, a procura de discertar sobre algum sentimento composto de forma literária, seja este texto do estilo que for. Não estou pretendendo criar estilo literário. Não por este momento.
Estou desejoso de apenas escrever, por escrever.
Da forma como estou fazendo, sem nenhum critério que não seja apenas com algum bom gosto e uma boa dose de bom senso. É isto, estou procurando ter bom senso ao elaborar meus sentimentos, traduzí-los na forma de pensamentos, enquanto vou elaborando livremente as palavras ao transcrevê-las aqui.
Quando comecei a escrever sobre meus sonhos, o que pensei em dizer, além do que já escrevi acima, é o interessante fato que sempre ocorreu e que ainda ocorre comigo.
É muito difícil eu recordar nitidamente de algum sonho que tenho.
E quando isto acontece, eu fico muito feliz. É como se eu estivesse equacionado algum conflito interior, ou descoberto as origens ou as causas de algum modo de como me comporto ou me comportei diante de um ou de vários assuntos ou desafios que tenho ou que tive de enfrentar para vencer a minha luta diária pela sobrevivência.
E quando eu me recordo de algum sonho, eu consigo deixá-lo registrado dentro da minha memória! Com muita intensidade e de um realismo, que chega a ser até atrevido para com os acontecimentos da minha rotina diária.
Outro dia eu tive um sonho assim.
Foi um sonho fantástico!
Altamente fantástico e foi um sonho muito bom!
Sonhei que estava cercado por muito conflitos dentro de mim. Dos quais eu não encontrava nenhuma porta aberta. Não havia soluções adequadas para resolvê-los. Então, enquanto eu estava encostado numa parede em ruína, dentro de uma casa empoeirada, numa cidade que parecia ter sido bombardeada por guerras travadas entre nós, humanos, eu pude ver surgindo no céu, enquanto por dentro de mim sentia um súbito e praseiroso alívio, várias, inumeráveis naves espaciais extra terrestres.
Nunca tive um sonho igual a este.
E este fora um dos sonhos mais fantásticos que tivera.
Julguei-o muito original e criativo.
Eu adoro tanto a obra literária, quanto a integridade espiritual do Escritor e Cientista Carl Sagan. Concordo com o ponto de vista que ele nos deixou, em relação a existência de vidas extra terrestres. Eu creio que elas existam, mas creio ainda muito mais que há uma impossibilidade enorme para que os contatos imediatos de terceiro grau, possam acontecer. Mas não duvido de nada. Eu creio em tudo o que é real, em tudo o que é fictício, e também muito mais em tudo o que é inspirativo ou fantasioso.
E eu creio muito mais ainda nos poderes que os sonhos possam exercer sobre as rotinas da nossa vida diária.
E ainda muito mais que tudo isto, eu creio que quando sonhamos em realizar algo de duradouro e importante, tanto para nós próprios assim como também para uma melhora, mesmo que sensível seja ela, na qualidade de vida para enriquecer o já inquestionavelmente riquíssimo Patrimônio Histórico da Humanidade, também é válido. Nunca pretendi e continuo firme dentro deste propósito, que é o de não viver envão. Sempre quis e ainda muito mais ainda, nos dias de hoje, continuo querendo deixar algo de bom, duradouro, agradável e útil para o Patrimônio Histórico da Humanidade!
E para isto, sempre soube, enquanto muitos diálogos interior travei com o meu íntimo, que a realidade consiste em ser muito criativa, quando nos propomos a criativamente sonhar. E a partir deste incansável sonhar, ir executando ou descobrindo e redescobrindo as possibilidades para que este sonho ou estes sonhos, possam virem à tona, emergirem para a realidade da nossa luz em condição existencial de vida realizada a partir do nosso plano físico.
Pois creio também que os nossos sonhos, tanto os nossos sonhos manifestos de maneira praseirosa e "onírica", enquanto estamos adormecidos, quanto aqueles do qual traçamos metas, objtetivos, para que eles se tornem reais, dentro dos criativos padrões comportamentais estéticos, que criamos dentro do nosso estilo de vida, sempre nos antecedem em existência, a partir do mundo imaterial.
Nossos sonhos acontecem sempre no plano imaterial para que depois então, se tornem reais no nosso mundo físico, material e intelectual. Muito embora o nosso mundo intelectual esteja mais concentrado parelhando com o mundo abstrativo que beira as margens do mundo espiritual, ele também é uma ponte segura na qual atravessamos de um lado para o outro. Ou seja, através do nosso universo intelectual, podemos acessar ou passar livremente de um lado ao outro da nossa trajetória de vida que se soma asseguradamente dentro do nosso mundo material, real e físico, com o nosso mundo sonhador, estético, onírico, casual, científico ou exotérico. E acima de qualquer designativo que possamos dá-lo, para concluir este raciocínio, simplesmente chamá-lo de mundo espiritual.

Bem, mas vim transcorrendo sobre estes meus raciocínios e fui concluindo a minha realidade pessoal, através das muitas palavras que foram esvaindo-se de mim.
E por fim, ainda não contei a parte melhor deste meu sonho.
Bem, então, como escrevi acima, de onde eu estava, além de eu poder me ver, de fora de mim mesmo, como se um personagem de algum filme de ficção eu fosse e que estivesse me vendo e ao mesmo tempo estivesse me direcionando para que lugar virar o meu rosto, para que lugar eu olhasse..., bem, enfim, eu ao mesmo tempo que percebia o envolvimento dos meus sentidos físicos através de ações e reações adversas, também me via. De fora de mim, olhando pra mim.
Aleatoriamente me sentindo! Através das minhas ações e reações. Tudo acontecendo, enquanto me via e ao mesmo tempo em que me envolvia com os acontecimentos.
Então, neste fascinante estado de me posicionar com a minha realidade pessoal, eu pude ver as naves chegando...
Uma delas se aproximou muito do local onde eu estava.
Por fim, então, eu pude vê-la tanto através da realidade do local onde eu me situava naquele momento, ou seja, enconstado na parede de uma casa em ruínas e sem telhados e toda empoeirada, como também através do meu eu externo que me olhava. E que embora usasse dos benefícios dos meus olhares, enquanto eu me via alí, encostado na parede, podia também me aperceber muito mais e com mais realidade, sobre tudo o que acontecia dentro da nave, através dos instintos expansivos deste outro eu que me olhava.
Sabia que estavam se aproximando muitas delas. Mas me concentrei em fixar meus olhares, apenas naquela que estava bem próxima de nós. Ou seja, de mim pessoa e do meu outro eu personagem sonhador que estava encostado na parede da casa semi destruída.
Sentindo com muito alívio interior, que realmente as soluções para tudo e para todos estavam chegando.
Literalmente, caindo do céu!
Pois instintivamente havíamos então concluído de forma quase que telepática, que eles eram gente do bem!
E se assemelhavam em muito, com as nossas origens humanas!
Pude ver, desta maneira, quando abruptamente aconteceu um giro momentâneo da nave, numa reviravolta gigantesca da mesma. Onde enquanto ela girava para o lado direito, embaixo dela e aderente à ela e indo de um lado para o outro sentido, num ritmo livre e quase independente dela, girando graciosamente, um bloco inteiramente transparente, como se fosse de cristal e de formas retangulares e não aredondadas quanto à ela, tanto as paredes como as divisórias do chão totalmente transluzentes e que se somavam à equivalência de uns três andares iguais aos da nossa construção padrão; onde várias pessoas, todas felizes, pareciam trabalharem em muitas atividades interessantes.
Pude sentir um alto grau de alívio, enquanto eu podia sentir e ver transcenderem-se deles, muita sabedoria somada a muitos e altíssimos conhecimentos. Além de uma inigualável paz, união, trabalho mútuo e compreensão recíproca. Somada a muito amor e altíssimo teor de elevadíssima força de integração de geniais inteligências.